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Título: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 05 Jan 2010, 21:51 Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA
Com efeitos a 1 de Janeiro de 2010 efectivei por via electrónica a minha inscrição e o correspondente pagamento de sócio do CPA (Clube Português de Autocaravanas) conforme, aliás, tinha informado que o ia fazer no “Blogue do Papa Léguas”. No dia 5 de Janeiro fiz a minha apresentação no Fórum do CPA. Aguardo, agora, que a Direcção do CPA delibere acerca da minha candidatura a sócio. Caso essa deliberação tenha lugar em tempo útil estarei presente de pleno direito na Assembleia-geral do próximo dia 30 de Janeiro e, também, no Jantar comemorativo do 20º aniversário do Clube. Contudo, como a deliberação pode tardar e considero que é importante que os associados possam analisar atempadamente as ideias que na Assembleia-geral tenciono apresentar formalmente (se a Direcção entretanto vier a aprovar a minha candidatura) venho dá-las a conhecer. Estou convicto que a próxima reunião do órgão deliberativo do Clube, a Assembleia Geral, é aguardada com alguma expectativa pelos autocaravanistas, sócios e não sócios, pelo que se impõe uma ainda maior transparência e abertura do que ali se vier a dizer com vista ao assumir democrático das alterações que eventualmente possam vir a ser votadas. Face ao exposto irei apresentar para votação a proposta que transcrevo e os 5 documentos anexos à mesma proposta. ****************************** Assembleia-geral 2010-01-30 PROPOSTA O Clube Português de Autocaravanas nasceu a 25 Janeiro de 1990 por iniciativa de um reduzido número de campistas (13, segundo a foto do Portal electrónico do CPA) e, desde então, conta, presentemente, a nível nacional e ao que revela, com mais de 1700 associados. Vinte anos depois verifica-se estarmos perante uma associação que, não obstante esforçar-se por acompanhar uma politica autocaravanista, entendida como uma modalidade de turismo itinerante, está enquadrada por normas estatutárias que a ligam ao campismo. Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária. Estamos, também, perante uma associação, que necessita urgentemente de se reestruturar para que as ligações entre os associados e os órgãos dirigentes sejam mais próximas, mais rápidas e consequentemente, mais eficazes. Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar. Estas duas grandes decisões obrigam a que as eleições para os Corpos Gerentes do CPA sejam feitas de forma consciente para que se elejam, para além de pessoas, Programas de Acção, propostos por equipas. Eleger pessoas avulsas, por muita consideração que mereçam, para uma equipa em que os próprios se não conheçam entre si ou que não tenham acordado previamente o que colectivamente se propõem fazer, consubstanciando esse acordo num Programa de Acção a divulgar antecipadamente pelos associados, e, ainda, “obrigando” a que os associados tenham que votar quase instantaneamente, sem possibilidade de reflectirem com tempo o sentido do seu voto, é inaceitável, muito especialmente num Clube que se quer como uma referência no panorama autocaravanista nacional. Assim, é de bom senso, que Listas de Candidatos e respectivos Programas de Acção sejam do conhecimento antecipado dos associados. Manter o estado das coisas poderá contribuir para a morte lenta, algumas vezes anunciada, de um Clube que se quer grande e digno e poderá facilitar a intromissão indesejável de ideias oportunistas. O que se preconiza não pode ser pormenorizadamente desenvolvido numa Proposta que se tem que enquadrar num Ponto da Ordem de Trabalhos de uma Assembleia-geral também Eleitoral, contudo, por algum lado tem que se começar. Começar por dar a palavra aos candidatos para que colectivamente apresentem o que se propõem fazer e, simultaneamente, dar a palavra aos sócios, possibilitando que os mesmos optem com consciência plena. Na passagem dos 20 anos do CPA, neste inicio (?) de década, neste ano de 2010 é tempo de, (é preciso!), MUDAR, pelo que PROPONHO: 1 – Que seja transferida a eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2010/2011 para uma Assembleia-geral Eleitoral a convocar para o dia 17 de Abril de 2010; 2 – Que os actuais Corpos Gerentes se mantenham em pleno exercício de funções até à tomada de posse dos Corpos Gerentes a eleger na Assembleia-geral Eleitoral de 17 de Abril de 2010; 3 – Que sejam aprovados os documentos anexos seguintes: a) Regulamento e Calendário Eleitoral; b) Regulamento do Direito de Votar; c) Proposição de Candidatura; d) Termo de Aceitação Colectivo; e) Termo de Aceitação Individual. 4 – Que seja votada por proposta da Mesa da Assembleia Geral uma Comissão constituída por um mínimo de 3 e um máximo de 9 sócios, dos quais fará parte o Presidente da Mesa da Assembleia Geral que coordenará, com o objectivo de promover a constituição de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, que até pode vir a ser validada pela actual Direcção, sem prejuízo de outras se poderem constituir e apresentar; 5 – Que seja extinto o Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Convocatória desta Assembleia-geral. Fátima, 30 de Janeiro de 2010. O sócio ANEXOS: 05 documentos ******************** NOTAS: Os documentos anexos e a proposta acima transcrita podem ser "descarregados" no “Blogue do Papa Léguas” Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 05 Jan 2010, 22:21 Muito benvindo Senhor Papa Léguas.
Com tudo que diz no início do seu post e se já pagou jóia e inscrição e tem os respectivos recibos, até pode ser candidato à nova Direcção do CPA. Se levou tanto tempo a reflectir se devia ser sócio do CPA ou não, nesse "intermezzo" teve tempo de formar uma lista própria para concorrer na próxima AG. Agora inscrever-se como sócio e desde já colocar exigências do tipo que descreve, quanto a mim, opinião muito pessoal, é um verdadeiro desplante. Não sou nem quero ser conselheiro de ninguem mas era de bom tom nos comunicasse AQUI com quem falamos e não através do Blogue do Papa Léguas. Para mim é uma questão de ética autocaravanista saber quem são os nossos consócios. Se vamos atrás de blogues até se poderá pensar que esta Direcção em exercício teve a vida atribulada devido a esses «amiguinhos e seus conselheiros das sombras». Portanto, se quer o CPA no seu currículum, terá que ser agora na próxima AG. Ameneses Autocaravanista do CPA. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: teresa paiva em 05 Jan 2010, 23:14 Companheiros
Desplante nenhum. Qualquer sócio recente ou antigo tem para com o Clube os mesmos direitos e deveres. Penso que o companheiro Papa Léguas será, por altura da AG, sócio de pleno direito e congratulo-me que tenha projectos a apresentar. Vou ler com mais atenção tudo o que abaixo é exposto e o fórum pode, assim o queiram, ser o primeiro palco de discussão dos projectos de mudança de que o CPA precisa. Teresa Paiva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 05 Jan 2010, 23:20 Finalmente aparece alguém a tratar de um assunto sério: a Assembleia Geral e as Eleições. Mas... Parece-me que vai cair o Carmo e a Trindade, tal é a presunção do sr. Papa Léguas!
"Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA" é uma generalidade que vale o que vale. Já os conselhos... pedagógicos são outra estória, que vai trazer desagrados. O sr. Papa Léguas não faz a coisa por menos: Há que assumir duas decisões, já: "consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo"; e, "Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar". Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral. A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas. Ele quer é que a AG seja feita segundo os seus propósitos. Bem, como desaforo não está mal. O CPA tem Regulamentos e são esses Regulamentos que devem ser repeitados, neste e em todos os actos. Mas com a força que mostra é bem de ver que terá muito trabalho pela frente. Por mim é bem vindo. Será que vamos assistir a partir de agora a propostas que valham a pena? Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Viajante em 06 Jan 2010, 00:43 Boa noite,
Alguns de nós congratulam-se com o aparecimento de companheiros que querem dar continuidade ao CPA. Eu estou entre esses. São os novos sócios e os sócios mais novos que tem maior potencial para alterar o actual estado de letargia de que muitos se queixam. Outros congratulam-se porque abriu a época da caça. Estão com o dedo no gatilho e cada "coelho" que sai da toca leva logo com chumbo em cima sem ter tempo de dizer ai ou ui. A caçada está a ser boa mas com a caça tão desenfreada corremos o risco de extinguir a espécie. Que se dê oportunidade aos que pensam ser capazes de dirigir o CPA de exporem as suas ideias e projectos e que o debate se faça somente em torno disso. Se assim for todos teremos a ganhar. Viajante Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: jose_goncalves em 06 Jan 2010, 09:27 Bom dia Companheiros e Companheiras.
Não me querendo alongar sobre um assunto tão "quente", por vezes fracturante, e muito menos deitar lenha na fogueira, quero apenas agradecer a todos os que estão dispostos a lutar pela continuação de uma causa que a todos nos toca. Estão a surgir pessoas "novas" com um passado recheado de conhecimento e sabedoria, saibam então os futuros eleitos, sejam eles quem forem, colher os frutos e dar seguimento às ideias que proporcionem a todos alcançar a dignificação que o tema Autocaravanismo merece. É só esse o meu desejo para a causa que é de todos nós. Como diz o Companheiro Viajante, e bem, não podemos desatar aos tiros a torto e a direito no início da época de caça de forma a matar indiscriminadamente toda a caça. Há espécies que devem ser protegidas. Como diz o velho ditado, há que separar o trigo do joio. Não podemos, no lavrar da terra, pura e simplesmente aniquilar todas as formas de vida. Há que saber aproveitar as ideias que poderão germinar em prol de todos nós. É apenas o meu pensamento. Um abraço aos "velhos" e aos "novos" que se unem em favor de uma causa, que por acaso também é minha. Até Fátima, até sempre, José Gonçalves (Guimarães) Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Manel em 06 Jan 2010, 13:05 Bom dia companheiros!
Sou ainda novato nestas assuntos (não na idade) e talvez por isso ainda não entendi bem porque que é que se luta tanto... Poleiros? Tachos?. Tanto lamentamos que o CPA e o "nosso" fórum caia no marasmo, mas quando alguma coisa mexe... aqui-del-rei, porque é preciso ter cuidado... porque vêm dos blogles, porque vêm do além ou porque têm interesses obscuros ou até porque vêm do anonimato. Talvez não fosse má ideia o Referendo (não sei se está previsto nos estatutos), mas isso não é ultrapassável ? Referendo ou qualquer outro meio, para que de uma vez por todas se demonstrasse quem e quantos querem que tudo continue na mesma e porquê. E quem e quantos estão interessados que as coisas mudem e como e porquê? Não quero atear a fogueira das lutas pessoais. Mas também não quero assistir ao apagamento e às cinzas. Entendo que o CPA e o fórum não pode não deve estar activo apenas só para se atacarem uns aos outros. Finalizando subscrevendo o companheiro José Gonçalves, sobretudo no que se refere à caça e aos coelhos. E deixando uma saudação: Bem. Vindo companheiro Papa- Léguas! Um abraço a todos! Votos de Um Bom Ano para o Autocaravanismo e todas as outras vossas actividades! Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 06 Jan 2010, 20:00 Sou sócio do CPA
As dúvidas que poderiam impedir a minha presença, de pleno direito, na Assembleia Geral do CPA de 30 de Janeiro de 2010, foram desfeitas ao ter sido informado pelos Serviços do Clube que já me tinha sido atribuído um número de sócio e que muito brevemente me seria remetido o respectivo cartão. Em conformidade com o estatuto de associado remeti para o Presidente da Mesa da Assembleia Geral os documentos que irei formalmente apresentar na Assembleia Geral e que podem ser “descarregados” no Blogue do Papa Léguas”. A mensagem que enviei foi a seguinte: *************** “Ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube Português de Autocaravanas Companheiro Autocaravanista, Com o objectivo de facilitar o trabalho da Mesa da Assembleia Geral na condução dos trabalhos venho informar que irei apresentar, formalmente, sobre o Ponto 4 da Ordem de Trabalhos constante da Convocatória da Assembleia Geral de 30 de Janeiro de 2010, uma Proposta e 5 documentos que a integram. A Proposta e os 5 documentos (que anexo) podem, se assim o desejar, fazer parte dos documentos que estarão à disposição dos Associados na semana anterior à realização da Assembleia Geral na secretaria do Clube, conforme consta na parte final da Convocatória. Permita-me, ainda, com toda a consideração que me merecem as funções para que foi eleito e que desempenha, que sugira que os documentos a que a Convocatória se refere deveriam ser remetidas por correio electrónico para o maior número de associados possível e / ou estar "afixadas" no Fórum. Como certamente compreenderá, os sócios residentes fora do Distrito de Lisboa, poderão ter alguma dificuldade em se deslocar à sede do Clube. E, mesmo que se constate que a maioria dos associados não utiliza a prerrogativa de consultar os documentos base da Ordem de Trabalhos a que se refere a Convocatória, é da mais elementar justiça que exista igualdade de oportunidades para todos os associados, inclusive os que residam mais afastados da Sede do Clube, como abordo nos considerandos / fundamentos da Proposta que irei apresentar e que cito: "Estamos, também, perante uma associação, que necessita urgentemente de se reestruturar para que as ligações entre os associados e os órgãos dirigentes sejam mais próximas, mais rápidas e consequentemente, mais eficazes." Evidentemente que a questão é mais profunda e sobre a mesma tenciono, ainda antes da realização da Assembleia Geral, desenvolver no Fórum do CPA e no Blogue do Papa Léguas, não só este tema como outros que analiso na Proposta, para o que tomo a liberdade de o convidar a aceder ao Fórum. Com os meus cumprimentos e Saudações Autocaravanistas” Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 07 Jan 2010, 01:01 Companheiro Papaléguas:
Era certo e sabido que desde que cumprisse o que é necessário (jóia e quotas em dia) Era sócio do CPA e, como tal, poderá participar na AG. Agora não venha, como se diz na gíria, «castigar mais o ceguinho»!!!!! Avança com uma lista e se a dita for referendada pelos sócios presentes, então poserá já de pleno direito avançar para uma AG extraordinária. Sou muito leigo nestes assuntos, mas como tenho seguido um balão de de oxigénio da politiquice da nossa praça quanto a eleições no seu partido, fico com uma ideia de que V.Exª agora Companheiro de Clube pretenderá! Ameneses Sempre Autocaravanista P.S. Já vão longe os meses em que os seus amigos e consultores me acusavam de más vontades quanto aos Vossos movimentos. Fui vacinado. Se acham que é demais o que debito poderei deixar de pensar por mim próprio e escrever segundo Unamuno; Cervantes e outros. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 07 Jan 2010, 13:39 Na AG do CPA – Definir para decidir
A elaboração de uma Proposta para ser apresentada numa Assembleia-geral com um elevado número de participantes tem que ser elaborada com parcimónia e nem sempre espelha com a clareza que seria desejável, as ideias do(s) autor(es). Daí, quase sempre, as múltiplas intervenções que se verificam no período de discussão da(s) Proposta(s). Para obviar, tanto quanto possível, interpretações erradas sobre o teor das ideias que são expressas na Proposta que será apresentada na Assembleia Geral do CPA nada melhor do que utilizar este meio de comunicação para desenvolver as considerações que se possam entender como necessárias. DO TÍTULO Principiemos pelo título da informação: “Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA” Quem não quer, quem não deseja, que sejam definidos os objectivos do Clube? Poder-se-á argumentar que os objectivos já estão há muito definidos nos Estatutos. E estão. Estão definidos há pelo menos 20 anos, quando um “punhado” de pessoas criou o CPA. Só que entretanto, de há 20 anos a esta data, aumentou o número de sócios, a tecnologia mudou, os horizontes abriram-se e, pelo que se lê e vê no “mundo autocaravanista”, os conceitos foram-se alterando ao ponto de estar instalada a dúvida sobre se os objectivos de há 20 anos continuam a ser os objectivos dos actuais sócios. A dúvida sobre se os objectivos estatutários do Clube continuam iguais ao que eram há 20 anos é altamente pertinente ao lermos nos diferentes “fóruns” as diferentes intervenções. Ninguém pode afirmar, presentemente, com certeza, se os sócios querem manter os objectivos de há 20 anos ou se querem mudá-los. O único local representativo onde essa clarificação pode (e deve) ser feita é numa Assembleia-geral. Mas deve a próxima Assembleia-geral do Clube decidir alterar (ou manter) os objectivos estatutários? Não deve, porque não pode. Não deve, porque não foi convocada para o efeito. Mas deve e pode dar sinais inequívocos de que essa discussão tem que ser feita. Volta-se a perguntar: Quem quer, quem deseja, que a dúvida sobre a vontade dos sócios, 20 anos após a criação do Clube, se mantenha? Quem deseja que a indefinição se mantenha (sabe-se lá porquê!) só tem que votar contra a Proposta que vai ser apresentada. Ainda sobre a parte do título, "Assumir Responsabilidades”, não se suscitam, parece, quaisquer outras interpretações que não sejam as que o bom senso oferece. Não se deve (porque poder pode) ir a uma Assembleia-geral e, a coberto do anonimato, votar sem se assumir que o voto tem consequências e que se deve honrá-lo, lutando para que as decisões porque tivermos optado sejam levadas à prática. DA LEGALIDADE As regras de funcionamento de Assembleias-gerais são definidas em Estatutos e em Regulamentos aprovados nas próprias Assembleias-gerais desde que os mesmos Regulamentos não contrariem os Estatutos. Existem também regras consuetudinárias, quase todas passadas a escrito, em Livro, já lá vão muitos anos, por Roque Laia e que são pacífica e consensualmente aceites. Entre os diversos documentos que podem ser apresentados no decorrer de uma Assembleia-geral (Moções, Propostas, Requerimentos e, ultimamente, Propostas de Recomendação) são as propostas o documento mais frequente. Nenhum documento, para ser aceite pela Mesa da Assembleia-geral, pode ser estranho à Ordem de Trabalhos ou violar os Estatutos ou aos Regulamentos aprovados em Assembleia-geral e tem que ser subscrito por quem tenha direito a fazê-lo. A Proposta, que vai ser formalmente presente na Assembleia-geral, não é estranha à Ordem de Trabalhos, não viola os Estatutos (que podem ser consultados em http://cpa-autocaravanas.com/novidades/materiais/Estatutos.pdf) e é subscrito por um sócio na plenitude dos direitos estatutários. Quanto a Regulamentos não conhecemos a existência de nenhum que tenha sido aprovado em Assembleia-geral, nem sequer o Portal do CPA o exibe. Por outro lado, o que obriga todo o CPA, se a proposta for aprovada, é o que se propõe e, não, os considerandos / fundamentos, sem prejuízo de se poder alegar como correcto e ético o assumir voluntário da política ali prescrita. Está-se, portanto, na presença de um documento cuja legalidade não pode ser posta em causa, nem nos seus considerandos / fundamentos, nem nas suas proposições. CONCLUSÃO Ser preciso, objectivo e conciso na discussão das ideias que nos são apresentadas, no caminho da não discriminação, da intervenção cívica, da participação em debates, é o caminho em que se podem desenvolver algumas ideias e, mais do que isso, desenvolver algumas acções, nomeadamente na intervenção em todos os debates, até nos eventualmente hostis ao autocaravanismo itinerante. O diálogo como forma primeira de eventual resolução das eventuais diferenças entre opositores, parece, salvo melhor opinião, o único a dever ser utilizado. Mas, quando a ele (ao diálogo) se não chega por consenso ou acordo o voto democrática e responsavelmente expresso é o caminho. A Proposta não é ainda a solução, mas é o caminho para abrir as portas ao diálogo e, por fim, à definição através da decisão. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 08 Jan 2010, 01:01 Na AG do CPA – O futuro justifica um referendo
EVIDÊNCIA QUE JUSTIFICA ALTERAÇÕES “O Clube Português de Autocaravanas nasceu a 25 Janeiro de 1990 por iniciativa de um reduzido número de campistas (13, segundo a foto do Portal electrónico do CPA) e, desde então, conta, presentemente, a nível nacional e ao que revela, com mais de 1700 associados.” Este primeiro parágrafo da Proposta que vai ser apresentada na próxima Assembleia Geral do CPA é um dos fundamentos / considerandos da Proposta que até poderia não ser incluído, não fora a necessidade de realçar o aumento da quantidade de associados desde o nascimento do Clube. Esta menção é importante para que se realce que esta modificação no número de associados tem necessariamente que ter uma correspondência nas alterações que se justificam e que têm que ser feitas. Não se gere, não se equilibram comportamentos, nem sequer se comunica da mesma forma perante uma comunidade de 13 pessoas (eventualmente do mesmo Distrito) ou perante uma de mais de 1700 que abrangem todo o território nacional. A Proposta podia não ter esta mensagem? Podia. Mas não era a mesma coisa. A expressão desta realidade tinha que ser evidenciada. CAMPISMO COM AUTOCARAVANAS “Vinte anos depois verifica-se estarmos perante uma associação que, não obstante esforçar-se por acompanhar uma politica autocaravanista, entendida como uma modalidade de turismo itinerante, está enquadrada por normas estatutárias que a ligam ao campismo.” Não existem dados públicos que permitam saber quantos dos mais de 1700 associados do CPA leram os Estatutos em vigor e, daí se ignorar, quantos se já aperceberam que os Estatutos contêm disposições em que a ligação ao campismo é por demais evidente. É perfeitamente entendível que uns Estatutos feitos há 20 anos tenham esta incidência. Aliás, é o próprio Portal do CPA que diz: “CPA surgiu em Janeiro de 1990 por iniciativa de um reduzido grupo de amantes do campismo.” Permita-se uma pausa para agradecer a esses amantes do campismo terem criado o CPA. Realce-se também que o CPA levou a efeito 8 acampamentos até ao ano de 2005 e que, em 2003, a vertente campista do CPA culminou com a responsabilidade de organizar o 23º Acampamento Nacional da FCMP (Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal). É também curioso constatar que esta é uma associação cujo nome se reporta a “Autocaravanas”, ou seja, Clube Português de Autocaravanas. E é curioso porque uma autocaravana é, também, um meio para a prática de campismo. É natural que os fundadores do CPA, amantes do campismo, proprietários de autocaravanas, tenham entendido que a autocaravana era um meio especialmente cómodo para a prática de campismo, mas, com o mesmo objectivo de uma tenda ou caravana, e, por isso, entenderam, talvez numa perspectiva de grupo que marca a diferença, no seio do campismo, sobrevalorizar este meio de acampar. O facto de um campista ter uma autocaravana não o transforma num autocaravanista, como o facto de um autocaravanista utilizar um Parque de Campismo não o transforma num campista. No entanto o tempo foi passando e aumentando o número de associados e as contradições no seio da própria associação foram crescendo. Uma passagem, mesmo que ligeira, pelo Portal do CPA, evidencia essa contradição. O CPA tem tido dificuldades em assumir posições claras. Também não as podia tomar, pois qualquer Direcção está enquadrada por normas estatutárias e os Estatutos do CPA enquadram o Clube na área do campismo praticado com autocaravanas. NÃO OPTAR É NAVEGAR SEM RUMO “Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária.” O fundamento / considerando atrás referido e constante do segundo parágrafo da Proposta que vai ser presente na próxima Assembleia-geral não obriga o CPA, nem nenhum dos seus órgãos estatutários, nem nenhum dos seus associados. Apenas os propostos, se aprovados, a todos obrigam. O Campismo praticado com autocaravanas não deve ser considerado um mal, nem sequer um mal necessário. O Clube Português de Autocaravanas poderá continuar a apoiar os campistas que tenham autocaravanas para a prática do campismo. No entanto, é impossível assumir duas políticas distintas relativamente ao uso de uma autocaravana e, sempre que houver contradições entre o Campismo, com Autocaravana ou Turismo Itinerante, com Autocaravana, qualquer Direcção tem que saber qual a orientação primeira pela qual deve optar. Pelo que é dito, impõe-se a necessidade de no futuro ser definida, em Assembleia Geral referendária, uma politica PREFERENCIAL pelo campismo ou pelo autocaravanismo, para que, numa situação de conflito, qualquer Direcção faça uma opção em conformidade com a decisão maioritária dos sócios. CANDIDATURAS COM PROGRAMA DE ACÇÃO Como acima é dito os fundamentos / considerandos constantes da Proposta que vai ser presente na próxima Assembleia-geral não obrigam o CPA. Então para que os inserir na Proposta? Para justificar que um acto eleitoral não pode ser desenquadrado de um Programa de Acção. Eleger pessoas para o desempenho de funções directivas ignorando-se qual a política e actividades que se propõem implementar através dos órgãos a que se candidatam é “dar um cheque em branco” a essas pessoas, é entregar-lhes o Clube para que dele façam o que entenderem por bem. Um Clube com mais de 1700 sócios não é propriamente um Grupo de Amigos. Existem em Portugal aldeias com muitíssimas menos pessoas. A bem da transparência de propósitos uma candidatura tem que ser indissociável da apresentação de um Programa de Acção. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 08 Jan 2010, 14:11 Saudo o Papa Léguas
Escreve bem e muito. Para já advoga que seja definido o posicionamento quanto ao ideário do CPA: clube de autocaravanistas itinerantes/autocaravanistas campistas, o que, digo, não é irrelevante. Muitos de nós não são uma coisa nem outra, são como eu me considero: turista. Turista "pindérico" que não quer gastar dinheiro em viagens e hotéis, que quer ir onde muito bem lhe parece, e por isso usam uma autocaravana, que é o meio de terem tal liberdade, com alguma economia. Claro, adoptei o autocaravanismo itinerante por ser o que é representativo da minha postura enquanto utilizador de autocaravana. Por isso estou neste Clube para, com os demais sócios, passar a mensagem aos poderes públicos da imperiosa obrigação de regular, de forma consensual, o uso da autocaravana, para fazer vingar a ideia de que os autocaravanistas são cidadãos responsáveis, respeitadores das regras ambientais e por aí fora, incluindo que entendo que quem prevarica deve ser castigado. Porque autocaravanista é mesmo o utilizador de autocaravana, indiferentemente do uso que lhe dá. Suponho que o utilizador campista de autocaravana não verá qualquer vantagem em ser sócio do CPA; portanto, embora a questão seja relevante não me parece tão importante assim. Elitismo, pois, porque não? Fico a aguardar, com interesse, as propostas substanciais: "como criar uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar", que esta é mesmo de monta. Sou o primeiro a advogar que o CPA deverá ter um secretário-geral, pago, para que os associados tenham, mesmo, a quem exigir. Porque exigir à Direcção, bem... não me passa pela cabeça exigir a voluntários mais do que podem e sabem. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Haddock em 08 Jan 2010, 18:32 Companheiro Papaléguas: Era certo e sabido que desde que cumprisse o que é necessário (jóia e quotas em dia) Era sócio do CPA e, como tal, poderá participar na AG. Agora não venha, como se diz na gíria, «castigar mais o ceguinho»!!!!! Avança com uma lista e se a dita for referendada pelos sócios presentes, então poserá já de pleno direito avançar para uma AG extraordinária. Sou muito leigo nestes assuntos, mas como tenho seguido um balão de de oxigénio da politiquice da nossa praça quanto a eleições no seu partido, fico com uma ideia de que V.Exª agora Companheiro de Clube pretenderá! Ameneses Sempre Autocaravanista P.S. Já vão longe os meses em que os seus amigos e consultores me acusavam de más vontades quanto aos Vossos movimentos. Fui vacinado. Se acham que é demais o que debito poderei deixar de pensar por mim próprio e escrever segundo Unamuno; Cervantes e outros. Existe uma parte do post do companheiro Ameneses que não consigo compreender. A que propósito vem a referência a partidos e a politica relacionada com as tomadas de posição do companheiro Papa Léguas. Quem são "os amigos e consultores"? Alguns vilões que buscam vantagens materiais e ou pessoais em detrimento do autocaravanismo? Felizmente que o companheiro Ameneses,com a sua antiguidade de sócio vai apresentar na AG uma lista para a Direcção que defenderá o Clube dos vilões que o estão a atacar. É o minimo que posso esperar! Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 08 Jan 2010, 22:36 Na AG do CPA – Organizar para melhorar
