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Caros Associados e Visitantes do fórum CPA,

Informamos que este fórum, por razões técnicas que se prendem com a sua incompatibilidade com os avanços tecnológicos, teve de ser bloqueado definitivamente, mantendo ativa toda a informação que foi sendo guardada desde a sua fundação e que pode ser consultada a todo o momento.

A Direção

Campanha de Angariação de Associados

A direção deliberou promover uma campanha de angariação de associados nas seguintes condições:

  1. A campanha inicia-se a 1 de janeiro e termina a 31 de dezembro de cada ano, renovando-se automaticamente até informação em contrário;

  2. Os associados proponentes devem ter a quotização de cada ano paga à data em que propuserem o primeiro novo associado do respetivo ano;

  3. No âmbito e para os efeitos desta campanha os associados proponentes, por cada novo associado efetivamente inscrito anualmente, têm um desconto de 25% do valor da quotização do ano seguinte ao da inscrição dos novos associados, com o limite de 100%.


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Autor Tópico: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA  (Lida 82403 vezes)
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ULISSES
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« Responder #76 em: 19 Jan 2010, 21:38 »

A quem interessar

Os sócios do CPA, como eu, não pagam mais nada pelas lições, de mestre-escola, candidato ao assalto do CPA, que nem pediram nem lhes agrada… Lições que, diga-se de passagem, de tão condensadas, tão simples, acabam por ser simplistas. Se acontecer com os demais o que acontece comigo, desde já agradeço que vá palrar para outro lado. Seja objectivo.
Acho que terá dificuldade em se fazer pagar por coisa tão irrisória. Ele é lições sobre liberdade de expressão, de comportamento; ele é sobre corporativismo, moderação; ele é sobre regulamentos, carácter, conhecimento , ignorância, e por aí fora.
É uma estratégia como outra qualquer, afinal. Talvez esta exibição lhe traga a exposição que almeja.
Porém, a mim, essas lições, tardias, não me ensinaram a ver pelos olhos do professor. E assim continuo a insistir, enquanto o meu discernimento for o que é, que a solicitação do “mestre” à Mesa da Assembleia, para adiar o ponto 4 da Convocatória, não deve ser atendida.

E argumento: Na Revista, “O Autocaravanista”, órgão oficial do CPA, n.º 14 - Outubro/Novembro/Dezembro, foi dada publicidade à Assembleia Geral Ordinária, através de uma Convocatória com a respectiva Ordem de Trabalhos, que os Estatutos não permitem ser alterada. Foi feita a Convocatória. Está feita.
E foi no cumprimento dos Estatutos que dizem no Art.º 14.º, parág. 3.º: “A Assembleia Geral pode realizar-se… com pelo menos trintas dias de antecedência”. Sem prejuízo de “…ser convocada pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral por meio de aviso postal… com pelo menos quinze dias de antecedência”.

É o que está nos Estatutos. É o que os sócios todos lá podem ler. É o que estava nos Estatutos antes de o professor entrar nestas lides. Portanto, perante estes factos, terá de encontrar outro modo de chegar a onde quer.

Adianto que só não me pronuncio sobre a sua “questão de fundo” porque considero que essas são medidas avulsas, eleitoralistas, que devem ser parte intrínseca da candidatura e não justificação para um adiamento de eleições.
Armindo Santos
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« Responder #75 em: 19 Jan 2010, 16:46 »

Ser ignorante não é razão para nos sentirmos diminuídos

Continuando a ser pedagógico, com uma infinita paciência, pelo respeito que me merecem todos os restantes “ouvintes” e a quem peço desde já desculpa por ser obrigado a intervir de novo.

Mais uma vez, a incapacidade que se tem de interpretar um texto e, mesmo uma única frase, é manifesto. Por outro lado, quando começamos a perder a serenidade, o nosso raciocínio trai-nos e já não conseguimos ser coerentes com o que dizemos. A ansiedade leva-nos a misturar “alhos com bugalhos” e o desespero impele-nos para os caminhos da agressividade que em nada contribuem para passar a mensagem que temos, se a temos. É por isso, também, que, numa atitude de condescendência, que todos os que conseguem manter alguma frieza de raciocínio, têm obrigação de ter, desculpo algumas das blasfémias (?) que neste Fórum vêm sendo produzidas, felizmente por um número insignificante de intervenientes.

Ser ignorante não é razão para nos sentirmos diminuídos e, se a palavra “ignorante” for usada num determinado contexto, também não é razão para a considerarmos um termo pejorativo.

Para a maioria dos “ouvintes” não seria necessário uma explicação adicional, mas para alguns (talvez mais para algum do que para alguns) pode levar a uma maior compreensão.

Assim, se eu, por exemplo, a um médico, chamar ignorante, num assunto que respeite à profissão de médico, estou a ter uma atitude pejorativa. Se o fizer, no mesmo contexto, a um advogado, engenheiro, sapateiro, electricista… estou a agredi-los, estou usar uma terminologia pejorativa.

Mas se um médico, um advogado, um engenheiro, um sapateiro, um electricista… me chamarem ignorante, no enquadramento de assuntos relacionados com cada uma das suas respectivas profissões, não estão a ser pejorativos, porque eu não sou médico, não sou advogado, não sou engenheiro, não sou sapateiro, não sou electricista. Sou, nessas matérias, um ignorante. E assumo-o. Como qualquer pessoa inteligente o faz.

Uma palavra é pejorativa consoante o contexto em que é usada. Outro exemplo. No norte do País são muitos os concidadãos que usam expressões que fora de determinados contextos podem ser ofensivas, nomeadamente para as mães das pessoas a quem se dirigem. Contudo, elas são usadas até como expressão de alguma ternura que se tem pejo em expressar em público e que daquela forma se sentem mais à vontade para o fazer.

Por isso, concluindo, sermos ignorantes, naquilo que não temos a obrigação (até profissional) de sabermos, não é razão para nos sentirmos mal, diminuídos.

Eu é que me sinto mal pela minha incapacidade de fazer compreender a uma simples alma que aquilo que os Estatutos do CPA dizem não é aquilo que afirma que os Estatutos dizem. Mas, não vou repetir TODA a argumentação já aduzida neste Fórum (mensagem 73). Está lá tudo. Basta, além de saber ler e escrever, saber interpretar.

É dito: “(…)as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência,(…) ”, que é o mesmo que dizer que as Convocatórias são feitas 15 dias antes para serem divulgadas 30 dias antes. Isto tem sentido ou é apenas ignorância?

Mas, mais grave, isso sim, é que à pala de uma interpretação (?) errada, absurda, dos Estatutos se querer que uma Proposta seja rejeitada liminarmente pela Mesa da Assembleia-geral. Apela-se, inconsciente ou conscientemente, à Mesa da Assembleia-geral para que cometa uma ilegalidade. Apela-se, como já atrás fiz referência, a uma entidade protectora para que venha em nosso auxílio. Quer-se ganhar o jogo na secretaria, já que se não consegue ganha-lo no campo.

É significativo de um determinado tipo de mentalidade que sobre a substância do assunto em apreço (suspensão para data pré determinada do ponto da Ordem de Trabalhos “eleições”), nomeadamente das razões dessa suspensão, que o silêncio seja ensurdecedor:

O que quer? O seu querer é pela negativa.

Não quer Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, através de um acto eleitoral com prazos e regras claras e pré-definidas;

Não quer Uma maior participação dos associados, através da utilização do voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção;

Não quer Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos, através da apresentação de um Programa de Acção de cada Lista Candidata.

Mas não diz porque não quer.

O que faz para conseguir o que não quer?

Ofende quem tenha ideias contrárias às suas para justificar o que não quer e porque não quer. Recorre ao desconhecimento dos outros para vincular ideias falsas. Não argumenta de boa fé ou por ignorância.

Possivelmente o que está em causa é o desejo subconsciente (não confundir com inconsciente) da procura de uma afirmação e, através dessa afirmação, de uma realização ainda não conseguida. Consegui-lo-á? Não sei. Mas, se isso contribuir para a felicidade de quem quer que seja, contem comigo para ajudar.
« Última modificação: 19 Jan 2010, 16:51 por Papa Léguas. » Registado

Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

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ULISSES
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« Responder #74 em: 19 Jan 2010, 11:59 »

Ao Fórum. A quem interessar

Onde reafirmo que a “proposta” de PapaLéguas não pode ser votada.
Os títulos das peças de PapaLéguas são um mimo. E muito corteses. Fica registado.
Isto de ignorância até está bem. Está muito bem: não me considero outra coisa! Mas, embusteiro não; isso não sou. E apodo de embuste (mentira artificiosa, patranha, ardil, enredo, logro) o que PapaLéguas está a tentar veicular neste Fórum.
Mas deixemos a fotografia para depois, vamos ao que interessa: aos Estatutos.

Parág. 1 – A assembleia geral é constituída por todos os sócios activos, no pleno gozo dos seus direitos, e nela reside o poder supremo do Clube, devendo ser convocada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral por meio de aviso postal dirigido aos sócios, expedido com pelo menos quinze dias de antecedência.
Parág. 2 – O aviso de convocação deve indicar o local, a hora e a ordem de trabalhos, que não pode ser alterada, nem modificada.
Parág. 3 – A assembleia geral pode realizar-se fora do concelho da sede quando integrada numa actividade do Clube aberta a todos os sócios sem qualquer limitação do número de presenças e divulgada com pelo menos trinta dias de antecedência, devendo ser convocada nos termos dos parágrafos 1 e 2.

