O que a Direcção disse em…
Na continuação do objectivo de pugnar por uma ainda maior consciencialização dos associados do CPA e dos autocaravanistas em geral, também em conjugação com os propósitos de transparência, rigor e verdade que são apanágio da actual Direcção, vamos, à semelhança da divulgação dos textos genericamente intitulados “É o CPA…”, dar relevo aos Editoriais de “O Autocaravanista” publicados desde 10 de Abril de 2010.
O “Editorial” é um artigo de fundo em que se aborda uma questão apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redactor-chefe. No nosso caso apresenta o ponto de vista da Direcção do CPA. EDITORIAL de 30 de Setembro de 2010 SEJAMOS SÉRIOS O “Editorial” é um artigo de fundo em que se aborda uma questão apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redactor-chefe. No nosso caso apresenta o ponto de vista da Direcção do CPA.
Um editorial que verse temas de circunstância é uma pura perda de tempo e um atentado à inteligência dos leitores. Mesmo correndo o risco de provocarmos acesa polémica os nossos pontos de vista procurarão ser uma expressão da vida do CPA centrada, em cada três meses, num tema que mais nos preocupe ou que, em nosso juízo, mais contribua para a valorização do autocaravanismo.
SEJAMOS VERDADEIROS Junho, Julho e Agosto não foram meses fáceis.
No litoral, designadamente no litoral Algarvio, os autocaravanistas que estavam legalmente estacionados foram incomodados pelas entidades fiscalizadoras de forma idêntica aos que estavam ilegitimamente acampados na via pública.
Algumas autarquias desencadearam processos legislativos discriminatórios da livre circulação das autocaravanas enquanto veículos devidamente homologados.
Alguns órgãos de comunicação, designadamente de informação escrita e digital, escreveram sobre o que não sabiam, misturando conceitos e contribuindo para uma ainda maior desinformação de uma opinião pública pouco ou nada esclarecida sobre a matéria.
A médio (senão a curto) prazo é necessário que os autocaravanistas se consciencializem que não podem acampar na via pública e que assumam que “ACAMPAR é a imobilização da autocaravana, ocupando um espaço superior ao seu perímetro, em consequência da abertura de janelas para o exterior, uso de toldos, mesas, cadeiras e similares, para a prática de campismo”.
Constata-se, no entanto, que é muito elevado o número de autocaravanistas, incluindo sócios do CPA, que acampam na via pública, numa atitude socialmente censurável.
SEJAMOS CONSCIENTES Infelizmente a Declaração de Princípios, inserida numa Plataforma de Unidade, que o CPA e a Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal subscreveram (em 31 de Maio de 2010), com o objectivo de, através de conceitos simples, também promover a defesa dos direitos, garantias e interesses dos autocaravanistas, não está a ser levada à prática por todos os que têm a obrigação de o fazer e de o impor.
Pela nossa parte, como o demonstra o Comunicado Conjunto da FCMP/ CPA de Outubro de 2010, continuaremos a ser consequentes através de uma praxis consentânea com as ideias que defendemos e divulgamos. Para termos futuro não podemos ser uma associação autofágica.
Virar-nos cada vez mais para o exterior, aumentando a nossa capacidade de intervenção, implica uma maior disponibilidade financeira e a colaboração de todos os sócios, particularmente dos que tão assertivos se revelam nos Encontros, nas Assembleias, nas Reuniões, nos Fóruns, nos Blogues…
O CPA pode ser, já começa a ser, uma instituição incontornável no autocaravanismo em Portugal.
Só depende dos sócios, porque
A UNIDADE TAMBÉM PASSA POR AQUI. A Direcção