ORGANIZAR-SE – 1ª Deliberação de uma Direcção “Estamos, também, perante uma associação, que necessita urgentemente de se reestruturar para que as ligações entre os associados e os órgãos dirigentes sejam mais próximas, mais rápidas e consequentemente, mais eficazes. Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar..” Na continuação do desenvolvimento das ideias contidas nos fundamentos / considerandos da Proposta que vai ser formalmente entregue à Mesa da Assembleia Geral na próxima Assembleia do CPA surge uma matéria sobre a qual uma Lista candidata à Direcção do Clube não pode deixar de equacionar. Haver mais de 1700 associados dispersos por todo o País impede que uma Direcção centralizada em Lisboa e constituída por apenas 6 sócios tenha capacidades para responder às eventuais e múltiplas solicitações que lhe possam chegar. Também é perceptível a dificuldade de a cada momento auscultar o que pode constituir a vontade dos associados, nomeadamente dos mais afastados da sede nacional. Por outro lado, as medidas a tomar, que não podem por em causa a unidade do Clube, nem impedir o acesso directo à Direcção, devem ser complementadas com Normas Internas de Funcionamento, aprovadas pela Direcção. Evidentemente que a primeira Norma Interna a aprovar , que deve ser pública, como todas as Normas Internas, será o respectivo “REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DA DIRECÇÃO.” onde conste, entre outras matérias, a periodicidade das Reuniões e os Pelouros em que se organiza. A título de exemplo pode ser “descarregado” no Blogue do Papa Léguas (http://papaleguas.site90.net/Exemplo_de_Norma_Interna_sobre_REG_DIRECCAO.pdf) um possível Regulamento Interno de Funcionamento de uma Direcção. DESCENTRALIZAR – 2ª Deliberação de uma Direcção “Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar.” Mas que estrutura? Assumamos que, não obstante esta ideia estar citada na Proposta, a Assembleia de 30 de Janeiro de 2010 não vai votar nem estas medidas, nem sequer as medidas já anteriormente referidas sobre uma nova definição dos objectivos preferenciais. O que está em causa, nesta proposta (E SÓ ISSO) é a forma como se deve eleger uma Direcção (os corpos gerentes) e, tornar indissociável dos candidatos, um Programa de Acção, a que os mesmos candidatos se comprometem para o biénio em que exercerão funções. O que se propõe que venha a ser feito no futuro é a criação de Delegações Distritais, nos Distritos onde residam pelo menos 50 sócios, geridas por Comissões Coordenadoras constituídas por um mínimo de 3 e um máximo de 5 sócios, eleitos no seio da respectiva Delegação Distrital e avalizados, posteriormente, pela Direcção. A criação desta nova estrutura organizativa pode ser implementada por decisão da Direcção nos seus aspectos organizativos, na medida em que a Direcção continuará a ser a única responsável pela política do Clube e com capacidade de vetar fundamentadamente qualquer acção das Delegações. Estas Delegações Distritais, mais próximas dos associados, terão capacidade para organizar eventos, essencialmente destinados aos sócios inseridos na Delegação, sem prejuízo, havendo vagas, de acolher associados de outros Distritos. O mandato dos Coordenadores destas Delegações extingue-se com o final do mandato da Direcção que os sancionou, na medida em que a responsabilidade última é sempre da Direcção que, inclusive, os pode demitir a qualquer momento. Esta filosofia consubstanciará a unidade do CPA. Todos os Coordenadores das Delegações Distritais terão assento num órgão consultivo da Direcção (Conselho Consultivo de Coordenadores Distritais) que reunirá periodicamente (trimestral ou semestralmente) com a Direcção e a pedido, para analisarem assuntos de interesse do Clube e dos sócios nos diferentes Distritos. Em termos práticos a Regulamentação das Delegações Distritais poderia ser (mais ou menos) assim: ******************** D E L E G A Ç Õ E S DISTRITAIS Fundamentação A existência de Delegações contribui para a implementação da descentralização do CPA com evidentes benefícios para os associados. As Delegações são a face visível do CPA em quem recai a definição dos objectivos locais inseridos, ou não, na persecução dos objectivos nacionais do Clube, sem nunca os contradizer. Por outro lado, uma Delegação é um órgão intermédio do CPA, organicamente mais perto dos associados e, daí, mais facilmente poderem obter: a) O apoio das autarquias e poderes locais, empresas e outras instituições, no âmbito de cada Distrito; b) A maior possibilidade de avaliação das necessidades locais dos associados; c) A capacidade de criação de apoios nos Distritos e em que a relação custo / eficácia melhor se traduza. Constituição da Delegação e da Comissão Coordenadora A constituição de uma Delegação pode ser proposta por iniciativa de um grupo de sócios ou da própria Direcção e o seu espaço de actuação corresponde a um Distrito. Em reunião de sócios abrangidos pela área da Delegação, elege-se, para ser proposta à Direcção, uma Comissão Coordenadora, constituída por 3 a 5 sócios, que a Direcção poderá nomear. Competências da Comissão Coordenadora Entre outras compete à Comissão Coordenadora: 1 - Abrir conta bancária em nome da Delegação (e cujos titulares são os membros da Comissão Coordenadora e da Direcção) com X Euros cedidos pela Sede Nacional do CPA para as despesas iniciais; 2 - Dinamizar os sócios para participarem nas actividades da Delegação e do Clube. Funcionamento As Comissões obrigam-se a: 1 - Promover o levantamento dos autocaravanistas do Distrito, a angariação de sócios e a divulgação do CPA; 2 - Criar serviços no Distrito para todos associados; 3 – Promover, se necessário, a constituição de Núcleos por concelho; 4 - Angariar fundos para a Delegação; 5 - Reunir pelo menos mensalmente, fazendo sempre registo em acta; 6 - Elaborar o plano de acção e os projectos e orçamentos das Delegações, que carecem da aprovação da Direcção, podendo ser contemplados no Plano de Acção e Orçamento Anuais do CPA; 7 – Colaborar na conferência das contas da respectiva Delegação até 31 de Janeiro de cada ano considerando que a Contabilidade é centralizada na Sede Nacional do CPA. Fundos 1 - Todos os donativos pecuniários concedidos ao CPA (Delegações) serão devidamente contabilizados e depositados na conta bancária aberta em nome da Delegação; 2 - De todos os donativos pecuniários ou patrimoniais serão passados recibos pela Sede Nacional do CPA e enviados directamente à entidade que os concedeu, em substituição do recibo provisório passado pela Delegação; 3 - Dos donativos pecuniários angariados pelas Delegações reverterão 10% para a Sede Nacional do CPA e 90% para serem utilizados na área da Delegação respectiva; 4- Os fundos angariados com objectivos e montantes pré-definidos e previamente comunicados à Sede Nacional do CPA estão isentos da contribuição de solidariedade de 10%, excepto na parte excedente; 5 - As Delegações terão contas bancárias abertas em nome de “Delegação de “nome da delegação” do CPA”; 6 - As contas bancárias abertas em nome das Delegações são movimentadas por quaisquer dois membros da Direcção do CPA ou da Comissão Coordenadora da Delegação. ******************** PARTICIPAR – 1º Dever dos Associados Não é possível garantir que os sócios em cada Distrito possam ou queiram constituir uma Delegação que possibilite uma acção de maior proximidade do Clube e ainda uma participação mais consistente nas actividades que entendam por bem. Mas é possível garantir igualdade de oportunidades a (quase) todos os sócios para melhor se fazerem ouvir e respeitar através dos seus mais directos representantes, as Comissões Coordenadoras Distritais. O autor votaria nos candidatos a uma Direcção do CPA que no seu Programa de Acção de candidatura subscrevessem a implementação de uma organização deste tipo. Para que isso seja democraticamente possível é necessário que a Proposta que vai ser formalmente apresentada na próxima Assembleia-geral seja aprovada. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 08 Jan 2010, 23:53 Existe uma parte do post do companheiro Ameneses que não consigo compreender. A que propósito vem a referência a partidos e a politica relacionada com as tomadas de posição do companheiro Papa Léguas. Quem são "os amigos e consultores"? Alguns vilões que buscam vantagens materiais e ou pessoais em detrimento do autocaravanismo? Felizmente que o companheiro Ameneses,com a sua antiguidade de sócio vai apresentar na AG uma lista para a Direcção que defenderá o Clube dos vilões que o estão a atacar. É o minimo que posso esperar! Companheiro Haddock: Não escrevi sobre partidos políticos mas, para lhe fazer a vontade posso mudar essa parte para; grupos associações e o que mais queira. Amigos e consultores está mais que visto o que eu quero dizer. Alguns vilões que buscam vantagens materiais e/ou pessoais em detrimento do autocaravamismo?. As palavras são suas, já ultrapassam os conhecimentos que eu tenho do meio em que se movimenta. Devo-lhe dizer que o autocaravanista Papa Léguas tem razão em diversos pontos do seu «manifesto» mas... não deve querer prolongar por mais meses este acto eleitoral, para não se dar o caso da actual Direcção se demita como é de seu direito e entremos em Comissão de Gestão! Caro Haddock: com este seu post fiquei deveras baralhado; Será o companheiro próreactivo ou rectroativo? Em offline diz-me «Estarei no entanto disponível para fazer parte de alguma solução que possa vir a ser encontrada.». Vem agora dizer-me que devido à minha antiguidade como Sócio vou apresentar uma lista na próxima AG! Isso só por piada! Devo-lhe dizer que desde as últimas eleições, se assim o entendesse teria um cargo nos órgãos eleitos. Quem realmente me conhece sabe que não aceitei devido ás minhas condições de saúde. Por isso quanto a uma lista apresentada por este Sócio fique descansado, ela não será realidade. Quanto a si Companheiro Haddock, AVANCE e defenda o Clube Português de Autocaravanas dos vilões que vê aproximarem-se.Devo dizer e tenho que o exprimir que isso é um insulto à actual Direcção e todas as anteriores! Se no momento que decorre conhece alguém que pensa LUCRAR com os cargos assumidos, está bem enganado! O usufruto que terá é roubar tempo á Família e euros para comer e deslocar! Só lamento ter tido que tornar público um texto que me enviou particularmente. Aqui termino este assunto. Ameneses Autocaravanista que viaja de Autocaravana Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: majv em 09 Jan 2010, 00:14 Companheiros Haddock e Ameneses...
tenham calma, conheço-vos pessoalmente, e tive imenso gosto em ajudar-vos nas "Marroquices". Não "quero" ver dois amigos meus a desentenderem-se. Quanto ao assunto deste tópico, e permitam-me a comparação, até já me parece as campanhas eleitorais dos nossos politiqueiros. E, confesso, politica não é comigo. Aliás nem politica nem guerras...já me chegam as dores de cabeça do trabalho. Boas voltas Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 09 Jan 2010, 00:54 Viva Companheiro majv.
Isto não são desentimentos mas é como diz: campanhas eleitorais. Em «guerra» não estou, nunca estive e nunca estarei com nenhum Sócio do CPA ou autocaravanista que cumpra as regras. A propósito de "Marroquices": 76º Rally FICC em Istria-Croácia de 18 a 25 de Junho do corrente ano. Não lhe apetece? Estou a ponderar sériamente a inscrição. Veja a sua disponabilidade. Para já estou sózinho. Um grande abraço. Ameneses Autocaravanista Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: majv em 09 Jan 2010, 01:05 Não me faça inveja.....
;) ;) ;) Este ano, e se nada houver em contrário, o "grosso" das férias, serão 3 semanas em Abril ou Maio, com mais possibilidades de serem as 3 primeiras semanas de Maio e em......adivinhe.....? Marrocos!!! Tal como sabe, em 2009, houve necessidade de regressar de emergência. Ficou uma promessa...este ano voltaríamos lá, e o primeiro local de pernoita seria aquele que, na altura, teve de ser o ultimo...Mouley Bousselham. É a unica coisa já definida. A parti daí, vai agora começar a ser feito o estudo da rota a seguir. Boas voltas Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 10 Jan 2010, 01:02 Na AG do CPA – MUDAR É O CAMINHO
“O que se preconiza não pode ser pormenorizadamente desenvolvido numa Proposta que se tem que enquadrar num Ponto da Ordem de Trabalhos de uma Assembleia-geral também Eleitoral, contudo, por algum lado tem que se começar. Começar por dar a palavra aos candidatos para que colectivamente apresentem o que se propõem fazer e, simultaneamente, dar a palavra aos sócios, possibilitando que os mesmos optem com consciência plena. Na passagem dos 20 anos do CPA, neste inicio (?) de década, neste ano de 2010 é tempo de, (é preciso!), MUDAR, (…)” A importância das pessoas É desta forma que termina a fundamentação / considerandos da Proposta que vai ser presente na próxima Assembleia-geral do CPA. E é por não poderem ter sido pormenorizadamente desenvolvidas as fundamentações / considerandos que se têm vindo, também aqui, a escalpelizar as ideias que, repete-se, fundamentam o que se vem, depois, propor para aprovação. A questão central é que, tanto quanto é do conhecimento, nas Assembleias-gerais Eleitorais os candidatos são “encontrados” no decorrer da própria reunião e as votações, também por falta de Listas alternativas, viram-se, exclusivamente para as pessoas. As pessoas são importantes e, à partida, todas merecem a mesma consideração e respeito. Estamos, porém, a referirmo-nos a candidatos individualmente considerados. Estaremos, eventualmente, a referirmo-nos a ideias e objectivos de cada um dos candidatos o que não é, em si mesmo, irrelevante. Contudo, é insuficiente. Uma Direcção é um conjunto de pessoas que se constitui em equipa e tem que se comprometer e responsabilizar pelo rumo e pelas acções que desenvolve na prossecução desse mesmo rumo. Para agir como equipe necessita de deliberar entre si um programa de actuação consistente e exequível. Mas esse programa só deve ser executado com o acordo dos sócios e não à revelia dos sócios. E para ser feito com o acordo dos sócios tem que ser do conhecimento prévio desses sócios, logo, os sócios, têm que votar numa equipe (Direcção) cujas pessoas lhes mereçam, individualmente consideradas, confiança e lhes tenham dado a conhecer o que se propõem fazer através da apresentação prévia de um Programa de Acção. A importância dos compromissos A apresentação prévia de um Programa de Acção é boa para todas as partes envolvidas no acto eleitoral. Salvaguarda os candidatos que assumem o compromisso, perante os sócios eleitores, de, além de respeitarem os Estatutos e Regulamentos em vigor, se empenharem na execução do que publicamente afirmaram, estabelecendo-se, assim, um contracto. Os sócios eleitores disponibilizam o seu voto por, além de confiarem que aquelas pessoas (os candidatos) irão cumprir o que se comprometem, também concordam com o Programa de Acção. Os candidatos, se forem eleitos, comprometem-se a cumprir o Programa de Acção como base de avaliação de todo o mandato. Numa outra perspectiva, este contracto constitui uma parede protectora contra investidas e criticas perante posições assumidas por uma Direcção que esteja a cumprir legitimamente o que se comprometeu no Programa de Acção e que os sócios aprovaram ao eleger aquela Direcção. A importância da mudança (¿)PERANTE O QUE SE AFIGURA SER UMA EVIDÊNCIA, que permite e salvaguarda uma total transparência de processos, que permite e salvaguarda uma total participação dos sócios nas orientações do Clube, que permite e salvaguarda as responsabilidades dos candidatos, QUEM NÃO QUER ASSUMIR ESTA MUDANÇA ELEITORAL? MUDAR, para um Clube que é Português e de Autocaravanas, É O CAMINHO. Votar a Proposta que será apresentada na próxima Assembleia-geral do CPA é dar os primeiros passos nesse, difícil, mas possível, caminho. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 11 Jan 2010, 01:02 Na AG do CPA – Assumir a dimensão histórica do Clube
Introdução As Propostas que se apresentam em Assembleias-gerais (que não são mais que reuniões com características especiais, nomeadamente por obrigarem a formalismos) são, por tradição, divididas em duas partes essencialmente distintas: os fundamentos / considerandos e as proposituras contidas no documento Os fundamentos / considerandos justificam o que se propõe, são a filosofia em que se enquadra a proposta, mas não obrigam “à letra” quem quer que seja. Em extremo permitem desfazer dúvidas sobre as proposituras. Terminados que estão os desenvolvimentos das ideias base contidas nos fundamentos / considerandos da Proposta que vai ser entregue formalmente à Mesa da assembleia Geral da Reunião do CPA de 30 de Janeiro próximo é tempo de passar à parte mais importante da Proposta, aquela que, se for aprovada, obrigará o Clube. O sim e o não “PROPONHO: 1 – Que seja transferida a eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2010/2011 para uma Assembleia-geral Eleitoral a convocar para o dia 17 de Abril de 2010;” O ponto 1 das proposituras é o reconhecimento primeiro que os associados não estarão de acordo com a forma como se deve processar uma eleição para os Corpos Gerentes do Clube e, para que as mesmas se processem em condições diferentes (mais democráticas na opinião do autor da Proposta e não pretendendo com isto dizer que as anteriores foram anti-democráticas) as eleições têm que ser adiadas para um prazo que permitam candidaturas que sejam indissociáveis da apresentação de um Programa de Acção. Não se está a anular uma eleição, estatutariamente prevista. E, mesmo que se o quisesse, podia não ser anti-estatutário. O que se pretende é que a Assembleia Geral seja suspensa exclusivamente na parte eleitoral e prossiga num prazo que permita, estabelecido um Calendário Eleitoral (que também é proposto) e pré definidas novas condições de funcionamento pela própria Assembleia (que igualmente se propõe), ou seja, com a aprovação dos sócios que são soberanos nas decisões que não contrariem os Estatutos, Regulamentos aprovados em Assembleia Geral e, também, na Lei. Este é efectivamente o primeiro passo que tem que ser dado por quem reconheça que eleger Corpos Gerentes passa também por saber o que os mesmos pretendem fazer no seu mandato. Da coerência Ninguém tem coerentemente o direito de se manifestar contra medidas deliberadas por uma Direcção não se lhe tendo exigido previamente que assumisse compromissos (Programa de Acção) perante os eleitores, perante os sócios do Clube. Todos temos coerentemente o direito de nos manifestarmos contra medidas de uma Direcção que não constem do Programa de Acção, pelo qual também foram eleitos e com que não concordemos. Todos temos coerentemente o direito de nos manifestarmos contra a omissão e / ou não realização de medidas que constando do Programa de Acção, pelo qual também foram eleitos, não tenham sido concretizados de todo ou concretizados em tempo útil. Da responsabilidade A não aprovação do Ponto 1 da Proposta inviabiliza toda a filosofia da mesma. Porquê? Porque mesmo que se apresente no decorrer da Assembleia-geral uma Candidatura com um Programa de Acção NÃO É POSSÍVEL E CORRECTO: a) Que (no campo da teoria) uma outra eventual candidatura, desconhecendo previamente as regras eleitorais (?) em vigor, tenha tempo de apresentar um Programa de Acção; b) Que todos os sócios, não só os que estiverem presentes na Assembleia-geral, tenham conhecimento do Programa de Acção, o que pode fazer a diferença em termos eleitorais; c) Que os sócios, sabendo previamente os nomes dos Candidatos e os Programas de Acção de cada candidatura, se sintam mobilizados e/ou se mobilizem para votarem; d) Que os sócios, mesmo que se candidate apenas uma Lista, e que não concordem com o Programa de Acção, anulem o voto, permitindo uma evidente demonstração da sua (deles sócios) vontade; e) Que os sócios que estejam impedidos de comparecer no local da Assembleia Geral possam também votar, como é desejável, como é previsto no Calendário Eleitoral (que também se propõe) e como é da mais elementar justiça que se dê todas as condições possíveis para o exercício do voto, como nos propomos vir a demonstrar. Quem quer que todos os sócios (não só alguns) possam exercer o direito de escolher os Corpos Gerentes do CPA vota favoravelmente esta Proposta. Não votar favoravelmente esta Proposta é impedir tudo o que acima é referido, é reduzir o âmbito de participação dos sócios no processo eleitoral, é, na realidade, não assumir a dimensão histórica do CPA. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 12 Jan 2010, 01:03 Na AG do CPA – A actual Direcção é consciente e responsável
“PROPONHO: (…) 2 – Que os actuais Corpos Gerentes se mantenham em pleno exercício de funções até à tomada de posse dos Corpos Gerentes a eleger na Assembleia-geral Eleitoral de 17 de Abril de 2010; ” A segunda propositura da Proposta que vai ser formalmente presente na Assembleia-geral do CPA de 30 de Janeiro próximo é a consequência lógica da primeira que prevê que o acto eleitoral seja transferido para 17 de Abril. É a consequência lógica porquanto é necessário que a gestão do Clube não seja afectada, que não se venha a verificar um vazio. Contudo, em abono da teoria, sempre que uma associação não renova os seus quadros Directivos no período para tal previsto ou que os mesmos quadros Directivos se demitem, a Direcção em exercício tem que se manter (em gestão) até à sua substituição. O não cumprimento deste dever é passível de poder ser penalizado pelos prejuízos que uma associação sofra pelo abandono da mesma. Este ponto 2 permite, também, que a Direcção em exercício não só se mantenha em simples gestão, como possa continuar, como é proposto, com plenos poderes, o que lhe permite assumir todas e quaisquer deliberações no âmbito das suas responsabilidades. Também não é de somenos importância referir que a aprovação deste segundo ponto é, na prática, um voto de confiança na actual Direcção. Mas, mesmo que a actual Direcção se não quisesse manter e abandonasse intempestivamente, na perspectiva do autor, (as funções para que se não candidataram inicialmente) poderia ainda a Assembleia Geral designar um Grupo de sócios para assegurar a gestão do Clube até à data das eleições que se propõe ser a 17 de Abril, ou seja, dois meses e meio depois. Aliás, de forma prática e se viesse a ser necessário, a Assembleia-geral até poderia conferir esses poderes de gestão à Comissão a constituir nos termos do número 4 das proposituras da Proposta em análise. Não parece credível que a actual Direcção venha a abandonar desta forma, pouco racional, o Clube. E não se trata de uma questão de fé. Trata-se de acreditar nas pessoas e naquilo que está subjacente ao que dizem e, sobretudo, escrevem. No Boletim do Clube, O Autocaravanista, número 14 (Outubro/Novembro/Dezembro), num artigo da responsabilidade da Direcção, intitulado “RESUMO DA ACTIVIDADE DA DIRECÇÃO”, lê-se o seguinte trecho: “Companheiros Esta direcção, não se tendo inicialmente candidatado, assumiu funções pela falta de alternativa demonstrada na Assembleia-geral que poderia levar ao encerramento do Clube. (…)” Uma equipa que assim pensa E SENTE só quererá para a associação o que os associados e eles próprios entenderem por melhor e não regateará o dever de se manter pouco mais de dois meses nas funções que vem desempenhando. Quando é dito, e nada permite duvidar, que só se candidataram (a actual Direcção), depois de terem constatado a falta de alternativas na Assembleia-geral que os elegeu, merecem o reconhecimento dos associados. Mas merecerão ainda maior reconhecimento se criarem condições para que uma futura Direcção venha a ser eleita em condições que permitam uma maior participação dos sócios no acto eleitoral, como iremos demonstrar ser possível. Direcções conscientes e responsáveis não abandonam o “barco” quando se procura definir o rumo a seguir. Esta Direcção é consciente e responsável. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 12 Jan 2010, 23:12 Boa Noite. (É questão de educação)
Venho lembrar aos Sócios ainda activos que leiam os Estatutos do Clube no seu Capítulo III Artº. 13 e todos os Capílutos IV e V. Parece-me que nos Estatutos terão a versão mais acessível aos que vai decorrer e, como os actuais estatutos são os que estão em vigor... só poderão ser alterados pela maioria dos Sócios, ou seja: três quartos do número de Sócios presentes. É que parece ser dado adquirido para alguns que NÃO vai haver eleições em Fátima... Saudações Autocaravanistas. Ameneses P.S. Ainda não assino com citações porque perdi o meu «apanhado» das que adoro. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 13 Jan 2010, 01:11 - MUDAR para DESENVOLVER - MUDAR para DESENVOLVER - MUDAR para DESENVOLVER - Na AG do CPA – MUDAR para DESENVOLVER “PROPONHO: (…) 3 – Que sejam aprovados os documentos anexos seguintes: a) Regulamento e Calendário Eleitoral; (…)” A propositura 3 da Proposta que vai estar presente na Assembleia-geral do CPA de 30 de Janeiro propõe a aprovação de vários documentos. (Quem eventualmente não tenha presente o teor integral da Proposta, aqui colocada em 5 de Janeiro passado, pode consultá-la neste mesmo tópico). Este ponto 3, tal como o ponto 2 foi a sequência lógica do ponto 1, é, também, a continuação dos dois pontos anteriores, mas, sobretudo, é, a parte mais importante da Proposta, sem o qual (ponto) a Proposta seria inócua. Para facilitar a ainda melhor compreensão de quem lê iremos transcrever a totalidade do documento “Regulamento e Calendário Eleitoral” intercalando os comentários e desenvolvimentos que consideremos oportunos. ******************** “REGULAMENTO E CALENDÁRIO ELEITORAL 2010-02-15 Envio da Convocatória da Assembleia-geral Eleitoral.” NOTAS: A data escolhida teve em consideração não só o tempo necessário para elaborar e preparar o envio da Convocatória como também a data da Assembleia-geral Eleitoral e os prazos que a antecedem. “2010-03-02 1- Data limite para apresentação na Sede do CPA, até às 20 horas, de Listas Candidatas aos Corpos Gerentes; 2- As candidaturas consistem na entrega de listas completas contendo o nome e o número de associado dos candidatos, no pleno gozo dos seus direitos associativos, subscritas por um número mínimo de 25 associados, o Termo de Aceitação de Candidatura, Colectivo ou Individual, de todos os candidatos e Programa de Acção com um mínimo de 02 e um máximo de 10 páginas em formato A4; 3- A Direcção em exercício pode apresentar uma lista de candidatura sem necessidade de ser subscrita por associados, mas sem prejuízo da apresentação do Termo de Aceitação de Candidatura, Colectivo ou Individual, de todos os candidatos; 4- Os associados subscritores de candidaturas só o podem fazer se estiverem no pleno gozo dos seus direitos estatutários, designadamente se tiverem as quotas em dia (pagas até ao último dia do ano anterior ao da Assembleia Geral Eleitoral); 5- Só se podem candidatar os sócios que (1) tiverem as quotas em dia (pagas até ao último dia do ano anterior ao da Assembleia Geral Eleitoral), (2) os que mediante processo judicial não tenham sido removidos dos cargos directivos da Associação ou de outra instituição análoga ou que não tenham sido declarados responsáveis por irregularidades cometidas no exercício das suas funções, (3) os que há data da Assembleia Geral eleitoral nela possam participar no pleno exercício dos seus direitos e sejam sócios Activos, de Mérito ou Honorários singulares; 6- Cada lista candidata indicará para a (1) Mesa da Assembleia-geral, 03 associados referindo qual será o Presidente, o Vice-presidente e o Secretário; para a (2) Direcção 06 associados referindo qual será o Presidente, o Vice-presidente, o Tesoureiro, o primeiro e o segundo vogais e o primeiro e o segundo suplentes; para o (3) Conselho Fiscal 04 associados referindo qual será o Presidente, o Secretário, o Relator e o suplente.” NOTAS: Qualquer um dos pontos acima é suficientemente explícito, impõe-se, contudo, algumas explicações: a) No número 2 exige-se que as Listas sejam subscritas por 25 associados o que não consta dos Estatutos. No entanto, se as penalizações a aplicar a associados e constantes do § 2º, do Artigo 8º dos Estatutos obrigam que, essas penalizações a propor à Assembleia-geral, têm que ser subscritas pela Direcção ou 25 Associados; e se a Assembleia-geral pode ser convocada também a pedido de 36 sócios, porque não dar à Candidatura de uma Lista para os Corpos Gerentes igual dignidade. Contudo, se um (e apenas um) sócio, na Assembleia-geral, entender que pode vir a ser considerada anti-estatutária esta disposição o autor é favorável à sua retirada. b) Ainda no número 2, o limite mínimo e máximo de páginas que cada Programa de Acção deve ter prende-se com ninguém poder vir a apresentar um “post it” ou um livro como Programa de Acção, com consequências óbvias para a dignidade do acto ou para os custos do mesmo. c) O número 4 define o que é ter as quotas em dia e foi enunciado face aos hábitos de pagamento em vigor. d) O ponto 6 contem um erro que será corrigido aquando da entrega formal da Proposta. Referimo-nos, objectivamente, a que a Direcção não é composta por seis associados mas, sim, conforme é estatutário, por sete. “2010-03-17 Data limite para envio aos associados, em igualdade de condições, das Listas de candidaturas ao acto eleitoral e que sejam consideradas pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral em conformidade com os Estatutos e com o consignado neste Regulamento e Calendário Eleitoral, bem como dos respectivos Programas de Acção.” “2010-04-01 1- Data limite para a recepção na Sede do CPA, até às 20 horas, para envio, de todo e qualquer material de propaganda eleitoral devidamente envelopado e que será remetido pela forma que for solicitada, a todos os associados, a expensas da Lista Candidata que o desejar e mediante pagamento prévio de caução do valor estimado das despesas a realizar; 2- Data limite para o envio do Boletim de Voto para o processamento do voto por correspondência. NOTAS: Se uma candidatura deseja enviar para os associados propaganda eleitoral, pagando integralmente os custos, é legitimo que os Corpos Gerentes (a Direcção) possibilite o facto, sem, contudo, disponibilizar a quem quer que seja a base de dados de sócios do Clube. Por outro lado, se em 17 de Março, aquando do envio das Listas de Candidaturas e do Programa de Acção aos Associados, houver condições para também se remeter os Boletins de Voto, assim se deve fazer, permitindo uma menor despesa. “2010-04-02 Data limite para serem afixadas na Sede, no Portal Electrónico e no Fórum Electrónico do CPA todas as Listas Candidatas sujeitas a sufrágio, bem como os respectivos Programas de Acção.” “2010-04-17 Assembleia-geral Eleitoral” NOTAS: O exercício do voto é referido na alínea b) do número 4 das proposituras da Proposta num documento que se intitula “Regulamento do Direito de Votar” e de que iremos falar oportunamente. “2010-04-25 Tomada de posse dos candidatos da Lista mais votada na Assembleia-geral Eleitoral de 17 de Abril de 2010.” NOTAS: A tomada de posse tem que ser feita em Livro próprio e a isso exclusivamente destinado para que seja definida com precisão a passagem de poderes dos Corpos Gerentes Cessantes para os Corpos Gerentes eleitos. “O Presente Regulamento e Calendário Eleitoral foram aprovados em Assembleia-geral e passará a vigorar para todos os actos eleitorais sem prejuízo das adaptações necessárias no que se refere às datas e tendo em consideração os períodos de tempo entre as mesmas.” ******************** A implementação do voto por correspondência, conjugado com o voto directo e secreto, permite: Que uma Direcção seja eleita por um maior número de associados com eventuais benefícios de representatividade, mais que não seja, para a democracia; O voto por correspondência vá, no caso e nas condições concretas do CPA, permitir que associados de todo o País (Minho, Trás-os-Montes, Beiras, Algarve, Alentejo…) sejam e se sintam mais participativos. Que através desta forma de votar (que só pode ser usada para determinado tipo de decisões) se contribuirá para que muitos sócios, que não estejam presencialmente nas Assembleias-gerais, se comecem a sentir parte integrante de um projecto autocaravanista que importa MUDAR PARA DESENVOLVER . Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 13 Jan 2010, 01:45 - MUDAR para DESENVOLVER - MUDAR para DESENVOLVER - MUDAR para DESENVOLVER - Na AG do CPA MUDAR para DESENVOLVER PROPONHO: Boa Noite Decidi mudar o meu texto porque o mesmo "aparecia" dentro que queria citar. Como já se me acabou a pachorra para estar a debitar algo mais, ressalvando o dado adquirido pelo exmo. Papa Léguas que não aparecerá qualquer lista em Fátima, os sócios podem lem com atenção a Capitulo III Artº. 13ª e os Capítulos IV e V dos Estatutos do nosso Clube. Não têem a diferenciação gramatical sofisticada para explicar o que é simples e acessível a qualquer mortal. T . Termino Ameneses Autocaravanista PS. Afinal não valeu o trabalho, mas dá para entender Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 14 Jan 2010, 01:03 Na AG do CPA – A força dos associados