Contesto a admissão da sua “proposta”, baseado nos nossos Estatutos, que transcrevi acima, sem sublinhados tendenciosos - e não nos de V. Exa. -, nestes termos:

Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu. Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado; portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento.

PapaLéguas arenga com este texto:

1º – Os estatutos não dizem nada disto e o que é dito que aconteceu é IMPOSSÍVEL ter acontecido.

2º - Não é possível, como no texto a azul é dito, que as Convocatórias “são feitas com 15 dias da sua realização” e “divulgadas com 30 dias de antecedência”. Nunca vi nada assim. A Convocatória é divulgada antes de ser feita!!!   

3º - O que os Estatutos dizem (§1, Art.º 14) é que as convocatórias são expedidas com 15 dias de antecedência desde que não se realize FORA do Concelho da Sede, ou seja, que se realizem em Lisboa, conforme se tem que deduzir da aplicação do §3º do mesmo Art.º 14.

4º - Assim, os Estatutos dizem que (§3, Art.º 14) quando as Assembleias são convocadas para fora do Concelho da Sede do CPA (exemplo de Fátima) a Convocatória tem que ser divulgada com pelo menos 30 dias de antecedência.

5º - Há, pois, dois prazos para a cumprir consoante a Assembleia Geral se realize dentro ou fora do Concelho da Sede do CPA.


Se viu ou não viu algo assim antes é pura ignorância… Porque parece saber ler… Leia os Estatutos e não faça interpretações abusivas. Não se fala ali de Caim e Abel que, sobre esses José Saramago não disse tudo, apesar de ter dito muito.


Portanto, com base nos Estatutos a “proposta” não pode ser submetida à Asssembleia Geral.
PapaLéguas tem de apresentar uma lista e encabeçá-la, concorrendo à presidência do CPA. Esta a saída para o assalto ao CPA.
Declaro desde já que não aplaudirei a eleição de V. Exa., mas continuarei sócio enquanto me deixar.
Por último: acho que só está mal na fotografia que vou fazendo de V. Exa., porque V. Exa. me parece mesmo feio (por dentro). Espero ter chance de ir retocando o retrato; apesar de não ser perito no Photoshop ficará obra!... pode crer.
(Será inconveniente este texto? Já perdi o tino, ou será a ignorância a falar?)

Armindo Santos
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« Responder #73 em: 19 Jan 2010, 03:18 »

Ser ignorante não é razão para nos sentirmos diminuídos

Quebrando a minha própria decisão de não responder a questões menores e, muito principalmente aos assuntos colaterais que nada têm a ver com a Assembleia Geral de 30 de Janeiro, ou seja, à continuação de provocações que não contribuem para nada, que são usadas por quem não tem argumentos, perante o absurdo, o impossível, que aqui se diz, sou obrigado a colocar as coisas no são:


Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu. Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado; portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento.

**********

Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu

1º – Os estatutos não dizem nada disto e o que é dito que aconteceu é IMPOSSÍVEL ter acontecido.

2º - Não é possível, como no texto a azul é dito, que as Convocatórias “são feitas com 15 dias da sua realização” e “divulgadas com 30 dias de antecedência”. Nunca vi nada assim. A Convocatória é divulgada antes de ser feita!!!  

3º - O que os Estatutos dizem (§1, Art.º 14) é que as convocatórias são expedidas com 15 dias de antecedência desde que não se realize FORA do Concelho da Sede, ou seja, que se realizem em Lisboa, conforme se tem que deduzir da aplicação do §3º do mesmo Art.º 14.

4º - Assim, os Estatutos dizem que (§3, Art.º 14) quando as Assembleias são convocadas para fora do Concelho da Sede do CPA (exemplo de Fátima) a Convocatória tem que ser divulgada com pelo menos 30 dias de antecedência.

5º - Há, pois, dois prazos para a cumprir consoante a Assembleia Geral se realize dentro ou fora do Concelho da Sede do CPA.

Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado

Não fora as afirmações que aqui se produzem, sem qualquer base de sustentação, poderem ser consideradas correctas por quem de boa fé as lê, sinceramente ficava calado. Tenho, por isso, a obrigação de ir explicando os erros de raciocínio, até porque (e porque as pessoas me não conhecem) tenho uma experiência de alguns anos de Coordenação de Assembleias Gerais em que participavam mais de 1000 pessoas.

Não é possível convocar para 30 de Janeiro uma Assembleia-geral com outra Ordem de Trabalhos. Concordamos. Mas não é isso que está em causa ou se pretende.

O que queremos é que seja suspensa a  Assembleia-geral, no que se refere ao Ponto da Ordem de Trabalhos referente a eleições. E isso é possível e é legal? É.

Imaginem que a sala do Restaurante caia. Neste caso a Mesa da Assembleia Geral Convocava a continuação da Assembleia Geral, para outra data, que não podia ser inferior a 15 ou 30 dias conforme fosse dentro ou fora do Concelho da Sede e com a mesma Ordem de Trabalhos.

Portanto é possível, por decisão da Mesa da Assembleia Geral ou por decisão dos Associados, consubstanciada numa proposta, que um determinado Ponto da Ordem de Trabalhos seja suspenso,  para depois continuar em data a determinar e nas condições que forem aprovadas desde que se não altere o texto desse Ponto da Ordem de Trabalhos.

portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento.

Pode, deve e é legalmente obrigada a isso. Tem que por o Requerimento à votação dos Associados (no caso concreto não se trata de um Requerimento, trata-se de uma Proposta) e, se eles votarem favoravelmente a suspensão / adiamento a Mesa da Assembleia Geral é obrigada a executar a vontade dos sócios.

**********


Tal como venho dizendo, noutros textos, um das objecções que vem sendo evocada é que a Proposta é anti-estatutária, o que não é verdade, como estou demonstrando.

Mas a questão de fundo é outra:

Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral.

Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes:

1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas;

2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção;

3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção.

E continuo a não ter resposta.
« Última modificação: 19 Jan 2010, 03:20 por Papa Léguas. » Registado

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Détinha
Visitante
« Responder #72 em: 19 Jan 2010, 01:49 »

 Boa noite
 O companheiro Narciso quer respostas.
  Apenas lhe dou uma, para que tenha consciência daquilo que quer.
 QUANDO SE FEZ  SÓCIO, já tinha sido enviada a convocatoria para a Assembleia-Geral,
 A sua Proposta por quantos socios é subescrita?
 Codialmente
 Odete
Registado
ULISSES
Visitante
« Responder #71 em: 19 Jan 2010, 01:32 »

A quem interessar
1.ª parte

Sem o pedir encontrei-me com a criança nos braços (discussão pró PapaLéguas). As eleições para trás as eleições para a frente. Tarde me apercebi da falta de “compagnons de route”. Mas caminhadas são caminhadas; portanto, estando aqui, há que entregar a carta ao… Fórum.
Dei conta, num longo RESUMO, que publiquei noutro local, dos factos ocorridos, desplotados pelo “Folhetim” que PapaLéguas nos tem vindo a “impingir” (o homem não pára…), (isto é uma constatação, não é insulto. Também não quero que seja encómio). Resumo, que inseri noutro local, como já disse, e que volto a resumir aqui, para gáudio de quem tenha pachorra para ler e possa estar interessado no meu ponto de vista.
Tudo tem um começo. Sabem isso…
Ora, como foi: em 5/1/2010, no seguimento de um foguetório assinalando o acontecimento  – que deverá ser inolvidável  – da adesão, finalmente, de um ilustre novíssimo sócio, auto-designado por PapaLéguas, anunciando que iria apresentar um “Programa” para tratar que o CPA se tornasse um Clube… 
Apresentou o “programa” às 20,51h a que Ameneses, às 21,21h, vem desafiar o proponente: porque é que “se levou tanto tempo a reflectir… teve tempo de formar uma lista própria para concorrer”, às eleições, claro.
 O que PapaLéguas propõe, na sua “proposta”, é: A Assembleia, que está marcada, deve tratar das coisas menores e deixar a Eleição para 17/4/2010, de forma que se formem listas de candidatos.
Por acaso, estava a “navegar”, topei o post do PapaLéguas e topei o post de Ameneses – que achei oportuno e correcto – e topei a intervenção de Teresa Paiva, que julgo representar a direcção, a admoestar Ameseses. Foi aqui que tudo começou. Os meus ócios são isto: ou viajo ou, então, meto-me nestas alhadas de escrever… E se gozo!...
Então intervenho para dizer:
Finalmente aparece alguém a tratar de um assunto sério: a Assembleia Geral e as Eleições. Mas... Parece-me que vai cair o Carmo e a Trindade, tal é a presunção do sr. Papa Léguas!
"Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA" é uma generalidade que vale o que vale. Já os conselhos... pedagógicos são outra estória, que vai trazer desagrados.
O sr. Papa Léguas não faz a coisa por menos: Há que assumir duas decisões, já: "consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo"; e, "Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar". Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral.
A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas.
Ele quer é que a AG seja feita segundo os seus propósitos.
Bem, como desaforo não está mal.
O CPA tem Regulamentos e são esses Regulamentos que devem ser repeitados, neste e em todos os actos.
Mas com a força que mostra é bem de ver que terá muito trabalho pela frente. Por mim é bem vindo.
Será que vamos assistir a partir de agora a propostas que valham a pena?

