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Autor Tópico: Polónia – Eslováquia – República Checa (Portugal, Espanha, França e Alemanha)  (Lida 2837 vezes)
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« em: 15 Nov 2013, 01:29 »


Paris - Manifestação Gay

Europa

Polónia – Eslováquia – República Checa (Portugal, Espanha, França e Alemanha)

Foto Reportagem

Fotos sequencialmente obtidas durante uma viagem à Polónia, Eslovàquia e República Checa entre 19 de Junho e 30 de Agosto de 20011 com participação no "Rally da FICC" em Praga (República Checa) e no "pós Rally da FICC" em Milkow. (Polónia). Visitas pontuais em Portugal, Espanha, França e Alemanha. PORTUGAL - ESPANHA - FRANÇA (Macau e Paris) – ALEMANHA

As fotos, cuja ordem corresponde à sequência do percurso, podem ser vistas AQUI

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Paris  

Paris é a capital e a mais populosa cidade da França, bem como a capital da região administrativa deÎle-de-France. A cidade se situa num dos meandros do Sena, no centro da bacia parisiense, entre os confluentes do Marne e do Sena rio acima, e do Oise e do Sena rio abaixo. Como a antiga capital dum império estendido pelos cinco continentes, é, hoje, a capital do mundo francófono.

A posição de Paris numa encruzilhada entre os itinerários comerciais terrestres e fluviais no coração duma rica região agrícola a tornou uma das principais cidades da França ao longo do século X, beneficiada com palácios reais, ricas abadias e uma catedral. Ao longo do século XII, Paris se tornou um dos primeiros focos europeus do ensino e da arte. Ao fixarem-se os Reis de França e, pois, também a corte (o que incluía grande parte da alta nobreza francesa), na cidade, sua importância económica e política não cessou de crescer. Assim, no início do século XIV, Paris era a mais importante cidade de todo o mundo ocidental.

No século XVII, era a capital da maior potência política europeia; no século XVIII, era o centro cultural da Europa e, no século XIX, era a capital da arte e do lazer, a Meca da Belle Époque. Sua arquitetura, seus parques, suas avenidas e seus museus fazem-na, pelo ano de 2004, a cidade mais visitada do mundo francófono, com cerca de 25 milhões de turistas, aproximadamente 500 000 a mais do que em 2003, segundo a Secretaria de Turismo e de Congressos de Paris. As margens parisienses do Sena foram inscritas, em 1991, na lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Paris é a capital económica e comercial da França, onde os negócios da Bolsa e das finanças se concentram. A densidade da sua rede ferroviária, rodoviária e da sua estrutura aeroportuária — um hub da rede aérea francesa e europeia — fazem-na um ponto de convergência para os transportes internacionais. Essa situação resultou duma longa evolução, em particular das concepções centralizadoras das monarquias e das repúblicas, que dão um papel considerável à capital do país e, nela, tendem a concentrar, ao extremo, todas as instituições. Desde os anos 1960, os governos sucessivos têm desenvolvido políticas de desconcentração e de descentralização a fim de reequilibrar o país.

Abrigando numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, Paris é também uma cidade importante na história do mundo. Símbolo da cultura francesa, a cidade atrai quase 30 000 000 de visitantes por ano, ocupando, também, um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo.

Em 2007, a população intramuros (dentro do limite dos antigos muros) de Paris era de 2 193 031 habitantes pelo recenseamento do Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos. Porém, ao longo do século XX, a área metropolitana de Paris, se desenvolveu largamente fora dos limites da comuna original. A Grande Paris é, com seus 11 836 970 habitantes, uma das maiores aglomerações urbanas da Europa e da União Europeia. Com um PIB de US$813.364 milhões a Região Parisiense é um ator econômico europeu de primeira grandeza, sendo a primeira região econômica europeia.

História

Idade Média

O rei Clóvis I fez de Paris a capital do Reino dos Francos por volta de 506. Aí ela permanece até pelo menos o início do século VII. No século VI, a Igreja de Saint-Gervais é o primeiro lugar de culto implantado sobre a margem direita — sinal de que a cidade se expande.

Os Vikings, chegando em seus dracares de mínimo deslocamento, pilham pela primeira vez em 845 a cidade abandonada por seus habitantes. As suas incursões se prolongam até o início do século X, e os seus assaltos só se mitigaram com o Tratado de Saint-Clair-sur-Epte concluído em 911.