“PROPONHO: (…) 3 – Que sejam aprovados os documentos anexos seguintes: (…) b) Regulamento do Direito de Votar;” Propor um “Regulamento e Calendário Eleitoral” obriga a fazer referências concretas à forma como o exercício do voto deverá ser feito. Como as referências não foram feitas propositadamente no “Regulamento e Calendário Eleitoral”, cujo teor já foi desenvolvido neste tópico, impunha-se a anexação à Proposta (que vai ser apresentada formalmente na Assembleia Geral do CPA de 30 de Janeiro) de um documento sobre a matéria. Foi o que foi feito com a apresentação do “Regulamento do Direito de Votar”. Ir-se-á seguir a mesma metodologia já utilizada para a análise do “Regulamento e Calendário Eleitoral”, ou seja, para facilitar a ainda melhor compreensão de quem lê transcrever-se-á a totalidade do documento “Regulamento do Direito de Votar” intercalando os comentários e desenvolvimentos que se considerem oportunos. ************************* “REGULAMENTAÇÃO DO DIREITO DE VOTAR Da convocatória A Convocatória para a Assembleia-geral Eleitoral deve conter: a) Um único ponto (Eleição dos Corpos Gerentes do CPA para o biénio 2010/2011); b) A localização completa onde terá lugar a Assembleia-geral; c) A data em que a Assembleia-geral se realizará; d) A hora de início e de término do acto eleitoral que não deve ser inferior a um período de 3 horas; e) Ter em anexo o “Regulamento e Calendário Eleitoral” e a presente “Regulamentação do Direito de Votar”” NOTAS: A Convocatória que aqui está a ser referida é a mesma que deve ser enviada aos sócios até ao dia 15 de Fevereiro de 2010 e na qual importa realçar a importância da marcação de uma hora de início e outra de encerramento, o que é comum em todas as votações eleitorais que optem por um sistema de votação semelhante. Anexar documentos informando das Condições em que o Voto pode ser exercido, em que os sócios se podem candidatar e outros esclarecimentos já anteriormente citados estabelece condições de igualdade entre os associados e de controle do acto eleitoral. “Do voto Voto presencial: O voto secreto e directo pode ser exercido presencialmente no local, data e no período constante da Convocatória da Assembleia-geral Eleitoral, tendo o votante de se identificar com documento legal e apropriado para o efeito.” NOTAS: O voto secreto garante, na opinião sempre discutível do autor da Proposta, uma maior liberdade de escolha, porquanto o votante só está condicionado pela sua própria consciência. É aceite pela maioria das pessoas que o voto deve ser secreto sempre que esteja em causa assuntos relacionados com pessoas objectivamente especificadas. O voto por procuração foi arredado considerando que o mesmo impede até certo ponto que o voto possa ser totalmente secreto, pelo que se consignou o voto directo. “Voto por correspondência: O voto secreto e directo pode ser exercido por correspondência: A) Assinalar com X no respectivo quadrado do boletim de voto que lhe será remetido; B) Dobrar o boletim de voto em 4, com o texto virado para dentro; C) Colocar o boletim de voto num envelope branco; D) Fechar o envelope branco E) Inscrever na frente do envelope branco o nome completo legível, o número de sócio e assinatura conforme está no Bilhete de Identidade; F) Colocar fotocópia do Bilhete de Identidade (frente e verso) noutro envelope endereçado ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral; G) Colocar o envelope branco (referido em C), D) e E) no envelope endereçado ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral e enviá-lo pelos CTT; H) Enviar obrigatoriamente o envelope endereçado ao Presidente da Mesa da Assembleia-geral pelos CTT (não serão aceites envelopes trazidos por mão própria); I) Não se aceitam envelopes que cheguem à mesa de voto depois da hora de encerramento da Assembleia-geral Eleitoral.” NOTAS: O voto por correspondência deve ser entendido como uma situação de recurso para obviar à dificuldade de poder ser utilizado o voto presencial. Não deixa, no entanto, de ser um voto secreto e directo. Secreto porque não se sabe de que forma o sócio votou e directo porque é o próprio que exerce esse direito, não delegando em ninguém para o fazer em seu nome. (Se já existissem Delegações Distritais do CPA poder-se-iam constituir Mesas de Voto no âmbito das Delegações, numa politica de proximidade que possibilitaria o voto presencial) Para garantir as regras da votação os membros das mesas de voto devem ser altamente escrupulosos no cumprimento das normas pré-estabelecidas. O votos por correspondência só podem ser abertos imediatamente após o encerramento das urnas de voto e, ao serem os votos descarregados nos cadernos eleitorais, se se constatar que um eleitor já votou presencialmente, o voto por correspondência não será introduzido na urna. “Do controle da votação 1) A Mesa de Voto será constituída pela Mesa da Assembleia-geral do CPA ou pelos sócios em quem for delegada essa função pela Mesa da Assembleia-geral do CPA; 2) Em nenhum momento na Mesa de Voto estarão menos do que duas pessoas; 3) Na Mesa de Voto deverá existir um único Caderno Eleitoral, onde constem os associados com direito a voto (quotas pagas até ao último dia do ano anterior ao da Assembleia Geral Eleitoral) e em que serão assinalados (com um “P”) os sócios que tiverem votado presencialmente e, imediatamente após o encerramento do acto eleitoral, serão assinalados (com um “C”) os sócios que tiverem votado por correspondência; 4) Na Mesa de Voto existirá uma Folha de Presenças para ser assinada pelos sócios que votarem presencialmente; 5) As Listas Candidatas podem designar até 03 delegados por Lista para acompanhar o processo de votação desde a abertura da(s) urna(s) de voto até à elaboração da acta dos resultados eleitorais. 6) Os resultados da votação serão passados a Acta que será assinada pelos membros da Mesa, considerando-se anexo à acta um envelope fechado, também assinado pelos membros da Mesa e que conterá o Caderno Eleitoral, a Folha de Presenças, os votos colocados na(s) urna(s) e os protestos que possam ter sido feitos.” NOTAS: Tudo o que respeite à votação deve ser guardado com os cuidados necessários, para que se garanta a inviolabilidade de todo o processo, por um prazo não inferior a 6 meses, com vista a garantir que eventuais reclamações possam ser resolvidas através da consulta de todo o processo eleitoral. “Das dúvidas Quaisquer dúvidas podem ser atempadamente esclarecidas presencialmente ou por telefone através da Secretaria do CPA, nas horas de expediente, por fax ou, ainda, por correio electrónico.” ************************* O “Regulamento do Direito de Votar” conjugado com o “Regulamento e Calendário Eleitoral”, documentos incluídos na Proposta que será formalmente apresentada na Assembleia Geral do CPA de 30 de Janeiro próximo são as formas expeditas que permitirão uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral (prazos e regras claras e pré-definidas), uma maior participação dos associados (voto por correspondência) e uma aposta clara nas pessoas, candidatos através do compromisso (Programa de Acção). Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 15 Jan 2010, 01:02 Na AG do CPA – Aos associados cabe a decisão final!
“PROPONHO: (…) c) Proposição de Candidatura; d) Termo de Aceitação Colectivo; e) Termo de Aceitação Individual. 4 – Que seja votada por proposta da Mesa da Assembleia Geral uma Comissão constituída por um mínimo de 3 e um máximo de 9 sócios, dos quais fará parte o Presidente da Mesa da Assembleia Geral que coordenará, com o objectivo de promover a constituição de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, que até pode vir a ser validada pela actual Direcção, sem prejuízo de outras se poderem constituir e apresentar; 5 – Que seja extinto o Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Convocatória desta Assembleia-geral. ” A análise da Proposta que vai estar na Mesa da Assembleia Geral do CPA de 30 de Janeiro aproxima-se do fim e, não obstante as explicações sobre a parte que falta, das proposituras da Proposta e acima transcritas, serem, eventualmente, desnecessárias, o autor não quer deixar de a elas se referir. Das alíneas c), d) e e) As alíneas c), d) e e) do número 3 das matérias propostas justificam-se por si próprias e fazem parte integrante da filosofia da Proposta. Uma Lista (e aqui dir-se-á, salvo melhor opinião) deve ser proposta. Os Termos de Aceitação são documentos inerentes à afirmação pública de que é por vontade livre e responsável de cada pessoa a candidatura que personificam. Do número 4 Já o número 4 das proposituras da Proposta propõem salvaguardar a eventual dificuldade de contactos entre os associados e que venha a ser impeditiva da apresentação de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes. Se por um lado a elevada quantidade de sócios (mais de 1700) do Clube permite (pelo menos em teoria) uma maior possibilidade de escolha, por outro a dispersão dos mesmos associados por todo o País dificulta os contactos. Será, assim, de todo útil e responsável a constituição de uma Comissão, eventualmente até formada pelos sócios mais participativos e Coordenada pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral que trabalhe para o aparecimento de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, inclusive com a participação da Direcção em exercício ou dos seus membros. (Um pouco à margem do desenvolvimento das explicações sobre a Proposta adianta-se que não seria despiciente que no decorrer da Assembleia Geral de 30 de Janeiro pudessem vir a realizar-se contactos entre alguns sócios, de forma a que surgisse um núcleo de associados disponíveis a ser o embrião de uma futura Direcção, apresentando, na altura própria (referida no “Regulamento e Calendário Eleitoral”) um Programa de Acção e, consequentemente, fossem a votos nas condições que se estão a propor como sendo as melhores para uma eleição democrática mais participativa). A inclusão do Presidente da Mesa da Assembleia-geral do CPA nesta Comissão justifica-se por duas ordens de razões: Primeiro porque a representação da Assembleia-geral é depositada no Presidente da Mesa que deve desenvolver todos os esforços para concretizar as decisões aprovadas. Segundo porque se justifica a existência de uma Coordenação com capacidade institucional para aglutinar todos os membros da Comissão. Acrescente-se que qualquer um ou todos os membros dessa Comissão não ficam impedidos de vir a ser candidatos aos Corpos Gerentes do CPA, sem prejuízo da forma de candidatura e eleição que estão a ser propostas. Do número 5 O número 5 das proposituras da Proposta é óbvio e dispensa explicações. Contudo, se por razões formais, algum associado, considerar que a eliminação do Ponto 4 da Ordem de Trabalhos é ilegal, na medida em que a filosofia da Proposta assenta, não na extinção do Acto Eleitoral, mas na suspensão do mesmo ponto da Ordem de Trabalhos, para que continue, com regras bem definidas que não são anti-estatutárias, noutra data, o autor não vê inconveniente em que este Ponto seja rejeitado pela Assembleia. Aos associados cabe a decisão final! Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Détinha em 15 Jan 2010, 04:29 Boa noite companheiro Narciso, não lhe tirando todo o seu mérito e talvez bom trabalho, gostava que nos informa-se, qual a razão para o assunto que só diz respeito ao C P A. ele assunto eleições e assembleia estão num outro blog que nada tem a haver com o C P A. Em particular lhe chamei á atenção mas o companheiro nada fez, assuntos da vida do clube não podem ser expostos fora do ambito do clube.
Cordialmente Odete Sousa Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Haddock em 15 Jan 2010, 15:28 Caros companheiros e
(em especial) Cara companheira Détinha (que julgo representa a Direcção do CPA) Tomo nota da sua interpelação ao companheiro Narciso (nick Papa Léguas) pelo facto de, sendo sócio do Clube, se ver impedido de copiar num Blogue de que é responsável os artigos (posts) que publica no Fórum do CPA ou vice-versa de publicar no Fórum do CPA as suas reflexões no Blogue. Independentemente do facto desta admoestação poder configurar uma espécie de Censura (o que não quero acreditar seja a sua intenção) chamo-lhe, respeitosamente, a atenção para o facto de o Fórum do CPA ser aberto a todo o público o que faz com que o que ali se publica ser acessível a sócios e a não sócios. Se se der ao trabalho de verificar, pela estatisticas de frequência do Fórum, são significativamente mais os leitores não registados que os outros. Nesta sua quase admoestação não consigo ver outra coisa que a aversão de um certo número de sócios do CPA aos sócios que mantêm Blogues. E, não consigo perceber porquê! Olhe que nós queremos um Clube Português de Autocarava(nista)s o melhor possível que nos possa servir a todos. Será que nos querem impedir de lutar por ele? Saudações autocaravanistas Vitor Silva Blogue Haddock on the Road Sócio do CPA Coordenador do CAB Membro do MIDAP Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 15 Jan 2010, 17:05 O PapaLéguas - o postador de emails da meia-nooite - iniciou a sua campanha com a apresentação de una Proposta com duas ideias chave:
1) definir os objectivos do Clube, 2) reestruturação organizativa. Ciente de que estes não são assuntos da próxima Assembleia Geral cometeu a proeza de apresentar o documento "Na AG do CPA - Definir para decidir" fazendo uma exposição toda ela no sentido de veicular a ideia da necessidade de se tomar, agora, a decisão de mudar, argumentando que os objectivos do Clube foram definidos há vinte anos, aquando da fundação. Ou é erro crasso ou falta de atenção do PapaLéguas porque os Estatutos, na versão actual, foram aprovados em 2004. Mas, também eu acho que a questão é pertinente. Sim, senhor, devemos definir, em Assembleia Geral, os objectivos a que o Clube se propõe. Eu comungo da ideia do autocaravanismo itinerante. Para o PapaLéguas é agora, e pronto! Paragem do processo. Adia-se a Eleição. A Assembleia Geral serve para deliberar sobre as contas e para se "botar" umas bocas. O PapaLéguas trata de avançar, num dos dez artigos que publicou, até aqui: "Na AG do CPA - Organizar para melhorar", com ideias peregrinas, ensinando como deve actuar uma Direcção, com normas e regulamentos, e avançando para a Descentralização e a Regulamentação de Delegações Distritais, pormenorizando o seu funcionamento "ad nauseum". Intenções mais que muitas. Impressiona-me a produção literária do PapaLéguas. As razões que invoca com o objectivo de levar o Clube a rever o seu objectivo acabaram por descambar no objectivo de condicionar o processo em curso, submetendo-o à sua vontade... A empresa é demais. Todas as medidas aventadas terão de iniciar o seu caminho e as que forem de implementar pelas direcções sê-lo-ão. As que tiverem de ser autorizadas por Assembleias Gerais deverão sê-lo. Portanto parece-me que o PapaLéguas me fez perder um ror de tempo, porque o li, e a leitura levou-me a intervir no Fórum, o que não é meu hábito nem objectivo. Pergunto-me: porque não apresentou uma candidatura com um programa, com esta ambição, para as eleições que estão marcadas? Não sei a resposta, e nesta altura é o que mais queria. Serão de atender os argumentos aduzidos para adiar as Eleições? No Fórum ninguém se manifesta com argumentos a contraditar. O Fórum é uma seca! Já o disse noutra altura, e faço-o de novo, com pena. O que se lê é, neste momento, confrangedor. Mas fico atento a futuros desenvolvimentos. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 16 Jan 2010, 00:15 Boa Noite.
Assim se escreve num certo blogue 9) A ver vamos o que o futuro reserva ao CPA, sendo felizmente certo que o futuro do CPA em nada afecta o futuro do autocaravanismo, que felizmente tem a vitalidade própria dos Autocaravanistas que, cada vez em maior número, criam blogues, e intervêm em várias frentes, e inclusive em outros clubes. 10) A terminar há que registar e desmistificar um mito: o da representatividade do CPA como o maior clube português do autocaravanismo. Não é verdade. Neste momento provavelmente haverá mais automobilistas Autocaravanistas no ACP, do que em qualquer outro clube de campismo (com ou sem secção de autocaravanismo) e cujos número se deverão hoje aproximar dos 5000, aliás numa estimativa possível, num universo de cerca de 220.000 associados efectivos. Querem mesmo enterrar o CPA? É UMA VERGONHA. Não tenho só eu o dever de tentar remar contra a maré e de me pronunciar sobre o que se está a passar no CPA, pois isso não é só da minha conta. Vou omitir nomes para não pôr ninguém a «chorar». Desde que deixou de haver na Direcção quem controlasse a rédea ao doutor relativamente ao CPA, que ele passou a fazer do Clube gato sapato. O ...... e a ........ acharam (ingenuamente) que podiam usa-lo, vai daí andaram com ele ao colo. Só que enganaram-se rotundamente, ele é que os usou enquanto isso lhe interessou, enquanto precisou do prestígio do clube para credibilizar a sua estratégia pessoal. Desde logo destruindo o ambiente do fórum para agora se gabar que o seu blog é o mais lido. Alguém avisado e conhecedor das manhas do dito alertou no fórum para que corressem com o elefante antes que ele partisse a loja toda. Não o fizeram, e o resultado está à vista: primeiro foi o ...... da pradaria a desacreditar e enxovalhar o bom-nome de quem tinha dado notoriedade ao CPA; uma vez desacreditado o CPA, o ...... bateu asa para o além. Surgiu então o ...... que foi a armadilha para levar o ................. a ir fazer aquele papel de faz de conta na AR dando cobertura à jogada de quem queria "arrumar" as autocaravanas nos currais ditos estações de serviço e nos campings; do foguetório fizeram também parte o ...... e o......, ambos tiveram a dupla função de servir os propósitos de promoção pessoal do elefante e de tentar retirar protagonismo ao CPA transferindo-o para o ACP. Para isso até surgiu aquela treta de passar a chamar touring ao autocaravanismo. A cereja do bolo é o Papa léguas, que como prémio de bom aluno do mestre no ...., se propõe agora tomar de assalto o CPA. Mais uma vez o .......... escancarou a porta do clube ao aceitar mudar a ficha de inscrição para que ele se inscrevesse no CPA. Ainda é apenas o fala-só da calada da noite, mas já se acha no direito de dar ordens ao CPA. Imagine-se se algum dia tiver poder no clube. Quem comanda o CPA está a cometer outro erro grosseiro ao deixar à solta o Papa léguas. Ele não sabe do que está a falar, não conhece o clube, nem tem na cabeça nenhuma ideia positiva para o autocaravanismo. Ele foi um dos rostos que tentaram que a AR fizesse uma lei que nos encurralasse a todos. Se os partidos de esquerda votaram contra, e em especial o PS mudou a sua posição, tal não ficou a dever-se ao acaso. Só que quem nessa altura se empenhou em travar o passo ao elefante, mobilizando influências e estabelecendo contactos discretos com vários deputados, não voltará a fazê-lo. Por isso, quem deixar que o CPA caia nas garras de rapina que se anunciam, fica com a responsabilidade de o resgatar, ou de lhe organizar o velório. pelo estado a que as coisas chegaram, parece que esta Direcção quer ser a comissão liquidatária do clube. Já não lhe falta muito para ter sucesso. Ameneses Autocaravanista Solitário, Sócio do CPA e do ACP e dos BOMbeiros, etc. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 16 Jan 2010, 01:05 Na AG do CPA – E em todo lado... SE
Se (Rudyard Kipling) Se consegues manter a cabeça quando todos à tua volta perdem a deles e te culpam por isso; Se consegues confiar em ti mesmo quando todos à tua volta duvidam de ti, Mas és tolerante para com as dúvidas deles; Se consegues esperar sem desanimar com a demora, Ou, sendo caluniado não recorres à mentira, Ou, sendo odiado, não cedes ao ódio, E contudo não tens uma aparência demasiado bela, nem falas de forma sábia; Se consegues sonhar sem deixar que os sonhos te dominem; Se consegues pensar sem fazer dos pensamentos o teu objectivo; Se consegues encontrar-te com o Triunfo e o Desastre E tratas ambos os impostores da mesma forma; Se consegues suportar ouvir a verdade que falaste Ser distorcida por charlatães e usada para enganar os tolos, Ou ver as coisas por que arriscaste a vida serem destruídas E vergas-te e reconstróis tudo de novo com ferramentas partidas; Se consegues fazer um monte com todos os teus êxitos E o arriscas de uma só vez, E perdes, e começas outra vez do princípio, Sem nunca lamentares a tua perda; Se consegues controlar o teu coração, a tua força e o teu corpo E cumpres a tua parte mesmo depois de os outros terem desistido, E dessa forma resistes quando não há mais nada em ti Excepto a Vontade que te diz – Continua! Se consegues falar com multidões sem perderes a virtude, Ou caminhar com reis – sem perder o senso comum; Se nem amigos nem inimigos te conseguem magoar. Se todos confiam em ti, mas nenhum em demasia; Se consegues preencher o minuto inesquecível Com sessenta segundos de caminhos percorridos – Tua é a Terra e tudo o que nela habita E o que é mais importante – tu és um Homem, meu filho! Título: MODERAÇÃO Enviado por: Haddock em 16 Jan 2010, 11:03 Bom dia,
venho interpelar directamente a Direcção do CPA, tendo já contactado os moderadores do Fórum pelos canais apropriados. Onde estão? São permissiveis os ataques que se estão a verificar neste Fórum? Cauciona a Direcção do CPA este tipo de comportamentos? Subscreve a Direcção expressões como: -"Desde que deixou de haver na Direcção quem controlasse a rédea ao doutor - alertou no fórum para que corressem com o elefante -Quem comanda o CPA está a cometer outro erro grosseiro ao deixar à solta o Papa léguas" Estamos á beira de ter receio de participar na AG, pois pelo caminho que as coisas levam não é possível pressagiar nada de bom. Saudações Vitor Silva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Manel em 16 Jan 2010, 12:11 Bom dia a todos!
Não quero contribuir para atear fogueiras, até porque o "aquecimento global" já se sente, e de que maneira, com o aproximar da A.G. em Fátima. Digo isto, sinceramente, para subscrever o companheiro AddocK: Já estou com algum receio e muita mágoa, por aquilo que possa vir a acontecer em Fátima. Ficam os desejos que se abata uma chuvada (de bom senso) que possa apagar as "fogueiras do ódio"! Eugénio Reis Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 16 Jan 2010, 14:25 Acho intolerável... Imagino que Ameneses seja um "velhinho" muito respeitável! Mas, não terá um amigo - sincero - que lhe explique que se deve comportar civilizadamente? Atrevo-me a perguntar-lhe como D. Carlos ao outro: porque não se cala? Por mim digo-lhe como o poeta Sem que o discurso eu pedisse, ele falou; e eu escutei. Gostei do que ele não disse; do que disse não gostei. Aqui, neste momento, devemos concentrar-nos na questão da AG, contribuindo para o esclarecimento do que esperamos venha a ser esse acto. Desconversar não. O PapaLéguas não dá réplica a ninguém. Civilizadamente, mimoseia-nos com o "If", magnífico poema. A superioridade que quer fazer passar é perturbante. Para ele, do Aleixo, poeta "menor" transcrevo: Diz tudo quanto quiseres, mas eu, p'ra te ser sincero, daquilo que tu disseres só acredito o que quero. Fico-me por aqui. Até já. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Haddock em 16 Jan 2010, 14:35 Companheiro Armindo,
de tudo o que disse só discordo consigo num ponto: Que o Aleixo seja um poeta "menor". Bom fim de semana Vitor Silva Título: Quem tem nível, tem ! Enviado por: Decarvalho em 16 Jan 2010, 15:22 (http://goluck.files.wordpress.com/2007/08/aperto_maos.jpg)
Decarvalho, simplesmente Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: jamor em 16 Jan 2010, 16:02 Embora não sendo sócio, sou um leitor assíduo deste forum e só tenho a dizer que é lamentável que o mesmo sirva para este tipo de ataques pessoais (luta pelo poder?), quando o que está em causa é uma simples AG de um clube que se diz grande, mas que no fundo são meia duzia de pessoas. Que seria se houvese dezenas ou centenas de milhares de associados? RESPEITEM-SE.
Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: majv em 16 Jan 2010, 16:12 ........ Que seria se houvese dezenas ou centenas de milhares de associados? ...... Uma nova Batalha de Aljubarrota. Só faltava a Padeira. Boas voltas Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 16 Jan 2010, 16:16 Pois é, pois é...
Para esta ocasião somos sempre os mesmos. haddock, ulisses, decarvalho(simplesmente), papa-léguas, ameneses. Em tempos que já lá vão, seriam muitos mais a dar a cara e a escrita. Parece-me que, apesar de não escrever os nomes dos visados, saem agora a a terreiro na defesa da honra de quem nunca respeitaram. Está tudo dito. [color=brown]«O indivíduo que não se interessa pelos seus semelhantes é quem tem as maiores dificuldades na vida e causa as maiores feridas aos outros. Desses indivíduos nascem todos os fracassos humanos.» Dito por Alfred Adler.[/b][/color] Já Cícero dizia: O egoísta ama-se a si mesmo sem rivais. Não nascemos para nós próprios. «O interesse que nos cega abre os olhos aos outros. Não há virtude que se não perca no interesse, como todos os rios no mar». Escreveu François de la Rochefoucauld. Ameneses Autocaravanista Sempre Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 16 Jan 2010, 16:23 Boa tarde.