Estava eu cogitando sobre o que PapaLéguas iria aduzir e, quem inicia o “regafofe” é Viajante, com uma conversa sobre caça… Interroguei-me: terá sido encomendado o despropósito?
Como estava à espera continuei sentado e quem vem à liça não é o PapaLéguas é José Gonçalves com um fraseado sobre “novas” pessoas que são necessárias e que “há que separar o trigo do joio”. Esta intervenção classifiqueia como tendo um “nivelaço” (muitas idas a Espanha), parecendo-me, também, muito … Despropositada. Foram surgindo intervenções. Manel foi dizendo que “lamentamos que o fórum caia no marasmo…”. Mas acha que o autor anterior esteve bem…
No dia 6/1/2010 PapaLéguas anuncia, com euforia (foi o que me pareceu): “Sou sócio do CPA” (não estou a dizer que disse: chegou o novo dono, mas gostava de poder), e declara ir enviar à Mesa da Assembleia a “proposta”, já conhecida, acompanhada com mais cinco documentos. Aí entra, de novo, Ameneses arengando umas tretas, mas, em substância, desafiando PapaLéguas a avançar com uma lista.
Continuei sentado à espera pelo confronto das ideias que havia colocado a PapaLéguas, e assim iria continuar. Entretanto estávamos a 8/1, e eu já com calos no… “incómodo”, de tanto esperar. Fui lendo os capítulos do “folhetim” e já estou no: “O futuro justifica um referendo”. Sendo as ideias válidas eu intervenho a dizer:
Saudo o Papa Léguas

Escreve bem e muito. Para já advoga que seja definido o posicionamento quanto ao ideário do CPA: clube de autocaravanistas itinerantes/autocaravanistas campistas, o que, digo, não é irrelevante.
Muitos de nós não são uma coisa nem outra, são como eu me considero: turista. Turista "pindérico" que não quer gastar dinheiro em viagens e hotéis, que quer ir onde muito bem lhe parece, e por isso usam uma autocaravana, que é o meio de terem tal liberdade, com alguma economia. Claro, adoptei o autocaravanismo itinerante por ser o que é representativo da minha postura enquanto utilizador de autocaravana.
Por isso estou neste Clube para, com  os demais sócios, passar a mensagem aos poderes públicos da imperiosa obrigação de regular, de forma consensual, o uso da autocaravana, para fazer vingar a ideia de que os autocaravanistas são cidadãos responsáveis, respeitadores das regras ambientais e por aí fora, incluindo que entendo que quem prevarica deve ser castigado.
Porque autocaravanista é mesmo o utilizador de autocaravana, indiferentemente do uso que lhe dá. Suponho que o utilizador campista de autocaravana não verá qualquer vantagem em ser sócio do CPA; portanto, embora a questão seja relevante não me parece tão importante assim. Elitismo, pois, porque não?
Fico a aguardar, com interesse, as propostas substanciais: "como criar uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar", que esta é mesmo de monta.
Sou o primeiro a advogar que o CPA deverá ter um secretário-geral, pago, para que os associados tenham, mesmo, a quem exigir. Porque exigir à Direcção, bem...
não me passa pela cabeça exigir a voluntários mais do que podem e sabem.

Como estava sentado assim continuei e quem veio à conversa foi Haddock a interpelar Ameneses sobre alusões acerca de PapaLéguas, que sobre o caso nem tugiu nem mugiu. Mas que deve haver qualquer coisa que Ameneses tem para dizer e não disse… (não estou a fazer intenções de denegrir carácteres). Reporto conserva do Haddock.
De PapaLéguas, nada. Quem veio tirar desforço das palavras de Haddock foi Ameneses, de novo, com frases pouco claras… Neste dia 8/1 também apareceu Majv a tentar apaziguar Haddock e Ameneses. Até deu, para Majv voltar ao fórum com conversa fiada daquela que deve ser deixada para o recreio…
Já em 10/1 PapaLéguas apresenta mais um capítulo: “Mudar é o caminho”. E eu tinha é que mudar de posição no assento!... Imaginem! Pelos primórdios do dia 12/1 PapaLéguas brinda-nos com: “Assumir a dimensão histórica do Clube”. E depois novo capítulo: “A actual direcção é consciente e responsável”. Ameneses vem lembrar que temos Estatutos. O Ameneses está sempre atento.
No dia 13/1 é apresentado o capítulo “Mudar para desenvolver” e no dia 14/1 é apresentado o capítulo “A força dos associados”. Depois, no dia 15/1: “Aos associados cabe a decisão final”. Nesta altura Détinha interpela o companheiro Narciso (afinal significa o mesmo que PapaLéguas) sobre a inconveniência de usar o seu próprio blogue para divulgar questões da AG. (tinham passado 9 dias. Só para lembrar). Haddock insurge-se contra a admoestação. Acha que a liberdade dos blogueiros tem de ser respeitada.
Aqui entro eu. Tinha de refrescar a… cadeira. Estar sentado cansa. Experimentem. E digo:
O PapaLéguas - o postador de emails da meia-noite - iniciou a sua campanha com a apresentação de una Proposta com duas ideias chave:

1) definir os objectivos do Clube,
2) reestruturação organizativa.

Ciente de que estes não são assuntos da próxima Assembleia Geral cometeu a proeza de apresentar o documento "Na AG do CPA - Definir para decidir" fazendo uma exposição toda ela no sentido de veicular a ideia da necessidade de se tomar, agora, a decisão de mudar, argumentando que os objectivos do Clube foram definidos há vinte anos, aquando da fundação. Ou é erro crasso ou falta de atenção do PapaLéguas porque os Estatutos, na versão actual, foram aprovados em 2004. Mas, também eu acho que a questão é pertinente. Sim, senhor, devemos definir, em Assembleia Geral, os objectivos a que o Clube se propõe. Eu comungo da ideia do autocaravanismo itinerante.
Para o PapaLéguas é agora, e pronto! Paragem do processo. Adia-se a Eleição. A Assembleia Geral serve para deliberar sobre as contas e para se "botar" umas bocas.
O PapaLéguas trata de avançar, num dos dez artigos que publicou, até aqui: "Na AG do CPA - Organizar para melhorar", com ideias peregrinas, ensinando como deve actuar uma Direcção, com normas e regulamentos, e avançando para a Descentralização e a Regulamentação de Delegações Distritais, pormenorizando o seu funcionamento "ad nauseum". Intenções mais que muitas.
Impressiona-me a produção literária do PapaLéguas. As razões que invoca com o objectivo de levar o Clube a rever o seu objectivo acabaram por descambar no objectivo de condicionar o processo em curso, submetendo-o à sua vontade... A empresa é demais. Todas as medidas aventadas terão de iniciar o seu caminho e as que forem de implementar pelas direcções sê-lo-ão. As que tiverem de ser autorizadas por Assembleias Gerais deverão sê-lo. Portanto parece-me que o PapaLéguas me fez perder um ror de tempo, porque o li, e a leitura levou-me a intervir no Fórum, o que não é meu hábito nem objectivo. Pergunto-me: porque não apresentou uma candidatura com um programa, com esta ambição, para as eleições que
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ULISSES
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« Responder #70 em: 19 Jan 2010, 01:19 »

Aquem interessar
2.ª parte

estão marcadas?
Não sei a resposta, e nesta altura é o que mais queria. Serão de atender os argumentos aduzidos para adiar as Eleições?
No Fórum ninguém se manifesta com argumentos a contraditar. O Fórum é uma seca! Já o disse noutra altura, e faço-o de novo, com pena. O que se lê é, neste momento, confrangedor. Mas fico atento a futuros desenvolvimentos.

Ameneses, apresenta nova peça e com muitos actos. Então, surpresa das surpresas, o comp. Narciso, exibindo sensibilidade, mimoseia-nos com o “If”, de Rudyard Kipling. Que bom!... Isto, em 16/1. Registei. Haddock chega-se à frente a insurgir-se contra o silêncio da direcção e do moderador. Pergunta: “são permissíveis os ataques que estão a verificar neste fórum?”. Volto a intervir, é a quarta vez:
Acho intolerável...

Imagino que Ameneses seja um "velhinho" muito respeitável!
Mas, não terá um amigo - sincero - que lhe explique que se deve comportar civilizadamente?
Atrevo-me a perguntar-lhe como D. Carlos ao outro: porque não se cala?
Por mim digo-lhe como o poeta

Sem que o discurso eu pedisse,
ele falou; e eu escutei.
Gostei do que ele não disse;
do que disse não gostei.

Aqui, neste momento, devemos concentrar-nos na questão da AG, contribuindo para o esclarecimento do que esperamos venha a ser esse acto. Desconversar não.

O PapaLéguas não dá réplica a ninguém. Civilizadamente, mimoseia-nos com o "If", magnífico poema. A superioridade que quer fazer passar é perturbante. Para ele, do Aleixo, poeta "menor" transcrevo:

Diz tudo quanto quiseres,
mas eu, p'ra te ser sincero,
daquilo que tu disseres
só acredito o que quero.

Fico-me por aqui. Até já.

