O que a Direcção disse em…
Na continuação do objectivo de pugnar por uma ainda maior consciencialização dos associados do CPA e dos autocaravanistas em geral, também em conjugação com os propósitos de transparência, rigor e verdade que são apanágio da actual Direcção, vamos, à semelhança da divulgação dos textos genericamente intitulados “É o CPA…”, dar relevo aos Editoriais de “O Autocaravanista” publicados desde 10 de Abril de 2010.
O “Editorial” é um artigo de fundo em que se aborda uma questão apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redactor-chefe. No nosso caso apresenta o ponto de vista da Direcção do CPA. EDITORIAL de 31 de Dezembro de 2010O ANTESO ano de 2010 chega ao fim e com ele o primeiro ano, na prática um pouco mais de oito meses, do mandato desta Direcção.
Pela primeira vez os sócios tiveram a possibilidade de sufragar um programa para eleger companheiros que o iriam colocar em acção. Não estava em causa pessoas, mas ideias e projectos. Esta foi a primeira grande mudança efectuada dentro do CPA, o aprofundamento da sua institucionalização.
Durante este tempo a Direcção, assim eleita, teve como preocupação não só preparar/agilizar o Clube, mas começar a estabelecer uma rede de parcerias com instituições que permitam no futuro fazer do autocaravanismo um turismo não apenas aceite, mas interessante a nível regional e nacional.
Para o fazer tinha de ultrapassar as boas intenções e criar princípios de entendimento de utilização da autocaravana como veículo cada vez mais multifuncional e adaptado à viagem. Abriu o debate e chegou a uma declaração de princípios que diferencia o estacionamento do acampamento e tudo o que daí advém. Esta acabaria por ser subscrita por grande parte das instituições envolvidas no autocaravanismo.
Deu início a um processo de regionalização do clube. Como clube de dimensão nacional a sua operacionalidade só é possível se a estrutura central tiver feedback e eco junto dos associados e, para isso, é necessário desenvolver uma rede que faça circular a informação com rapidez e eficácia.
As instituições são como o tempo. Para sobreviver têm de mudar e evoluir. Em 2011 o CPA tem que continuar a projectar-se. Não esquecer o passado, mas imaginar o futuro e organizar o caminho para lá. Esta é a tarefa que a Direcção tem em cima da mesa.
O DEPOISEste 2011 vai ser um ano muito preenchido:
• Em Janeiro arranca o aconselhamento jurídico e tem lugar o 42º Encontro;
• Em Fevereiro organizamos o Dia do Autocaravanismo;
• Em Março teremos uma Assembleia Geral;
• Em Maio vamos realizar um Acampamento de âmbito Nacional;
• Em Junho uma Sardinhada Convívio e preparar a alteração dos estatutos ocupará algum do nosso tempo;
• A modernização do equipamento informático já é uma certeza;
• Dinamizar e tornar operacionais as Delegações Regionais é um imperativo de mudança;
• Estabelecer e/ou aprofundar o relacionamento institucional com entidades que de alguma forma estão ou possam vir a estar envolvidas no desenvolvimento do Autocaravanismo continua a ser um objectivo sempre presente;
• Em Novembro reunir-se-á de novo a Assembleia Geral
• Em Dezembro os sócios irão de novo a votos para eleger os Corpos Gerentes
Estas são algumas das dinâmicas previstas que se não esgotam neste Editorial.
Contudo, para que o Autocaravanismo seja uma forma de turismo acarinhado pela sociedade, defendemos que esta mudança, que se deseja e que se impõe concretizar, tem que partir de iniciativas com origem no Movimento Autocaravanista.
O Clube Português de Autocaravanas, muito devido ao apoio dos sócios às propostas da Direcção, já lidera a mudança.
A UNIDADE TAMBÉM PASSA POR AQUI. A Direcção