Falando de batalhas... Disse Concepción Arenal: O erro é uma arma que acaba sempre por se disparar contra quem a empunha. Ameneses P.S. Os assunto do Clube Português de Autocaravanas, relativos á sua vida interna são para ser discutidos aqui e não em qualquer outro fórum e, já agora SÓ com acesso a Sócios. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 16 Jan 2010, 17:05 Ao sr. Jamor:
Como "olheiro" não me parece ter direito a meter-se nos assuntos que não lhe dizem respeito. Dá mostras de não saber do que fala, pelo que com a sua intervenção vem perturbar. Ruído já por aqui há muito. Pessoalmente agradeço achegas SOBRE O ASSUNTO: Assembleia Geral com eleições, sem eleições. Claro que V. Exa. percebe... Isto é assunto de sócios interessados e intervenientes. Exmo. Ameneses: com a mostra de cultura que exibiu deixa-me mais descansado. Há mesmo a possibilidade de entrar na questão que estou a tratar: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições ou não? Também a MAJV desafio: se tiver alguma achega a dar ao assunto que quero ver esclarecido: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições ou não? Se sim desde já agradecido. Avance que a questão também lhe deve dizer respeito. Desde já declaro: Fora deste assunto não darei troco a ninguém. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: jamor em 16 Jan 2010, 17:46 Ao companheiro Ulisses,
Como "olheiro" tenho todo o direito a expressar a minha opinião num forum que é aberto a toda a comunidade, sócios ou não. Concordo plenamente que se debatam ideias e aí eu não me meto, só censuro quando se parte para agressões verbais, quando se poderiam debater as mesmas em perfeita harmonia. Não voltarei ao assunto. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Haddock em 16 Jan 2010, 17:58 Caros companheiros
(em especial Companheiro Ulisses) Permita-me que, já que põe o assunto nesses termos, manifeste aquilo que penso esperando não ser, pelo facto, alvo de ataques. A Convocatória do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, único documento válido até ao momento, determina a Ordem de Trabalhos da AG e no seu ponto 4 a Eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2010/2011. Recordo parte do texto “provocatório” que publiquei a 5 de Janeiro neste mesmo Fórum: Companheiros Ameneses, Viajante, teresa paiva, Ulisses, jose_gonçalves, JRFIRMINO, somos os únicos a quem o futuro do CPA interessa? O Fórum do CPA está morto? Hoje é dia 5 de Janeiro. A AG é a 30. Existe(m) lista(s) concorrente(s) para a Direcção? Com que nos vamos deparar em Fátima? Estamos à espera de um "milagre"? Daí para cá o que é que se passou? Provou-se, pelo menos, que o Fórum não estava morto mas as “formas de vida” que se manifestaram não foram, infelizmente, as melhores. Permita-me agora que cite a Mensagem do Presidente da AG: “Desde já exorto os associados para se mobilizarem na constituição de listas concorrentes e a comparecerem em força na AG convocada para elegermos novos Corpos Gerentes que dando continuidade ao trabalho efectuado e naturalmente com formas de gestão diferentes poderão, seguramente, fortalecer ainda mais o nosso Clube.” Apresentou-se alguma lista concorrente? Que eu saiba não. O que vai então acontecer em Fátima? Eu gostaria de ter várias listas concorrentes, mas como isso releva da utopia, ao menos uma cujos membros pudessem ser interpelados quanto ao seu programa e ao que pensam fazer pelo futuro do CPA e do autocaravanismo em geral. Senão, e supondo que a Direcção actual não pretende continuar, o que também não sabemos, vão-se fazer “arranjinhos” de última hora só para evitar que alguma coisa mude nos destinos do Clube? Enfim, para responder directamente à sua interpelação, parece-me extemporâneo começar a discutir se as eleições devem ou não ser adiadas. Infelizmente talvez tenham que ser mas, na minha opinião, não é esta a base de trabalho válida para partir para a AG. Saudações Vitor Silva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 16 Jan 2010, 19:24 Exmo. Haddock
Terá estado atento ao que o novo companheiro PapaLéguas divulgou nas dez longas exposições que fez neste Fórum, em que anunciou ter requerido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral a anulação do ponto IV (eleições) para outra data. O que pretendo é, tão-só, que o Fórum se manifeste sobre se tal pedido deve ou não ser aceite. Por mim estão convocadas eleições. Se aparecem candidatos ou não é uma interrogação que fica no ar. Um companheiro, que não disse ser candidato, apareceu a "exigir" o adiamento. Isso eu acho inapropriado. Outra coisa era se o nobel companheiro tivesse entrado de rompante, embora, a dizer que apresentava, já, programa e a respectiva candidatura. Estou contra o despropósito de, como um D. Sebastião, chegado das campanhas contra o mouro, se apresentar - tão competente, parece-me -, e tão prepotente, porque manifestou querer impor um calendário particular. Condição que acho inadmissível. Mas o que eu acho não quero impor a ninguém. O que quero é que esta opinião seja discutida. Cumprimento-o porque este tipo de intervenção agrada-me. Bem haja. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Haddock em 16 Jan 2010, 19:51 Caro Ulisses,
cito-me a mim próprio em texto que publiquei no meu Blogue: "Não estando de acordo com as posições defendidas pelo Companheiro Papa Léguas e, principalmente, com o modo como as introduziu no Fórum do CPA, não posso deixar de lhe significar a minha maior simpatia e ao mesmo tempo repudiar vivamente o teor dos ataques de que é alvo naquele Fórum." Confesso aqui públicamente que não tive paciência para ler na sua totalidade os artigos que o Companheiro Papa Léguas publicou. Embora louvando o trabalho que desenvolveu desinteressadamente , estou certo, não tem o meu acordo de principio porque como já disse noutro lado não estou de acordo que se parta para a AG com o pressuposto de que se vai adiar a votação. Se assim tiver que ser, ainda mal, mas nunca partir "vencido", pois considero que esse facto, se se vier a verificar é uma derrota para o bom e regular funcionamento do Clube. A sugestão de adiamento, se chegar a ser apresentada à Mesa da Assembleia, não terá mais do que ser posta á votação e aí, creio, será liminarmente afastada SE, entretanto, tiver surgido uma solução para a continuidade do Clube. Quero ainda reafirmar que deploro o ensurdecedor silêncio da actual Direcção assim como da moderação do Fórum na discussão em curso. Com desejos de um excelente fim de semana Vitor Silva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: majv em 16 Jan 2010, 20:04 Companheiro Ulisses,
Esta questão, e em boa verdade, não me pode dizer respeito. E se afirmo isto, é porque tenho um motivo: não paguei as cotas de 2009. E se não as paguei, é porque também tenho os meus motivos: as constantes guerras, intrigas e afins, a que sistemáticamente todos assistimos aqui no fórum, levam a pensar "é para isto que vou pagar cotas?". (Inclusivé, e porque entendo que sócio é quem tem as cotas em dia, já tentei retirar a indicação de sócio nº1531, mas não sei como fazê-lo) Como a minha maneira de ser não se coaduna com esses ambientes, há-de reparar que mal este tópico começou a "aquecer", de imediato tentei pôr água na fervura. De qualquer modo, respondendo á sua pergunta, e sem ter conhecimento do estipulado nos estatutos do Clube, se é permitido chegar á hora da Assembleia Geral, sem haver listas já apresentadas, é uma questão que, acho eu, apenas poderá resolver em plena AG. E aí, se aparecer alguma lista, deverá haver votação...e depois ou sim ou não, digo eu... Confesso que não gostaria de estar na sua pele e ter um "menino" como este nos braços. Mas: 1-Existe uma convocatória, não é verdade? 2-Essa convocatória foi feita em devido tempo, não é verdade? 3-Existe lá um ponto que refere a Eleição de novos corpos gerentes, certo? Então, cumpra-se o que está na convocatória. E depois, se não houver qualquer lista, aí sim, que remédio haverá senão adiar eleições. Possivelmente em nada o ajudei, mas também não é tema em que me sinta á vontade para fazê-lo. Um abraço para si, e pelo que tem sido o teor das suas intervenções, um bem haja pela sua dedicação ao CPA. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 16 Jan 2010, 20:37 Boa Noite.
Sobre a engenuidade disse Arthur Schopenhauer: Quem crê que no mundo os diabos nunca andam sem cornos e os loucos sem guizos serão sempre vítimas ou joguetes deles Como era de prever já me organiram uma batida ao "javali". Apesar de quem devia falar continuar em silêncio, a minha intervenção teve dois méritos: provocou mais reacções do que todo o rol de tretas do para-léguas; segundo, fez com que os que vagueiam por túneis saíssem para a claridade (nem o cumprimento codificado da maçonaria faltou), o que é uma antevisão do que poderá vir a acontecer na AG de Fátima. Se não lhes travarem o caminho.... (http://goluck.files.wordpress.com/2007/08/aperto_maos.jpg) Vão «olhando» a história do CPA nos últimos cinco ou seis anos e far-se-á luz. Basta clicar neste fórum em Pesquisar e ficarão a saber do que eu fá-lo.Ressalvo que continuo a considerar-me Companheiro e Amigo de TODA a Direcção actual. Não posso é ficar passivo em todo este assunto que, como diz o majv estava agendado... «A vida já é curta, mas encurtamo-la ainda mais pelo insensato desperdício do tempo.» Disse Víctor Hugo. Ameneses Autocaravanista Título: quem acredita? Enviado por: Decarvalho em 16 Jan 2010, 20:41 ???
Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 16 Jan 2010, 21:15 Exmos. Companheiros
Também manifesto, como Haddock, o desconforto que sinto em não ter havido da parte da Direcção qualquer reacção ao que, aqui, vai acontecendo. Se não é uma demissão de responsabilidades como deve ser julgado este silêncio? Ponto. Esclareço: o que me move é levar o plenário a tomar consciência do que está a acontecer ou não está - pois não sei de nada que os demais não saibam: que um nobel associado produziu directivas até dizer basta; que, ainda por cima, apresentou um pedido de adiamento das eleições para que apareçam candicatos formatados segundo a sua douta opinião; e que... há sócios que são "mirones", que não pagam as quotas e que falam de assuntos sem estarem preparados! Será que chega? Não, é que ainda por cima, assistimos a intervenções sem qualquer razão de ser, pois não dizem respeito senão ao foro privado, do gosto de cada um, e quase sempre a enxovalhar o outro. Não é o caso de Ameneses, a quem tanta leitura - estou a pensar - deve ter feito mal. Puxa. Não há ... que aguente! Por favor! Porque não escrevem num papel antes de teclarem e perguntam a opinião aos netos antes de enviar disparates? São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições. Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas. Eu não sou candidato. Eu vivo no fim do mundo. Não obstante sou sócio interessado e sê-lo-ei para sempre. Anseio pelo futuro em que uma Direcção se faça sentir e mereça o nosso respeito. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ZELSA em 16 Jan 2010, 23:22 Boa noite companheiros, neste momento encontram-se 27 visitantes e 9 membros activos, o que na minha opnião não é mau de todo, no entanto tanta roupa suja se lava, tanta agressão se diz, bocas e mais bocas se escrevem, tenham calma.
Todos nós adoramos o autocaravanismo, caso contrário não estariamos aqui, certo, socorremo-nos deste forum, para tirar ideias, resolver problemas, expor noticias, descontentamentos, soluções etc..., no entanto não sou sócio porque não calhou, sou membro e agradeço ao CPA que me deixem ler, ver e dar opiniões, sou membro diário deste e de outros foruns, leio porque gosto de ler sobre o autocaravanismo em geral, mas não gosto nem quero saber de problemas com as eleições, se é neste ou naquele dia, aqui ou ali, quem se quer candidatar apresente a sua candidatura na data marcada, apresente soluções, e no final disto tudo que defenda o interesse dos autocaravanistas, gostamos do autocaravanismo porque gostamos da liberdade, devemos ter um CPA que marque encontros, desafios, que dialogue com as autarquias, com a Assembleia da Républica, para poder ser aprovada uma Lei que nos defenda e nos dê condições e a dignidade que merecemos. Sou relativamente novo tenho 33 anos e ando nisto à 4, gosto e adoro, mas tenho um trabalho por turnos que não me permite ter muito tempo livre, no entanto sempre que posso lá vou eu e a esposa, quero eu dizer com isto que quem tiver tempo, realmente goste, queira dar o que tem e o que não tem, consiga ou saiba agradar a Gregos e a Troianos, avance em frente, estou certo que na Assembleia Geral, lhe darão o voto de confiança, parar é morrer, deixem andar quem quer andar, desde que seja por bons trilhos. Desculpem o desabafo, boas voltas, Zelsa. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 16 Jan 2010, 23:30 ??? Boa Noite:Apesar dos medicamentos que tomo para tentar ser uma pessoa normal, com esta digo, BASTA Quanto á verdade escrevia Romain Rolland<: Quando se discute não hà superior, nem inferior, nem títulos, nem idade, nem nome: só interessa a verdade, pois diante dela todos são iguais. Exmos. Companheiros Também manifesto, como Haddock, o desconforto que sinto em não ter havido da parte da Direcção qualquer reacção ao que, aqui, vai acontecendo. Se não é uma demissão de responsabilidades como deve ser julgado este silêncio? Ponto. Esclareço: o que me move é levar o plenário a tomar consciência do que está a acontecer ou não está - pois não sei de nada que os demais não saibam: que um nobel associado produziu directivas até dizer basta; que, ainda por cima, apresentou um pedido de adiamento das eleições para que apareçam candicatos formatados segundo a sua douta opinião; e que... há sócios que são "mirones", que não pagam as quotas e que falam de assuntos sem estarem preparados! Será que chega? Não, é que ainda por cima, assistimos a intervenções sem qualquer razão de ser, pois não dizem respeito senão ao foro privado, do gosto de cada um, e quase sempre a enxovalhar o outro. Não é o caso de Ameneses, a quem tanta leitura - estou a pensar - deve ter feito mal. Puxa. Não há ... que aguente! Por favor! Porque não escrevem num papel antes de teclarem e perguntam a opinião aos netos antes de enviar disparates? São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições. Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas. Eu não sou candidato. Eu vivo no fim do mundo. Não obstante sou sócio interessado e sê-lo-ei para sempre. Anseio pelo futuro em que uma Direcção se faça sentir e mereça o nosso respeito. Armindo Santos Ameneses Autocaravanista até que as astroses o deixem conduzir Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Viajante em 16 Jan 2010, 23:47 Boa noite Companheiros,
Há por aqui alguns companheiros muito cultos e doutos que em nada estão a contribuir para a solução do problema e estão a agudiza-lo ainda mais. Há uma verborreia incontinente e avassaladora que inibe a participação neste forum de quem possa estar interessado em debater civilizadamente soluções para o CPA. Que não se critique a falta de participação. Pela minha parte vou continuar atento, interessado, quedo e mudo. Estou expectante que tudo se resolva na A.G. Viajante Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 17 Jan 2010, 00:06 Boa Noite Companheiro Viajante.
Já era altura de o ver por aqui. Para o seu "aparecimento" cito um Homem muito culto e douto em relação á desculpa: MOLIÈRE; Quem quer afogar o seu cão diz que ele está raivoso. Ou outra quanto ao Direito, esta de Pedro Calderón de la Barca, que para mim é uma referência mundial: O juiz que tenha sido delinquente perdoa muito facilmente. Ameneses Autocaravanista Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 17 Jan 2010, 01:01 Questões pertinentes – A verdade a que temos direito
O DIÁLOGO QUE RECUSARAM Confrontado logo no próprio dia e poucas horas após ter informado que iria apresentar na AG do CPA uma Proposta, se entretanto e até lá fosse admitido como sócio, vi-me perante afirmações de que transcrevo os seguintes trechos, com sublinhados da minha responsabilidade: “Se levou tanto tempo a reflectir se devia ser sócio do CPA ou não, nesse "intermezzo" teve tempo de formar uma lista própria” “Agora inscrever-se como sócio e desde já colocar exigências do tipo que descreve, quanto a mim, opinião muito pessoal, é um verdadeiro desplante.” “Portanto, se quer o CPA no seu currículum, terá que ser agora na próxima AG.” “Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral.” “A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas.” “Ele quer é que a AG seja feita segundo os seus propósitos. Bem, como desaforo não está mal.” Mas, afirmações deste teor continuam ao longo de dias, como, por exemplo, as seguintes: “Agora não venha, como se diz na gíria, «castigar mais o ceguinho»!!!!!” “Sou muito leigo nestes assuntos, mas como tenho seguido um balão de de oxigénio da politiquice da nossa praça quanto a eleições no seu partido, fico com uma ideia de que V.Exª agora Companheiro de Clube pretenderá! ” “Boa Noite. (É questão de educação)” “P.S. Ainda não assino com citações porque perdi o meu «apanhado» das que adoro.” “Como já se me acabou a pachorra para estar a debitar algo mais, ressalvando o dado adquirido pelo exmo. Papa Léguas que não aparecerá qualquer lista em Fátima” “Mais uma vez o .......... escancarou a porta do clube ao aceitar mudar a ficha de inscrição para que ele se inscrevesse no CPA. Ainda é apenas o fala-só da calada da noite, mas já se acha no direito de dar ordens ao CPA. Imagine-se se algum dia tiver poder no clube.” OS ESCLARECIMENTOS QUE FINGIRAM QUERER Com excepção de pequenos apontamentos não se verifica ao longo de longos 11 dias nenhuma contestação objectiva (e muito menos apoio) sobre o teor de uma Proposta a que o autor, supondo, ingenuamente, que estaria no espírito de alguns que fosse desenvolvida. Curiosamente um dos intervenientes escreveu: “Fico a aguardar, com interesse, as propostas substanciais: "como criar uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar", que esta é mesmo de monta.” Fiz-lhe a vontade. Mas, depois, sobre o tema, o interveniente NADA disse. Efectivamente não falava verdade. Não estava interessado. Mas, mais recentemente, contraditoriamente, afirmou: “O PapaLéguas não dá réplica a ninguém. Civilizadamente, mimoseia-nos com o "If", magnífico poema. A superioridade que quer fazer passar é perturbante.” Nunca foi minha intenção perturbar ninguém, pelo que peço desculpa pelos eventuais danos que possa ter causado. O PSEUDO DIÁLOGO Mas, replicar o quê? Passe-se os olhos por todo este Fórum (não só neste tópico) e confirme-se a inexistência de um DIÁLOGO concreto, sem que pelo meio se não verifiquem provocações, ofensas, insinuações em detrimento da apresentação de ideias que se oponham a outras. Cai-se no mesmo erro (?) que já há dois mil anos se verificou. Destruir uma ideia, uma filosofia, pelo assassinato físico; agora, nos nossos tempos, pelo assassinato de carácter. Ao autor da Proposta só restavam 2 opções. - Descer o nível da sua intervenção, entrar numa de achincalhamento, com uma subida eventual das audiências, mas destruindo por completo os objectivos que tinha e tem, com a apresentação da Proposta e o DIÁLOGO que esperava que se gerasse e que, inclusive, através desse DIÁLOGO, a Proposta pudesse vir a ser alterada e subscrita até como um produto não já de uma pessoa, mas de várias. Mas esse DIÁLOGO foi intencionalmente impossibilitado. Não se queria dialogar. Queria-se um pseudo diálogo. Com que objectivos? Aliás, os que lêem e escrevem neste Fórum já se terão apercebido que homens com capacidades que aqui vêm ou vieram, independentemente de com eles concordarmos ou não, vêem as suas ideias e propostas serem aniquiladas e, desiludidos, alguns retiram-se. - A outra opção foi a que segui. Ignorar as provocações, as ofensas, as insinuações. E isso, que não era esperado, (porque os latinos é suposto terem “sangue quente” e agir intempestivamente), produziu uma sensação de irritabilidade. Assim, ignorando as provocações, as ofensas, as insinuações abri um caminho à leitura, mais superficial ou mais atenta da Proposta e do seu desenvolvimento. AS MUDANÇAS DE TÁCTICA Entretanto, o(s) detractor(es) da Proposta avançaram noutro sentido, deturpando os objectivos a que a mesma se propunha, sendo pouco claros nas ideias que expunham e esforçando-se por criar a ideia que a Proposta é anti-estatutária. Mas, agora, perante uma táctica que não resultou, as coisas estão a mudar. Prevendo-se que a estratégia possa vir a ser derrotada muda-se a táctica. Primeiro faz-se um texto em que cerca de 90% do que se diz no mesmo tem como objectivo denegrir a imagem do autor da Proposta. Fazem-se insinuações, afirmações, diz-se que se não quer impor nada, mas que o outro (esse malandro!) têm “como um D. Sebastião, chegado das campanhas contra o mouro, se apresentar – tão competente, parece-me –, e tão prepotente, porque manifestou querer impor um calendário particular. Condição que acho inadmissível” As palavras são acintosamente bem usadas. Prepotente, calendário particular, inadmissível. Não havia necessidade. E continua: “Mas o que eu acho não quero impor a ninguém. O que quero é que esta opinião seja discutida. ” Claro que não quer impor a ninguém! Primeiro porque não pode (como eu próprio não posso, mesmo que quisesse); segundo porque os outros, esses, sim, é que querem. Enfim! … Depois, em segundo lugar, na continuação da mudança de táctica, reconhece (já não era sem tempo!) que o que objectivamente está em causa na Proposta é o adiamento do acto eleitoral e di-lo, expressando UM ÚNICO ARGUMENTO CONTRA, falha que, aliás, procurou colmatar com juízos de valor sobre o proponente (eu) e, também, de avaliações de carácter. Eis o argumento: “Por mim estão convocadas eleições” São de três tipos os “argumentos” (?) aqui colocados (no tópico) sobre a manutenção do acto eleitoral: os estatutos impedem-no (o que é falso), quem o propõe não tem moral para o fazer (o que é absurdo como argumento) e porque sim (Por mim estão convocadas eleições) Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral. Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes: 1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas; 2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção; 3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção. Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento. Só há duas opções de voto: VOTO NA PROPOSTA PARA ADIAMENTO DAS ELEIÇÔES: Quem quer uma Direcção eleita com prazos e regras claras e pré-definidas, uma Direcção eleita também através de voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção e uma Direcção eleita que se comprometa através da apresentação de um Programa de Acção. NÂO VOTO NA PROPOSTA PARA ADIAMENTO DAS ELEIÇÔES: Quem quer uma Direcção eleita sem prazos e regras claras e pré-definidas, uma Direcção eleita sem a possibilidade de participação da maioria esmagadora dos sócios e uma Direcção eleita que se não comprometa com nada. SIMPATIA OU INCOERÊNCIA? Mas, permita-se-me, porque as contradições continuam a ser muitas, adiantar ainda uma outra razão para que se reflicta sobre a opção de voto na Proposta: Pode-se ler neste Fórum o seguinte trecho: “São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições. Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas” E se uma Direcção que se não apresente com um Programa de Acção, com que se comprometa, não queira referendar as “judiciosas as opiniões de PapaLéguas”. Mas se fosse uma Direcção que tivesse sido eleita por um largo espectro geográfico do eleitorado e com um Programa de Acção que contivesse as “judiciosas as opiniões de PapaLéguas” tinha ou não tinha a FORÇA e a OBRIGAÇÃO de as executar? Seja-se corajoso e assuma-se que o adiamento das eleições por uns dois meses é o que melhor serve os interesses dos sócios, que é como quem diz, do Clube. (¿)Ou já se tem “na manga” uma Lista de Candidatos amigos? Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 17 Jan 2010, 01:06 Não é o caso de Ameneses, a quem tanta leitura - estou a pensar - deve ter feito mal. Puxa. Não há ... que aguente! Por favor! Porque não escrevem num papel antes de teclarem e perguntam a opinião aos netos antes de enviar disparates? Acho intolerável... Imagino que Ameneses seja um "velhinho" muito respeitável! Mas, não terá um amigo - sincero - que lhe explique que se deve comportar civilizadamente? Atrevo-me a perguntar-lhe como D. Carlos ao outro: porque não se cala? Ao sr. Jamor: Como "olheiro" não me parece ter direito a meter-se nos assuntos que não lhe dizem respeito. Dá mostras de não saber do que fala, pelo que com a sua intervenção vem perturbar. Ruído já por aqui há muito. Pessoalmente agradeço achegas SOBRE O ASSUNTO: Assembleia Geral com eleições, sem eleições. Claro que V. Exa. percebe... Isto é assunto de sócios interessados e intervenientes. Exmo. Ameneses: com a mostra de cultura que exibiu deixa-me mais descansado. Há mesmo a possibilidade de entrar na questão que estou a tratar: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições Como devem ver com as citaçãos acima algo veio "ficar demostrado» o ameneses é velhinho, o ameneses fala demais, e outros mimos parecidos. O QUE DIRÃO QUANDO A MINHA BOMBA REBENTAR! Ameneses Autocaravanista e SÓ autocaravanista Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 17 Jan 2010, 01:19 Caro papa-léguas:
De moderação o ilustre não tem nada. Sobre este assunto dizia Confúcio: Percebo porque não se segue o meio termo: o homem inteligente vai mais além, o imbecil fica aquém.. Já sobre a mentira dizia Madame de Knorr: Que grande credulidade a dos embusteiros! Até acreditam que os outros crêem neles. Ameneses Autocaravanista Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 17 Jan 2010, 01:45 Questões pertinentes A verdade a que temos direito O DIÁLOGO QUE RECUSARAM Por mim neste tópico não "darei mais cobertura" a um personagem que alegrou os anos em que surgiram as primeiras emissões de televisão em Portugal. Ao som da maré irei abrir outros conforme seja o caso. Para terminar e quanto á VERDADE, aqui cito Cícero: A falsidade está tão próxima da verdade que o homem prudente não deve colocar-se em terreno escorregadio. A natureza pôs nas nossas mentes um desejo insaciável da verdade. Somos mais sinceros quando estamos furiosos do que quando estamos calmos. Ameneses Autocaravanista Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Haddock em 17 Jan 2010, 10:46 O QUE DIRÃO QUANDO A MINHA BOMBA REBENTAR! (http://i905.photobucket.com/albums/ac258/Haddock_photos/capacete.jpg) Equipamento aconselhável em Fátima por causa das Bombas! A todos os companheiros de boa vontade: já repararam no total alheamento da actual Direcção e da Moderação do Fórum(que já solicitei por duas vezes, quando considerei que os ataques começavam a ser exagerados) Vitor Silva Título: valha-nos Nª Sª de Fátima Enviado por: Decarvalho em 17 Jan 2010, 11:00 Valha-nos,
-leitores, - membros do forum, - CPA, - movimento autocaravanista -comerciantes, - autarcas, - decisores e interlocutores oficiais, -e autocaravanistas em geral, (http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:QUsyrh81spjfSM%3Ahttp://1.bp.blogspot.com/_zw1DPZSe378/Sgveas31QFI/AAAAAAAACo8/OcrkH45sVJo/s400/NossaSenhoraDeFatima01.jpg) mais comentários aqui neste forum: http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,1100.msg11234.html#msg11234 E boas voltas e reviravoltas, inclusive de nerónios! Decarvalho, sempre e simplesmente, Decarvalho. Título: Re: Responsabilidades na AG do CPA - Um problema de Credibilização?! Enviado por: errante em 17 Jan 2010, 19:07 Vivam,Autocaravanistas
Permitam-me ser claro. É preciso dizê-lo com clareza! Sabemos que à autocaravanistas, empenhados em meter todos os outros a estacionar e a dormir em parques de campismo. Dir-me-ão que já todos percebemos isso!? E que esta conversa é chover no molhado, etc...e que são todos muito de capazes de se oporem nessa estratégia! Direi que preocupantes acontecimentos recentes evidenciam justamente o contrário! A recente auto-proclamada declaração da Amieira, corrobora de fio a pavio todas as asneiras e atentados que o famigerado Projecto Lei Decarvalho anuncia para o autocaravanismo nacional. Mantém-se viva e só espreita uma nova oportunidade política da direita conservadora mandar neste país, para voltar ao parlamento. A declaração da Amieira, evidencia que no CAB- Circulo da Blogosfera ninguém quis ou se lhe consegue opôr (inclusivé eu) e portanto o famigerado pai da lei e os seus propósitos fazem alegremente o seu caminho..., sem oposição! O mesmo que Continuamente apela ao diálogo construtivo, mas sabemos que, na prática essa é a última coisa que se dispõe a fazer. Outros limitam-se a ver a caravana passar, alegremente, sem qualquer manifestação de protesto ou oposição conhecida! Os mesmos que agora se acham capazes de governar o CPA...e admito que o sejam. Mas se bem entendo os "protestos/desafios e desabafos" de Ameneses e de Ulisses, eles manifestam essa legítima preocupação. Amenese e Ulisses estão naturalmente e na minha modesta opinião muito bem, como sócios dos mais antigos deste clube, a fazer a salvaguarda da independência e autonomia do CPA. O CPA, tem cerca de dois mil sócios,... muitos senão a maioria, estarão longe de entender o que se passa neste fórum. A esses direi que felizmente que o que se assiste aqui, pode não ser bonito, mas é a uma prova de vitalidade do clube e de luta pela sobrevivência de uma ideia de ser autocaravanista, que é a mesma ideia que a maioria dos autocarvanistas, em qualquer parte do mundo, persegue. Não será bonito, mas é necessário e fundamental para a liberdade de agir e de pensar. Porque outros há que querem fazer de Portugal um cenário único nesta modalidade,...tão avançados e mais à frente seríamos, que não conseguimos entendê-los, argumentam. Entendemos e muito bem! Finalmente, uma palavra ao companheiro Papa-Léguas, que felicito pela iniciativa,... embora na minha opinião algo tardia e desajeitada. E por tudo o que atrás ficou dito, creio que aqui se apela, e muito bem, à clarificação de posições - não é possível nesta matéria andar a dois carrinhos que se movimentam em direcções opostas...Companheiro Papa-Léguas, eu, pessoalmente creio conhecer-lhe o pensamento e os propósitos no que ao autocaravanismo respeita e possívelmente com a maioria desse pensamento estarei de acordo. Criar condições que credibilizem essa postura e pensamento, parece ser o único desafio que se lhe "opõe" ! Sinceramente, autocaravanista Título: respeito pelas pessoas? Enviado por: Decarvalho em 17 Jan 2010, 19:26 ???
da declaraçao inicial do forum: Este é um Fórum de acesso livre onde se pratica a liberdade de pensamento e o respeito pelas pessoas. Para ser membro do fórum só precisa de se registar e preencher a ficha de identificação Título: Re: Responsabilidades na AG do CPA - Um problema de Credibilização?! Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 17 Jan 2010, 20:20 E por tudo o que atrás ficou dito, creio que aqui se apela, e muito bem, à clarificação de posições - não é possível nesta matéria andar a dois carrinhos que se movimentam em direcções opostas...Companheiro Papa-Léguas, eu, pessoalmente creio conhecer-lhe o pensamento e os propósitos no que ao autocaravanismo respeita e possívelmente com a maioria desse pensamento estarei de acordo. Boa noite. Não me referindo a toda a sua intervenção permito-me, no entanto, pronunciar-me sobre este extracto do seu pensamento retirado do que acima disse. “(…) não é possível nesta matéria andar a dois carrinhos que se movimentam em direcções opostas. (…)” É exactamente o que digo, por outras palavras, na Proposta que vou apresentar na Assembleia-geral: “Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária.” Só uma Direcção eleita por um expressivo número de votos (voto por correspondência), com um Programa de Acção (que aponte para o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante) tem legitimidade para promover as mudanças que clarifiquem a política a seguir pelo Clube. Uma Direcção sem os suportes eleitorais atrás propostos continuará a estar num Clube enquadrado por normas estatutárias que o ligam ao campismo em Autocaravana, que foi o objectivo dos Fundadores do CPA, como já anteriormente demonstrei neste tópico. Há duas formas de MUDAR: - “Por um golpe de estado”, através de uma candidatura inserida no que os estatutos dizem; - Por um processo democrático que terá, através do voto numa Lista Candidata com o seu respectivo Programa de Acção, a legitimidade para MUDAR. Nota Pessoal: Agradeço o apoio, não a mim, mas ao que julga conhecer serem os meus pensamentos e de que só uma parte coloquei na Proposta. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Viajante em 18 Jan 2010, 00:20 Companheiro Ulisses, Companheiros,
Começo por pedir desculpa aos companheiros a quem tenham caído mal as palavras resultantes das minhas parcas intervenções. Fi-lo porque esta discussão bem cedo começou com a chincana e lamento não ter conseguido evitá-la. Fi-lo porque tenho muito interesse em conhecer as ideias de quem se proponha dar continuídade ao CPA e elas tardam em aparecer. Fi-lo porque muito pouco foi apresentado de substantivo (exceptuando o companheiro Papa Léguas) e a tónica tem sido a de exercícios de estilo raiando a ofensa pessoal. Não lavei daqui as minhas mãos mas reconheço que o meu contributo tem sido nulo. Só agora acordei para a problemática do CPA e ainda estou muito verde para poder dar algum contributo útil. Na qualidade de sócio do CPA, a par do dever de comparecer na AG e de votar para as eleições, tenho o direito de reclamar conhecer as diferentes ideias e propostas num ambiente de menos ruído. Na minha condição de sócio sem quaisquer pretenções, não tenho quailquer obrigação cívica ou estatutária de estar aqui a opinar sobre o que mal conheço. Quem dá o que tem a mais não é obrigado. Tenho tido alguma intervenção nos foruns, com mais incidência nas questões de caràcter técnico e desde já apelo à tolerãncia dos companheiros, incluindo Decarvalho, por eventuais incorreções gramaticais na minha prosa. Aprecio bastante a confrontação de ideias mas fico incomodado com a agressão, mesmo que verbal. Se aquando das eleições a situação for a de hoje, se o companheiro Ameneses não divulgar o que há de tenebroso e oculto no passado e/ou nas intencões do companheiro Papa Léguas e se ele decidir avançar, terá certamente o meu voto porque: a)- Haverá continuidade do CPA b)- Haverá renovação c)- Haverá dinamização d)- Não há alternativa (conhecida até ao momento) Saúdações autocaravanistas Viajante Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 18 Jan 2010, 00:53 Caro Companheiro Viajante.
