O que a Direcção disse em…
Na continuação do objectivo de pugnar por uma ainda maior consciencialização dos associados do CPA e dos autocaravanistas em geral, também em conjugação com os propósitos de transparência, rigor e verdade que são apanágio da actual Direcção, vamos, à semelhança da divulgação dos textos genericamente intitulados “É o CPA…”, dar relevo aos Editoriais de “O Autocaravanista” publicados desde 10 de Abril de 2010.
O “Editorial” é um artigo de fundo em que se aborda uma questão apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redactor-chefe. No nosso caso apresenta o ponto de vista da Direcção do CPA. EDITORIAL de 31 de Março de 2011Saber dizer NÃO! A credibilidade de uma associação autocaravanista afere-se, essencialmente, pela coerência com que defende e pratica os princípios que divulga.
Refutar liminarmente o facilitismo e, muito particularmente, a popularidade fácil, assente nas propostas de grupos de pressão, muitos dos quais com interesses particularmente enquadrados, não produz aplausos imediatos, mas contribui, de forma inequívoca, para a clarificação dos caminhos que se quer seguir, promove a confiança e, consequentemente, dá segurança.
Dizer NÃO é sempre impopular a curto prazo.
Neste trimestre avolumaram-se os ataques internos e externos ao CPA, melhor dizendo, às políticas autocaravanistas anunciadas, desenvolvidas e promovidas pela Direcção, no estrito cumprimento das deliberações aprovadas pelos sócios, já através do Programa de Acção com que a Direcção se candidatou, já aprovadas directamente em Assembleias Gerais.
Internamente promovem-se (felizmente que só por alguns), subterraneamente, calúnias contra a Direcção, para que as politicas que estão a ser levadas à prática não sejam concretizadas e, assim, não ponham em causa interesses particulares. Não fosse alguns sócios menos informados deixarem-se aliciar e não seria uma situação preocupante.
Externamente os ataques são mais subtis por parte dos que consideram que o CPA é um obstáculo à implementação da discriminação negativa do veículo autocaravana e, tendo sido impedidos de promoverem de forma camuflada no Fórum do CPA essa mesma discriminação, foram-se refugiar em outras paragens.
A Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade está para além das intrigas palacianas. A letra e o espírito da Declaração de Princípios não tem um autor, não é propriedade de nenhuma entidade e tem, também, o propósito de contribuir para a consciência da iniquidade que é a discriminação negativa; são verdades de experiências feitas, nascidas das circunstâncias concretas que se colocaram (e ainda colocam) aos autocaravanistas.
No próximo trimestre iremos desencadear o inicio da revisão Estatutária que se impõe e a que nos comprometemos. Uma revisão que, em nosso entender, deve prover a constituição de uns Estatutos minimalistas e apoiados em regulamentação aprovada exclusivamente em Assembleia Geral. Uns Estatutos que não acorrentem, que não espartilhem o CPA, que permitam uma gestão fácil e responsável, garantindo os mais elementares princípios democráticos de fiscalização e controlo que passam, inclusive, pela plena garantia da participação dos sócios na vida do Clube.
Os sócios têm nesta Direcção a garantia de uma gestão democrática que não permitirá que o CPA seja controlado por grupos de pressão e gerido de fora para dentro.
A UNIDADE TAMBÉM PASSA POR AQUI. A Direcção