Bom Dia
Caro Ricardo do ponto de vista meramente filosófico estou de acordo consigo.
O ser “grande” ou o ser “pequeno” não é um dado adquirido, tem a ver mais com a coerência e identidade.
Se falarmos metaforicamente uma grande árvore para se manter, como tal, tem de possuir condições para o fato. Em contrapartida uma pequena para crescer tem de lhe ser dadas as condições.
Ora, o que me é dado observar é que quem anda por aí tentar fazer crescer pequenas “árvores”, na ânsia de as ver grandes, muda-as constantemente de terreno e aduba-as consoante as suas predisposições. E só o pode fazer porque são pequenas, caso contrário não se atreviam com elas.
O que lhes dá alguma identidade é abater a árvore grande. Se isso acontecesse desagregavam-se e se por acaso um dia forem grandes lutarão entre si. A história está recheada destes exemplos.
Inteletualmente não me sinto preso, mas isso não me faz embarcar em situações que pouco mais são que necessidades de protagonismo individual e outras situações escondidas.
Também lhe digo que tive a esperança que em algumas dessas pessoas houvesse o discernimento de construir regras, mínimas que fossem, para um entendimento capaz de tirar o AC português destas tricas constantes. O Ricardo era um deles. Sempre li com atenção os seus posts, mas ultimamente não o entendo. Veja-se o caso da AS da Sertã, só para falar deste caso
http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,2038.0.htmlversos a AS de Mondim de Basto
http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,2227.0.html Tanto ruído, no caso da Sertã, até cartas dirigidas à Câmara e agora em Mondim de Basto já estava tudo certo?! Foi preciso o companheiro FSNunes indignar-se e vir a público para que houvesse uma explicação!!!!!. Se a Câmara de Mondim de Basto não efetuar as alterações, também vai haver cartas?! E em tantos outros locais por aí espalhados?!
Deixemo-nos disso, pois grande parte dos ACs sabem o que está por trás.
Não é com pessoas que se vão adaptando às situações conforme a sua conveniência que se constrói o que quer que seja para o coletivo.
O coletivo só pode ser construído com regras claras em que todos tenham oportunidade de participar na sua elaboração e não as feitas por um pequeno grupo sem representatividade.
É evidente que qualquer pessoa é livre de fazer o que bem entender, desde que não prejudique o outro. Agora o sucesso dessas ações dependem da adesão dos outros e aí é que se vê o que é ser grande ou que é ser pequeno.
No CPA são sempre os sócios que decidem o que pretendem e é nas AG que se tomam as grandes decisões do clube. Não é a partir de “bocas” do exterior que se faz o que quer que seja.
Apenas espero que os sócios saibam distinguir e tomar as grandes decisões nos momentos e lugares oportunos. Assim não será necessário andar sempre com metáforas das árvores ou outras, pois a realidade é e será sempre a realidade.