Desde já lhe digo que não sou eu o salvador do CPA. Tenebroso(palavra sua) não sou eu nem a actual Direcção, mas sim quem tenta tomar de assalto o CPA através de pessoas que vamos agora sabendo quem são. De qualquer maneira obrigado pelas suas palavras. Ameneses. AUTOCARAVANISTA que não votou na AG Extraordinária. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 18 Jan 2010, 01:02 Questões pertinentes – Direcção e Moderação ausentes?
OS CONCEITOS Alguns intervenientes no Fórum do CPA têm vindo a reclamar a intervenção (pública, entendo) da actual Direcção do CLUBE e, mais especificamente, uma mais e melhor actuação da actual Moderação do Fórum. Por vezes, no entanto, confunde-se, (de boa fé, admito) Direcção com Membros da Direcção. Assim, a intervenção de um Membro da Direcção não pode ser entendida como uma intervenção da Direcção, excepto se houver conhecimento, também público, de que tem delegação para o efeito. A delegação da Direcção de determinados poderes específicos num dos seus membros passa por uma decisão colectiva do órgão Direcção ou, também, da aprovação de Pelouros em que a Direcção se organize, com a correspondente distribuição dos seus membros pelos Pelouros e que, tudo isso, seja passado a Acta e dado conhecimento aos interessados, ou seja, a todos os sócios. Admito que o que refiro já tenha sido feito, mas reconheço a minha ignorância, justificando-a na não publicação no Portal do Clube. Contudo, a intervenção no Fórum de membros da Direcção é absoluta, total e completamente legitima, mas… há que separar as águas. Quando um membro da Direcção intervenha no Fórum do CPA há que saber se o faz como sócio do Clube ou como Director, com mandato especifico para o efeito, o que obriga que o perfil que surge na coluna esquerda do Fórum defina apenas se é “Director” ou se é “Sócio”. A postura de um associado ou apenas utilizador do Fórum, tem que ser diferente consoante a pessoa se apresente na qualidade de Director ou na de apenas sócio. Diferente na postura, que não na educação e respeito, que deve ser igual. Definidos os conceitos talvez ainda se torne importante realçar que o primeiro e último responsável por tudo o que se verifique no Clube é o órgão Direcção e os seus membros respondem solidariamente, excepto os que em acta se tiverem demarcado das deliberações tomadas pela Direcção com que não concordem. MODERAÇÃO AUSENTE? A Moderação do Fórum, seja ela individual ou colectiva, seja ela exercida por pessoas singulares ou por firmas, é sempre feita por delegação de poderes, delegação essa que é da competência do órgão Direcção ou de membro(s) da Direcção a quem tenha sido delegada capacidade para o efeito. O(s) Moderador(es) são personalidades ou entidades que dependendo da Direcção só respondem perante a mesma. Não dependem, nem respondem perante os sócios ou os utilizadores do Fórum, pelo que as reclamações pelo um eventual mau funcionamento e actuação da Moderação devem ser canalizadas para a Direcção, pois que é à Direcção, e só a ela, que compete agir para colmatar esse alegado mau funcionamento. Já aqui, neste Fórum, que não neste tópico, foram colocadas algumas ideias, sobre o funcionamento do Fórum, uma das quais, pelo menos, subscrevo, quando é proposto, uma “linha editorial propria, a fixar por um conselho de redacção plural.... e numa moderação adequada a um orgao de comunicação social aberto”, acrescentando (eu), Conselho de Redacção e Moderação nomeados pela Direcção e Linha Editorial, proposta pelo Conselho de Redacção e promulgada ou não pela Direcção. Esta simples ideia (o ovo de Colombo também era simples!) poderá ser um contributo para que qualquer Moderação tenha o necessário enquadramento para a sua intervenção. Mas será que a Moderação não tem já capacidade para actuar? Claro que sim! Todos nós, seres humanos, pensantes, temos o necessário discernimento para constatarmos, por evidente, que quando à pala de intervenções sobre um tema nos deparamos com frases provocatórias, infamantes, racistas, xenófobas e, muito especialmente, quando as mesmas são continuadas no tempo. Mesmo as respostas no mesmo tom, não obstante terem atenuantes, não são aceitáveis, embora se possam compreender. Se a Moderação não actua em situações tão evidentes e flagrantes a Direcção tem como obrigação designar outro(s) Moderador(es). E esta deve ser a única intervenção da Direcção no que respeita à Moderação do Fórum, justificada pelo que entendo que deve ser a filosofia de funcionamento de uma Direcção. DIRECÇÃO AUSENTE? Esta questão prende-se com a vontade que alguns dos intervenientes neste tópico (Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA) manifestam de, segundo a minha interpretação, uma Direcção vir a assumir uma posição no que se refere à Proposta que vou apresentar na Assembleia-geral do CPA. Tem uma Direcção legitimidade, enquanto órgão, para o fazer? Tem. Tem legitimidade para expressar a sua opinião sobre tudo o que directa ou indirectamente diga respeito ao Clube. Mas a questão é mais profunda. Como se constata, e até ao momento, nenhum dos intervenientes neste Fórum apresentou (nem a isso são obrigados) nenhum argumento que justifique o não adiamento da Assembleia-geral, contrariamente ao que fez o autor da Proposta. Então, recorre-se, apela-se, a que a Direcção, venha “avalizar” o que desejam e que não conseguem justificar como o melhor para todos os sócios (mais de 90%?) que não podendo ou querendo estar na Assembleia-geral se vêm impedidos de escolher a Direcção. Por outro lado este apelo à autoridade é uma pecha entranhada culturalmente nos portugueses que, nas mais diferentes situações, apelam à intervenção do Presidente da Republica, do Governo, dos Ministros, de quem de direito, para, tantas vezes, fazerem valer os direitos que não exercem e que não querem ter o trabalho de defenderem e exercerem. Mais de 30 anos de vivência em democracia e continua-se, em muitos de nós, não me estou a excluir totalmente, a sentir a necessidade de uma entidade protectora. Numa outra perspectiva da questão pergunto se alguém imagina que pelo facto de uma Direcção vir emitir uma opinião sobre a Proposta levaria a alterações sobre as diferentes posições já assumidas? Quanto a mim, (claro!), o silêncio consciente de uma Direcção sobre matéria de opinião que cabe exclusivamente à Assembleia-geral decidir através do voto dos sócios presentes pode revelar-se como uma expressão de maioridade. E muito especialmente numa Direcção em fim de mandato. CONCLUINDO: A legitimidade que uma Direcção tem de expressar a sua opinião sobre tudo o que directa ou indirectamente diga respeito ao Clube é, exactamente, a mesma que uma Direcção tem de NÃO expressar a sua opinião sobre tudo o que directa ou indirectamente diga respeito ao Clube. O QUE REALMENTE IMPORTA O realmente importante não são os efeitos colaterais (os incómodos!) que uma Proposta está a causar em muito boa gente. Incómodos por não conseguirem justificar porque se querem opor a que TODOS os sócios tenham condições para votar (através do voto por correspondência) para a eleição de uma Direcção e quererem que apenas alguns (10%?) o façam. Será porque assim é mais fácil eleger quem se queira? Incómodos por não conseguirem justificar porque se querem opor a que uma Direcção se comprometa com um Programa de Acção, pré distribuído, permitindo a TODOS os sócios uma opção mais consciente. Será porque assim é mais fácil manter as opções prioritárias e estatutárias de campismo em autocaravana? Incómodos por não conseguirem justificar porque se querem opor a que uma Direcção seja eleita através de um processo com regras pré-definidas. Será porque assim é mais fácil criar em cada instante as regras que, possibilitam, que só alguns as conheçam previamente? REPETIREMOS ATÉ À EXAUSTÃO: Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral. Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes: 1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas; 2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção; 3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção. Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento. NOTA MUITO IMPORTANTE: Exceptuando o primeiro parágrafo deste texto, sempre que me refiro a Direcção, não me refiro à actual Direcção, refiro-me a qualquer Direcção, passada, actual ou futura. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 18 Jan 2010, 23:06 Boa Noite.
Já se me foi a pachorra para "ouvir" este senhor. Estava determinado a não escrever mais neste tópico mas, pelos vistos o dito senhor continua a debitar textos longos que já chateiam. Ontem o companheiro Errante escreveu uma coisa que passou despercebida, mas que é fundamental recordar: "É preciso dizê-lo com clareza! Sabemos que há autocaravanistas, empenhados em meter todos os outros a estacionar e a dormir em parques de campismo." Refere-se Errante ao Projecto de Lei apresentado na AR.. com o alto patrocínio do CAB, cujo presidente era nem mais nem menos do que o Papa-Léguas. Bom seria que Papa-Léguas explicasse de forma clara o que o leva agora a interessar-se pelo turismo itinerante (e não pelo campismo) e porque é que subitamente passou a estar tão interessado (e empenhado?) na vida do CPA. E, já agora, com que apoios conta? É de sublinhar a postura construtiva do companheiro Ulisses, que na falta de moderador acaba de fazer um esforço de síntese do debate, dando-lhe sentido. Pena que tenha escrito no tópico errado. Começa a ser difícil qualificar a atitude do Papa-Léguas, que dá mostras de uma inaceitável arrogância e de uma completa ignorância e desrespeito por todos os que contribuíram para o que o CPA é hoje. (Papa-Léguas) continua a armar-se em advogado (de baixo nível) debitando bitates sobre tudo e mais alguma coisa, como se antes dele chegar ao CPA fossemos todos uma cambada de burros. Bom seria que Papa-Léguas se limitasse a falar do que sabe, e a respeitar os sócios. Afinal quais são as suas ideias para fazer do CPA um baluarte do autocaravanismo português? Até agora só vimos conversa da treta sobre regulamentos, conceitos, procedimentos... POUPE-NOS!!!!! Porque não se limita a continuar o seu monólogo lá no seu blog? Papa-Léguas repete até à exaustão que quer adiar a AG. Bom seria que dissesse se é ou não candidato, com que equipa e com que projecto (e com que aliados fora do CPA!) É óbvio que Papa-Léguas não reúne atributos suficientes para merecer a presidência do CPA. A actual Direcção também não tem obrigação de se pronunciar, até porque já mostrou que esgotou a sua capacidade para mobilizar os autocaravanistas e fazer alguma coisa de positivo pelo autocaravanismo. Mas caramba, não há entre os sócios conhecedores e respeitadores da história do CPA quem se disponha a dar a cara pelo Clube? Vão permitir que o clube fique à mercê de paraquedistas capazes de usar o CPA em aventuras como aquelas em que vimos o associativismo autocaravanista atolar-se durante o ano de 2008 e 2009? Para terminar DE VEZ a minha intervenção neste tópico cito Píndaro que que sobre a ambição, disse. «[i] APRENDEI A LIMITAR AS VOSSAS AMBIÇÕES; É UM DELÍRIO FUNESTO SUSPIRAR PELO QUE NÃO SE PODE TER[/i]»: Saudações Autocaravanistas. Ameneses Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: teresa paiva em 18 Jan 2010, 23:56 Boa noite
Uma semana de férias em terras da revolução do proletariado eis que me deparo com a revolução dos automobilistas autocaravanistas. Com eleições á vista e sem perspectivas de listas concorrentes quando alguém surge com propostas concretas com vista a uma melhor organização do Clube, e sem nenhuma contra proposta, parte-se para a tentativa de derrotar quem deseja fazer algo. Assistindo ao não faço mas também não deixo fazer fico admirada com os argumentos de quem parece querer que o CPA desapareça, a par de uma nova campanha para retirar importância ao Clube parecendo sentirem-se ameaçados por uma nova estratégia para o CPA. Concordando na generalidade com os conceitos apresentados pelo companheiro Papa Léguas, (não todos) manifesto apenas o receio de que o adiamento de eleições no CPA seja o adiar de soluções para o mesmo. Todos sabíamos que haveria eleições no CPA para o próximo biénio e não houve candidatos dispostos a assumir os destinos do Clube, haverá em Abril? Sem querer comprometer o companheiro Papa Léguas penso que todo este seu projecto tenha como epílogo a apresentação de uma lista por si liderada. Apesar de “novato” no Clube quem, como eu, acompanha o seu blog saberá que tem o conhecimento desejado para poder liderar o CPA. E apesar de toda esta pequena onda do contra no fórum é na AG que se decidem os destinos do Clube. Lá estarei esperando ver um CPA reforçado. Compreendo a reserva de alguns sócios talvez baseados na sua ligação ao CAB,mas a esses proponho a consulta http://papaleguaspt.blogspot.com/search/label/Contradit%C3%B3rio que para mim é prova do respeito pela identidade das instituições . Cumprimentos Teresa Paiva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: majv em 19 Jan 2010, 00:03 ..........É de sublinhar a postura construtiva do companheiro Ulisses, que na falta de moderador acaba de fazer um esforço de síntese do debate, dando-lhe sentido. Pena que tenha escrito no tópico errado.... Concordo, embora me sinta obrigado a deixar uma ressalva:a 41ª intervenção não foi minha.... E se faço este reparo aqui, é porque já passaram mais de 24 horas desde que enviei uma MP ao Companheiro Ulisses a alertá-lo do lapso e pedir para corrijir...e até agora nada. Boas voltas, para todos sem excepção. MV Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 19 Jan 2010, 00:35 Com eleições á vista e sem perspectivas de listas concorrentes quando alguém surge com propostas concretas com vista a uma melhor organização do Clube, e sem nenhuma contra proposta, parte-se para a tentativa de derrotar quem deseja fazer algo. Assistindo ao não faço mas também não deixo fazer fico admirada com os argumentos de quem parece querer que o CPA desapareça, a par de uma nova campanha para retirar importância ao Clube parecendo sentirem-se ameaçados por uma nova estratégia para o CPA. Concordando na generalidade com os conceitos apresentados pelo companheiro Papa Léguas, (não todos) manifesto apenas o receio de que o adiamento de eleições no CPA seja o adiar de soluções para o mesmo. Todos sabíamos que haveria eleições no CPA para o próximo biénio e não houve candidatos dispostos a assumir os destinos do Clube, haverá em Abril? Sem querer comprometer o companheiro Papa Léguas penso que todo este seu projecto tenha como epílogo a apresentação de uma lista por si liderada. Apesar de “novato” no Clube quem, como eu, acompanha o seu blog saberá que tem o conhecimento desejado para poder liderar o CPA. E apesar de toda esta pequena onda do contra no fórum é na AG que se decidem os destinos do Clube. Lá estarei esperando ver um CPA reforçado. Compreendo a reserva de alguns sócios talvez baseados na sua ligação ao CAB,mas a esses proponho a consulta http://papaleguaspt.blogspot.com/search/label/Contradit%C3%B3rio que para mim é prova do respeito pela identidade das instituições . Cumprimentos Teresa Paiva Companheira: Eu duvidava... mas pelo que escreve... está tudo dito. Continuando a ser uns dos que compreendeu o seu sacrifício na direcção da Revista. só me resta desejar-lhe muita sorte nos futuros órgãos. Apesar de tudo isto de que só teve conhecimento recente, mando um Abraço de Amigo e sempre Autocaravanista. Ameneses. Autocaravanista cheio de perplexidade Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 19 Jan 2010, 01:02 Questões pertinentes – No âmbito da liberdade de expressão
Deve a liberdade de expressão manifestar-se em termos absolutos? Não. A liberdade de expressão (onde se inclui a de opinião) é um valor que tem que ser conjugado com o exercício de outras liberdades igualmente fundamentais como, por exemplo, o direito ao bom nome, pelo que a calúnia ou reiterado ataque ao carácter de uma pessoa não pode ser enquadrado como um direito. O assassinato (ou tentativa) do carácter de uma pessoa, como resposta (?) a ideias defendidas publicamente, fazendo juízos de intenção e, sem que os ofendidos respondam a essas manifestações incivilizadas, tem que merece o repúdio social dos cidadãos e, no caso do Fórum do CPA, merece uma intervenção da Moderação. Uma intervenção que não pode controlar ou moldar ideias. Escrever como se o nosso interlocutor estivesse na nossa frente Na realidade, quando escrevemos num “Fórum” ou num “Chat” devíamos fazê-lo como se os nossos interlocutores estivessem perante cada um de nós. Quando estamos perante uma pessoa, cara a cara, não o adjectivamos com impropérios. Se o fazemos arriscamo-nos a continuar a falar sozinhos ou, numa situação extrema, a podermos vir a ter o nosso corpo danificado. Porquê então fazê-lo num “Fórum” ou num “Chat”? Também quando escrevemos num “Fórum” ou num “Chat” temos que ter a percepção de que quem nos lê não está a visualizar as mensagens corporais que emitimos, não vê os nossos gestos, não se apercebe dos nossos sorrisos, da forma como olhamos, o que pode dar um significado distinto às nossas palavras. Há pois que desculparmos a forma como estão escritas algumas ideias e, sobretudo, não interiorizarmos que elas são uma invasão do nosso “território”. Às vezes, perceber isto é difícil, mas é possível. Não sendo a liberdade de expressão um direito absoluto coloca-se, porém, a questão da privacidade da divulgação no tratamento dos assuntos. É, para muitos, bastante claro que as questões tratadas no privado não devem ser reveladas na Praça Pública. Se alguém me escreve, se alguém me envia uma mensagem electrónica, se alguém me telefona, eu não tenho o direito, ninguém tem, de divulgar a terceiros sem a autorização expressa dos intervenientes o que foi dito. Assiste-me, contudo, o direito de revelar as minhas ideias desde que através da sua revelação não venha a expor a privacidade de terceiros. Vem isto a propósito de duas ideias básicas: - A ideia que o tema Assembleia-geral do CPA (sobremaneira as eleições) é um assunto reservado e que deve ser tratado na “intimidade” do Clube. Quanto à ideia que a Assembleia-geral (sobremaneira as eleições) são uma matéria reservada não me parece que tenha nada a ver com a realidade democrática da sociedade que é global e em que nos inserimos. Vejamos: a) O CPA não é uma associação secreta (até as associações maçónicas começaram a deixar de o ser); b) Uma Assembleia de uma Associação é a parte mais pública de uma instituição e quanto maior for a visibilidade para o exterior, maior verdade transparecerá e, consequentemente, maior credibilidade terá; c) As grandes instituições congéneres ou mesmo outras são objecto de, inclusive, grandes reportagens televisivas, artigos de opinião nos jornais, entrevistas com sócios e, que se saiba (que eu saiba) a questão do secretismo nunca foi colocada; d) Aquando de eleições pode interessar à sociedade circundante da instituição tomar conhecimento do processo eleitoral, das Listas Candidatas, dos Programas de Acção, pelas mais variadas razões que me dispenso de enumerar; e) O virar para o exterior é, para além de dar a conhecer de “coração aberto” a instituição, reconhecer que se não defendem valores corporativos. (Sobre a questão do corporativismo, relacionado com campismo e tudo o que gira à volta, muito se poderia vir a dizer, mas deixemos isso para um próximo debate. ) O que aqui procurei transmitir é que há temas nas instituições que não são, não podem ser, de âmbito privado. Pode existir, ainda, um argumento acerca da imagem do Clube perante associados que expressem juízos de valor sobre outros associados, impropérios, provocações, insultos, enfim!, que exibam publicamente a sua falta de, pelo menos, educação e civismo. Condescender com este argumento seria premiar e concordar que este tipo de atitudes é insolúvel e que pode continuar. Tenhamos também presente que estes cidadãos existem em todo o lado e não podem ser considerados representativos de um Clube como o CPA. Li algures neste Fórum (não neste tópico) que o actual Presidente da Direcção iria propor (suponho que à Direcção) a Constituição de uma Comissão Disciplinar com o objectivo de canalizar para a mesma as queixas sobre maus comportamentos dos associados e que essa Comissão Disciplinar decidiria as penalizações a aplicar. Esta era a ideia geral e suponho que a sua divulgação se reporta aos inícios de 2008. Passando por cima das eventuais questões legais e estatutárias que se podem levantar e que de momento não tem interesse analisar, pergunto: Que é feito da Comissão? Porque não existe? E se existisse poderia estar a ser a solução destes maus comportamentos? - A ideia, que foi divulgada no Fórum, de que não acedi ao pedido de uma Directora que, salvo se entendi mal a questão, condena que se expresse publicamente um assunto (Assembleia Geral/Eleições) que deve apenas respeitar ao Clube. Conforme foi dito e é público no Fórum (neste tópico) a referida Directora: “Em particular lhe chamei á atenção mas o companheiro nada fez, (…)” Nada fiz porque as ideias que sobre esta matéria tenho (e estão acima desenvolvidas) são outras, não são anti-estatutárias e não me sinto obrigado a seguir outras que não as da minha consciência. Não respondi em particular, expressando a minha posição, porque o teor do seu “e-mail” (a que aqui faz referência e só por isso também o cito sem referir o conteúdo) condicionou a minha resposta. O QUE REALMENTE IMPORTA O realmente importante não são os efeitos colaterais que uma Proposta está a causar em muito boa gente. O que realmente importa e que REPETIREMOS ATÉ À EXAUSTÃO: Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral. Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes: 1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas; 2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção; 3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção. Uma Direcção eleita nestas condições tem a força dos associados para uma mudança com vista ao desenvolvimento. ASSUNTO ADICIONAL: A forma como a associada Teresa Paiva equacionou a situação (mensagem 66 do tópico) permite-me, numa atitude dialogante com quem se abre ao diálogo, poder vir amanhã a colocar aqui uma proposta alternativa que pode vir a contemplar uma solução mais aceitável para o aparentemente irreconciliável (?) Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 19 Jan 2010, 01:19 Aquem interessar
2.ª parte estão marcadas? Não sei a resposta, e nesta altura é o que mais queria. Serão de atender os argumentos aduzidos para adiar as Eleições? No Fórum ninguém se manifesta com argumentos a contraditar. O Fórum é uma seca! Já o disse noutra altura, e faço-o de novo, com pena. O que se lê é, neste momento, confrangedor. Mas fico atento a futuros desenvolvimentos. Ameneses, apresenta nova peça e com muitos actos. Então, surpresa das surpresas, o comp. Narciso, exibindo sensibilidade, mimoseia-nos com o “If”, de Rudyard Kipling. Que bom!... Isto, em 16/1. Registei. Haddock chega-se à frente a insurgir-se contra o silêncio da direcção e do moderador. Pergunta: “são permissíveis os ataques que estão a verificar neste fórum?”. Volto a intervir, é a quarta vez: Acho intolerável... Imagino que Ameneses seja um "velhinho" muito respeitável! Mas, não terá um amigo - sincero - que lhe explique que se deve comportar civilizadamente? Atrevo-me a perguntar-lhe como D. Carlos ao outro: porque não se cala? Por mim digo-lhe como o poeta Sem que o discurso eu pedisse, ele falou; e eu escutei. Gostei do que ele não disse; do que disse não gostei. Aqui, neste momento, devemos concentrar-nos na questão da AG, contribuindo para o esclarecimento do que esperamos venha a ser esse acto. Desconversar não. O PapaLéguas não dá réplica a ninguém. Civilizadamente, mimoseia-nos com o "If", magnífico poema. A superioridade que quer fazer passar é perturbante. Para ele, do Aleixo, poeta "menor" transcrevo: Diz tudo quanto quiseres, mas eu, p'ra te ser sincero, daquilo que tu disseres só acredito o que quero. Fico-me por aqui. Até já. Intervim só para exibir amizades genuínas: o António Aleixo, misturado com umas “bocas” soft. Continuamos no dia 16/1. Haddock discorda que eu tenha considerado Aleixo um poeta “menor”. Como ele tem razão! E é a vês de DeCarvalho, inteligente como todos temos de reconher, apresentar cumprimentos de forma criativa. Para Jamor é que não, não senhor, disse-se incomodado por lhe parecer “lamentável” que o fórum “sirva para este tipo de ataques pessoais”!... Recomenda: RESPEITEM-SE. Um cidadão avulso, um convidado a meter-se onde não foi chamado. Perguntei: não é falta de respeito? Mas Majv aparece a citar Jamor e a deitar achas para a fogueira: “uma nova batalha de Aljubarrota…” É sócio!... E volta Ameneses e repete. Tenho, de novo de mudar na cadeira… E intervenho: Ao sr. Jamor: Como "olheiro" não me parece ter direito a meter-se nos assuntos que não lhe dizem respeito. Dá mostras de não saber do que fala, pelo que com a sua intervenção vem perturbar. Ruído já por aqui há muito. Pessoalmente agradeço achegas SOBRE O ASSUNTO: Assembleia Geral com eleições, sem eleições. Claro que V. Exa. percebe... Isto é assunto de sócios interessados e intervenientes. Exmo. Ameneses: com a mostra de cultura que exibiu deixa-me mais descansado. Há mesmo a possibilidade de entrar na questão que estou a tratar: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições ou não? Também a MAJV desafio: se tiver alguma achega a dar ao assunto que quero ver esclarecido: a Assembleia Geral deve aceitar adiar as eleições ou não? Se sim desde já agradecido. Avance que a questão também lhe deve dizer respeito. Desde já declaro: Fora deste assunto não darei troco a ninguém. Haddock diz que as eleições estão convocadas. Mas, admite que “talvez tenham de ser adiadas”. Isto é que são opiniões! É a liberdade em estado puro! Cada vez me sinto mais incomodado no assento… Volto a mexer-me na cadeira, que é como quem diz, volto a intervir: Exmos. Companheiros Também manifesto, como Haddock, o desconforto que sinto em não ter havido da parte da Direcção qualquer reacção ao que, aqui, vai acontecendo. Se não é uma demissão de responsabilidades como deve ser julgado este silêncio? Ponto. Esclareço: o que me move é levar o plenário a tomar consciência do que está a acontecer ou não está - pois não sei de nada que os demais não saibam: que um nobel associado produziu directivas até dizer basta; que, ainda por cima, apresentou um pedido de adiamento das eleições para que apareçam candicatos formatados segundo a sua douta opinião; e que... há sócios que são "mirones", que não pagam as quotas e que falam de assuntos sem estarem preparados! Será que chega? Não, é que ainda por cima, assistimos a intervenções sem qualquer razão de ser, pois não dizem respeito senão ao foro privado, do gosto de cada um, e quase sempre a enxovalhar o outro. Não é o caso de Ameneses, a quem tanta leitura - estou a pensar - deve ter feito mal. Puxa. Não há ... que aguente! Por favor! Porque não escrevem num papel antes de teclarem e perguntam a opinião aos netos antes de enviar disparates? São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições. Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas. Eu não sou candidato. Eu vivo no fim do mundo. Não obstante sou sócio interessado e sê-lo-ei para sempre. Anseio pelo futuro em que uma Direcção se faça sentir e mereça o nosso respeito. Outro convidado Zelsa mete colherada, abusadoramente, usando a liberalidade que permite o CPA. E mais uma vez Ameneses. Desta vez diz BASTA. Mas não vai ser por muito tempo. Viajante acha que há muita “verborreia incontinente e avassaladora”. Declara que vai continuar atento, quedo e mudo. Ameneses que tinha dito BASTA volta para cumprimentar o amigo Viajante. Aproveita para debitar um dos pensamentos que respiga das suas leituras. Oxalá. Então, já em 17/1, o capítulo:”Questões pertinentes – a verdade a que temos direito”, do lídimo autor: PapaLéguas, que tenho acompanhado. Como não gostei muito, e porque já não aguentava a posição no assento, tratei de fazer um resumo, e finalizar com o texto a seguir. Deixei de estar sentado. Uff!... Ora é altura de terminar: considero, mesmo depois de PapaLéguas ter descido do alto da sua “cátedra”, para responder a uma intervenção “amistosa” de errante, parecendo ter ficado disponível para falar à “malta” que se lhe dirija de forma “amistosa”, porventura veneradora e obrigada… (isto já é insulto velado! Mas fino…), dizia, confirmo continuar a considerar um desaforo a pretensão deste novíssimo sócio; ainda há poucos dias um outsider. De todos os capítulos do “folhetim” que vem apresentando aos leitores (por mais que me esforce não vejo os autocaravanistas), um há: “Aos associados cabe a decisão final”, que, de facto, encerra a verdade, e La Palisse não tem que ser para aqui chamado. Dito isto, que não é pouco, impõe-se dar a opinião que me falta dar sobre o porquê de não ser aceitável que PapaLéguas possa ver a sua “proposta” sequer votada na AG de 30/1/2010, em Fátima. Este Clube, acho eu, corrijam-me se estou errado, não é uma tropa fandanga, nem uma repartição abandalhada. É de gente; gente que se sente, que se empenha se for preciso. De forma sensata, sem sujeição burocrática, porque é gente livre. O bom senso, julgo: é a nossa prática. O respeito mútuo o modo de estar. Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu. Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado; portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento. Se calhar é uma pena, para a direcção, que quereria lavar as mãos e estava a contar, talvez, com este intruso. Eu penso coisas muito más! Alguma solução terão de arranjar! Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 19 Jan 2010, 01:32 A quem interessar