Intervim só para exibir amizades genuínas: o António Aleixo, misturado com umas “bocas” soft.
Continuamos no dia 16/1. Haddock discorda que eu tenha considerado Aleixo um poeta “menor”. Como ele tem razão! E é a vês de DeCarvalho, inteligente como todos temos de reconher, apresentar cumprimentos de forma criativa. Para Jamor é que não, não senhor, disse-se incomodado por lhe parecer “lamentável” que o fórum “sirva para este tipo de ataques pessoais”!... Recomenda: RESPEITEM-SE. Um cidadão avulso, um convidado a meter-se onde não foi chamado. Perguntei: não é falta de respeito? Mas Majv aparece a citar Jamor e a deitar achas para a fogueira: “uma nova batalha de Aljubarrota…” É sócio!... E volta Ameneses e repete. Tenho, de novo de mudar na cadeira… E intervenho:
Ao sr. Jamor:

Como "olheiro" não me parece ter direito a meter-se nos assuntos que não lhe dizem respeito. Dá mostras de não saber do que fala, pelo que com a sua intervenção vem perturbar. Ruído já por aqui há muito.
Pessoalmente agradeço achegas SOBRE O ASSUNTO: Assembleia Geral com eleições, sem eleições. Claro que V. Exa. percebe... Isto é assunto de sócios interessados e intervenientes.

Exmo. Ameneses: com a mostra de cultura que exibiu deixa-me mais descansado. Há mesmo a possibilidade de entrar na questão que estou a tratar: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições ou não?

Também a MAJV desafio: se tiver alguma achega a dar ao assunto que quero ver esclarecido: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições ou não? Se sim desde já agradecido. Avance que a questão também lhe deve dizer respeito.
Desde já declaro: Fora deste assunto não darei troco a ninguém.

Haddock diz que as eleições estão convocadas. Mas, admite que “talvez tenham de ser adiadas”. Isto é que são opiniões! É a liberdade em estado puro! Cada vez me sinto mais incomodado no assento… Volto a mexer-me na cadeira, que é como quem diz, volto a intervir:
Exmos. Companheiros

Também manifesto, como Haddock, o desconforto que sinto em não ter havido da parte da Direcção qualquer reacção ao que, aqui, vai acontecendo. Se não é uma demissão de responsabilidades como deve ser julgado este silêncio? Ponto.

Esclareço: o que me move é levar o plenário a tomar consciência do que está a acontecer ou não está - pois não sei de nada que os demais não saibam: que um nobel associado produziu directivas até dizer basta; que, ainda por cima, apresentou um pedido de adiamento das eleições para que apareçam candicatos formatados segundo a sua douta opinião; e que... há sócios que são "mirones", que não pagam as quotas e que falam de assuntos sem estarem preparados! Será que chega? Não, é que ainda por cima, assistimos a intervenções sem qualquer razão de ser, pois não dizem respeito senão ao foro privado, do gosto de cada um, e quase sempre a enxovalhar o outro. Não é o caso de Ameneses, a quem tanta leitura - estou a pensar -  deve ter feito mal. Puxa. Não há ... que aguente! Por favor! Porque não escrevem num papel antes de teclarem e perguntam a opinião aos netos antes de enviar disparates?

São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto.
Apoio a implementação destas medidas. Haja condições.

Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas.

Eu não sou candidato. Eu vivo no fim do mundo. Não obstante sou sócio interessado e sê-lo-ei para sempre.
Anseio pelo futuro em que uma Direcção se faça sentir e mereça o nosso respeito.


Outro convidado Zelsa mete colherada, abusadoramente, usando a liberalidade que permite o CPA. E mais uma vez Ameneses. Desta vez diz BASTA. Mas não vai ser por muito tempo.
Viajante acha que há muita “verborreia incontinente e avassaladora”. Declara que vai continuar atento, quedo e mudo. Ameneses que tinha dito BASTA volta para cumprimentar o amigo Viajante. Aproveita para debitar um dos pensamentos que respiga das suas leituras. Oxalá.
Então, já em 17/1, o capítulo:”Questões pertinentes – a verdade a que temos direito”, do lídimo autor: PapaLéguas, que tenho acompanhado. Como não gostei muito, e porque já não aguentava a posição no assento, tratei de fazer um resumo, e finalizar com o texto a seguir. Deixei de estar sentado. Uff!...

Ora é altura de terminar: considero, mesmo depois de PapaLéguas ter descido do alto da sua “cátedra”, para responder a uma intervenção “amistosa” de errante, parecendo ter ficado disponível para falar à “malta” que se lhe dirija de forma “amistosa”, porventura veneradora e obrigada… (isto já é insulto velado! Mas fino…), dizia, confirmo continuar a considerar um desaforo a pretensão deste novíssimo sócio; ainda há poucos dias um outsider.
De todos os capítulos do “folhetim” que vem apresentando aos leitores (por mais que me esforce não vejo os autocaravanistas), um há: “Aos associados cabe a decisão final”, que, de facto, encerra a verdade, e La Palisse não tem que ser para aqui chamado.
Dito isto, que não é pouco, impõe-se dar a opinião que me falta dar sobre o porquê de não ser aceitável que PapaLéguas possa ver a sua “proposta” sequer votada na AG de 30/1/2010, em Fátima.
Este Clube, acho eu, corrijam-me se estou errado, não é uma tropa fandanga, nem uma repartição abandalhada. É de gente; gente que se sente, que se empenha se for preciso. De forma sensata, sem sujeição burocrática, porque é gente livre. O bom senso, julgo: é a nossa prática. O respeito mútuo o modo de estar.

Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu. Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado; portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento.

Se calhar é uma pena, para a direcção, que quereria lavar as mãos e estava a contar, talvez, com este intruso. Eu penso coisas muito más!
Alguma solução terão de arranjar!
Armindo Santos
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« Responder #69 em: 19 Jan 2010, 01:02 »

Questões pertinentes – No âmbito da liberdade de expressão


Deve a liberdade de expressão manifestar-se em termos absolutos?

Não.

A liberdade de expressão (onde se inclui a de opinião) é um valor que tem que ser conjugado com o exercício de outras liberdades igualmente fundamentais como, por exemplo, o direito ao bom nome, pelo que a calúnia ou reiterado ataque ao carácter de uma pessoa não pode ser enquadrado como um direito.

O assassinato (ou tentativa) do carácter de uma pessoa, como resposta (?) a ideias defendidas publicamente, fazendo juízos de intenção e, sem que os ofendidos respondam a essas manifestações incivilizadas, tem que merece o repúdio social dos cidadãos e, no caso do Fórum do CPA, merece uma intervenção da Moderação. Uma intervenção que não pode controlar ou moldar ideias.


Escrever como se o nosso interlocutor estivesse na nossa frente

Na realidade, quando escrevemos num “Fórum” ou num “Chat” devíamos fazê-lo como se os nossos interlocutores estivessem perante cada um de nós. Quando estamos perante uma pessoa, cara a cara, não o adjectivamos com impropérios. Se o fazemos arriscamo-nos a continuar a falar sozinhos ou, numa situação extrema, a podermos vir a ter o nosso corpo danificado. Porquê então fazê-lo num “Fórum” ou num “Chat”?

Também quando escrevemos num “Fórum” ou num “Chat” temos que ter a percepção de que quem nos lê não está a visualizar as mensagens corporais que emitimos, não vê os nossos gestos, não se apercebe dos nossos sorrisos, da forma como olhamos, o que pode dar um significado distinto às nossas palavras.

Há pois que desculparmos a forma como estão escritas algumas ideias e, sobretudo, não interiorizarmos que elas são uma invasão do nosso “território”. Às vezes, perceber isto é difícil, mas é possível.

Não sendo a liberdade de expressão um direito absoluto coloca-se, porém, a questão da privacidade da divulgação no tratamento dos assuntos.

É, para muitos, bastante claro que as questões tratadas no privado não devem ser reveladas na Praça Pública. Se alguém me escreve, se alguém me envia uma mensagem electrónica, se alguém me telefona, eu não tenho o direito, ninguém tem, de divulgar a terceiros sem a autorização expressa dos intervenientes o que foi dito.

Assiste-me, contudo, o direito de revelar as minhas ideias desde que através da sua revelação não venha a expor a privacidade de terceiros.


Vem isto a propósito de duas ideias básicas:


- A ideia que o tema Assembleia-geral do CPA (sobremaneira as eleições) é um assunto reservado e que deve ser tratado na “intimidade” do Clube.

Quanto à ideia que a Assembleia-geral (sobremaneira as eleições) são uma matéria reservada não me parece que tenha nada a ver com a realidade democrática da sociedade que é global e em que nos inserimos.

Vejamos:

a)   O CPA não é uma associação secreta (até as associações maçónicas começaram a deixar de o ser);
b)   Uma Assembleia de uma Associação é a parte mais pública de uma instituição e quanto maior for a visibilidade para o exterior, maior verdade transparecerá e, consequentemente, maior credibilidade terá;
c)   As grandes instituições congéneres ou mesmo outras são objecto de, inclusive, grandes reportagens televisivas, artigos de opinião nos jornais, entrevistas com sócios e, que se saiba (que eu saiba) a questão do secretismo nunca foi colocada;
d)   Aquando de eleições pode interessar à sociedade circundante da instituição tomar conhecimento do processo eleitoral, das Listas Candidatas, dos Programas de Acção, pelas mais variadas razões que me dispenso de enumerar;
e)   O virar para o exterior é, para além de dar a conhecer de “coração aberto” a instituição, reconhecer que se não defendem valores corporativos.

(Sobre a questão do corporativismo, relacionado com campismo e tudo o que gira à volta, muito se poderia vir a dizer, mas deixemos isso para um próximo debate. )

O que aqui procurei transmitir é que há temas nas instituições que não são, não podem ser, de âmbito privado.

Pode existir, ainda, um argumento acerca da imagem do Clube perante associados que expressem juízos de valor sobre outros associados, impropérios, provocações, insultos, enfim!, que exibam publicamente a sua falta de, pelo menos, educação e civismo.