Os Capetos, que reinam a partir de 987, preferem Orléans à Paris, uma das duas grandes vilas do seu domínio pessoal. Hugo Capeto, apesar da sua residência na île de la Cité, lá pouco se delonga. Roberto o Pio a visita com muita frequência. A cidade se torna um importante centro de ensino religioso desde o século XI. O poder real se fixa progressivamente em Paris, que volta a ser a capital do reino, a partir de Luís VI (1108-1137) e mais ainda sob Filipe Augusto (1179–1223), que a cercou com uma muralha.

Em 1163, o bispo Maurice de Sully empreende a edificação da Catedral de Notre-Dame de Paris sobre a île de la Cité. A importância da cidade aumenta, tanto no plano político como no financeiro e comercial. Os órgãos centrais do governo dela fazem a sua sede, e o desejo do rei de melhor controlá-la não deixa que ela usufrua duma carta comunal. Apesar disso, ele lhe concede os privilégios de "burgo do rei" e consente favores a "hansa" (ou "guilda") dos mercadores fluviais. Em 1258, Saint-Louis tira o preboste das mãos dos mercadores e a confia a um amigo, Étienne Boileau. Em 1263, a hansa dos mercadores elege o primeiro conselho composta dum preboste de mercadores e de quatro vereadores. Assim se estabelece um sistema de dupla autoridade entre a cidade e o poder real.

Durante a Guerra dos Cem Anos, o descontentamento popular nutre a ambição do preboste dos mercadores, Étienne Marcel, provocando a grande ordenança de 1357 e em seguida o primeiro grande levante popular da história de Paris, causando novas rupturas entre o rei e a cidade. Os reis desde então deixam de residir no centro da cidade, preferindo primeiro o Hôtel Saint-Pol (destruído por ordem de Carlos VI após o Bal des ardents), depois o Hôtel des Tournelles, donde se pode mais facilmente escapar em caso de tumulto. Em 1407 (logo após o assassinato de Luís d'Orleães), estoura uma guerra civil entre armagnacs e bourguignonsque dura até 1420. A cidade passa para o campo dos bourguignons em setembro de 1411.

Idade Moderna

A Renascença, marcadamente presente na corte real residente no Vale do Loira, consequentemente não beneficia muito Paris. Apesar do seu afastamento, a monarquia se inquieta com a expansão desordenada da cidade. A primeira regulamentação urbanística é decretada em 1500 à propósito da nova ponte de Notre-Dame, sobre a qual se construíram casas uniformes de tijolo e pedra com o estilo Luís XII.

Em 1528, Francisco I fixa oficialmente a sua residência em Paris. A irradiação intelectual cresce: ao ensino universitário (teologia e artes liberais) se ajunta um ensino moderno voltado para o humanismo e as ciências exatas segundo os desejos do rei, no Collège de France. Sob o seu reino, Paris atinge a marca de 280 000 habitantes e permanece como a maior cidade do ocidente.

Em 24 de Agosto de 1572, sob Carlos IX, se organiza o massacre da noite de São Bartolomeu. Contam-se dentre duas mil e dez mil vítimas. A Liga católica francesa, particularmente forte na capital, se ergue contra Henrique III durante o Dia das Barricadas em 1588. Ele foge antes de fazer cerco à cidade. Após o seu assassinato, o cerco é mantido por Henrique de Navarra, coroado como Henrique IV. A cidade, apesar de arruinada e faminta, não lhe abre as portas até 1594 após a sua conversão — ocasião na qual ele cunhou a célebre porém apócrifa citação "Paris vaut bien une messe." (Por Paris, vale a pena ir a uma missa).

Luís XIV escolhe Versalhes como residência em 1677, antes de para lá mudar a sede do governo em 1682. Colbert toma em sua mãos a gestão parisiense e faz as idas e vindas entre Paris e Versalhes. Durante o seu reino, o Rei Sol não foi mais que vinte-e-quatro vezes à Paris, essencialmente só para marcar presença em cerimônias oficiais, numa mostra de hostilidade da qual não gostam muito os parisienses.

