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  3. No âmbito e para os efeitos desta campanha os associados proponentes, por cada novo associado efetivamente inscrito anualmente, têm um desconto de 25% do valor da quotização do ano seguinte ao da inscrição dos novos associados, com o limite de 100%.


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Autor Tópico: Europa - Polónia – Eslováquia – República Checa (República Checa) I  (Lida 2767 vezes)
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« em: 23 Nov 2013, 01:15 »


Jindrichuv Hradec

Europa

Polónia – Eslováquia – República Checa (República Checa) I

Foto Reportagem

Fotos sequencialmente obtidas durante uma viagem à Polónia, Eslováquia e República Checa entre 19 de Junho e 30 de Agosto de 20011 com participação no "Rally da FICC" em Praga (República Checa) e no "pós Rally da FICC" em Milkow. (Polónia). Visitas pontuais em Portugal, Espanha, França e Alemanha. REPÚBLICA CHECA (Parte 1 de 6)

As fotos, cuja ordem corresponde à sequência do percurso, podem ser vistas AQUI

Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.


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República Checa  

A República Checa ou República Tcheca (em checo ?eská republika) ou, ainda, Chéquia ou Tchéquia (em checo,?esko) é um país da Europa Central, limitado a norte pela Polónia, a leste pela Eslováquia, a sul pela Áustria e a oeste e norte pela Alemanha. A capital do país é Praga. É membro da União Europeia desde maio de 2004.

Boémia, na parte ocidental do país, é cercada por morros baixos e forma uma bacia drenada pelo Labe (Elba) e Moldava (Vltava). Morávia, a parte oriental também é montanhosa e é banhada pelo rio Morava. Silésia, a parte do norte da Morávia, entre a Morávia e a Polônia.

Em 1º de janeiro de 1993, a Checoslováquia foi dividida em duas por decisão parlamentar. Desde então, a República Checa e a República Eslovaca (Eslováquia) são dois países independentes.

História

As terras checas emergiram nos fins do século IX quando foram unificadas pelos Premyslidas (P?emyslovci). O reino da Boémia foi uma potência regional com significado, mas conflitos religiosos como as Guerras Hussitas do século XV e a Guerra dos Trinta Anos do século XVII foram devastadoras. Mais tarde, a Boémia caiu sob influência dos Habsburgos e passou a fazer parte da Áustria-Hungria.

Depois do colapso deste estado, que se seguiu à Primeira Guerra Mundial, os checos e os seus vizinhos eslovacos juntaram-se e formaram a república independente da Checoslováquia em 1918. O primeiro presidente da Checoslováquia foi Tomás Masaryk. Este jovem país continha uma minoria alemã de grandes dimensões, na região dos Sudetas, o que iria levar à dissolução da Checoslováquia quando a Alemanha anexou a minoria por via do Acordo de Munique em 1938, e a Eslováquia também se separou. O estado checo remanescente foi ocupado pelos alemães em 1939.

Depois da Segunda Guerra Mundial, a Checoslováquia caiu na esfera de influência soviética. Em 1968, uma invasão de tropas do Pacto de Varsóvia pôs fim aos esforços dos líderes do país para liberalizar o regime e criar um "socialismo de rosto humano", durante a Primavera de Praga.

Em 1989, a Checoslováquia recuperou a liberdade por via de uma "Revolução de Veludo" pacífica. A 1 de Janeiro de 1993, o país separou-se em dois pacificamente, resultando em países independentes: República Checa e Eslováquia.

A República Checa aderiu à OTAN em 1999 e à União Europeia em 2004.

Geografia

O relevo é montanhoso, devido a cadeia montanhosa dos Cárpatos, a nordeste, na divisa com a sua ex-irmã política Eslováquia. Ao norte, na tríplice fronteira com a Polônia e a Alemanha, localiza-se os montes Sudetos com o ponto mais elevado do país (1.602 m.) no pico Snezka. Os climas da República Checa são o temperado e o continental, com verões moderados e invernos um pouco rigorosos. A vegetação é basicamente a Floresta Temperada, que possui folhas em forma de agulha que caem no inverno (caducifólia).

Demografia

A maioria dos 10,2 milhões de habitantes da República Checa são étnica e linguisticamente checos (95%). Outros grupos étnicos incluem germânicos,ciganos e polacos. Após a divisão de 1993, os eslovacos compõem cerca de 2% da população actual.

A fronteira entre a República Checa e a Eslováquia é aberta para pessoas com cidadania da antiga Checoslováquia. As Leis que estabelecem a liberdade religiosa foram criadas pouco após a revolução de 1989, revogando regras opressivas promovidas pelo regime comunista.

A maior comunidade religiosa é a Católica Romana (27% da população). Uma grande percentagem da população checa alega ser atéia (59%) (ver [1] para detalhes em Tcheco).

A comunidade judia soma alguns milhares hoje; uma sinagoga em Praga é memorial de mais de 80.000 checoslovacos judeus que foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial.

Religião

A República Checa é o país mais secularizado de toda a Europa, apesar de historicamente ser considerado um país religioso dividido entre os católicos e protestantes. O censo de 2001 verificou que 59% da população não tem religião. Apenas 26,8% da população se considera católica e cerca de 2% são protestantes. 30% dos checos se declaram ateus, enquanto cerca de 50% acreditam em algum tipo de força espiritual, não sendo necessariamente Deus.