Condescender com este argumento seria premiar e concordar que este tipo de atitudes é insolúvel e que pode continuar. Tenhamos também presente que estes cidadãos existem em todo o lado e não podem ser considerados representativos de um Clube como o CPA.

Li algures neste Fórum (não neste tópico) que o actual Presidente da Direcção iria propor (suponho que à Direcção) a Constituição de uma Comissão Disciplinar com o objectivo de canalizar para a mesma as queixas sobre maus comportamentos dos associados e que essa Comissão Disciplinar decidiria as penalizações a aplicar. Esta era a ideia geral e suponho que a sua divulgação se reporta aos inícios de 2008.

Passando por cima das eventuais questões legais e estatutárias que se podem levantar e que de momento não tem interesse analisar, pergunto: Que é feito da Comissão? Porque não existe? E se existisse poderia estar a ser a solução destes maus comportamentos?


- A ideia, que foi divulgada no Fórum, de que não acedi ao pedido de uma Directora que, salvo se entendi mal a questão, condena que se expresse publicamente um assunto (Assembleia Geral/Eleições) que deve apenas respeitar ao Clube.


Conforme foi dito e é público no Fórum (neste tópico) a referida Directora: “Em particular lhe chamei á atenção mas o companheiro nada fez, (…)

Nada fiz porque as ideias que sobre esta matéria tenho (e estão acima desenvolvidas) são outras, não são anti-estatutárias e não me sinto obrigado a seguir outras que não as da minha consciência.

Não respondi em particular, expressando a minha posição, porque o teor do seu “e-mail” (a que aqui faz referência e só por isso também o cito sem referir o conteúdo) condicionou a minha resposta.

O QUE REALMENTE IMPORTA

O realmente importante não são os efeitos colaterais que uma Proposta está a causar em muito boa gente.

O que realmente importa e que

REPETIREMOS ATÉ À EXAUSTÃO:

Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral.

Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes:

1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas;

2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção;

3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção.

Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento.



ASSUNTO ADICIONAL: A forma como a associada Teresa Paiva equacionou a situação (mensagem 66 do tópico) permite-me, numa atitude dialogante com quem se abre ao diálogo, poder vir amanhã a colocar aqui uma proposta alternativa que pode vir a contemplar uma solução mais aceitável para o aparentemente  irreconciliável (?)
« Última modificação: 19 Jan 2010, 01:12 por Papa Léguas. » Registado

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« Responder #68 em: 19 Jan 2010, 00:35 »



Com eleições á vista e sem perspectivas de listas concorrentes quando alguém surge com propostas concretas com vista a uma melhor organização do Clube, e sem nenhuma contra proposta, parte-se para a tentativa de derrotar quem deseja fazer algo.

Assistindo ao não faço mas também não deixo fazer fico admirada com os argumentos de quem parece querer que o CPA desapareça, a par de uma nova campanha para retirar importância ao Clube parecendo sentirem-se ameaçados por uma nova estratégia para o CPA.

Concordando na generalidade com os conceitos apresentados pelo companheiro Papa Léguas, (não todos) manifesto apenas o receio de que o adiamento de eleições no CPA seja o adiar de soluções para o mesmo.

Todos sabíamos que haveria eleições no CPA para o próximo biénio e não houve candidatos dispostos a assumir os destinos do Clube, haverá em Abril?
 
Sem querer comprometer o companheiro Papa Léguas penso que todo este seu projecto tenha como epílogo a apresentação de uma lista por si liderada.
Apesar de “novato” no Clube quem, como eu, acompanha o seu blog saberá que tem o conhecimento desejado para poder liderar o CPA.
E apesar de toda esta pequena onda do contra no fórum é na AG que se decidem os destinos do Clube. Lá estarei esperando ver um CPA reforçado.

Compreendo a reserva de alguns sócios talvez baseados na sua ligação ao CAB,mas a esses proponho a consulta  http://papaleguaspt.blogspot.com/search/label/Contradit%C3%B3rio que para mim é prova do respeito pela identidade das instituições .
Cumprimentos

Teresa Paiva


Companheira:

Eu duvidava... mas pelo que escreve... está tudo dito.

Continuando a ser uns dos que compreendeu o seu sacrifício na direcção da Revista. só me resta desejar-lhe muita sorte nos futuros órgãos.

Apesar de tudo isto de que só teve conhecimento recente, mando um Abraço de Amigo e sempre Autocaravanista.

Ameneses.

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« Responder #67 em: 19 Jan 2010, 00:03 »

..........É de sublinhar a postura construtiva do companheiro Ulisses, que na falta de moderador acaba de fazer um esforço de síntese do debate, dando-lhe sentido. Pena que tenha escrito no tópico errado....
Concordo, embora me sinta obrigado a deixar uma ressalva:
a 41ª intervenção não foi minha....
E se faço este reparo aqui, é porque já passaram mais de 24 horas desde que enviei uma MP ao Companheiro Ulisses a alertá-lo do lapso e pedir para corrijir...e até agora nada.
Boas voltas, para todos sem excepção.
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« Responder #66 em: 18 Jan 2010, 23:56 »

Boa noite

Uma semana de férias em terras da revolução do proletariado eis que me deparo com a revolução dos automobilistas autocaravanistas.

Com eleições á vista e sem perspectivas de listas concorrentes quando alguém surge com propostas concretas com vista a uma melhor organização do Clube, e sem nenhuma contra proposta, parte-se para a tentativa de derrotar quem deseja fazer algo.

Assistindo ao não faço mas também não deixo fazer fico admirada com os argumentos de quem parece querer que o CPA desapareça, a par de uma nova campanha para retirar importância ao Clube parecendo sentirem-se ameaçados por uma nova estratégia para o CPA.

Concordando na generalidade com os conceitos apresentados pelo companheiro Papa Léguas, (não todos) manifesto apenas o receio de que o adiamento de eleições no CPA seja o adiar de soluções para o mesmo.

Todos sabíamos que haveria eleições no CPA para o próximo biénio e não houve candidatos dispostos a assumir os destinos do Clube, haverá em Abril?
 
Sem querer comprometer o companheiro Papa Léguas penso que todo este seu projecto tenha como epílogo a apresentação de uma lista por si liderada.
Apesar de “novato” no Clube quem, como eu, acompanha o seu blog saberá que tem o conhecimento desejado para poder liderar o CPA.
E apesar de toda esta pequena onda do contra no fórum é na AG que se decidem os destinos do Clube. Lá estarei esperando ver um CPA reforçado.

Compreendo a reserva de alguns sócios talvez baseados na sua ligação ao CAB,mas a esses proponho a consulta  http://papaleguaspt.blogspot.com/search/label/Contradit%C3%B3rio que para mim é prova do respeito pela identidade das instituições .
Cumprimentos

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« Responder #65 em: 18 Jan 2010, 23:06 »

Boa Noite.
Já se me foi a pachorra para "ouvir" este senhor. Estava determinado a não escrever mais neste tópico mas, pelos vistos o dito senhor continua a debitar textos longos que já chateiam.


Ontem o companheiro Errante escreveu uma coisa que passou despercebida, mas que é fundamental recordar: "É preciso dizê-lo com clareza! Sabemos que há autocaravanistas,  empenhados em meter todos os outros a estacionar e a dormir em parques de campismo." Refere-se Errante ao Projecto de Lei apresentado na AR.. com o alto patrocínio do CAB, cujo presidente era nem mais nem menos do que o Papa-Léguas. Bom seria que Papa-Léguas explicasse de forma clara o que o leva agora a interessar-se pelo turismo itinerante (e não pelo campismo) e porque é que subitamente passou a estar tão interessado (e empenhado?) na vida do CPA. E, já agora, com que apoios conta?
É de sublinhar a postura construtiva do companheiro Ulisses, que na falta de moderador acaba de fazer um esforço de síntese do debate, dando-lhe sentido. Pena que tenha escrito no tópico errado.
Começa a ser difícil qualificar a atitude do Papa-Léguas, que dá mostras de uma inaceitável arrogância e de uma completa ignorância e desrespeito por todos os que contribuíram para o que o CPA é hoje.  (Papa-Léguas) continua a armar-se em advogado (de baixo nível) debitando bitates sobre tudo e mais alguma coisa, como se antes dele chegar ao CPA fossemos todos uma cambada de burros. 
Bom seria que Papa-Léguas se limitasse a falar do que sabe, e a respeitar os sócios. Afinal quais são as suas ideias para fazer do CPA um baluarte do autocaravanismo português? Até agora só vimos conversa da treta sobre regulamentos, conceitos, procedimentos... POUPE-NOS!!!!! Porque não se limita a continuar o seu monólogo lá no seu blog?

Papa-Léguas repete até à exaustão que quer adiar a AG. Bom seria que dissesse se é ou não candidato, com que equipa e com que projecto (e com que aliados fora do CPA!)
É óbvio que Papa-Léguas não reúne atributos suficientes para merecer a presidência do CPA. A actual Direcção também não tem obrigação de se pronunciar, até porque já mostrou que esgotou a sua capacidade para mobilizar os autocaravanistas e fazer alguma coisa de positivo pelo autocaravanismo. Mas caramba, não há entre os sócios conhecedores e respeitadores da história do CPA quem se disponha a dar a cara pelo Clube? Vão permitir que o clube fique à mercê de paraquedistas capazes de usar o CPA em aventuras como aquelas em que vimos o associativismo autocaravanista atolar-se durante o ano de 2008 e 2009?