A Revolução Francesa e o Império

É em Versalhes que começa a Revolução Francesa com a convocação dos Estados Gerais e depois com o Juramento do Jogo da Péla. Mas a crise económica (em especial, o preço do pão), a sensibilidade aos problemas políticos nascida da filosofia iluminista, e o rancor por ter o poder real abandonado a cidade por mais de um século, dão aos parisienses uma nova orientação. A tomada da Bastilha em 14 de Julho de 1789, ligada à insurreição dos artesãos do subúrbio Saint-Antoine, é a primeira etapa disso. Em 15 de Julho de 1789, o astrónomo Jean Sylvain Bailly recebe no Hôtel de Ville o cargo de primeiro prefeito de Paris. Em 5 de outubro, um levante desencadeado pelas mulheres nos mercados parisienses chega a Versalhes ao anoitecer. Às 6 da manhã, o castelo é invadido e o rei é obrigado pelos populares a fazer residência em Paris no Palácio das Tulherias e de lá convocar uma Assembleia constituinte, a qual se instala em 19 de outubro na Salle du Manège das Tulherias.

Em 14 de Julho de 1790 faz-se a Festa da Federação no Campo de Marte. Nesse mesmo lugar, a ocasião será menos festiva quando, em 17 de Julho de 1791, ele servirá de palco para um fusilamento.

Na noite de 9 de Agosto de 1792, uma "comuna" revolucionária toma posse do Hôtel de Ville. No dia 10 de agosto de 1792, a multidão cerca o Palácio das Tulherias com o suporte do novo governo do conselho. O rei Luís XVI e a família real são encarcerados na Tour du Temple. A monarquia francesa é de fato abolida. Após as eleições de 1792, os representantes da Comuna de Paris, ultra-radicais, se opõe à Convenção Nacional dominada pelos Girondinos, os quais representam a opinião mais moderada da burguesia provincial; a Convenção girondina é dispersada em 1793.

Os Parisienses vivem então sob dois anos de racionamento. O Terror reina com o espectro do Comitê de Salvação Pública. Os policiais de Paris, sob a autoridade do prefeito, se entregam à tarefa de encarcerar todos os que restam na cidade dentre os nobres, os ricosburgueses, os padres e os intelectuais. É por essa razão que o prefeito de Paris ainda é até hoje o único de toda a França a ser proibido de exercer qualquer poder de polícia. Em 21 de janeiro de 1793, Luís XVI é guilhotinado na praça Luís XV, rebatizada como "Praça da Revolução". Ele é seguido no cadafalso em somente algumas semanas por 1 119 pessoas, dentre as quais Maria Antonieta, Danton, Lavoisier e finalmente Robespierre e seus partidários após o dia 9 de Termidor do ano II (27 de Julho de 1794).

Da Restauração à Comuna de Paris

A queda do Império em 1814-1815 traz à Paris os exércitos ingleses e cossacos que acampam nos Champs-Élysées. Luís XVIII, de retorno do exílio, reentra em Paris, lá faz-se coroar e se instala nas Tulherias.

Com a chegada do Segundo Império, Paris se transforma radicalmente. Duma cidade de estrutura medieval, de construções antigas e insalubres, e praticamente desprovida de grandes eixos de circulação, ela se torna em menos de vinte anos uma cidade moderna. Napoleão III tinha ideias precisas sobre urbanismo e habitação. A Paris dos dias de hoje é por isso antes de tudo a cidade de Napoleão III e de Haussmann.

Durante a Guerra franco-prussiana de 1870, Paris é sitiada por vários meses, mas não é tomada pelos exércitos prussianos. Nessa ocasião, é inventado o correio aéreo, graças aos balões-correio. Recusando o armistício assinado em 26 de Janeiro de 1871 e em seguida das eleições de fevereiro as quais levam ao poder os monarquistas desejosos de pôr fim à guerra, os parisienses se insurgem em 18 de Março de 1871. É o início da Comuna de Paris. A Assembleia monarquista instalada provisoriamente em Versalhes, se embate contra e Comuna entre os dias 22 e 28 de maio, no que se chamou de Semana sangrenta. Esta permanece até os nossos dias como a última guerra civil que Paris conheceria.

Da Belle Époque à Segunda Guerra Mundial

Da Belle Époque aos Anos malucos, Paris conhece o apogeu da sua influência cultural (notavelmente no entorno dos bairros de Montparnasse e de Montmartre) e acolhe muitíssimos artistas tais como Picasso, Matisse, Braque e Fernand Léger.