Política

O cenário político da República Checa abrange um amplo espectro de partidos políticos, desde o semi-reformado Partido Comunista da Boêmia e Morávia na extrema-esquerda até os vários partidos nacionalistas na extrema direita. Geralmente, a direita liberal é dividida, exceto no caso específico do gigantesco Partido Democrático Cívico, e tem falhado a várias tentativas de unificação.

O eleitorado checo se mostrou dividido nas eleições parlamentares de junho de 2002, dando maioria à coalizão dos social-democratas (?SSD), de centro-esquerda, e dos comunistas. Não houve possibilidade de formar-se um governo funcional por causa do ferrenho anticomunismo de Vladimír Špidla. Os resultados levaram a um governo de coalizão do ?SSD com os democrata-cristãos (KDU-?SL) e os liberais (US-DEU), enquanto os democratas cívicos (ODS) e comunistas (KS?M) ficaram na oposição. Após os resultados da eleição de junho de 2004 para o Parlamento Europeu, o governo promoveu uma reforma ministerial com a mesma base aliada, mas excluindo Špidla após uma revolta em seu próprio partido. Nas eleições de 2006, o parlamento entrou em um impasse, pois dois grupos se dividiram em exatamente 50 por cento das cadeiras, demorando meses até que o partido de direita, ODS, conseguiu fazer de Mirek Topolánek primeiro-ministro, em coligação com o Partido Cristão-Democrata (KDU-?SL) e o Partido Verde. Foi a primeira vez na história que o Partido Verde checo conseguiu os necessários mínimos 5 por cento dos votos para entrarem no Parlamento. O partido US-DEU foi encerrado, depois de serem rejeitados nas urnas.

O primeiro-ministro é o chefe de governo e mantém poderes consideráveis, incluindo o direito de determinar a maior parte da política interna e externa, mobilizar a maioria parlamentar e nomear ministros.

Václav Klaus, agora ex-presidente da República Checa, ex-presidente dos democratas cívicos (ODS), ainda é um dos políticos mais populares do país. Como chefe-de-Estado formal, tem poderes específicos como o direito de veto, nomear juízes do Tribunal Constitucional, indicar o primeiro-ministro e dissolver o parlamento sob raras e especiais condições.

O parlamento é bicameral, com uma Câmara dos Deputados e um Senado. Após a divisão da antiga Tchecoslováquia, os poderes e responsabilidades do agora extinto parlamento federal foram transferidos para o Conselho Nacional Tcheco, que se renomeou como Câmara dos Deputados. Os deputados são eleitos a cada quatro anos em eleições proporcionais com cláusula de barreira de 5% dos votos. Há 14 distritos eleitorais que coincidem com as regiões administrativas do país.

Como o sistema nas condições checas produz repetidamente governos fracos (um problema específico é que o apoio recebido pelos comunistas, cerca de 20% do eleitorado, é rejeitado por todos os outros partidos) há debates constantes sobre mudanças, mas com poucas chances reais de fazer avançar as reformas. Uma tentativa de ampliar elementos de maioria "tweaking" os parâmetros do sistema (mais e menores distritos, por exemplo) proposta pelo ?SSD e o ODS durante seu "acordo de oposição" em 1998-2002, foi veementemente rejeitada por partidos menores e impedida pelo Tribunal Constitucional como contrária demais ao princípio de representação proporcional.

O primeiro Senado foi eleito em 1996; seus membros têm mandato de seis anos, sendo um terço dos senadores renovados a cada dois anos. Este sistema segue o modelo do senado dos EUA mas cada distrito tem aproximadamente o mesmo tamanho e a eleição acontece em dois turnos. O Senado é relativamente impopular na opinião pública e sofre com baixo comparecimento eleitoral (até 10% em alguns distritos).

A instância judicial máxima do país é a Suprema Corte. O Tribunal Constitucional, que arbitra questões constitucionais, é nomeado pelo presidente e seus 15 juízes têm mandatos de 10 anos.

Economia

A economia da extinta Tchecoslováquia era essencialmente baseada em indústrias siderúrgicas, metalúrgicas, automobilísticas, de bebidas e de cristais.4 Mais recentemente, a República Checa, já capitalista, desenvolveu uma agricultura baseada na produção de trigo para exportação. Outros produtos agropecuários produzidos em larga escala no país incluem beterraba, cevada, batata, lúpulo e carne de bovinos, suínos, caprinos e aves.

Cultura

Entre os cineastas checos da atualidade com projecção internacional encontram-se Jan Sv?rák, Jan Švankmajer, Jan Hrebejk, Milan Cieslar, Frank Mellaneh e Gregor Stenpovich.

Desporto

O hóquei no gelo é, ao lado do futebol, o esporte mais popular da República Checa, tendo como atuais jogadores populares Patrik Elias, Jaromir Jagr, Tomas Kaberle, Filip Kuba,Michal Rozsival, Radim Vrbata, entre outros.

Os desportistas mais renomados da República Checa (incluindo também os atletas do tempo da Tchecoslováquia) são: Martina Navrátilová e Ivan Lendl (tênis), Emil Zatopek,Roman Šebrle, Tomáš Dvo?ák e Jan Železný (atletismo), Frantisek Planicka, Josef Masopust, Tomas Skuhravý, Petr Cech, Pavel Nedved e Milan Baros (todos do futebol) e Tomas Enge (automobilismo).


Fonte: Wikipédia– A enciclopédia livre

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Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

(Citação livre de Sidónio Muralha)
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