1.ª parte Sem o pedir encontrei-me com a criança nos braços (discussão pró PapaLéguas). As eleições para trás as eleições para a frente. Tarde me apercebi da falta de “compagnons de route”. Mas caminhadas são caminhadas; portanto, estando aqui, há que entregar a carta ao… Fórum. Dei conta, num longo RESUMO, que publiquei noutro local, dos factos ocorridos, desplotados pelo “Folhetim” que PapaLéguas nos tem vindo a “impingir” (o homem não pára…), (isto é uma constatação, não é insulto. Também não quero que seja encómio). Resumo, que inseri noutro local, como já disse, e que volto a resumir aqui, para gáudio de quem tenha pachorra para ler e possa estar interessado no meu ponto de vista. Tudo tem um começo. Sabem isso… Ora, como foi: em 5/1/2010, no seguimento de um foguetório assinalando o acontecimento – que deverá ser inolvidável – da adesão, finalmente, de um ilustre novíssimo sócio, auto-designado por PapaLéguas, anunciando que iria apresentar um “Programa” para tratar que o CPA se tornasse um Clube… Apresentou o “programa” às 20,51h a que Ameneses, às 21,21h, vem desafiar o proponente: porque é que “se levou tanto tempo a reflectir… teve tempo de formar uma lista própria para concorrer”, às eleições, claro. O que PapaLéguas propõe, na sua “proposta”, é: A Assembleia, que está marcada, deve tratar das coisas menores e deixar a Eleição para 17/4/2010, de forma que se formem listas de candidatos. Por acaso, estava a “navegar”, topei o post do PapaLéguas e topei o post de Ameneses – que achei oportuno e correcto – e topei a intervenção de Teresa Paiva, que julgo representar a direcção, a admoestar Ameseses. Foi aqui que tudo começou. Os meus ócios são isto: ou viajo ou, então, meto-me nestas alhadas de escrever… E se gozo!... Então intervenho para dizer: Finalmente aparece alguém a tratar de um assunto sério: a Assembleia Geral e as Eleições. Mas... Parece-me que vai cair o Carmo e a Trindade, tal é a presunção do sr. Papa Léguas! "Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA" é uma generalidade que vale o que vale. Já os conselhos... pedagógicos são outra estória, que vai trazer desagrados. O sr. Papa Léguas não faz a coisa por menos: Há que assumir duas decisões, já: "consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo"; e, "Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar". Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral. A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas. Ele quer é que a AG seja feita segundo os seus propósitos. Bem, como desaforo não está mal. O CPA tem Regulamentos e são esses Regulamentos que devem ser repeitados, neste e em todos os actos. Mas com a força que mostra é bem de ver que terá muito trabalho pela frente. Por mim é bem vindo. Será que vamos assistir a partir de agora a propostas que valham a pena? Estava eu cogitando sobre o que PapaLéguas iria aduzir e, quem inicia o “regafofe” é Viajante, com uma conversa sobre caça… Interroguei-me: terá sido encomendado o despropósito? Como estava à espera continuei sentado e quem vem à liça não é o PapaLéguas é José Gonçalves com um fraseado sobre “novas” pessoas que são necessárias e que “há que separar o trigo do joio”. Esta intervenção classifiqueia como tendo um “nivelaço” (muitas idas a Espanha), parecendo-me, também, muito … Despropositada. Foram surgindo intervenções. Manel foi dizendo que “lamentamos que o fórum caia no marasmo…”. Mas acha que o autor anterior esteve bem… No dia 6/1/2010 PapaLéguas anuncia, com euforia (foi o que me pareceu): “Sou sócio do CPA” (não estou a dizer que disse: chegou o novo dono, mas gostava de poder), e declara ir enviar à Mesa da Assembleia a “proposta”, já conhecida, acompanhada com mais cinco documentos. Aí entra, de novo, Ameneses arengando umas tretas, mas, em substância, desafiando PapaLéguas a avançar com uma lista. Continuei sentado à espera pelo confronto das ideias que havia colocado a PapaLéguas, e assim iria continuar. Entretanto estávamos a 8/1, e eu já com calos no… “incómodo”, de tanto esperar. Fui lendo os capítulos do “folhetim” e já estou no: “O futuro justifica um referendo”. Sendo as ideias válidas eu intervenho a dizer: Saudo o Papa Léguas Escreve bem e muito. Para já advoga que seja definido o posicionamento quanto ao ideário do CPA: clube de autocaravanistas itinerantes/autocaravanistas campistas, o que, digo, não é irrelevante. Muitos de nós não são uma coisa nem outra, são como eu me considero: turista. Turista "pindérico" que não quer gastar dinheiro em viagens e hotéis, que quer ir onde muito bem lhe parece, e por isso usam uma autocaravana, que é o meio de terem tal liberdade, com alguma economia. Claro, adoptei o autocaravanismo itinerante por ser o que é representativo da minha postura enquanto utilizador de autocaravana. Por isso estou neste Clube para, com os demais sócios, passar a mensagem aos poderes públicos da imperiosa obrigação de regular, de forma consensual, o uso da autocaravana, para fazer vingar a ideia de que os autocaravanistas são cidadãos responsáveis, respeitadores das regras ambientais e por aí fora, incluindo que entendo que quem prevarica deve ser castigado. Porque autocaravanista é mesmo o utilizador de autocaravana, indiferentemente do uso que lhe dá. Suponho que o utilizador campista de autocaravana não verá qualquer vantagem em ser sócio do CPA; portanto, embora a questão seja relevante não me parece tão importante assim. Elitismo, pois, porque não? Fico a aguardar, com interesse, as propostas substanciais: "como criar uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar", que esta é mesmo de monta. Sou o primeiro a advogar que o CPA deverá ter um secretário-geral, pago, para que os associados tenham, mesmo, a quem exigir. Porque exigir à Direcção, bem... não me passa pela cabeça exigir a voluntários mais do que podem e sabem. Como estava sentado assim continuei e quem veio à conversa foi Haddock a interpelar Ameneses sobre alusões acerca de PapaLéguas, que sobre o caso nem tugiu nem mugiu. Mas que deve haver qualquer coisa que Ameneses tem para dizer e não disse… (não estou a fazer intenções de denegrir carácteres). Reporto conserva do Haddock. De PapaLéguas, nada. Quem veio tirar desforço das palavras de Haddock foi Ameneses, de novo, com frases pouco claras… Neste dia 8/1 também apareceu Majv a tentar apaziguar Haddock e Ameneses. Até deu, para Majv voltar ao fórum com conversa fiada daquela que deve ser deixada para o recreio… Já em 10/1 PapaLéguas apresenta mais um capítulo: “Mudar é o caminho”. E eu tinha é que mudar de posição no assento!... Imaginem! Pelos primórdios do dia 12/1 PapaLéguas brinda-nos com: “Assumir a dimensão histórica do Clube”. E depois novo capítulo: “A actual direcção é consciente e responsável”. Ameneses vem lembrar que temos Estatutos. O Ameneses está sempre atento. No dia 13/1 é apresentado o capítulo “Mudar para desenvolver” e no dia 14/1 é apresentado o capítulo “A força dos associados”. Depois, no dia 15/1: “Aos associados cabe a decisão final”. Nesta altura Détinha interpela o companheiro Narciso (afinal significa o mesmo que PapaLéguas) sobre a inconveniência de usar o seu próprio blogue para divulgar questões da AG. (tinham passado 9 dias. Só para lembrar). Haddock insurge-se contra a admoestação. Acha que a liberdade dos blogueiros tem de ser respeitada. Aqui entro eu. Tinha de refrescar a… cadeira. Estar sentado cansa. Experimentem. E digo: O PapaLéguas - o postador de emails da meia-noite - iniciou a sua campanha com a apresentação de una Proposta com duas ideias chave: 1) definir os objectivos do Clube, 2) reestruturação organizativa. Ciente de que estes não são assuntos da próxima Assembleia Geral cometeu a proeza de apresentar o documento "Na AG do CPA - Definir para decidir" fazendo uma exposição toda ela no sentido de veicular a ideia da necessidade de se tomar, agora, a decisão de mudar, argumentando que os objectivos do Clube foram definidos há vinte anos, aquando da fundação. Ou é erro crasso ou falta de atenção do PapaLéguas porque os Estatutos, na versão actual, foram aprovados em 2004. Mas, também eu acho que a questão é pertinente. Sim, senhor, devemos definir, em Assembleia Geral, os objectivos a que o Clube se propõe. Eu comungo da ideia do autocaravanismo itinerante. Para o PapaLéguas é agora, e pronto! Paragem do processo. Adia-se a Eleição. A Assembleia Geral serve para deliberar sobre as contas e para se "botar" umas bocas. O PapaLéguas trata de avançar, num dos dez artigos que publicou, até aqui: "Na AG do CPA - Organizar para melhorar", com ideias peregrinas, ensinando como deve actuar uma Direcção, com normas e regulamentos, e avançando para a Descentralização e a Regulamentação de Delegações Distritais, pormenorizando o seu funcionamento "ad nauseum". Intenções mais que muitas. Impressiona-me a produção literária do PapaLéguas. As razões que invoca com o objectivo de levar o Clube a rever o seu objectivo acabaram por descambar no objectivo de condicionar o processo em curso, submetendo-o à sua vontade... A empresa é demais. Todas as medidas aventadas terão de iniciar o seu caminho e as que forem de implementar pelas direcções sê-lo-ão. As que tiverem de ser autorizadas por Assembleias Gerais deverão sê-lo. Portanto parece-me que o PapaLéguas me fez perder um ror de tempo, porque o li, e a leitura levou-me a intervir no Fórum, o que não é meu hábito nem objectivo. Pergunto-me: porque não apresentou uma candidatura com um programa, com esta ambição, para as eleições que Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Détinha em 19 Jan 2010, 01:49 Boa noite
O companheiro Narciso quer respostas. Apenas lhe dou uma, para que tenha consciência daquilo que quer. QUANDO SE FEZ SÓCIO, já tinha sido enviada a convocatoria para a Assembleia-Geral, A sua Proposta por quantos socios é subescrita? Codialmente Odete Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 19 Jan 2010, 03:18 Ser ignorante não é razão para nos sentirmos diminuídos
Quebrando a minha própria decisão de não responder a questões menores e, muito principalmente aos assuntos colaterais que nada têm a ver com a Assembleia Geral de 30 de Janeiro, ou seja, à continuação de provocações que não contribuem para nada, que são usadas por quem não tem argumentos, perante o absurdo, o impossível, que aqui se diz, sou obrigado a colocar as coisas no são: Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu. Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado; portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento. ********** “Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu” 1º – Os estatutos não dizem nada disto e o que é dito que aconteceu é IMPOSSÍVEL ter acontecido. 2º - Não é possível, como no texto a azul é dito, que as Convocatórias “são feitas com 15 dias da sua realização” e “divulgadas com 30 dias de antecedência”. Nunca vi nada assim. A Convocatória é divulgada antes de ser feita!!! 3º - O que os Estatutos dizem (§1, Art.º 14) é que as convocatórias são expedidas com 15 dias de antecedência desde que não se realize FORA do Concelho da Sede, ou seja, que se realizem em Lisboa, conforme se tem que deduzir da aplicação do §3º do mesmo Art.º 14. 4º - Assim, os Estatutos dizem que (§3, Art.º 14) quando as Assembleias são convocadas para fora do Concelho da Sede do CPA (exemplo de Fátima) a Convocatória tem que ser divulgada com pelo menos 30 dias de antecedência. 5º - Há, pois, dois prazos para a cumprir consoante a Assembleia Geral se realize dentro ou fora do Concelho da Sede do CPA. “Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado” Não fora as afirmações que aqui se produzem, sem qualquer base de sustentação, poderem ser consideradas correctas por quem de boa fé as lê, sinceramente ficava calado. Tenho, por isso, a obrigação de ir explicando os erros de raciocínio, até porque (e porque as pessoas me não conhecem) tenho uma experiência de alguns anos de Coordenação de Assembleias Gerais em que participavam mais de 1000 pessoas. Não é possível convocar para 30 de Janeiro uma Assembleia-geral com outra Ordem de Trabalhos. Concordamos. Mas não é isso que está em causa ou se pretende. O que queremos é que seja suspensa a Assembleia-geral, no que se refere ao Ponto da Ordem de Trabalhos referente a eleições. E isso é possível e é legal? É. Imaginem que a sala do Restaurante caia. Neste caso a Mesa da Assembleia Geral Convocava a continuação da Assembleia Geral, para outra data, que não podia ser inferior a 15 ou 30 dias conforme fosse dentro ou fora do Concelho da Sede e com a mesma Ordem de Trabalhos. Portanto é possível, por decisão da Mesa da Assembleia Geral ou por decisão dos Associados, consubstanciada numa proposta, que um determinado Ponto da Ordem de Trabalhos seja suspenso, para depois continuar em data a determinar e nas condições que forem aprovadas desde que se não altere o texto desse Ponto da Ordem de Trabalhos. “portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento. ” Pode, deve e é legalmente obrigada a isso. Tem que por o Requerimento à votação dos Associados (no caso concreto não se trata de um Requerimento, trata-se de uma Proposta) e, se eles votarem favoravelmente a suspensão / adiamento a Mesa da Assembleia Geral é obrigada a executar a vontade dos sócios. ********** Tal como venho dizendo, noutros textos, um das objecções que vem sendo evocada é que a Proposta é anti-estatutária, o que não é verdade, como estou demonstrando. Mas a questão de fundo é outra: Até este momento não há nenhum argumento que tenha sido apresentado e justifique a manutenção do acto eleitoral. Mas há pelo menos 3 verdadeiros argumentos que justificam o adiamento das eleições, se a Proposta for aprovada, e, volto a repetir, são os seguintes: 1 - Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral – prazos e regras claras e pré-definidas; 2 - Uma maior participação dos associados – voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção; 3 - Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos através de compromissos públicos – apresentação de um Programa de Acção. E continuo a não ter resposta. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 19 Jan 2010, 11:59 Ao Fórum. A quem interessar
Onde reafirmo que a “proposta” de PapaLéguas não pode ser votada. Os títulos das peças de PapaLéguas são um mimo. E muito corteses. Fica registado. Isto de ignorância até está bem. Está muito bem: não me considero outra coisa! Mas, embusteiro não; isso não sou. E apodo de embuste (mentira artificiosa, patranha, ardil, enredo, logro) o que PapaLéguas está a tentar veicular neste Fórum. Mas deixemos a fotografia para depois, vamos ao que interessa: aos Estatutos. Parág. 1 – A assembleia geral é constituída por todos os sócios activos, no pleno gozo dos seus direitos, e nela reside o poder supremo do Clube, devendo ser convocada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral por meio de aviso postal dirigido aos sócios, expedido com pelo menos quinze dias de antecedência. Parág. 2 – O aviso de convocação deve indicar o local, a hora e a ordem de trabalhos, que não pode ser alterada, nem modificada. Parág. 3 – A assembleia geral pode realizar-se fora do concelho da sede quando integrada numa actividade do Clube aberta a todos os sócios sem qualquer limitação do número de presenças e divulgada com pelo menos trinta dias de antecedência, devendo ser convocada nos termos dos parágrafos 1 e 2. Contesto a admissão da sua “proposta”, baseado nos nossos Estatutos, que transcrevi acima, sem sublinhados tendenciosos - e não nos de V. Exa. -, nestes termos: Por outro lado - o lado legal -, as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência, o que aconteceu. Ora, já não é plausível fazer uma convocatória com objectivo diferente do anunciado; portanto, a Mesa da Assembleia Geral não pode dar provimento a tal requerimento. PapaLéguas arenga com este texto: 1º – Os estatutos não dizem nada disto e o que é dito que aconteceu é IMPOSSÍVEL ter acontecido. 2º - Não é possível, como no texto a azul é dito, que as Convocatórias “são feitas com 15 dias da sua realização” e “divulgadas com 30 dias de antecedência”. Nunca vi nada assim. A Convocatória é divulgada antes de ser feita!!! 3º - O que os Estatutos dizem (§1, Art.º 14) é que as convocatórias são expedidas com 15 dias de antecedência desde que não se realize FORA do Concelho da Sede, ou seja, que se realizem em Lisboa, conforme se tem que deduzir da aplicação do §3º do mesmo Art.º 14. 4º - Assim, os Estatutos dizem que (§3, Art.º 14) quando as Assembleias são convocadas para fora do Concelho da Sede do CPA (exemplo de Fátima) a Convocatória tem que ser divulgada com pelo menos 30 dias de antecedência. 5º - Há, pois, dois prazos para a cumprir consoante a Assembleia Geral se realize dentro ou fora do Concelho da Sede do CPA. Se viu ou não viu algo assim antes é pura ignorância… Porque parece saber ler… Leia os Estatutos e não faça interpretações abusivas. Não se fala ali de Caim e Abel que, sobre esses José Saramago não disse tudo, apesar de ter dito muito. Portanto, com base nos Estatutos a “proposta” não pode ser submetida à Asssembleia Geral. PapaLéguas tem de apresentar uma lista e encabeçá-la, concorrendo à presidência do CPA. Esta a saída para o assalto ao CPA. Declaro desde já que não aplaudirei a eleição de V. Exa., mas continuarei sócio enquanto me deixar. Por último: acho que só está mal na fotografia que vou fazendo de V. Exa., porque V. Exa. me parece mesmo feio (por dentro). Espero ter chance de ir retocando o retrato; apesar de não ser perito no Photoshop ficará obra!... pode crer. (Será inconveniente este texto? Já perdi o tino, ou será a ignorância a falar?) Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 19 Jan 2010, 16:46 Ser ignorante não é razão para nos sentirmos diminuídos
Continuando a ser pedagógico, com uma infinita paciência, pelo respeito que me merecem todos os restantes “ouvintes” e a quem peço desde já desculpa por ser obrigado a intervir de novo. Mais uma vez, a incapacidade que se tem de interpretar um texto e, mesmo uma única frase, é manifesto. Por outro lado, quando começamos a perder a serenidade, o nosso raciocínio trai-nos e já não conseguimos ser coerentes com o que dizemos. A ansiedade leva-nos a misturar “alhos com bugalhos” e o desespero impele-nos para os caminhos da agressividade que em nada contribuem para passar a mensagem que temos, se a temos. É por isso, também, que, numa atitude de condescendência, que todos os que conseguem manter alguma frieza de raciocínio, têm obrigação de ter, desculpo algumas das blasfémias (?) que neste Fórum vêm sendo produzidas, felizmente por um número insignificante de intervenientes. Ser ignorante não é razão para nos sentirmos diminuídos e, se a palavra “ignorante” for usada num determinado contexto, também não é razão para a considerarmos um termo pejorativo. Para a maioria dos “ouvintes” não seria necessário uma explicação adicional, mas para alguns (talvez mais para algum do que para alguns) pode levar a uma maior compreensão. Assim, se eu, por exemplo, a um médico, chamar ignorante, num assunto que respeite à profissão de médico, estou a ter uma atitude pejorativa. Se o fizer, no mesmo contexto, a um advogado, engenheiro, sapateiro, electricista… estou a agredi-los, estou usar uma terminologia pejorativa. Mas se um médico, um advogado, um engenheiro, um sapateiro, um electricista… me chamarem ignorante, no enquadramento de assuntos relacionados com cada uma das suas respectivas profissões, não estão a ser pejorativos, porque eu não sou médico, não sou advogado, não sou engenheiro, não sou sapateiro, não sou electricista. Sou, nessas matérias, um ignorante. E assumo-o. Como qualquer pessoa inteligente o faz. Uma palavra é pejorativa consoante o contexto em que é usada. Outro exemplo. No norte do País são muitos os concidadãos que usam expressões que fora de determinados contextos podem ser ofensivas, nomeadamente para as mães das pessoas a quem se dirigem. Contudo, elas são usadas até como expressão de alguma ternura que se tem pejo em expressar em público e que daquela forma se sentem mais à vontade para o fazer. Por isso, concluindo, sermos ignorantes, naquilo que não temos a obrigação (até profissional) de sabermos, não é razão para nos sentirmos mal, diminuídos. Eu é que me sinto mal pela minha incapacidade de fazer compreender a uma simples alma que aquilo que os Estatutos do CPA dizem não é aquilo que afirma que os Estatutos dizem. Mas, não vou repetir TODA a argumentação já aduzida neste Fórum (mensagem 73). Está lá tudo. Basta, além de saber ler e escrever, saber interpretar. É dito: “(…)as convocatórias para as Assembleias Gerais, segundo os Estatutos, são feitas com 15 dias da sua realização e deverão ser divulgadas com trinta dias de antecedência,(…) ”, que é o mesmo que dizer que as Convocatórias são feitas 15 dias antes para serem divulgadas 30 dias antes. Isto tem sentido ou é apenas ignorância? Mas, mais grave, isso sim, é que à pala de uma interpretação (?) errada, absurda, dos Estatutos se querer que uma Proposta seja rejeitada liminarmente pela Mesa da Assembleia-geral. Apela-se, inconsciente ou conscientemente, à Mesa da Assembleia-geral para que cometa uma ilegalidade. Apela-se, como já atrás fiz referência, a uma entidade protectora para que venha em nosso auxílio. Quer-se ganhar o jogo na secretaria, já que se não consegue ganha-lo no campo. É significativo de um determinado tipo de mentalidade que sobre a substância do assunto em apreço (suspensão para data pré determinada do ponto da Ordem de Trabalhos “eleições”), nomeadamente das razões dessa suspensão, que o silêncio seja ensurdecedor: O que quer? O seu querer é pela negativa. Não quer Uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, através de um acto eleitoral com prazos e regras claras e pré-definidas; Não quer Uma maior participação dos associados, através da utilização do voto por correspondência que permite a TODOS os sócios escolher a sua Direcção; Não quer Uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos, através da apresentação de um Programa de Acção de cada Lista Candidata. Mas não diz porque não quer. O que faz para conseguir o que não quer? Ofende quem tenha ideias contrárias às suas para justificar o que não quer e porque não quer. Recorre ao desconhecimento dos outros para vincular ideias falsas. Não argumenta de boa fé ou por ignorância. Possivelmente o que está em causa é o desejo subconsciente (não confundir com inconsciente) da procura de uma afirmação e, através dessa afirmação, de uma realização ainda não conseguida. Consegui-lo-á? Não sei. Mas, se isso contribuir para a felicidade de quem quer que seja, contem comigo para ajudar. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 19 Jan 2010, 21:38 A quem interessar
Os sócios do CPA, como eu, não pagam mais nada pelas lições, de mestre-escola, candidato ao assalto do CPA, que nem pediram nem lhes agrada… Lições que, diga-se de passagem, de tão condensadas, tão simples, acabam por ser simplistas. Se acontecer com os demais o que acontece comigo, desde já agradeço que vá palrar para outro lado. Seja objectivo. Acho que terá dificuldade em se fazer pagar por coisa tão irrisória. Ele é lições sobre liberdade de expressão, de comportamento; ele é sobre corporativismo, moderação; ele é sobre regulamentos, carácter, conhecimento , ignorância, e por aí fora. É uma estratégia como outra qualquer, afinal. Talvez esta exibição lhe traga a exposição que almeja. Porém, a mim, essas lições, tardias, não me ensinaram a ver pelos olhos do professor. E assim continuo a insistir, enquanto o meu discernimento for o que é, que a solicitação do “mestre” à Mesa da Assembleia, para adiar o ponto 4 da Convocatória, não deve ser atendida. E argumento: Na Revista, “O Autocaravanista”, órgão oficial do CPA, n.º 14 - Outubro/Novembro/Dezembro, foi dada publicidade à Assembleia Geral Ordinária, através de uma Convocatória com a respectiva Ordem de Trabalhos, que os Estatutos não permitem ser alterada. Foi feita a Convocatória. Está feita. E foi no cumprimento dos Estatutos que dizem no Art.º 14.º, parág. 3.º: “A Assembleia Geral pode realizar-se… com pelo menos trintas dias de antecedência”. Sem prejuízo de “…ser convocada pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral por meio de aviso postal… com pelo menos quinze dias de antecedência”. É o que está nos Estatutos. É o que os sócios todos lá podem ler. É o que estava nos Estatutos antes de o professor entrar nestas lides. Portanto, perante estes factos, terá de encontrar outro modo de chegar a onde quer. Adianto que só não me pronuncio sobre a sua “questão de fundo” porque considero que essas são medidas avulsas, eleitoralistas, que devem ser parte intrínseca da candidatura e não justificação para um adiamento de eleições. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 20 Jan 2010, 01:01 Questões pertinentes – Proposta Alternativa