Para terminar DE VEZ a minha intervenção neste tópico cito Píndaro que que sobre a ambição,  disse. «[i] APRENDEI A LIMITAR AS VOSSAS AMBIÇÕES; É UM DELÍRIO FUNESTO SUSPIRAR PELO QUE NÃO SE PODE TER[/i]»:

Saudações Autocaravanistas.

Ameneses


« Última modificação: 19 Jan 2010, 00:08 por Ameneses » Registado

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« Responder #64 em: 18 Jan 2010, 01:02 »

Questões pertinentes – Direcção e Moderação ausentes?


OS CONCEITOS

Alguns intervenientes no Fórum do CPA têm vindo a reclamar a intervenção (pública, entendo) da actual Direcção do CLUBE e, mais especificamente, uma mais e melhor actuação da actual Moderação do Fórum.

Por vezes, no entanto, confunde-se, (de boa fé, admito) Direcção com Membros da Direcção. Assim, a intervenção de um Membro da Direcção não pode ser entendida como uma intervenção da Direcção, excepto se houver conhecimento, também público, de que tem delegação para o efeito.

A delegação da Direcção de determinados poderes específicos num dos seus membros passa por uma decisão colectiva do órgão Direcção ou, também, da aprovação de Pelouros em que a Direcção se organize, com a correspondente distribuição dos seus membros pelos Pelouros e que, tudo isso, seja passado a Acta e dado conhecimento aos interessados, ou seja, a todos os sócios.

Admito que o que refiro já tenha sido feito, mas reconheço a minha ignorância, justificando-a na não publicação no Portal do Clube.

Contudo, a intervenção no Fórum de membros da Direcção é absoluta, total e completamente legitima, mas… há que separar as águas.

Quando um membro da Direcção intervenha no Fórum do CPA há que saber se o faz como sócio do Clube ou como Director, com mandato especifico para o efeito, o que obriga que o perfil que surge na coluna esquerda do Fórum defina apenas se é “Director” ou se é “Sócio”.

A postura de um associado ou apenas utilizador do Fórum, tem que ser diferente consoante a pessoa se apresente na qualidade de Director ou na de apenas sócio. Diferente na postura, que não na educação e respeito, que deve ser igual.

Definidos os conceitos talvez ainda se torne importante realçar que o primeiro e último responsável por tudo o que se verifique no Clube é o órgão Direcção e os seus membros respondem solidariamente, excepto os que em acta se tiverem demarcado das deliberações tomadas pela Direcção com que não concordem.


MODERAÇÃO AUSENTE?

A Moderação do Fórum, seja ela individual ou colectiva, seja ela exercida por pessoas singulares ou por firmas, é sempre feita por delegação de poderes, delegação essa que é da competência do órgão Direcção ou de membro(s) da Direcção a quem tenha sido delegada capacidade para o efeito.

O(s) Moderador(es) são personalidades ou entidades que dependendo da Direcção só respondem perante a mesma. Não dependem, nem respondem perante os sócios ou os utilizadores do Fórum, pelo que as reclamações pelo um eventual mau funcionamento e actuação da Moderação devem ser canalizadas para a Direcção, pois que é à Direcção, e só a ela, que compete agir para colmatar esse alegado mau funcionamento.

Já aqui, neste Fórum, que não neste tópico, foram colocadas algumas ideias, sobre o funcionamento do Fórum, uma das quais, pelo menos, subscrevo, quando é proposto, uma “linha editorial propria, a fixar por um conselho de redacção plural.... e numa moderação adequada a um orgao de comunicação social aberto”, acrescentando (eu), Conselho de Redacção e Moderação nomeados pela Direcção e Linha Editorial, proposta pelo Conselho de Redacção e promulgada ou não pela Direcção.

Esta simples ideia (o ovo de Colombo também era simples!) poderá ser um contributo para que qualquer Moderação tenha o necessário enquadramento para a sua intervenção.

Mas será que a Moderação não tem capacidade para actuar? Claro que sim! Todos nós, seres humanos, pensantes, temos o necessário discernimento para constatarmos, por evidente, que quando à pala de intervenções sobre um tema nos deparamos com frases provocatórias, infamantes, racistas, xenófobas e, muito especialmente, quando as mesmas são continuadas no tempo. Mesmo as respostas no mesmo tom, não obstante terem atenuantes, não são aceitáveis, embora se possam compreender.

Se a Moderação não actua em situações tão evidentes e flagrantes a Direcção tem como obrigação designar outro(s) Moderador(es). E esta deve ser a única intervenção da Direcção no que respeita à Moderação do Fórum, justificada pelo que entendo que deve ser a filosofia de funcionamento de uma Direcção.


DIRECÇÃO AUSENTE?

Esta questão prende-se com a vontade que alguns dos intervenientes neste tópico (Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA) manifestam de, segundo a minha interpretação, uma Direcção vir a assumir uma posição no que se refere à Proposta que vou apresentar na Assembleia-geral do CPA.

Tem uma Direcção legitimidade, enquanto órgão, para o fazer? Tem. Tem legitimidade para expressar a sua opinião sobre tudo o que directa ou indirectamente diga respeito ao Clube.

Mas a questão é mais profunda. Como se constata, e até ao momento, nenhum dos intervenientes neste Fórum apresentou (nem a isso são obrigados) nenhum argumento que justifique o não adiamento da Assembleia-geral, contrariamente ao que fez o autor da Proposta. Então, recorre-se, apela-se, a que a Direcção, venha “avalizar” o que desejam e que não conseguem justificar como o melhor para todos os sócios (mais de 90%?) que não podendo ou querendo estar na Assembleia-geral se vêm impedidos de escolher a Direcção.

Por outro lado este apelo à autoridade é uma pecha entranhada culturalmente nos portugueses que, nas mais diferentes situações, apelam à intervenção do Presidente da Republica, do Governo, dos Ministros, de quem de direito, para, tantas vezes, fazerem valer os direitos que não exercem e que não querem ter o trabalho de defenderem e exercerem. Mais de 30 anos de vivência em democracia e continua-se, em muitos de nós, não me estou a excluir totalmente, a sentir a necessidade de uma entidade protectora.

Numa outra perspectiva da questão pergunto se alguém imagina que pelo facto de uma Direcção vir emitir uma opinião sobre a Proposta levaria a alterações sobre as diferentes posições já assumidas?

Quanto a mim, (claro!), o silêncio consciente de uma Direcção sobre matéria de opinião que cabe exclusivamente à Assembleia-geral decidir através do voto dos sócios presentes pode revelar-se como uma expressão de maioridade. E muito especialmente numa Direcção em fim de mandato.

CONCLUINDO: A legitimidade que uma Direcção tem de expressar a sua opinião sobre tudo o que directa ou indirectamente diga respeito ao Clube é, exactamente, a mesma que uma Direcção tem de NÃO expressar a sua opinião sobre tudo o que directa ou indirectamente diga respeito ao Clube.


O QUE REALMENTE IMPORTA

O realmente importante não são os efeitos colaterais (os incómodos!) que uma Proposta está a causar em muito boa gente.

Incómodos por não conseguirem justificar porque se querem opor a que TODOS os sócios tenham condições para votar (através do voto por correspondência) para a eleição de uma Direcção e quererem que apenas alguns (10%?) o façam. Será porque assim é mais fácil eleger quem se queira?

Incómodos por não conseguirem justificar porque se querem opor a que uma Direcção se comprometa com um Programa de Acção, pré distribuído, permitindo a TODOS os sócios uma opção mais consciente. Será porque assim é mais fácil manter as opções prioritárias e estatutárias de campismo em autocaravana?

Incómodos por não conseguirem justificar porque se querem opor a que uma Direcção seja eleita através de um processo com regras pré-definidas. Será porque assim é mais fácil criar em cada instante as regras que, possibilitam, que só alguns as conheçam previamente?

REPETIREMOS ATÉ À EXAUSTÃO:

Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral.

Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes:

1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas;

2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção;

3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção.

Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento.


NOTA MUITO IMPORTANTE: Exceptuando o primeiro parágrafo deste texto, sempre que me refiro a Direcção, não me refiro à actual Direcção, refiro-me a qualquer Direcção, passada, actual ou futura.

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« Responder #63 em: 18 Jan 2010, 00:53 »

Caro Companheiro Viajante.

Desde já lhe digo que não sou eu o salvador do CPA.

Tenebroso(palavra sua) não sou eu nem a actual Direcção, mas sim quem tenta tomar de assalto o CPA através de pessoas que vamos agora sabendo quem são.

De qualquer maneira obrigado pelas suas palavras.


Ameneses.

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« Responder #62 em: 18 Jan 2010, 00:20 »

Companheiro Ulisses, Companheiros,
Começo por pedir desculpa aos companheiros a quem tenham caído mal as palavras resultantes das minhas parcas intervenções.
Fi-lo porque esta discussão bem cedo começou com a chincana e lamento não ter conseguido evitá-la.
Fi-lo porque tenho muito interesse em conhecer as ideias de quem se proponha dar continuídade ao CPA e elas tardam em aparecer.
Fi-lo porque muito pouco foi apresentado de substantivo (exceptuando o companheiro Papa Léguas) e a tónica tem sido a de exercícios de estilo raiando a ofensa pessoal.
Não lavei daqui as minhas mãos mas reconheço que o meu contributo tem sido nulo. Só agora acordei para a problemática do CPA e ainda estou  muito verde para poder dar algum contributo útil.

