PAPA LÉGUAS PORTUGAL
Sócio do CPA
Membro de Mérito
 
Offline
Sexo: 
Mensagens: 465
: jan, 2010
Sócio Nº 1869
|
 |
« Responder #2 em: 25 Nov 2013, 16:35 » |
|
Companheiro Autocaravanista Haddock,
Congratulo-me por, como é seu legítimo direito, estar neste espaço e não ter abandonado o Fórum da NOSSA associação conforme se poderia eventualmente deduzir de uma sua recente mensagem de 31 de outubro passado. E, porque para mim as palavras têm um significado, quando afirmo que me congratulo, a expressão representa exatamente o que sinto, não sendo admissível que se interprete o vocábulo como uma expressão irónica.
Também me agrada a continuação da correta exposição do seu pensamento, que contrasta com as atitudes (não as suas) que no passado pululavam neste Fórum. A análise das ideias que são passadas a escrito não podem servir para assassinatos de caracter.
Não me pronunciando sobre as considerações que faz sobre a inauguração da sede do CAI, já sobre as palavras que foram então proferidas em nome do CPA ou, mesmo, sobre a política autocaravanista que o CPA vem implementando, não quero, nem posso, deixar de me referir às que se reportam ao que escrevo com o pseudónimo de “Papa Léguas” que são opiniões tão legítimas de expor como as que, o Companheiro Autocaravanista Haddock, também expressa.
Assim, lastimo não vir corresponder à satisfação que diz poder vir a ter com um formal pedido de desculpas, porque:
a) Não existe qualquer razão objetiva para apresentar um pedido formal de desculpas ao CGA. E não existe porque não há nada na matéria que abordei, no artigo de opinião que cita, que não seja um facto. Sugiro que leia atentamente o que escrevo e constatará isso mesmo e, até, de certa forma, por incrível que lhe pareça, termino com um elogio ao trabalho, conhecido, que o CGA desenvolveu.
b) Relativamente à federação que refere, as opiniões que emito correspondem a questões e factos concretos; se assim não considera (que as opiniões se referem a factos concretos) apreciaria que informasse quais os factos (não as opiniões com base nos factos) que não são verídicos. Logo, seria impensável, da minha parte, apresentar qualquer pedido de desculpas por expor opiniões com base em factos concretos. E não desmentidos!
Não espero que concorde comigo, mas espero que me faça a justiça de reconhecer a coerência que ao longo dos anos venho tendo, não só nas opiniões que expresso, como, sobretudo, nos esforços que desenvolvo para que as mesmas opiniões sejam concretizadas.
|