Em 1910, a Grande Cheia do Sena provoca uma das mais graves inundações que a cidade conheceria e causa três bilhões de francos em prejuízos. Durante a Primeira Guerra Mundial, Paris, poupada dos combates diretos, sofre bombardeios e tiros de canhão alemães. Esses bombardeios são esporádicos e não constituem nada além duma operação de caráter psicológico.

No decorrer da Segunda Guerra Mundial, Paris, declarada como cidade aberta desde a Batalha da França, é ocupada pela Wehrmacht em 14 de Junho de 1940. Ela é relativamente poupada. O governo do marechal Pétain se instala em Vichy, e Paris cessa de ser a capital e se torna a sede do comando militar alemão na França (Militärbefehlshaber in Frankreich). Em 23 de Dezembro de 1940, o engenheiro Jacques Bonsergent é o primeiro membro da Resistência a ser fusilado em Paris. Em 16 e 17 de julho de 1942, dá-se a Rafle du Vélodrome d'Hiver, ou Vel d'Hiv, a apreensão de 12 884 Judeus, a mais massiva na França, tratando-se na maioria de mulheres e crianças.

Ao se aproximarem as tropas aliadas, a Resistência Francesa desencadeia uma insurreição armada em 19 de Agosto de 1944. A Liberação de Paris se faz em 25 de agosto com a entrada em Paris da 2ª divisão blindada do general Leclerc, que comanda ao capitão Raymond Dronne que perfure as linhas inimigas com a sua nona companhia (Régiment de marche du Tchad). O general von Choltitzcapitula sem executar as ordens de Hitler demandando a destruição da cidade. A cidade é relativamente poupada de combates. Paris é uma das raras comunas da França a ser condecorada com o título de Compagnon de la Libération (Companheiro da Liberação).

A Paris Contemporânea

Em 1956, Paris se liga à Roma por um laço privilegiado, um forte símbolo da dinâmica de de reconciliação e de cooperação após a Segunda Guerra Mundial.

Sob o mandato do general de Gaulle de 1958 a 1969, vários eventos políticos se desenrolam na capital. A 17 de Outubro de 1961, uma manifestação em favor da independência da Argélia é violentamente reprimida. Segundo as estimativas, entre 32 e 325 pessoas são massacradas pela polícia, então dirigida por Maurice Papon. A partir de 22 de Março de 1968, um importante movimento estudantilsurge na Universidade de Nanterre. Ao chegar no quartier latin as manifestações se degeneram em violência. A contestação, tomando forma em um contexto de solidariedade internacional e de emulação (negros e feministas americanos, os "provos" holandeses, a Primavera de Praga, o atentado contra o alemão Rudi Dutschke, etc.) entre idealistas e jovens, embalada por Bob Dylan e sua canção The Times They Are a-Changin', desejando "mudar o mundo", se desenvolve rapidamente numa crise política e social nacional.

Em 1991, os cais do Sena, desde a Pont Sully até a Pont d'Iéna, são postos na lista de Patrimónios da Humanidade da UNESCO ao título de notável conjunto fluvial-urbano com seus vários monumentos os quais constituem obras-primas da arquitetura e da razão.

Capital política e intelectual da França, Paris é a sede do governo, das principais administrações, de um arcebispado, de uma Universidade (que congrega a terça parte dos estudantes franceses), de vários museus e bibliotecas. É, ademais, o principal centro industrial e comercial da França, graças à importância do mercado de consumo, à convergência das vias de comunicação e à concentração dos capitais.

Paris é a sede das organizações internacionais UNESCO, OECD e Câmara Internacional de Comércio.

Manifestações culturais e festividades

Paris acolhe ao longo de todo o ano várias festividades: ao fim de janeiro, as ruas do 13º arrondissement se animam com as celebrações do ano novo chinês; o cortejo tradicional do Carnaval de Paris desfila no mês de fevereiro; ao fim de fevereiro, ocorre o Salão Internacional da Agricultura; em março, vê-se o Salão do Livro; ao fim de abril ou início de maio, a Feira de Paris relembra as grandes multidões dos tempos medievais; a Maratona de Paris se dá ao longo de abril nas ruas da cidade, a Parada Gay em junho, e a Parada Techno em setembro.

O dia 14 de julho é a ocasião do tradicional desfile militar em Champs-Élysées e dos fogos-de-artifício lançados dos jardins do Trocadéro.