Na qualidade de sócio do CPA, a par do dever de comparecer na AG e de votar para as eleições, tenho o direito de reclamar conhecer as diferentes ideias e propostas num ambiente de menos ruído. Na minha condição de sócio sem quaisquer pretenções, não tenho quailquer obrigação cívica ou estatutária de estar aqui a opinar sobre o que mal conheço. Quem dá o que tem a mais não é obrigado.
Tenho tido alguma intervenção nos foruns, com mais incidência nas questões de caràcter técnico e desde já apelo à tolerãncia dos companheiros, incluindo Decarvalho, por eventuais incorreções gramaticais na minha prosa.

Aprecio bastante a confrontação de ideias mas fico incomodado com a agressão, mesmo que verbal.
Se aquando das eleições a situação for a de hoje, se o companheiro Ameneses não divulgar o que há de tenebroso e oculto no passado e/ou nas intencões do companheiro Papa Léguas e se ele decidir avançar, terá certamente o meu voto porque:

a)- Haverá continuidade do CPA
b)- Haverá renovação
c)- Haverá dinamização
d)- Não há alternativa (conhecida até ao momento)

Saúdações autocaravanistas
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« Responder #61 em: 17 Jan 2010, 20:20 »


E por tudo o que atrás ficou dito, creio que aqui se  apela, e muito bem, à clarificação de posições - não é possível nesta matéria andar a dois carrinhos que se movimentam em direcções opostas...Companheiro Papa-Léguas, eu, pessoalmente creio conhecer-lhe o pensamento e os propósitos no que  ao autocaravanismo respeita e possívelmente com a maioria desse pensamento estarei de acordo.

Boa noite.

Não me referindo a toda a sua intervenção permito-me, no entanto, pronunciar-me sobre este extracto do seu pensamento retirado do que acima disse.

(…) não é possível nesta matéria andar a dois carrinhos que se movimentam em direcções opostas. (…)

É exactamente o que digo, por outras palavras, na Proposta que vou apresentar na Assembleia-geral: “Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária.

Só uma Direcção eleita por um expressivo número de votos (voto por correspondência), com um Programa de Acção (que aponte para o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante) tem legitimidade para promover as mudanças que clarifiquem a política a seguir pelo Clube.

Uma Direcção sem os suportes eleitorais atrás propostos continuará a estar num Clube enquadrado por normas estatutárias que o ligam ao campismo em Autocaravana, que foi o objectivo dos Fundadores do CPA, como já anteriormente demonstrei neste tópico.

Há duas formas de MUDAR:

- “Por um golpe de estado”, através de uma candidatura inserida no que os estatutos dizem;

- Por um processo democrático que terá, através do voto numa Lista Candidata com o seu respectivo Programa de Acção, a legitimidade para MUDAR.


Nota Pessoal: Agradeço o apoio, não a mim, mas ao que julga conhecer serem os meus pensamentos e de que só uma parte coloquei na Proposta.

« Última modificação: 17 Jan 2010, 20:32 por Papa Léguas. » Registado

Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

(Citação livre de Sidónio Muralha)
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Decarvalho
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« Responder #60 em: 17 Jan 2010, 19:26 »

 Huh

da declaraçao inicial do forum:
Este é um Fórum de acesso livre onde se pratica a liberdade de pensamento e o respeito pelas pessoas.
Para ser membro do fórum só precisa de se registar e preencher a ficha de identificação
« Última modificação: 17 Jan 2010, 19:36 por Decarvalho » Registado
errante
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« Responder #59 em: 17 Jan 2010, 19:07 »

Vivam,Autocaravanistas

Permitam-me ser claro.

É preciso dizê-lo com clareza! Sabemos que à autocaravanistas,  empenhados em meter todos os outros a estacionar e a dormir em parques de campismo.

Dir-me-ão que já todos percebemos isso!? E que esta conversa é chover no molhado, etc...e que são todos muito de capazes de se  oporem nessa estratégia!

Direi que preocupantes acontecimentos recentes evidenciam justamente o contrário!

A recente auto-proclamada declaração da Amieira, corrobora de fio a pavio todas as asneiras e atentados que o famigerado Projecto Lei Decarvalho anuncia para o autocaravanismo nacional. Mantém-se viva e só espreita uma nova oportunidade política da direita conservadora mandar neste país, para voltar ao parlamento.

A declaração da Amieira,  evidencia que no CAB- Circulo da Blogosfera ninguém quis ou se lhe consegue opôr (inclusivé eu) e portanto o famigerado pai da lei e os seus propósitos fazem alegremente o seu caminho..., sem oposição! O mesmo que Continuamente apela ao diálogo construtivo, mas sabemos que, na prática essa é a última coisa que se dispõe a fazer.
 
Outros limitam-se a ver a caravana passar, alegremente, sem qualquer manifestação de protesto ou oposição conhecida! Os mesmos que agora se acham capazes de governar o CPA...e admito que o sejam. Mas se bem
entendo os "protestos/desafios e desabafos" de Ameneses e de Ulisses, eles manifestam essa legítima preocupação.

Amenese e Ulisses estão naturalmente e na minha modesta opinião muito bem, como sócios dos mais antigos deste clube, a fazer a salvaguarda da independência e autonomia do CPA.

O CPA, tem cerca de dois mil sócios,... muitos senão a maioria, estarão longe de entender o que se passa neste fórum. A esses direi que felizmente que o que se assiste aqui, pode não ser bonito, mas é a uma prova de vitalidade do clube e de luta pela sobrevivência de uma ideia de ser autocaravanista, que é a mesma ideia
que a maioria dos autocarvanistas, em qualquer parte do mundo, persegue.

Não será bonito, mas é necessário e fundamental para a liberdade de agir e de pensar. Porque outros há que querem fazer de Portugal um cenário único nesta modalidade,...tão avançados e mais à frente seríamos, que
não conseguimos entendê-los, argumentam.

Entendemos e muito bem!

Finalmente, uma palavra ao companheiro Papa-Léguas, que felicito pela iniciativa,... embora na minha opinião algo tardia e  desajeitada.

E por tudo o que atrás ficou dito, creio que aqui se  apela, e muito bem, à clarificação de posições - não é possível nesta matéria andar a dois carrinhos que se movimentam em direcções opostas...Companheiro Papa-Léguas, eu, pessoalmente creio conhecer-lhe o pensamento e os propósitos no que  ao autocaravanismo respeita e possívelmente com a maioria desse pensamento estarei de acordo.

Criar condições que credibilizem essa postura e pensamento, parece ser o único desafio que se lhe "opõe" !

Sinceramente, autocaravanista
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Decarvalho
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« Responder #58 em: 17 Jan 2010, 11:00 »

Valha-nos,
-leitores,
- membros do forum,
- CPA,
- movimento autocaravanista
 -comerciantes,
 - autarcas,
- decisores e interlocutores oficiais,
 -e autocaravanistas em geral,




mais comentários aqui neste forum:
http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,1100.msg11234.html#msg11234


E boas voltas e reviravoltas, inclusive de nerónios!
Decarvalho, sempre e simplesmente, Decarvalho.

« Última modificação: 17 Jan 2010, 11:22 por Decarvalho » Registado
Haddock
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« Responder #57 em: 17 Jan 2010, 10:46 »

O QUE DIRÃO QUANDO A MINHA BOMBA REBENTAR!


Equipamento aconselhável em Fátima por causa das Bombas!

A todos os companheiros de boa vontade: já repararam no total alheamento da actual Direcção e da Moderação do Fórum(que já solicitei por duas vezes, quando considerei que os ataques começavam a ser exagerados)

Vitor Silva
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« Responder #56 em: 17 Jan 2010, 01:45 »

Questões pertinentes – A verdade a que temos direito


O DIÁLOGO QUE RECUSARAM



Por mim neste tópico não "darei mais cobertura" a um personagem que alegrou os anos em que surgiram as primeiras emissões de televisão em Portugal. Ao som da maré irei abrir outros conforme seja o caso.

Para terminar e quanto á VERDADE, aqui cito Cícero: A falsidade está tão próxima da verdade que o homem prudente não deve colocar-se em terreno escorregadio.

A natureza pôs nas nossas mentes um desejo insaciável da verdade.

Somos mais sinceros quando estamos furiosos do que quando estamos calmos.



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« Responder #55 em: 17 Jan 2010, 01:19 »

Caro papa-léguas:

De moderação o ilustre não tem nada. Sobre este assunto dizia Confúcio: Percebo porque não se segue o meio termo: o homem inteligente vai mais além, o imbecil fica aquém..

Já sobre a mentira dizia Madame de Knorr: Que grande credulidade a dos embusteiros! Até acreditam que os outros crêem neles.

Ameneses
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« Responder #54 em: 17 Jan 2010, 01:06 »

Não é o caso de Ameneses, a quem tanta leitura - estou a pensar -  deve ter feito mal. Puxa. Não há ... que aguente! Por favor! Porque não escrevem num papel antes de teclarem e perguntam a opinião aos netos antes de enviar disparates?



Acho intolerável...

Imagino que Ameneses seja um "velhinho" muito respeitável!
Mas, não terá um amigo - sincero - que lhe explique que se deve comportar civilizadamente?
Atrevo-me a perguntar-lhe como D. Carlos ao outro: porque não se cala?
Ao sr. Jamor:

Como "olheiro" não me parece ter direito a meter-se nos assuntos que não lhe dizem respeito. Dá mostras de não saber do que fala, pelo que com a sua intervenção vem perturbar. Ruído já por aqui há muito.
Pessoalmente agradeço achegas SOBRE O ASSUNTO: Assembleia Geral com eleições, sem eleições. Claro que V. Exa. percebe... Isto é assunto de sócios interessados e intervenientes.

