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Título: O que a Direcção disse... em 30 de Junho de 2010 Enviado por: infoCPA em 04 Mai 2011, 00:40 O que a Direcção disse em… Na continuação do objectivo de pugnar por uma ainda maior consciencialização dos associados do CPA e dos autocaravanistas em geral, também em conjugação com os propósitos de transparência, rigor e verdade que são apanágio da actual Direcção, vamos, à semelhança da divulgação dos textos genericamente intitulados “É o CPA…”, dar relevo aos Editoriais de “O Autocaravanista” publicados desde 10 de Abril de 2010. O “Editorial” é um artigo de fundo em que se aborda uma questão apresentando o ponto de vista do jornal, da empresa jornalística ou do redactor-chefe. No nosso caso apresenta o ponto de vista da Direcção do CPA. EDITORIAL de 30 de Junho de 2010 O PASSADO Quando no passado dia 10 de Março apresentámos a nossa candidatura aos Corpos Gerentes do Clube Português de Autocaravanas fizemo-lo com a divulgação pública de um Programa de Acção. Sabemos o que queremos! Quando no passado dia 10 de Abril tomámos posse voltámos a assumir publicamente o cumprimento do Programa de Acção com que nos candidatámos. Damos garantias aos que em nós votaram! Quando em 10 de Maio alguns sócios (de boa fé) nos exortaram a alterar o nosso Programa de Acção respondemos com serenidade e avançámos progressivamente na sua execução. Temos um rumo O PRESENTE Nos primeiros 90 dias de mandato desenvolvemos toda uma actividade que foi noticiada no Fórum do CPA e que, pela importância de que se reveste, destacamos: - A nomeação da 1ª Comissão Coordenadora da Delegação Regional da Zona Norte que é, em si mesma, um símbolo da descentralização a que nos propusemos e que continuaremos a implementar; - O assumir da Declaração de Princípios de 31 de Maio de 2010 como uma Plataforma de Unidade para a defesa dos interesses, direitos e garantias dos Autocaravanistas; - O assinar o Protocolo “Unidade para a Sinergia” em que se evidenciam propositadamente três vertentes: que é possível e desejável a unidade na acção, que é necessário uma aproximação para o aproveitamento de meios e que se justifica garantir que os bens de uso colectivo se não possam perder; -O abrir caminhos de diálogo, impensáveis ainda há pouco tempo, que levaram à publicação na Revista da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal de uma nossa Carta contendo a Declaração de Princípios de 31 de Maio, declaração a que o Presidente e a Direcção da Federação vêm, em artigo publicado na mesma Revista, dar o seu acordo. O FUTURO Sob a égide da Federação ou por nossa própria e exclusiva responsabilidade, sozinhos, se a isso formos obrigados, ou, também, com outros intervenientes na área do autocaravanismo, avançaremos para a realização de um Congresso Nacional. O nosso mandato termina, oficialmente, a 31 de Dezembro de 2011 e, até lá, prosseguiremos com as mudanças que se justificam e a que nos comprometemos, para transformar o CPA num Clube moderno e interveniente. Muitos são os interesses em causa e poucos são, ainda, os autocaravanistas que disso tomam consciência. Contudo, a situação começa, muito lentamente, a alterar-se. Os sócios do CPA já não correm a comentar banalidades ou questões de interesse secundário. Para o passado deixamos essas banalidades, essas tricas, essas desconversas sobre o “sexo dos anjos” para quem não tem consciência que o “inimigo” já quase transpôs as muralhas e também, para quem tem disso consciência e quer desviar a nossa atenção para permitir a captura da fortaleza. Para o futuro, o que está em causa é saber quem subscreve ou não e porquê a substância dos 8 princípios da Declaração de 31 de Maio que, sem reclamar a respectiva autoria, o CPA assumiu e divulgou. Toda e qualquer outra questão é acessória, desvia as atenções do essencial, pelo que não temos tempo, que é precioso, para perder um segundo sequer a comentá-la. A UNIDADE TAMBÉM PASSA POR AQUI. A Direcção |