Outubro é o mês do Mundial do Automóvel nos anos pares, alternando com o mundial de duas-rodas nos anos ímpares. No mesmo mês, há a Feira Internacional de Arte Contemporânea (FIAC). No segundo sábado de outubro, o bairro Montmartre se reata com seu passado vitícola na Festa da Colheita de Montmartre. Uma das mais antigas manifestações de arte em Paris é a Bienal de Paris, fundada em 1959 por André Malraux.

As principais atrações turísticas da cidade são:

•         A Torre Eiffel - construída em 1889, foi planejada inicialmente para ficar de pé por apenas 20 anos; é considerada atualmente o principal símbolo da cidade.
•         A avenida Champs-Élysées, uma avenida famosa e muitas vezes cheia de turistas, que significa Campos Elíseos. Uma das mais largas avenidas do mundo, e uma das mais famosas.
•         O Centro Georges Pompidou
•         O Arco do Triunfo.
•         O Arco do Triunfo - construído por Napoleão Bonaparte, em 1806, em homenagem às vitórias francesas e aos que morreram no campo de batalha.
•         O Museu do Louvre - famoso por abrigar o quadro Mona Lisa
•         O Montmartre - uma área histórica da cidade, onde se localiza a Basílica de Sacré Cœur, e famosa pelo seus cafés, seus estúdios e clubes noturnos, como o Moulin Rouge.
•         A Catedral de Notre-Dame - famosa catedral gótica localizada no centro da cidade
•         O Panthéon - uma antiga igreja, famosa por abrigar os restos mortais de vários franceses famosos.
•         O Quai d'Orsay - um cais na margem esquerda do Rio Sena.
•         O Museu da arte e história do Judaísmo
•         O Museu de Orsay - Museu que reúne importante coleção de arte impressionista e foi, no passado, uma estação de trem. Com a sua desativação, foi quase demolida, mas por protestos foi transformada em museu.
•         O Cemitério do Père-Lachaise, onde estão enterradas pessoas famosas como Oscar Wilde, Jean-François Champollion, Édith Piaf, Chopin, Allan Kardec ou ainda Jim Morrison.
•         O Hôtel des Invalides, museu e necrópole militar
•         La Défense - o centro financeiro de Paris, a oeste da cidade.
•         O Palácio de Versalhes - localizado na cidade de Versalhes, a maior atração turística do mundo. Construído por Luís XIV para abrigar toda a corte, designava o poder, a glória e a riqueza do Rei Sol (Luís XIV)
•         Disneyland Resort Paris - Complexo turístico do conglomerado Disney contendo várias opções de entretenimento incluindo dois parques multitemáticos, Disneyland e Walt Disney Studios. Localizado em Marne-la-Vallée (subúrbio de Paris) é a atração turística mais visitada da Europa, atraindo 12,4 milhões de visitantes só em 2004.
•         L'Hôtel de Ville - Sede da prefeitura de Paris. Além de possuir uma arquitetura peculiar francesa, esbanja luxo e riqueza em cada detalhe.
•         O Moulin Rouge - Antigo cabaré utilizado para divertimento dos franceses em relação às francesas que ali trabalhavam. Hoje usado como ponto turístico.

Arquitetura e monumentos

Os monumentos mais célebres de Paris datam de épocas diversas. Eles com frequência se encontram ou no centro ou nas margens do Sena. Os cais do Sena que ficam entre a Pont de Sully au Pont de Bir-Hakeim constituem uma das mais belas paisagens fluviais urbanas e fazem parte do patrimônio mundial da UNESCO. Ali se encontram, a leste e a oeste: a Notre-Dame, o Louvre, os Invalides, a Ponte Alexandre III, o Grand Palais, o Museu do Quai Branly, a Torre Eiffel e o Trocadéro. Mais para o leste, importantes edifícios importantes foram construídos (o Ministério das Finanças, a seção François Mitterrand da Biblioteca Nacional da França etc.).

Acham-se na Île de la Cité vários monumentos antigos e simbólicos. A Catedral Notre-Dame, de estilo gótico, cuja construção se deu principalmente do século XII ao XIII, sofreu uma grande restauração no século XIX e teve sua fachada ocidental limpa no fim do século XX. Ela é o centro simbólico de Paris, a partir do qual medem-se as distâncias das rodovias da França. O antigo palácio da Conciergeriefoi a sede do poder real até o reino de Carlos V, na segunda metade do século XIV. Desde então, uma parte do prédio já foi usada como prisão, e tinha a fama de ser a última morada antes da execução de várias personagens ilustres do Antigo Regime e da Revolução Francesa. A Sainte-Chapelle, construída perto da Conciergerie, é considerada uma obra-prima da Arquitetura gótica. A Pont Neuf, na extremidade ocidental da ilha e datando do fim do século XVI, é a mais velha ponte intacta de Paris.