“ASSUNTO ADICIONAL: A forma como a associada Teresa Paiva equacionou a situação (mensagem 66 do tópico) permite-me, numa atitude dialogante com quem se abre ao diálogo, poder vir amanhã a colocar aqui uma proposta alternativa que pode vir a contemplar uma solução mais aceitável para o aparentemente irreconciliável (?)” (Mensagem 69 de 19 de Janeiro de 2010) É o que venho tentar fazer. Aquando da elaboração da Proposta que vou apresentar na Assembleia Geral de 30 de Janeiro reflecti muito sobre o CPA e sobre as formas que poderiam produzir alterações através de processos democráticos transparentes, com a possibilidade real de todos os sócios poderem participar e, não menos, importante, que a eleição fosse também uma atitude referendária. Tendo em consideração que os Estatutos do CPA se regulam pela doutrina estabelecida na orgânica da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), em tudo o que os não contrariem, qualquer Direcção eleita nos moldes em que as anteriores têm sido eleitas não tem campo de manobra democrática para inflectir a prevalência campista dos estatutos para uma prioridade ao autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante. E, senão, vejamos o que dizem os Estatutos do CPA no que respeita à FCMP: Art.º 2º, a) (consequência do objecto do Clube) – Filiar-se na federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (…); Art.º 6º, b) (dos direitos dos sócios) – Requerer a Carta Campista Nacional, a Carta Juvenil, a carta de Montanheiro, e o Carnet-Camping Internacional, nas condições estatutárias da federação de Campismo e Montanhismo de Portugal; Art.º 7º, c) (dos deveres dos sócios) – Cumprir estes Estatutos e outros regulamentos, bem como os da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (…); Art.º 8º, §1º, f) (das penalidades) – Proposta à Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal da sua (dos sócios) irradiação do movimento campista; Art.º 11º, e) (da competência da Direcção) – Nomear um elemento para ocupar funções em prol do desenvolvimento do autocaravanismo na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (…); Art.º 16º, § único (da dissolução) – Aprovada a dissolução os bens representados por material ou instalações campistas deverão ser entregues à Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. (…); Art.º 17º (dos casos omissos) – Os casos omissos nestes estatutos poderão ser objecto de regulamentos especiais (eleições, por exemplo) desde que não contrariem o seu espírito ou regular-se-ão pela doutrina estabelecida na orgânica da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, (…). Alguém duvida que os Estatutos do CPA estão virados para uma filosofia campista em autocaravana? Uma Direcção que se candidate com um Programa de Acção no qual desenvolva as linhas de força em que assentará a sua gestão, se vier a ser eleita, tem legitimidade democrática para dar início às mudanças que se impõem. E se essa mesma Direcção for votada por um número expressivo de sócios (voto por correspondência) a representatividade dessa Direcção não pode ser posta em causa de ânimo leve. Porém, se a estes dois princípios se vier a juntar uma pré definição de regras que permitam a qualquer outros sócios, poderem candidatar-se, a estabilidade e a firmeza de uma Direcção eleita será quase incontestável. Disse Teresa Paiva: “ (…) manifesto apenas o receio de que o adiamento de eleições no CPA seja o adiar de soluções para o mesmo. Todos sabíamos que haveria eleições no CPA para o próximo biénio e não houve candidatos dispostos a assumir os destinos do Clube, haverá em Abril? ” Este receio (?) de que em Abril (se as eleições fossem adiadas) pudesse não haver candidatos e, consequentemente, seria um adiar de soluções para o CPA, foi também uma preocupação minha. Não é por acaso que no ponto da propositura da Proposta avanço com o seguinte: “4 – Que seja votada por proposta da Mesa da Assembleia Geral uma Comissão constituída por um mínimo de 3 e um máximo de 9 sócios, dos quais fará parte o Presidente da Mesa da Assembleia Geral que coordenará, com o objectivo de promover a constituição de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, que até pode vir a ser validada pela actual Direcção, sem prejuízo de outras se poderem constituir e apresentar; ” Esta medida procura criar condições mínimas para de alguma forma se garanta o aparecimento de uma Lista Candidata. Quando se tem um Projecto para uma Instituição, se dá a cara por ele, tem que se reflectir em todos os aspectos. Tem, também, que se ter convicções, embora, certezas… nem sempre. Esta era (e é) a única preocupação que tenho no que à Proposta se refere. È gratificante (talvez não seja o termo exacto) constatar que a única pessoa que levantou uma dúvida séria sobre a exequibilidade da Proposta com vista aos objectivos imediatos pretendidos viesse ao encontro das minhas dúvidas. Se a Proposta for aprovada e em Abril não se candidatar uma Lista, embora a responsabilidade legal seja da Assembleia-geral que a aprovou, a responsabilidade ética é minha. E, meus Caros Consócios, acreditem ou não, para mim, isso seria uma “barra muito pesada”. Portanto, para que os objectivos que tenho vindo a por à consideração dos sócios se possam vir a concretizar e, simultaneamente, poder colmatar a dúvida levantada, vou apresentar uma Proposta Alternativa para ser votada na Assembleia-geral. Essa Proposta Alternativa dirá basicamente o seguinte: “Os candidatos eleitos na Assembleia-geral de 30 de Janeiro comprometem-se a: a) Promover eleições até 31 de Dezembro de 2010 tendo por base os princípios definidos nos documentos “Regulamento e Caderno Eleitoral” e “Regulamento do Direito de Votar”; b) Promover alterações aos documentos referidos em a), adaptando-os às necessidades da altura em que se processarem as eleições, sem prejuízo dos princípios democráticos e da maior participação dos associados no acto eleitoral, com respeito pela obrigatoriedade de cada Lista ter que apresentar e divulgar um Programa de Acção; c) Promover a descentralização do CPA, por Distritos ou outras divisões tipificadas, onde existirem 50 ou mais sócios, sem por em causa a unidade orgânica do Clube; d) Para que estatutariamente as eleições possam ter lugar em 31 de Dezembro de 2010 os Candidatos eleitos devem apresentar a sua demissão atempada, mantendo-se em funções até à sua completa substituição. A Assembleia-geral não vê impedimento a que os candidatos eleitos se possam recandidatar nas novas condições previstas para os futuros actos eleitorais. ” Esta Proposta Alternativa, que irei formalizar e, se for a mais votada, permitirá a eleição dos Corpos Gerentes do CPA que aceitem, ao ser eleitos, assumir o compromisso público que a Assembleia aprovou. E o assunto fica á discussão. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: errante em 20 Jan 2010, 19:41 Tretas, Companheiro(s)
Se me permitem, reclamo pelo meu minuto de tretas pedagógicas! Bastas vezes, temos lido por aí,enfim...Gostava de saber com quem falo! Quem não gostava? - Mas,...(há sempre um..., mas) subjacente ao nickname e avatar há a opção na valorização das ideias. AS IDEIAS,...livres de preconceitos que sempre nos condicionam quando estamos perante as pessoas. As ideias podem assim ser mais informais, livres, aguerridas e combativas, ...no limite podemos estar a conversar e a valorizar ideias, de alguém que é nosso inimigo,fazendo de conta que não se conhece,...alguém que não vai em excursões connosco, que não põe o nosso blogue no dele,ou que põe e tira, e coise e tal,... ao sabor vá-se lá saber de quê...,inimizades virtuais,(tb há )coisa de pouca monta,,... mas que és sócio de pleno direito,és, e até podes ter umas ideias-clip porreiras para a comunidade e ajudar a discuti-las. AS ideias são uma coisa, as pessoas são outra coisa! Algumas pessoas, por vezes maiores que as próprias ideias, outras menor, muitíssimo menores...meu Deus! Bom, não interessa,... para conhecer pessoas é preciso ir ao encontro delas, ao vivo pois claro!Dizemos isso aos filhos, não é? Cuidado com a internet!!! Num fórum, procuram-se IDEIAS, e só!( apoios, palpites,ajudas,...) E quem através das ideias, achar que deve ir ao encontro de pessoas, dirigi-lhes mensagens privadas, é para isso que existem! Portanto ofensa, se a houver,quando a houver, é às ideias,...nunca às pessoas. Ovalhamedeus,... ninguém que se chame Errante, Papa-Léguas, Ameneses,ULISSES, Haddock e coisas do género,pode levar a sério uma ofensa virtual!!! Levar a sério uma ofensa a um Nickname é o mesmo que perder o Avatar! Ir a uma excursão,a uma AG, pode ser equivalente a perder o Avatar! Tem alguma graça isso? Não está correcto,...o que se ganha em socialização, perde-se em ideologia! Deveria ser possível, mudar de Avatar e Nickname, sempre que um sócio quisesse! No minimo devia-se poder azucrinar, um bocadinho, aquele companheiráço chato que aturámos durante todo o ultimo encontro do aniversário do clube. Ter dois, ou três perfis possíveis, era o ideal,...assim um tipo podia fazer o seu próprio contraditório,sem ter que aturar desaforos. Podia mudar de opinião sem que ninguém percebesse! Autoapoiar-se, fazer claque, ter uma equipe de fãs até,...não andar a mudar de opinião, como os burros! Bolas! Um tipo tem agora que ser errante toda a vida? Carregar aquele avatar de ET, para todo o sempre,...tem algum jeito? Claro que também há quem, para defender as suas ideiazitas, entenda que um Nickname,Simplesmente, não seja suficiente...sim, isto aqui tb tem níveis,... é como aquelas batalhas da Playstation...vai-se subindo progressivamente no patamar..até sabe Deus,.. Além! Acaba-se a assinar por baixo ou a dar a cara,... seja lá pelo que fôr! É a exaltação da paixão, tipo Saloio! Existe em todas as modalidades! Deixem-me então meter uma axa, não para o fogo, mas para a luz que procuramos... problema velho como a humanidade, ...não havia luz sem fogo, fosse inverno fosse verão..... fogo amigo ou inimigo, era preciso Luz! Estamos na era da electricidade, bem sei,...mas a génese não vai lá com algoritmos. Continuaremos a ter que fazer a barba, por muitas gerações mais...( desfazer, dirão outros, em versão mais erudito-popular)(nunca percebi bem a pertinência mas, tá bem..) Sabem, fui ler os Estatutos do CPA,...faz lembrar a Constituição Americana,..ainda assim,parabéns ao CPA, consegue ter mais artigos! E também quero dar a minha versão da Constituição,pois claro,fez-se para e a pensar no povo, então é assim: No parágrafo 3 do Artº 14 quando se diz "divulgada com pelo menos 30 dias de antecedência" - (para mim), pretendeu o articulista aludir ao Edital,...aqueles que se colam à porta da sede, se publicam nos jornais, etc...isso é divulgação! No mesmo artigo o articulista diz, que apesar disso "a Assembleia deve ser convocada nos termos dos parágrafos 1. e 2. do mesmo Artº14" - portanto, pretendeu o articulista aludir à obrigatoriedade da convocatória ser feita e dirigida individualmente a todos os sócios ( isso é convocatória). Resumindo, o edital de publicidade com trinta dias e a convocatória com 15 dias de antecedência! É o normal e o correcto nestas coisas. Então, o que é que da Mesa da Assembleia, está em falta? Nada! Porquê? Porque estamparam o Edital na revista e mandaram-na a todos os sócios com os 30 dias de antecedência,como se fosse uma convocatória e ainda que fosse nos 15 dias não importa, porque a convocatória não diria coisa diferente do edital.Não pode! O mais importante, fundamental mesmo! Garantiu-se que todos os sócios estão avisados para aquela ordem de trabalhos!Mandaram-nos o Edital, tudo bem pouparam umas coroas. Ora a ordem de trabalhos, releva muito, muitíssimo para a motivação dos associados marcarem ou não presença, como todos sabemos ! E amiúde, bastas vezes, já aqui lemos neste fórum, dito por simpáticos responsáveis, que a revista é para muitos senão para a maioria dos sócios o único elo de comunicação/informação ! Pois é! E ainda que não fosse, as pessoas, que não os avatares, programam a sua vida com antecedência ,...vão priorizando os seus afazeres.Há que respeitar isso tb. Por tudo isso e muito mais,não menos importante, mas que não vale a pena agora trazer ao fogo,... a Constituição sentencia (e muito bem) no parágrafo 9 do mesmo Artigo 14 do capítulo "Da Assembleia Geral" que: "É nula qualquer deliberação tomada sobre assuntos estranhos à ordem de trabalhos para a qual haja sido convocada." Ponto!Ponto.... Uma notabilíssima diferença com organizações Haddock! Diga-se. Voltamos aqui, às IDEIAS!Sem tretas. PODE DISCUTIR (QUALQUER ASSUNTO) NÃO PODE DELIBERAR! (Pode-se e na minha opinião,...deve-se começar a discutir este assunto,...ontem jé era tarde) Muito do que expõe Papa-Léguas, é proválvelmente o caminho a fazer,..mas é forçosamente um caminho muito mais longo. Se pensar com mais calma ou em boa companhia, verá que o que propõe extravasa as competências de qualquer Direcção! Atrever-me-ia até a dizer, divergindo aqui um pouco de ULISSES, que penso ser até duvidosa a aceitação de uma candidatura com um programa desses! O que propõe é da restrita competência da Assembleia Geral. Direi (sem sentença) que terá que ser primeiro eleita uma Direcção digamos Ordinária.Essa direcção durante o mandato poderá propôr/requerer, ao presidente da AG através de subscrição com o minimo estatutário de associados, uma AG Extraordinária para alteração dos estatutos e desígnios e então, finalmente...o presidente da Assembleia, noutra Assembleia promover a eleição de nova direcção, com novos desígnios. Parece-me que assim é que vai ter que ser! Se fôr. Ovalhamedeus,... é preciso autocaravanistas, não esquecer!!! Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 20 Jan 2010, 19:42 A quem interessar:
A Assembleia Geral Ordinária - O acto mais nobre do calendário do CPA, em 30/1/2010 Estamos a uma semana da AG. Conhecemos apenas a ambição de um putativo candidato. Estamos todos preocupados, acho eu – eu estou -, por não ter aparecido uma personalidade, com curriculum, e espírito de missão, a anunciar uma candidatura, como mandam os Estatutos. O putativo candidato a candidato, no essencial, o que propõe – apesar de não ter formulado candidatura, encabeçado lista de candidatos, nem apresentado nenhum programa de acção; apesar de o ter nos capítulos do “seu” “programa – começa por fixar o objectivo de erradicar dos Estatutos qualquer alusão a campismo e por arrasto, o afastamento da FCMP. Há um número de sócios que são autocaravanistas itinerantes e outro que é autocaravanista campista. O CPA é um clube de autocaravanistas. Querer impor a um colectivo institucionalizado, com as características do CPA, uma divisa parece-me um atrevimento, neste momento: o Clube é o que é. Não pode, melhor dizendo, não deve entrar-se em discursos discriminatórios, neste momento. O mal estar do Clube não se prende com ter sócios autocaravanistas itinerantes e autocaravanistas campistas (que raio de classificação!). Quem introduziu esta dicotomia há-de estar a rebolar-se no inferno por todo o sempre. O autocaravanismo é a utilização de autocaravana. A liberdade também é: cada um usa o que é seu como quer. Evidentemente que uma autocaravana-bar, a vender cerveja e bifanas, não é uma autocaravana, é um bar. E o autocaravanista que usa a autocaravana a seu bel-prazer, sem respeito pelos demais, é um “safado”. Poderá, com certeza, vir a discutir-se se os objectivos poderão reger-se por: É um Clube de Autocaravanismo e outras actividades culturais, desportivas e afins. Ou outra designação a escolher das que vierem a ser propostas. E nesse caso deverá assumir-se desvinculação da FCMP para promover a criação de uma Federação Autocaravanista. Este assunto terá de fazer o seu percurso até ser oportuno tratá-lo em Assembleia Geral. Nesta altura não se pode discutir a questão. A “Regionalização” vai ser introduzida no CPA! Será criada uma máquina administrativa com regras estabelecidas no “Regulamento interno de funcionamento da direcção”. Não está lá mas supõe-se que numa instituição como a que propõe, cada director passará a ter secretária particular, carro com condutor, gabinete próprio… Isto é o que terá de resultar da primeira deliberação da próxima Direcção, que também vai deliberar sobre a constituição de Delegações Distritais (Regionalização), em todos os locais com mais de 50 sócios. Naturalmente haverá uma delegação em Faro, outra em Évora, em Coimbra e por aí fora. Todas com escritórios pagos pelo CPA (as quotas dos sócios suportam as despesas!). A definição dos objectivos do Clube e a Estruturação serão questões a discutir, evidentemente a seguir. Mas isso contará. O putativo candidato vai conseguir o objectivo de se tornar o que quiser no Clube. Teresa Paiva já deu uma ajudinha e, por via disso, já mudou de estratégia. A nova proposta, parte do pressuposto que vai haver candidatos e que serão eleitos, mas… na condição de se comprometerem a abandonar as suas funções quando as Eleições a sério se realizarem, quando der jeito, até 31/12/2010! Esta não percebi mesmo! Haja quem explique. Apresentar um programa tão detalhado sem apresentar uma lista com subscritores é qualquer coisa que não percebo, porque não é crível que gente livre embarque em “programa” tão detalhado de um indivíduo, sem participarem. Mas, como tudo é possível, acho que o putativo candidato deve apresentar uma lista de candidatos que subscrevam o seu “programa” e formalize a sua apresentação e candidatura. A não fazer isso dá-me a oportunidade de continuar a intervir nesse sentido. Porque ser já eleito ou ser depois só não é a mesma coisa porque nos obriga ao incómodo de duas viagens! Àqueles que as fizerem. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 20 Jan 2010, 23:00 É preciso autocaravanistas
É o que diz o companheiro Errante! E eu que já tinha notado a falta não tive o descernimento de o declarar. Onde estão? Sim, onde estão os sócios do Clube? Será que não se aperceberam de que estamos num momento histórico? Será que não sentem que pode acontecer o indesejável: o Clube entrar em colapso porque não há candidaturas ou porque o putativo candidato se torne candidato "à medida" - Teresa Paiva avançou o mote -, na hora, e tome conta do Clube; e como foi só ele a apresentar o "seu" "programa" ficará com o Clube? Será que os sócios não se interessam? Morderam a língua? É que só um, até agora, subscreveu, sem papas... na língua, a ideia de que a Assembleia Geral está convocada, a Ordem de Trabalhos definida e não há possibilidade de reverter esta situação. Esse um é o companheiro Errante, que saudo vivamente. Já me estava a sentir a mais e com vontade de fugir. Podem dizer que o putativo candidato tem razão, desde que o pensem e exponham argumentos. Mas PENSEM. Armindo Santos Título: O PERÍODO DE DISCUSSÃO TERMINOU – É O MOMENTO DE DECIDIR Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 21 Jan 2010, 01:01 O PERÍODO DE DISCUSSÃO TERMINOU – É O MOMENTO DE DECIDIR
Ao longo de 15 dias partilhei publicamente as minhas ideias no que se refere ao Clube Português de Autocaravanas, nomeadamente sobre o acto eleitoral convocado para 30 de Janeiro de 2010. Ao longo de 15 dias fui ofendido, apoiado e defendido no inalienável direito de livremente me expressar. Ao longo de 15 dias recebi mensagens privadas de sócios e não sócios, já manifestando oposição, já com criticas construtivas, já com apoios às ideias desenvolvidas. Ao longo de 15 dias a todos procurei responder, nunca me afastando do assunto, procurando não personalizar os temas e não trazer à coacção questões colaterais. Ao longo de 15 dias constatei que, o tópico “Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA” no Fórum do CPA, teve mais de 1800 visualizações, no único debate sobre eleições, ao que sei, sem que nenhum associado do CPA tivesse apresentado qualquer proposta, sugestão ou alternativa. Ao longo de 15 dias, com os contributos de todos, mesmo dos que usaram expressões ofensivas, fui renovando os conceitos e enquadrando as ideias de forma pragmática. Estes 15 dias de reflexão permitem-me estar em condições de, ainda mais conscientemente, reformular as Propostas que consubstanciam as minhas ideias. As Propostas que vou apresentar na Assembleia-geral (A.G.) de 30 de Janeiro de 2010, que já não considero em discussão neste Fórum, fruto desta análise de 15 dias, são as seguintes: ************************* Proposta de Suspensão do Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da A.G. de 30-01-2010 Considerando: 1. Que se justifica uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, com prazos e regras claras e pré-definidas; 2. Que é necessário uma maior participação dos associados no processo eleitoral, o que pode ser conseguido com o uso do voto por correspondência, que permitirá a todos os sócios escolher os Corpos Gerentes do CPA; 3. Que uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos assumidos por cada Lista Candidata, com a apresentação de um Programa de Acção, permite um voto mais consciente; 4. Que devem ser promovidos debates descentralizados sobre “Eleger para definir e desenvolver”; 5. Que não existe nenhuma disposição estatutária que o impeça, PROPONHO: Que seja suspenso o Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Convocatória desta Assembleia-geral a continuar numa outra reunião da mesma Assembleia-geral a convocar para o dia 17 de Abril de 2010. Fátima, 30 de Janeiro de 2010 ************************* Proposta de Metodologia dos Actos Eleitorais Considerando: 1. Que se justifica uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, com prazos e regras claras e pré-definidas; 2. Que é necessário uma maior participação dos associados no processo eleitoral, o que pode ser conseguido com o uso do voto por correspondência, que permitirá a todos os sócios escolher os Corpos Gerentes do CPA; 3. Que uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos assumidos por cada Lista Candidata, com a apresentação de um Programa de Acção, permite um voto mais consciente; 4. Que não existe nenhuma Regulamentação em vigor sobre Eleições e sobre o uso do Voto por Correspondência; 5. Que não existe nenhuma disposição estatutária que o impeça, antes pelo contrário, PROPONHO: a) Que seja aprovado o “Regulamento e Calendário Eleitoral” em anexo e que entre em vigor à data de 30 de Janeiro de 2010; (ver documento em http://papaleguas.site90.net/CPA%20-%20Regulamento%20e%20Calendario%20Eleitoral.pdf) b) Que seja aprovado o “Regulamento do Direito de Votar” em anexo e que entre em vigor à data de 30 de Janeiro de 2010. (ver documento em http://papaleguas.site90.net/CPA%20-%20Regulamentacao%20do%20Direito%20de%20Votar.pdf) Fátima, 30 de Janeiro de 2010 ************************* Proposta de Constituição de uma Comissão de Candidatura Considerando: 1. Que a dispersão geográfica dos sócios do CPA pode impedir contactos profícuos para a constituição de Listas Candidatas aos Corpos Gerentes; 2. Que a eventual não apresentação de uma Lista Candidata pode ser susceptível de criar um vazio directivo, PROPONHO: Que o Presidente da Mesa da Assembleia Geral, à data da Convocação de uma Assembleia Geral Eleitoral, promova e coordene uma Comissão de Candidatura, constituída por um mínimo de 3 e um máximo de 14 sócios, com o objectivo de propor uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, sem prejuízo de outras se poderem constituir e apresentar Fátima, 30 de Janeiro de 2010 ************************* Proposta Estratégica para o Mandato 2010/2012 Considerando: 1. Que os associados votaram contra a suspensão do Ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Convocatória desta Assembleia-geral a continuar numa outra reunião da mesma Assembleia-geral a convocar para o dia 17 de Abril de 2010; 2. Que consideram, no entanto, que se justifica uma ainda maior democraticidade do processo eleitoral, com prazos e regras claras e pré-definidas; 3. Que é necessário uma maior participação dos associados no processo eleitoral, o que pode ser conseguido com o uso do voto por correspondência, que permitirá a todos os sócios escolher os Corpos Gerentes do CPA; 4. Que uma aposta clara nas pessoas, nos candidatos, através de compromissos públicos assumidos por cada Lista Candidata, com a apresentação de um Programa de Acção, permite um voto mais consciente; 5. Que não há contradição entre o que se propõe e os estatutos do CPA; 6. Que não existe nenhuma Regulamentação em vigor sobre Eleições e sobre o uso do Voto por Correspondência, PROPONHO: Que os Corpos Gerentes que vierem a ser eleitos nesta reunião da Assembleia-geral, no âmbito das respectivas competências, desenvolva as seguintes iniciativas: a) Promover eleições até 31 de Dezembro de 2010 tendo por base os princípios definidos nos documentos “Regulamento e Caderno Eleitoral” e “Regulamento do Direito de Votar”; b) Promover a descentralização do CPA, por Distritos ou outras divisões tipificadas, onde existirem 50 ou mais sócios, sem por em causa a unidade orgânica do Clube; c) Promover activamente o conceito de Autocaravanismo, entendido como modalidade de turismo itinerante, através de todos os meios ao seu alcance, nomeadamente do elemento nomeado para ocupar funções na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, a que se refere a alínea f) do Artigo 11º dos Estatutos do CPA. Fátima, 30 de Janeiro de 2010 ************************* Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 21 Jan 2010, 13:18 A quem interessar:
Quantos sapos vivos somos obrigados a engolir! O putativo candidato vem, na última aparição da meia-noite e um minuto, dizer que, afinal, a proposta alternativa que Teresa Paiva lhe tinha aconselhado, ou sugerido, já não é proposta! Parece que diz, sem dizer: Como acabou o recreio, vamos ao trabalho que é o momento de decidir. Volta ao primeiro estádio, ou seja, à primeira proposta causadora deste desaguisado, propondo a suspensão do ponto 4 da Ordem de Trabalhos da AG de 30/1: pela democraticidade, pela maior participação, pelos compromissos, pelos debates; portanto, muda-se a Eleição para 17/4/2010. Insiste, arenga razões fora de propósito. Quanto perceberá que para haver uma eleição é só necessário haver candidato? O que me parece é que passou a ser candidato adiado, só que ainda não interiorizou isso. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: RCruz em 21 Jan 2010, 19:54 Caros Companheiros(as)
Estando à muito afastado deste forum por razões que em tempos tive ocasião de manifestar e que se prendem com a forma como decorreu a assembleia eleitoral realizada em Abrantes e acima de tudo, com a forma como foram tratados vários Companheiros que muito deram a este Clube como foram os casos do Raul Lopes e do Nuno mais, com as posições assumidas (ou não assumidas) em defesa destes Companheiros o que me deu a sensação de se querer reescrever as história deste Clube tentando ignorar um período em que o CPA cresceu, mostrou vitalidade e acima de tudo, impôs-se como referência nacional no que ao autocaravanismo diz respeito. Volto hoje à vossa companhia porque, apesar de afastado nunca deixei de acompanhar o que por aqui se ia dizendo, e sinceramente já estou cansado do debitar de prosa e mais prosa por parte de um personagem que por aqui apareceu de espada em riste e bandeira desfraldada ao vento qual salvador deste Clube e que se auto intitula "Papa Léguas". Este senhor que conhecemos pelo nome de Rui Narciso, que segundo parece faz parte dos aderentes do Clube Autocaravanista Saloio, já cá anda à muito tempo... Bom falante e melhor escrevedor, a prova está na quantidade de prosa debitada neste forum, parece-me no entanto ser um mau estratega. E julgo isto porquê? Sabendo este senhor que no ano de 2010 haveria eleições para o CPA deveria, em primeiro lugar ter-se filiado com maior antecedência no nosso Clube e evitava entrar da forma que entrou fazendo o alarido que fez por ter sido aceite como sócio. Em segundo lugar, se está tão empenhado no assalto à Direcção do CPA, o tempo que em 14/12/2009 andou a enviar cartas ao XVIII Congresso da Associação Nacional de Municipios Portugueses chamando a atenção para a diferença entre o "Acampar" e o Estacionar" deveria reunir um determinado grupo de seguidores, amigos, discipulos ou lá o que lhe queira chamar, constituir uma lista às eleições do CPA, apresentar as suas ideias a todos os associados e então se fosse eleito tinha o aval dos sócios para levar a cabo as alterações que se propõe fazer. Feito isto, enviava então missiva à Associação de Municipio e a todas as autarquias, como o fez posteriormente mas com a chancela do único e maior Clube Portugues de Autocaravanismo, o CPA acompanhado de um memorandum onde poderia informar da eleição de nova Direcção do Clube bem como dos seus projectos e anseios e não em nome do Clube Autocaravanista Saloio conforme o fez porque, com todo o respeito que me merece este Clube Autocaravanista Saloio e todos os outros existentes, não se pode comparar à dimensão e representativadade do Clube Portugues de Autocaravanas. Assim a situação para mim é muito clara e óbvia: A Assembleia está marcada para o dia 30 de Janeiro A hora está definida como sendo as 14h30m O local é em Fátima Posto isto, basta reler a Ordem de Trabalhos: 1. Leitura e aprovação da acta anterior (que deveria ser dispensada pela Assembleia) 2. Discussão e votação do Relatório e Contas da Direcção referentes ao ano de 2009. 3. Discussão e votação do Orçamento para o ano de 2010. 4. Eleição dos Corpos Gerentes para o biénio 2010/2011. 5. Período de 60 minutos para apresentação de assuntos de interesse para o Clube. Assim sendo, a discussão das propostas de esse senhor pensa submeter à Assembleia, se o Presidente da Mesa de Assembleia assim o entender, só poderão ser feitas no ponto 5 destinado a apresentação de assuntos de interesse para o Clube altura em que a próxima Direcção já estará eleita e, caso seja feita proposta para que os documentos sejam discutidos antes da eleição, compete ao Presidente da Mesa submeter a sua aceitação à Assembleia e nesse caso a decisão está do lado dos sócios presentes e desde já vos digo que o meu voto será contra. Resumindo o sr. Rui Narciso vulgo "Papa Léguas" que adie o seu assalto à Direção do CPA por mais dois anos, aproveite este período para mostrar que é merecedor da nossa confiança ajudando no que há para fazer e é muito, colocando a sua sabedoria e conhecimento em favor das causas que nos afectam e... poderá ser que daqui a dois anos nos convença. Sobre este assunto mais não digo. Por aqui me fico e até qualquer dia Um abraço fraterno para todos(as) os(as) Companheiros(as) E façam favor de serem felizes Rcruz Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 21 Jan 2010, 20:35 A quem interessar:
Evidentemente que é muito reconfortante registar opiniões que têm similitudes com a nossa, como é o caso da posição do companheiro RCruz, que ainda por cima, avança informações sobre a personalidade e percurso do candidato adiado, que desconhecia e registo. No entanto, o que mais aguardo, e julgo que é preciso, é mais participação. Estou a chegar à dolorosa conclusão de que não há autocaravanistas interessados nos destinos do CPA. Não haverá? Ou há jogo escondido? Como é possível que esteja a imperar a lei da rolha? São gente livre os sócios deste Clube? Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Dematos em 21 Jan 2010, 22:36 Boa noite,
Como o Clube Autocaravanista Saloio foi aqui citado, compete - me esclarecer o seguinte: O companheiro Rui Narciso (Papa Léguas) não é sócio (porque não quer) e não faz parte dos aderentes do CAS, pois como poderão constatar nos Estatutos – Regulamentos Internos do clube, não existe essa categoria de associado. Feito o esclarecimento, tomo a liberdade de citar o companheiro RCruz “façam favor de serem felizes” e já agora , contribuam com alguma coisinha nas ONG's, para as vítimas do Haiti. Grato pela atenção, Fernandes de Matos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 22 Jan 2010, 12:28 A quem interessar:
