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Título: O que a Direcção disse em... 31 de Dezembro de 2011 Enviado por: infoCPA em 31 Jan 2012, 10:48 O que a Direcção disse… Na continuação do objectivo de pugnar por uma ainda maior consciencialização dos associados do CPA e dos autocaravanistas em geral, também em conjugação com os propósitos de transparência, rigor e verdade que são apanágio da actual Direcção, vamos, à semelhança da divulgação dos textos genericamente intitulados “É o CPA…”, dar relevo aos Editoriais de “O Autocaravanista” publicados desde 10 de Abril de 2010. O “Editorial” é um artigo de fundo em que se aborda uma questão apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redactor-chefe. No nosso caso apresenta o ponto de vista da Direcção do CPA. ********************** “O AUTOCARAVANISTA” N.º 22” ********************** EDITORIAL de 31 de Dezembro de 2011 VALEU A PENA? Em final de mandato é absolutamente normal que uma Direcção reflicta sobre não só o que conseguiu realizar como, sobretudo, se valeu a pena. Uma leitura dos acontecimentos que se verificaram no passado faz-nos sorrir. “O Autocaravanista”, a nossa revista, é um arquivo precioso que permite concluir que as questões que, por exemplo, se verificaram desde 2006, continuam a ser as questões que se verificam em 2011. A discriminação negativa dos autocaravanistas, o divisionismo associativo, a falta de intervenção dos associados, as criticas destrutivas aos dirigentes, a fuga às responsabilidades… Efectivamente o CPA é um pequeno reflexo do que é a sociedade portuguesa. Fala-se muito, o que é bom, mas há uma recusa muito generalizada em assumir a construção das ideias que se defende. Assim, existe verborreia, não existe práxis. Nos dois anos que duraram este mandato virámo-nos, como nos comprometemos, para as mudanças que se impunham para desenvolver o Clube. Nem todas foram conseguidas e algumas ainda não estão acabadas. E, aqui, torna-se necessária uma pausa para agradecer aos associados que se disponibilizaram a trabalhar nas Delegações Regionais e, também, aos que aceitaram ser Delegados Concelhios. Estas duas novas estruturas organizativas contribuíram (e muito!) para um aproveitamento de recursos ao nível das regiões e de uma poupança de meios. No futuro é imprescindível que se terminem as tarefas em curso, se prossiga com a reorganização, mas, é ainda mais premente, que nos viremos para o exterior, pois a sobrevivência económica e financeira do Clube também depende do prestígio e do reconhecimento do CPA pela sociedade exterior ao Movimento Autocaravanista de Portugal. Os novos dirigentes do CPA ao candidatarem-se sob o lema “Pelo direito ao Autocaravanismo” deram um inequívoco sinal de viragem para o exterior, como se impunha e era imprescindível que o fizessem. Um novo apelo à participação dos associados à política de continuidade e apoio a esta mudança para que o direito ao autocaravanismo se instale no nosso País é o que agora fazemos com muita veemência. Voltando à reflexão inicial sobre se este foi um caminho que valeu a pena trilhar só teremos uma resposta conclusiva dentro de dois anos quando constatarmos se as bases da reorganização interna levada a cabo terão sustentado, de forma profícua, as politicas de afirmação e expansão que se vão iniciar. Aos novos Corpos Gerentes do CPA desejamos as maiores venturas em prol do Clube Português de Autocaravanas. A unidade também passa por aqui. A Direcção |