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A Direção

Campanha de Angariação de Associados

A direção deliberou promover uma campanha de angariação de associados nas seguintes condições:

  1. A campanha inicia-se a 1 de janeiro e termina a 31 de dezembro de cada ano, renovando-se automaticamente até informação em contrário;

  2. Os associados proponentes devem ter a quotização de cada ano paga à data em que propuserem o primeiro novo associado do respetivo ano;

  3. No âmbito e para os efeitos desta campanha os associados proponentes, por cada novo associado efetivamente inscrito anualmente, têm um desconto de 25% do valor da quotização do ano seguinte ao da inscrição dos novos associados, com o limite de 100%.


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Autor Tópico: REFLEXÕES URBANAS: A BUROCRACIA NO AUTOCARAVANISMO  (Lida 5023 vezes)
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PAPA LÉGUAS PORTUGAL
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Sócio Nº 1869


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« Responder #1 em: 01 Mai 2016, 18:14 »

Este caso, salvo melhor opinião já foi divulgado nas redes sociais e, a ser o mesmo caso, as dificuldades de legalização do Parque de campismo para autocaravanas, prendia-se (e pelos vistos ainda se prende) com o facto de naquele local o Plano Director Municipal não autorizar qualquer construção.

Há uns anos o chamado Parque da Galé, não obstante já estar em funcionamento, debatia-se com uma situação análoga.

Se, repito, SE for esse o caso, não se pode atribuir à burocracia o impasse, mas tão somente ao dono do terreno querer utilizá-lo para outros fins dos que foram aprovados pelo municipio e não se ter informado antecipadamente se o podia fazer.

Sobre esta matéria o Comunicado 2012/07 de 18 de Abril, do CPA, é bastante elucidativo:

http://www.cpa-autocaravanas.com/upload/Comunicado_2012-07-Areas%20de%20Servco-Apontamentos_legislativos.pdf
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Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

(Citação livre de Sidónio Muralha)
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Paulo Moz Barbosa
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Sócio 1882


« em: 01 Mai 2016, 13:58 »

Sem comentários transcrevo uma notícia de ontem publicada no Jornal de Portugal:

"Um cidadão estrangeiro, Michelle Frederiks, terá investido cerca de meio milhão de euros no projeto de construção de um parque de caravanismo, que seria único em Portugal, em Pêra, Silves, mas tem-se debatido com uma imensa burocracia que há cerca de dois anos o tem inviabilizado o projeto. Este projeto, que teve início em 2014, inclui dois hectares de um terreno em Vales de Pêra vocacionado para receber oitenta autocaravanas. O objetivo é o de criar um parque de autocaravanas. Michelle Frederiks vendeu uma casa sua para poder investir no parque de caravanismo. Preparou tudo com essa finalidade. Abriu um furo, levantou vedações, colocou instalação elétrica, implantou centenas de árvores, abriu caminhos e revestiu-os de brita. O objetivo é o de construir um parque único, de qualidade. Espera pelas devidas licenças há dois anos. A burocracias continua a fazer parte da génese do aparelho administrativo. Temos de fazer face a esta pecha nacional que retarda as iniciativas, as suas concretizações. No caso dos parques de caravanismo eles devem estar apetrechados com tudo o que for necessário. Devem obedecer a toda a segurança contra incêndios. A lei que regula os parques exige toda uma série de requisitos a nível dos locais de implantação. Como de circulação interna, instalação de sanitários, rede de energia, abastecimento de água, rede de emergência. O autocaravanismo deve processar-se dentro das regras que lhe estão dedicadas. Isso é uma coisa. Outra é demorar-se na sua concretização. Esbater-se tudo numa imensa rede burocrática que tarda em aprovar ou reprovar os projetos.

Viegas Gomes"

 
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Paulo Moz Barbosa
(presidente da direção)

(viajo numa Hymer Camp 622 C)
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