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AUTOCARAVANISMO => GALERIA DOS SÓCIOS => Tópico iniciado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 04 Set 2013, 09:14



Título: Autocaravanismo - Encontro do CAS - De Alcobaça a Tomar - 2010
Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 04 Set 2013, 09:14

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Alcobaça

Autocaravanismo
 

Encontro do CAS - De Alcobaça a Tomar - 2010
 

Foto Reportagem

Encontro do CAS (Clube Autocaravanista Saloio) iniciado Alcobaça (Portugal) e terminado em Tomar (Portugal), entre os dias 12 e 16 de Fevereiro de 2010, com passagem por Aljubarrota e Batalha.

As fotos, cuja ordem corresponde à sequência do encontro podem ser vistas AQUI (https://picasaweb.google.com/110177258446653797051/EncontroCASII2010?noredirect=1#slideshow/5905688029098326130)

Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.


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Alcobaça é uma cidade portuguesa da sub-região do Oeste, região Centro, com cerca de 17 770 habitantes. É o segundo concelho mais populoso da Comunidade Intermunicipal do Oeste e do distrito de Leiria.

A Cidade é composta pela freguesias de Alcobaça e parte das freguesias de Évora de Alcobaça, Prazeres (Aljubarrota), Maiorga e Vestiaria.

A Cidade de Alcobaça viu a sua população aumentar em 14% superando a média nacional. (Census 2011)

A cidade está localizada a 92 km a norte de Lisboa (124 km via A8, ou 110 km via IC2 / A1), e 88 km a sudoeste de Coimbra (114 km via A8 / A17 / IC8 / A1, ou 105 km via IC2 / A1).2

É sede de um município com 408,14 km² de área e 56 693 habitantes (2011), subdividido em 13 freguesias. O município é limitado a norte pelo município da Marinha Grande, a leste por Leiria, Porto de Mós e Rio Maior, a sudoeste pelas Caldas da Rainha e a oeste envolve por completo a Nazaré e tem dois troços de costa no Oceano Atlântico.

É banhada pelos rios Alcoa e Baça, nomes de cuja aglutinação a tradição faz derivar o seu nome – o que está longe de ser consensual.

Foi elevada a cidade em 1995.

Património natural

O concelho é densamente povoado, acima da média nacional; por isso, a paisagem rural fora dos centros populacionais é um misto de habitação, agricultura, mato e floresta, sem grandes espaços sem marca humana.

As maiores manchas florestais do concelho são as seguintes:

Pinhal: na freguesia de Pataias, (Pinhal de Leiria)
Serra dos Candeeiros (eucaliptal)
Vimeiro (Carvalhal do Gaio)

Parte da zona oriental do concelho está inscrita no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros(freguesias de São Vicente,Prazeres, Évora e Turquel).

A 3 km da cidade, freguesia da Vestiaria, situam-se as Termas da Piedade.

Litoral

O concelho conta com zona litoral nas freguesias de Pataias, a norte, e São Martinho do Porto, a sul. Todo o litoral é constituído por arribas, a maioria delas com uma pequena praia na base. A excepção é a concha de São Martinho do Porto, uma baía natural ladeada por dois promontórios de rocha. A concha foi em tempos muito mais vasta: até ao século XIV o mar chegava à vila de Alfeizerão, hoje a 4 km de distância.

No litoral norte encontram-se sete praias: Água de Madeiros, Pedra do Ouro, Polvoeira, Paredes da Vitória, Vale furado, Légua e Falca. No litoral sul, encontramos as praias da Gralha e de São Martinho do Porto. Apesar de algumas destas praias terem tido bandeira azul em anos anteriores, nenhuma obteve esse galardão no ano de 2009.

Miradouros

O melhor miradouro da cidade e dos seus campos adjacentes encontra-se no morro do castelo em ruínas. Nos seus arredores oferecem belas panorâmicas o adro da Capelinha de Santa Rita, na serra do Monte em Coz; o lugar de Montes; a capela de Santo António, em São Martinho do Porto; e a Portela do Pereiro, no cimo da serra dos Candeeiros.

Mosteiro de Alcobaça

Alcobaça é conhecida pelo seu mosteiro cisterciense, em torno do qual se desenvolveu a povoação, a partir do século XV. O mosteiro foi fundado por D. Afonso Henriques em 1148, e concluído em 1222, em estilo gótico. Durante a Idade Média, chegou mesmo a rivalizar com outras grandes abadias cistercienses da Europa; os coutos de Alcobaça constituíram um dos maiores domínios privados dentro do reino de Portugal, abarcando um dos concelhos vizinhos de Alcobaça, a Nazaré, e parte do de Caldas da Rainha, para além de possuir inúmeras terras adquiridas por escambo, emprazamento, aforamento ou arrendamento um pouco por todo o país.

O mosteiro foi parcialmente incendiado pelos invasores franceses, chefiados por André Massena, em 1810, secularizado em 1834, e depois gradualmente restaurado. Parte da sua enorme biblioteca, com mais de cem mil tomos e manuscritos, foi salva do saque e incêndio dos franceses e do saque dos portugueses durante as guerras liberais, achando-se hoje preservada em parte na Biblioteca Pública de Braga e na Biblioteca Nacional de Lisboa.

Nos braços sul e norte do transepto da igreja do mosteiro, acham-se duas obras-primas da escultura gótica em Portugal: os túmulos dos eternos apaixonados, o rei D. Pedro (1357-1367) e D.Inês de Castro.

Artesanato

No concelho de Alcobaça há fabrico de olaria, cerâmica, vergas, juncos, lenços, toalhas, tapeçarias e cutelaria.

Gastronomia

O prato típico da região de Alcobaça é o frango na púcara: um frango guisado aos pedaços com bastante molho de receita secreta, mas que inclui cebolinho, acompanhado de arroz branco e batatas fritas.

No campo da doçaria há a destacar: trouxas de ovos, delícias de Frei João e Pudim de ovos do mosteiro de Alcobaça. E o pão-de-ló de Alfeizerão (conhecidíssimo), já em 1906 referenciado por M. Vieira Natividade no seu opúsculo Alcobaça d´Outros Tempos.

Todos os anos decorre uma Mostra de Doçaria Conventual e Tradicional, que para além de Alcobaça conta com representações do país e do estrangeiro, nomeadamente  de  Braga , Arouca, Louriçal, Alentejo, Espanha e França.

O licor de ginja de Alcobaça é também muito apreciado pelos visitantes da cidade, tendo vindo a ser produzido desde 1930.

Fonte: Wikipédia– A enciclopédia livre