Exmo. Ameneses: com a mostra de cultura que exibiu deixa-me mais descansado. Há mesmo a possibilidade de entrar na questão que estou a tratar: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições


Como devem ver com as citaçãos acima algo veio "ficar demostrado» o ameneses é velhinho, o ameneses fala demais, e outros mimos parecidos.

O QUE DIRÃO QUANDO A MINHA BOMBA REBENTAR!

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« Responder #53 em: 17 Jan 2010, 01:01 »

Questões pertinentes – A verdade a que temos direito


O DIÁLOGO QUE RECUSARAM

Confrontado logo no próprio dia e poucas horas após ter informado que iria apresentar na AG do CPA uma Proposta, se entretanto e até lá fosse admitido como sócio, vi-me perante afirmações de que transcrevo os seguintes trechos, com sublinhados da minha responsabilidade:

“Se levou tanto tempo a reflectir se devia ser sócio do CPA ou não, nesse "intermezzo" teve tempo de formar uma lista própria

“Agora inscrever-se como sócio e desde já colocar exigências do tipo que descreve, quanto a mim, opinião muito pessoal, é um verdadeiro desplante.”

“Portanto, se quer o CPA no seu currículum, terá que ser agora na próxima AG.”

“Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral.”

“A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas.”

“Ele quer é que a AG seja feita segundo os seus propósitos.
Bem, como desaforo não está mal.”


Mas, afirmações deste teor continuam ao longo de dias, como, por exemplo, as seguintes:

“Agora não venha, como se diz na gíria, «castigar mais o ceguinho»!!!!!”

“Sou muito leigo nestes assuntos, mas como tenho seguido um balão de de oxigénio da politiquice da nossa praça quanto a eleições no seu partido, fico com uma ideia de que V.Exª agora Companheiro de Clube pretenderá!

“Boa Noite. (É questão de educação)”

“P.S. Ainda não assino com citações porque perdi o meu «apanhado» das que adoro.”

“Como já se me acabou a pachorra para estar a debitar algo mais, ressalvando o dado adquirido pelo exmo. Papa Léguas que não aparecerá qualquer lista em Fátima”

“Mais uma vez o .......... escancarou a porta do clube ao aceitar mudar a ficha de inscrição para que ele se inscrevesse no CPA. Ainda é apenas o fala-só da calada da noite, mas já se acha no direito de dar ordens ao CPA. Imagine-se se  algum dia tiver poder no clube.”



OS ESCLARECIMENTOS QUE FINGIRAM QUERER

Com excepção de pequenos apontamentos não se verifica ao longo de longos 11 dias nenhuma contestação objectiva (e muito menos apoio) sobre o teor de uma Proposta a que o autor, supondo, ingenuamente, que estaria no espírito de alguns que fosse desenvolvida.

Curiosamente um dos intervenientes escreveu:

Fico a aguardar, com interesse, as propostas substanciais: "como criar uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar", que esta é mesmo de monta.”

Fiz-lhe a vontade. Mas, depois, sobre o tema, o interveniente NADA disse. Efectivamente não falava verdade. Não estava interessado. Mas, mais recentemente, contraditoriamente, afirmou:

O PapaLéguas não dá réplica a ninguém. Civilizadamente, mimoseia-nos com o "If", magnífico poema. A superioridade que quer fazer passar é perturbante.”

Nunca foi minha intenção perturbar ninguém, pelo que peço desculpa pelos eventuais danos que possa ter causado.


O PSEUDO DIÁLOGO

Mas, replicar o quê?

Passe-se os olhos por todo este Fórum (não só neste tópico) e confirme-se a inexistência de um DIÁLOGO concreto, sem que pelo meio se não verifiquem provocações, ofensas, insinuações em detrimento da apresentação de ideias que se oponham a outras.

Cai-se no mesmo erro (?) que já há dois mil anos se verificou. Destruir uma ideia, uma filosofia, pelo assassinato físico; agora, nos nossos tempos, pelo assassinato de carácter.

Ao autor da Proposta só restavam 2 opções.

- Descer o nível da sua intervenção, entrar numa de achincalhamento, com uma subida eventual das audiências, mas destruindo por completo os objectivos que tinha e tem, com a apresentação da Proposta e o DIÁLOGO que esperava que se gerasse e que, inclusive, através desse DIÁLOGO, a Proposta pudesse vir a ser alterada e subscrita até como um produto não já de uma pessoa, mas de várias.

Mas esse DIÁLOGO foi intencionalmente impossibilitado. Não se queria dialogar. Queria-se um pseudo diálogo. Com que objectivos?

Aliás, os que lêem e escrevem neste Fórum já se terão apercebido que homens com capacidades que aqui vêm ou vieram, independentemente de com eles concordarmos ou não, vêem as suas ideias e propostas serem aniquiladas e, desiludidos, alguns retiram-se.

- A outra opção foi a que segui. Ignorar as provocações, as ofensas, as insinuações. E isso, que não era esperado, (porque os latinos é suposto terem “sangue quente” e agir intempestivamente), produziu uma sensação de irritabilidade.

Assim, ignorando as provocações, as ofensas, as insinuações abri um caminho à leitura, mais superficial ou mais atenta da Proposta e do seu desenvolvimento.


AS MUDANÇAS DE TÁCTICA

Entretanto, o(s) detractor(es) da Proposta avançaram noutro sentido, deturpando os objectivos a que a mesma se propunha, sendo pouco claros nas ideias que expunham e esforçando-se por criar a ideia que a Proposta é anti-estatutária.

Mas, agora, perante uma táctica que não resultou, as coisas estão a mudar. Prevendo-se que a estratégia possa vir a ser derrotada muda-se a táctica.

Primeiro faz-se um texto em que cerca de 90% do que se diz no mesmo tem como objectivo denegrir a imagem do autor da Proposta. Fazem-se insinuações, afirmações, diz-se que se não quer impor nada, mas que o outro (esse malandro!) têm “como um D. Sebastião, chegado das campanhas contra o mouro, se apresentar – tão competente, parece-me –, e tão prepotente, porque manifestou querer impor um calendário particular. Condição que acho inadmissível

As palavras são acintosamente bem usadas. Prepotente, calendário particular, inadmissível. Não havia necessidade. E continua:

Mas o que eu acho não quero impor a ninguém. O que quero é que esta opinião seja discutida.

Claro que não quer impor a ninguém! Primeiro porque não pode (como eu próprio não posso, mesmo que quisesse); segundo porque os outros, esses, sim, é que querem. Enfim! …

Depois, em segundo lugar, na continuação da mudança de táctica, reconhece (já não era sem tempo!) que o que objectivamente está em causa na Proposta é o adiamento do acto eleitoral e di-lo, expressando UM ÚNICO ARGUMENTO CONTRA, falha que, aliás, procurou colmatar com juízos de valor sobre o proponente (eu) e, também, de avaliações de carácter.

Eis o argumento:

Por mim estão convocadas eleições

São de três tipos os “argumentos” (?) aqui colocados (no tópico) sobre a manutenção do acto eleitoral: os estatutos impedem-no (o que é falso), quem o propõe não tem moral para o fazer (o que é absurdo como argumento) e porque sim (Por mim estão convocadas eleições)

Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral.

Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes:

1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas;

2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção;

3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção.

Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento.

Só há duas opções de voto:

VOTO NA PROPOSTA PARA ADIAMENTO DAS ELEIÇÔES:

Quem quer uma Direcção eleita com prazos e regras claras e pré-definidas, uma Direcção eleita também através de voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção e uma Direcção eleita que se comprometa através da apresentação de um Programa de Acção.

NÂO VOTO NA PROPOSTA PARA ADIAMENTO DAS ELEIÇÔES:

Quem quer uma Direcção eleita sem prazos e regras claras e pré-definidas, uma Direcção eleita sem a possibilidade de participação da maioria esmagadora dos sócios e uma Direcção eleita que se não comprometa com nada.


SIMPATIA OU INCOERÊNCIA?

Mas, permita-se-me, porque as contradições continuam a ser muitas, adiantar ainda uma outra razão para que se reflicta sobre a opção de voto na Proposta:

Pode-se ler neste Fórum o seguinte trecho:

São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições.

Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas


E se uma Direcção que se não apresente com um Programa de Acção, com que se comprometa, não queira referendar as “judiciosas as opiniões de PapaLéguas”.

Mas se fosse uma Direcção que tivesse sido eleita por um largo espectro geográfico do eleitorado e com um Programa de Acção que contivesse as “judiciosas as opiniões de PapaLéguas” tinha ou não tinha a FORÇA e a OBRIGAÇÃO de as executar?

Seja-se corajoso e assuma-se que o adiamento das eleições por uns dois meses é o que melhor serve os interesses dos sócios, que é como quem diz, do Clube. (¿)Ou já se tem “na manga” uma Lista de Candidatos amigos?
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« Responder #52 em: 17 Jan 2010, 00:06 »

Boa Noite Companheiro Viajante.

Já era altura de o ver por aqui.

Para o seu "aparecimento" cito um Homem muito culto e douto em relação á desculpa: MOLIÈRE; Quem quer afogar o seu cão diz que ele está raivoso.

Ou outra quanto ao Direito, esta de Pedro Calderón de la Barca, que para mim é uma referência mundial:
      O juiz que tenha sido delinquente perdoa muito facilmente.

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