Vários monumentos de estilo clássico igualmente deixam sua marca no centro de Paris. A capela da Sorbonne no coração do Quartier Latin, foi erguida no início do século XVII. O Louvre, residência da realeza, foi embelezado no século XVII e retocado muitas vezes mais desde então. O Hôtel des Invalides, com seu famoso domo dourado, foi erigido no fim do século XVII nos subúrbios da cidade por Luís XIV, que estava ansioso por oferecer um hospital para soldados feridos. Ele abriga desde 15 de dezembro de 1840 as cinzas deNapoleão Bonaparte e também sua sepultura desde 2 de abril de 1861.132 O Panteão, edificado no fim do século XVIII próximo à Sorbonne, tornou-se sob a Revolução um templo civil onde franceses ilustres estão enterrados.

O patrimônio do século XIX é muito abundante em Paris, a saber, o Arco do Triunfo, os passeios cobertos, o Palácio Garnier (construído desde o fim do Segundo Império até o início da Terceira República e que abriga a Ópera de Paris) e a Torre Eiffel (construção "provisória" erguida por Gustave Eiffel para a Exposição Universal de 1889, mas que nunca chegou a ser desmantelada). A torre virou o emblema de Paris, visível da maioria dos bairros da cidade e até mesmo dos subúrbios próximos.

Ao longo do século XX, os melhores arquitetos semearam as ruas de Paris com suas realizações: Guimard, Charles Plumet133 e Jules Lavirotte, verdadeiras referências da Art nouveau na França, seguidos pelas realizações de Robert Mallet-Stevens, Michel Roux-Spitz,Dudok, Henri Sauvage, Le Corbusier, Auguste Perret, etc. durante o período entre-guerras.

A arquitetura contemporânea é representada em Paris pelo Centro Georges Pompidou, edifício dos anos 1970 que abriga o Museu Nacional de Arte Moderna assim como a Biblioteca Pública de Informação, uma biblioteca pública de acesso livre. Não menos importantes são o Instituto do Mundo Árabe aberto em 1987 e as importantes realizações idealizadas pelo presidente François Mitterrand: a Biblioteca Nacional da França no novo bairro Paris Rive Gauche em pleno desenvolvimento, a Ópera Bastille e, provavelmente a mais célebre, a Pirâmide do Louvre, obra do arquiteto Ieoh Ming Pei erigida no pátio principal do Louvre. Mais recentemente, o Museu do Quai Branly, ou Museu das Artes e Civilizações de África, Ásia, Oceania e Américas desenhado por Jean Nouvel e inaugurado em 2006, veio enriquecer ainda mais a diversidade arquitetural e cultural da capital.

É no pátio do Louvre que se inicia o eixo histórico de Paris: trata-se de um alinhamento monumental de edifícios e de vias de comunicação que partem do coração da cidade para a direção oeste. Ele começa na estátua de Luís XIV no pátio principal do Palácio do Louvre e continua através do jardim das Tulherias, da Praça da Concórdia, dos Champs-Élysées e termina no Arco do Triunfo no meio da Praça Charles de Gaulle (antiga Praça de l'Étoile). A partir dos anos 1960, a perspectiva do eixo foi prolongada mais para oeste pela construção do bairro de negócios de La Défense, onde se situa a maior parte dos arranha-céus da área urbana parisiense. A perspectiva recebe o toque final em 1989 com a construção do Grande Arco de la Défense.

A Torre Montparnasse e a Basílica de Sacré Cœur no topo da colina Montmartre são, por sua altura, importantes pontos de referência no céu parisiense. Essa última é um dos locais emblemáticos de Paris e recebe visitantes em grandes números, em particular, nos arredores da Praça do Tertre onde há várias pinturas e caricaturistas.

Fonte: Wikipédia – A enciclopédia livre

Registado

Parar. Parar não paro.
Se a coerência custa caro,
Eu pago o preço.

(Citação livre de Sidónio Muralha)
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