Esta guerra da manjerona… é que, apesar de o candidato adiado não ter arengado coisa nenhuma à meia-noite, como de costume, por a cassete ter acabado, a mim sobram-me razões. Bem; resolvi voltar ao lugar do “crime”: o “programa”, despropositado, do ora candidato adiado. E o que li no primeiro post, publicado pelo candidato adiado, nos idos do dia 5/1/2010 continua lá, como a sua grande contribuição para o autocaravanismo em geral e do CPA em particular: 1) “…consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”; 2) “…estruturar para que as ligações entre associados e dirigentes sejam mais próximas”. 3) Regulamentar, regulamentar… As duas grandes decisões da “proposta” obrigam a uma Assembleia Geral Extraordinária e não se vê que daí venham resultados imediatos para o Clube; eu apoio que venham a ser referendadas. O candidato adiado sabia isso; portanto, começou foi por baralhar os dados: lançou uma discussão que, se tivesse revelado dimensão humana que o qualificasse para dirigir o CPA, nunca teria permitido, evitando a discussão, que só tomou o caminho que tomou porque o candidato adiado, petulante, senhor de si, ateu-se à colagem ao “If”, cujo sentido de leitura lhe escapa, não teve o bom senso de intervir a contraditar as interrogações que lhe apresentei e, por isso, em vez de “arregimentar” um aliado alimentou um “desconformado”. Tem este candidato adiado dimensão de líder? A conversa da reestruturação sobre a aproximação entre sócios e Direcção é, evidentemente, de cassete. Na prática está interessado é em ser o detentor da coisa…Tem uma postura ditatorial, partidista, do tipo sindicalista de secretária, estalinizante. Tudo deve ser como quer. Enfim… Estou a ser condescendente, fiquem a saber. Quem se disporá a subscrever a sua liderança? Melhor sorte nos calhe. Nas múltiplas intervenções posteriores só debitou tretas sobre o mesmo tema, e sobre como tudo deve ser estruturado, organizado; regulamentação p’ra-trás-e-p’ra-frente. De substancial nada. Será que impor uma burocracia estatizante no CPA é o que mais importa? Mais a “regionalização”? Então não propõe nada como actuação para o CPA , no futuro, no sentido de, por exemplo: dobrar o joelho a essa má parceira de jornada, a FCMP? Não diz sobre como promover o CPA de modo a que este esteja nos eventos em que se trate do tema autocaravanismo e questões afins? (tipo as reuniões de Tavira e Lagos. Eu, sócio, estou aqui, e podia representar o Clube, se mandatado). Não disse o que acha que deve ser mantido e o que deve ser mudado no CPA, quanto às relações com os associados. A regionalização é uma fraude própria da política. (Sou sócio há um ror de anos e nunca fui contactado para coisa nenhuma, não fui chamado nem achado em participar no quer que seja). Estou pela primeira vez envolvido com um ente que me parece menor e desmerecedor do meu esforço pedagógico. E quanto à imagem do CPA, que tem um logotipo do tempo do Foz Côa, e que uns quantos acham bem e uns quantos de nós acham muito mal, mas que a lógica manda que seja renovado? E quanto à edição de material promocional? Por exemplo: autocolantes, sacos, cinzeiros, castiçais, louça, etc., etc., para que os sócios tenham a possibilidade de, comprando para si mesmo, e para oferecer aos amigos, divulgarem o CPA, e se orgulharem de se reverem nesses “gifts”? Para além das receitas expectáveis que daí poderão vir… Mais a acção pedagógica junto das entidades públicas, nos “medias”, onde mais se justificar. A pressão permanente sobre os órgãos de soberania para que o autocaravanismo entre na ordem do dia e se torne uma obrigação tratar, como todos desejamos. Sobred a constituição de comissões para tratar dos assuntos específicos que não temos. Sobre a criação do provedor do Fórum, não moderador que isso é coisa diferente, alguém que possa mediar entre litigantes. Sobre estas questões e as muitas outras que outros companheiros e ex-companheiros apresentaram antes, nada. Pois, onde está a liderança do candidato adiado? Não será deste tipo de oferta que a propaganda eleitoral, que começou logo na sua apresentação, deve subscrever? Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: errante em 22 Jan 2010, 18:23 A quem interessar: 1) consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo; 2) estruturar para que as ligações entre associados e dirigentes sejam mais próximas. Armindo Santos Viva, Não podem os membros da actual Direcção dar-nos algumas luzes sobre estes caminhos? Na sua (deles) qualidade de associados ( que não de directores) manterem-se à margem da discussão destas ideias parece-me pouco cordial! Pelo menos , aparentemente, faz-nos parecerem pouco interessados na continuação do Clube! Não deviam, eles, também como sócios, mais conhecedores e preparados, dar (já não digo aturada reflexão, sobre o estado da arte) mas dicas e pistas, para fazermos o caminho colectivo ? Motivando os sócios! Parece que quer fazer-nos crer que tudo se discute e decide na Assembleia! Sabemos que não é assim! A Assembleia é sobretudo um encontro de PESSOAS, que convergem para ideias já feitas! E se alguém as tem muito bem preparadas, para só lá as apresentar, é porque não as quer ver muito discutidas! Nesse sentido aplaudo o exemplo inicial de Papa-Léguas e congratulo-me com os contributos de ULISSES à reflexão. Parece-me que os restantes sócios, têm uma fé excessiva e na minha opinião errada na capacidade de análise e reflexão de uma assembleia. O que lá se passará, não irá além de uma subscrição e convergência sobre ideias feitas. As reuniões de trabalho, naturalmente preparam-se! Que preparação fez a Direcção para esta próxima reunião? Enfim, muitas questões se poderiam pôr, mas seria preciso que não estivéssemos para aqui a falar sózinhos. Aproveito esta oportunidade para manifestar o meu sincero apreço e agradecimento, por todo o trabalho tão meritório quanto gracioso que a Direcção cessante ao longo destes dois anos realizou! Muitas terão sido as tarefas espinhosas,...atender ao longo destes dois anos às "reclamações" dos sócios não terá sido a menor delas. Pela minha parte, como manifestação de apreço e agradecimnento por esse trabalho, lá estarei em Fátima a jantar convosco e para me despedir na expectativa de outros e melhores encontros, na estrada! Autocaravanista, principiante. Título: merchandising do CPA Enviado por: Decarvalho em 22 Jan 2010, 20:14 Ora viva Ulisses
Aqui vai uma resposta a sua sugestão dos gifts que o CAP poderia (à semelhança de outros clubes) comercializar para realizar algumas receitas! DISCLAIMER Não sou do SLB, nem de nenhuma agremiaçao de cor vermelha,nem estou directa nem indirectamente ligado ou dependente de produtores ou comerciantes de design, ou de objectos de merchandising até a 100º geração, nem esta sugestão tem em si implicita nenhuma imagem subliminar de sociedades secretissimas,nem pode ser interpretada como publicidade interrogativa ou afirmativa a leituras do Blog da assinatura. Título: Dialogar para MUDAR Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 23 Jan 2010, 01:01 Dialogar para MUDAR
A 25 de Janeiro de 1990 nasceu o Clube Português de Autocaravanas. No próximo dia 25 de Janeiro de 2010 o autor do Blogue Papa Léguas e sócio do CPA estará, pela primeira vez, nas instalações onde funcionam os serviços do Clube, na Rua Luís Sttau Monteiro, lote C3, Loja C3 A (Bairro dos Alfinetes), em Lisboa. Só ou acompanhado ali estará, desde as 17 horas e até ao encerramento, para confraternizar, conversar e brindar a todas as mudanças que, exactamente 20 anos depois da fundação do CPA, se justificam ser levadas a cabo. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 23 Jan 2010, 13:21 A quem interessar:
Não me escapa o motivo porque o candidato adiado mostra tanto empenho em estar presente num acto que é de confraternização, fundamentalmente, dos que contribuiram para o trabalho árduo de trazerem o CPA até aqui. Eu sou sócio há cinco anos (um quarto de tempo do que vai ser festejado), e não me sinto no direito nem no dever de ali estar presente, porque não contribui, em nada, para os sucessos do CPA, porque não me foi pedido, e por não me interessar protagonismo, até aqui. Mas, desde já, cumprimento quem contribuiu para esta efeméride. Porém, advirto que as mudanças que se justificam só devem ser assumidas por uma nova direcção, empossada através de Eleições, e não numa confraternização com copos à mistura. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: teresa paiva em 24 Jan 2010, 02:44 Eu sou sócio há cinco anos (um quarto de tempo do que vai ser festejado), e não me sinto no direito nem no dever de ali estar presente, porque não contribui, em nada, para os sucessos do CPA, porque não me foi pedido, e por não me interessar protagonismo, até aqui. Armindo Santos O seu pensamento é mesmo igual ao que escreveu? Sabe a diferença entre protagonismo e associativismo? Parece-me bem que não. Teresa Paiva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 24 Jan 2010, 10:02 À intervenção de Teresa Paiva
Nesta altura o que não aceito mesmo, sem pedir, nem comprar, são lições serôdias, minha cara companheira. O associativismo, como todas as "hortas" tem de ser adubado... E isso é mester de quem governa. E os governos do CPA, até aqui, foram o que foram. Por isso volto a dizer: não me interessei por protagonismos, até aqui. Deixe-me dizer, para finalizar: fazia-se tarde aparecer alguém responsável a intervir, ainda que numa coisa menor. E há tanta coisa substancial sobre que falar!... Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 24 Jan 2010, 16:27 Em DEMOCRACIA, MUDAR para DESENVOLVER
Têm vindo alguns detractores da minha pessoa, que sem me conhecerem de nenhum lado adiantam, além de impropérios, as mais falsas informações que vão progressivamente mudando ao sabor das considerações do momento. Uma das ideias base (posteriormente deixada cair) relacionava-se com o direito ético (o estatutário não o impede) que um sócio acabado de se inscrever no CPA tem de se pronunciar sobre o Clube. A estultícia desta interpretação assenta na ideia, errada, de que o conhecimento do CPA só se inicia a partir do momento em que formalmente nos fazemos associados. Esta concepção nega a existência de uma vida anterior ao CPA e faz dela, concepção, uma imagem fechada do Clube, porquanto é o mesmo que dizer que ninguém sabe de nada no que respeita ao CPA senão a partir do momento em que for sócio do mesmo. Quando se gosta de turismo itinerante em autocaravana o conhecimento do que nos rodeia é importante para fazermos os nossos juízos. Já desde 2007 que o autor do Papa Léguas se veio manifestando sobre as questões do autocaravanismo e, também, do CPA, em reuniões abertas e privadas, em conversas e em mensagens electrónicas trocadas, inclusive, com associados do Clube. Há 5 meses, ainda não pensava vir a ser associado do CPA, e já se preocupava e analisava as problemáticas que se colocavam ao Clube Pela importância que para o autor do Papa Léguas se reveste uma resposta dada em Agosto de 2009 a um sócio do CPA com responsabilidades, vou transcrevê-la, até numa demonstração de que os pensamentos actuais sobre o Clube são a continuação lógica do que já então reflectia e transmitia. ******************** “Boa Tarde. Em primeiro lugar o meu agradecimento por partilhar comigo as suas opiniões e, muito especialmente, as suas preocupações sobre o futuro do CPA enquanto estrutura mestra e de referência do Movimento Autocaravanista de Portugal. Efectivamente não sou sócio do CPA pelas razões que publicamente divulguei e que podem ser lidas em http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/02/porque-ainda-nao-sou-socio-do-cpa.html. Contudo, "Tenho esperança que este "ainda não sócio" possa mudar de estatuto para um "já sócio" (conforme afirmei publicamente) logo que no formulário de inscrição de novos sócios do CPA através da internet deixe de ser obrigatório a referência de um telefone. Tal obrigatoriedade é, no mínimo, espantosa, na medida em que só permite que sejam sócios os cidadãos com telefone "fixo". Se e quando esta obrigatoriedade for anulada não terei qualquer óbice em me candidatar a sócio do CPA e, dentro das minhas capacidades, procurar contribuir para a dinamização do mesmo. Em meu entender o funcionamento do CPA peca por não assumir ATEMPADAMENTE posições sobre as questões que no momento se colocam e também por se não assumir de forma muito clara e transparente como defensor dos interesses do autocaravanismo entendido como uma forma de turismo itinerante. E aqui há que saber juntos dos sócios o que estes realmente querem como actividade autocaravanista primeira: Serem campistas de autocaravana ou serem turistas itinerantes de autocaravana. Não se trata de escolherem uma ou outra modalidade. Trata-se de escolherem a actividade que consideram mais importante. Só com esta definição clara dos associados o CPA poderá optar pelo rumo certo sempre que tiver que fazer opções. Compreendo a angustia que muitos companheiros autocaravanistas sentem pela constituição de outras associações e movimentos, ao invés de se juntarem no CPA. Por enquanto esses Movimentos não têm expressão e não me parece que venham a ter. Quanto às associações (Clubes), especialmente as que forem sediadas fora do Distrito de Lisboa, poderão vir a ter algum incremento. Poderemos, futuramente, analisar esta opinião. No que se refere ao encontro de autocaravanistas para "discutirem" ideias não vejo que inicialmente o caminho seja através da institucionalização. Reuniões informais de representantes de associações ou de movimentos autocaravanistas com alguma projecção e mesmo de autocaravanistas de reconhecido mérito poderão ser o caminho. Dessas reuniões, inicialmente, não resultaria qualquer deliberação nem divulgação de propostas ou ideias que não fossem assumidas por unanimidade. E só quando fosse assumida por unanimidade todos os presentes a divulgariam publicamente pelos meios ao seu (deles) alcance. Perspectivo que este seja um longo caminho e considero que só o CPA tem os meios e a credibilidade suficientes para dar o pontapé de saída a estas reuniões que deverão, as primeiras, serem de âmbito reservado. Inicialmente as dúvidas serão muitas e, por isso, há que criar, nessas reuniões, um dicionário autocaravanista que nos faça falar a mesma linguagem e definir que as reuniões se destinam exclusivamente aos que entendam o autocaravanismo como uma forma de turismo itinerante. A construção desta convergência, na minha opinião (que vale o que vale) só será possível, repito-o, com a participação do CPA. Disponha. Um Abraço (assinatura) Papa Léguas NOTA: Estas palavras alinhavadas ao correr da pena (do teclado) podem não expressar bem o que pretendo transmitir pelo que lhe peço que releve esta incapacidade. ” Para bom entendedor... Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 24 Jan 2010, 19:03 A quem interessar
O, em boa hora, por mim designado candidato adiado, já que continua à espera de uma vaga de fundo – como alguns políticos da praça -, para avançar com a sua candidatura, continua a omitir o nome do personagem que lhe está a dar troco, contrariado - diga-se -, mas, definitivamente, decidido a desmascarar tanta impudícia, soberba, talvez, desonestidade intelectual. Sem vergonha, inicia a sua exposição vitimizando-se – técnica de tristes… – com a afirmação de que “detractores da minha pessoa…, além de impropérios…, falsas afirmações que vão progressivamente mudando…”. Provavelmente com razão, disseram, dizem e vão continuar a dizer outros dislates, enquanto o candidato adiado se mantiver na redoma de vidro em que se meteu e for espadeirando a torto e a direito sobre IDEIAS, sem as discutir, sem as contraditar. Porque a paixão pelo autocaravanismo, diz ele, dá direito a qualquer de se imiscuir e fazer juízos sobre o CPA. Para provar que sempre esteve interessado na temática do Autocaravanismo vem provar com um texto desastrado, descabelado, impróprio de conhecedores, o seu amor à causa. Se lhe derem rédea lançará fogo sobre o CPA, ao propor discutir a dicotomia entre campismo de autocaravana e turismo itinerante de autocaravana!... O homem é mesmo perigoso e não sabe. Não são precisas divisões no seio do CPA. Aqui exclusão NÃO! O CPA é um clube de Autocaravanismo e outras actividades culturais, desportivas e afins. Com este objectivo não se exclui ninguém que seja sócio actual nem se impede a que novos autocaravanistas se associem. Deixo à apreciação dos companheiros as razões aduzidas pelos contendores. Desta vez nem me alongo. Dá muito trabalho ler peças longas. Quero poupar-vos! Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 24 Jan 2010, 19:15 Merchandising do CPA
Com algum atraso, venho solicitar ao companheiro DeCarvalho, a quem reconheço superior inteligência, o que pretendeu dizer sobre a minha sugestão dos "gifts", com aquela do "DISCLAIMER" - o inglês não é o meu forte, safo-me com o de praia... Que significa? Quererá explicar? Corações são corações, com ou sem autocaravana. A cor até gosto muito. O vermelho é fogo, é vida. O SLB aproveitou bem. Mas, eu cá sou do Salgueiros! Sou do Porto, confesso. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 24 Jan 2010, 19:37 Peço desculpa pela inopinada pergunta:
Alguém sabe se ele tomou os comprimidos? Título: CPA, merchandising, logotipo Enviado por: Decarvalho em 24 Jan 2010, 22:21 Meu caro Ulisses,
O disclaimer, que se pode traduzir prosaicamente por Nota ou mesmo "Observações" visava apenas, e de forma humoristica prevenir quaisquer comentarios e insinuações que poderiam surgir de forma incontinente, de sectores de opinião que escrevem no Forum...e que quisessem verberar a minha intervenção sobre algo que pode estar relacionado com o CPA, não sendo eu sócio. Apenas acrescento que na parte do Forum reservada aos socios (VIDA ASSOCIATIVA) ha outros posts meus, do meu tempo de associado, e com sugestões similares, por exemplo sobre o logotipo ou emblema do clube que considero (continuo a considerar) obsoleto e assintomático do que deveria ser, e portanto de urgente substituição! Quanto à cor (que nas frutas tem efeitos anti-oxidantes e por isso se recomenda) de facto é irrelevante, mas o design simples bem poderia ser utilizado com outra percepção em tee shirts, canecas, isqueiros, etc etc associado ao logotipo do CPA. Mas prometo-lhe, e ao forum que vou continuar contido e sem intervenção directa mesmo meramente opinativa sobre momento eleitoral que o clube atravessa, e que o Forum espelha,e fora do tópico VIDA ASSOCIATIVA, portanto ao alcance da leitura de qualquer pessoa, sócio ou não sócio, de forma quase excluisva. Bom fim de semana a todos! Com um brinde à sáude! (http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:hUKrGt4oYBmRaM:http://www.hawkin.com/Assets/HawkinsBazaar/Client/products/1/0/1/10102_a_p.jpg) Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 24 Jan 2010, 22:58 Merchandising do CPA
Caro companheiro DeCarvalho, quero esquecer que não é sócio. Estava na expectativa de uma saída do estilo... melhorei o meu parco inglês. Conforta-me constactar que mantém a ideia de que temos um logotipo antiquado. Ainda bem que se vai mantendo interessado no que se passa por aqui. Às vezes dá para rir outras para chorar. Deve ter reparado na inapropriada "boca foleira" do candidato adiado, bem reveladora do nível do personagem, que mostra interesse em vir a ser Presidente do CPA. Como é possível? O companheiro, que tanto sabe - ou outro capaz de responder -, não me ajuda a perceber? Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 24 Jan 2010, 23:21 Sobre a independência e autonomia do CPA
Citando errante: “ (…) A recente auto-proclamada declaração da Amieira, corrobora de fio a pavio todas as asneiras e atentados que o famigerado Projecto Lei Decarvalho anuncia para o autocaravanismo nacional. Mantém-se viva e só espreita uma nova oportunidade política da direita conservadora mandar neste país, para voltar ao parlamento. (…) Amenese e Ulisses estão naturalmente e na minha modesta opinião muito bem, como sócios dos mais antigos deste clube, a fazer a salvaguarda da independência e autonomia do CPA.” Fonte: «Responder #59 em: 17 Jan 2010, 18:07» em http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,1614.25.html A consideração, direi mesmo, simpatia, que nutro pelo Companheiro Autocaravanista Errante, não é prejudicada pela afirmação das convicções que certamente continuará a defender e, quero crer, com reciprocidade. Assim e no que se refere ao que denomina “Projecto-lei Decarvalho” quero aqui e publicamente reafirmar o meu apoio a existência de uma Lei que defina o que é Estacionar/Pernoitar e Acampar. Permito-me recordar que, por duas vezes, num período que chamo de pré-Lei, estiveram na Assembleia da República, primeiro no dia 13 de Janeiro de 2009, num almoço de trabalho com o Presidente da Subcomissão Parlamentar do Turismo, representantes do Cab – Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera, do MIDAP – Movimento para Desenvolvimento do Autocaravanismo, do CPA – Clube Português de Autocaravanas e do Observatório Não Governamental do Autocaravanismo (em formação) e sete dias depois, a 20 de Janeiro de 2009, foram recebidos pela Subcomissão Parlamentar do Turismo as seguintes entidades: MIDAP, Filipe Seco dos Santos CAB, Circulo de Autocaravanistas da Blogo-esfera, Rui Narciso CPA, Clube Português de Autocaravanas, Ruy Figueiredo CCL – secção de autocaravanismo, Jorge Carvalho dos Santos Fórum do Projecto Camping Car Portugal, Luís de Almeida Observatório Não Governamental do Ac, Nandin de Carvalho A Lei, que foi proposta posteriormente pelos deputados do PPD/PSD, não mereceu integralmente, nem a minha aprovação nem a do CAB. O CAB por razões de pormenor tendo proposto alterações que melhoraram, na minha opinião de forma positiva para os autocaravanistas a Lei, e eu, porque considerei por razões de fundo, que o número 2 do artigo 5º era discriminatório. Mão tendo sido acompanhado, neste ponto, pela restante Coordenação do CAB (MIDAP e NEWSLETTER) enviei, em nome pessoal, as minhas justificadas propostas de alteração que foram referidas na acta do Parlamento. Compreendo, perfeitamente, as reticências de alguns autocaravanistas que argumentam, com lógica, que não é necessário mais Leis. Basta cumprir o Código da Estrada. Contudo, a realidade é outra. Bastaria, como foi feito em Espanha, que a Direcção Geral de Viação e Trânsito emitisse uma circular interpretativa acerca do direito inalienável das autocaravanas ao estacionamento, incluindo pernoita, na via pública, em igualdade de circunstâncias com todos os restantes veículos. Só que isso não sucede. E, mesmo em Espanha, os autocaravanistas estão em luta, liderados pelas suas respectivas associações. Também, não entendo que as Leis, em si mesmo, sejam de direita ou de esquerda, como dá a entender. Algumas Leis, na Assembleia da República, são apresentadas pelo CDS/PP e votadas pelo PCP ou vice-versa. Porque as coisas não são pretas e brancas. Pelo meio há outras cores. Vejamos, agora, a alusão que faz à salvaguarda da independência e autonomia do CPA pelos sócios mais antigos e que me surpreendeu. Surpreso, não por considerar errado defender essa independência e autonomia por, não só os sócios mais antigos, como por todos os sócios. E estou surpreso, porquê? Surpreso porque o Companheiro Errante deu público conhecimento (http://espacoerrante.blogspot.com/2009/11/27-291109-iv-encontro-cab.html) de uma proposta que queria que fosse discutida no órgão máximo do CAB, o seu Encontro (equivalente à Assembleia Geral do CPA). E que dizia a Proposta? Que o CAB iniciasse contactos com outros Cubes e Associações para constituir uma Comissão para elaborar um Programa e uma Lista Candidata às próximas eleições do CPA! Mas mais, que essa Comissão garantisse procedimentos democráticos na construção de decisões verdadeiramente representativas da vontade da maioria e abracem o desafio de conquistar o direito de audição e respeito junto dos sócios e da sociedade portuguesa. Salvo melhor opinião o que o nosso Companheiro Autocaravanista Errante queria era que outros Clubes e Associações, independentes do CPA, se movimentassem para intervir e condicionar (positivamente segundo o nosso Companheiro) nas eleições do CPA. Na altura o Companheiro Errante propôs que fosse o autor do Papa Léguas a ser o mandatário do CAB para a estratégia que propunha, talvez, digo eu, porque se reconhecia em muitas das ideias que sabia ter sobre o assunto. Discordei frontalmente e publicamente (http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-ao-companheiro-errante.html) que, numa reunião oficial do CAB, se aprovassem em estratégias de interferência concreta noutra organização, nomeadamente para conquistar os respectivos órgãos directivos. Caricaturando, a situação seria, na minha opinião (obviamente!) idêntica a que se um clube de futebol aprovasse numa sua assembleia-geral uma linha de acção para eleger uma Direcção de um outro clube. Uma politica dessa natureza iria promover uma “guerra” entre instituições e entre autocaravanistas que em nada contribuiria para a credibilidade do CAB e, muito principalmente, para a unidade dos autocaravanistas em redor de objectivos comuns que impeçam o desenvolvimento do autocaravanismo enquanto modalidade de turismo itinerante. Considero que a minha posição de então, que nem era sócio do CPA, contribuiu mais para a independência deste Clube do que muitas das incoerentes posições de muitos sócios, antigos ou novos. ******************** Texto extraído Blogue do Companheiro Errante “PROPOSTA AOS PARTICIPANTES DO IV ENCONTRO DO CAB Considerando que pela sua já longa história, pelo seu maior número de associados, o CPA será sempre pedra angular em qualquer diálogo com estruturas de decisão política municipal ou nacional. Considerando que só com uma estrutura associativa forte, é possível assegurar a continuidade no tempo de uma acção coerente, esclarecida e democrática, em ordem ao desenvolvimento da modalidade, com mais esclarecimento e discussão interna. Considerando que no início do próximo ano vão ocorrer eleições para os corpos dirigentes do CPA. Propõe-se a esta assembleia que delibere sobre: 1. A oportunidade e pertinência da Comissão de Coordenação do CAB encetar um diálogo com os demais dirigentes de clubes e associações regionais e/ou nacionais de autocaravanismo, já existentes, com vista a eleger um grupo de trabalho que prepare um programa de acção para o próximo biénio e forme uma lista de proponentes à próxima direcção do CPA, que garantam procedimentos democráticos na construção de decisões verdadeiramente representativas da vontade da maioria e abracem o desafio de conquistar o direito de audição e respeito junto dos sócios e da sociedade portuguesa. 2. Que se convide e eleja para esse grupo de trabalho, como mandatário em representação do CAB o Companheiro Rui Narciso do blogue Papa-léguas. Nazaré, 06 de Novembro de 2009-11-06 O Proponente Cardoso da Silva, (Errante) ” Fonte: http://espacoerrante.blogspot.com/2009/11/27-291109-iv-encontro-cab.html ******************** Texto extraído Blogue do Papa Léguas “Companheiro autocaravanista Errante, Não direi que foi surpresa a proposta que o Errante tenciona apresentar aos aderentes do CAB, participantes do IV Encontro dessa mesma organização, porquanto já dela me tinha sido dado conhecimento. A surpresa foi, sim, a divulgação pública do seu conteúdo no Blogue TRAVEL VAN que pode ser lido em http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/02/porque-ainda-nao-sou-socio-do-cpa.html Não faria, também, qualquer comentário público à proposta se a mesma me não referisse especificamente. Permita-me que agradeça a confiança que deposita nas minhas capacidades ao propor-me como mandatário do CAB e, consequentemente, o pressuposto que a concepção de autocaravanismo que defendo é a que, na sua opinião, melhor defende os interesses dos nossos companheiros que entendem o autocaravanismo como uma modalidade de turismo itinerante. Permita-me, ainda, que esclareça que defendo e defenderei, sempre, o direito inalienável de qualquer cidadão se pronunciar livremente (sem prejuízo da responsabilidade inerente a essa liberdade) sobre qualquer temática que entenda, mesmo que eu não concorde com a opinião emitida. Por outro lado, independentemente das ideias da proposta ora divulgada e sobre as quais não deixará o Errante de estar presente no IV Encontro para as colocar na reunião de aderentes do CAB e as defender, que fique muito claro que, para mim, as relações pessoais serão sempre entendidas separada e diferentemente das questões ideológicas e programáticas autocaravanistas. Sobre o ponto 1 da sua proposta discordo frontalmente que, numa reunião oficial do CAB, se aprovem estratégias de interferência concreta noutra organização, nomeadamente para conquistar os respectivos órgãos directivos. Caricaturando, a situação seria, na minha opinião (obviamente!) idêntica a que se um clube de futebol aprovasse numa sua assembleia geral uma linha de acção para eleger uma Direcção de um outro clube. Uma politica dessa natureza iria promover uma “guerra” entre instituições e entre autocaravanistas que em nada contribuiria para a credibilidade do CAB e, muito principalmente, para a unidade dos autocaravanistas em redor de objectivos comuns que impeçam o desenvolvimento do autocaravanismo enquanto modalidade de turismo itinerante. Não me repugna, contudo, que nas reuniões do CAB (ou de qualquer outra organização) se analise e se proponha formas de actuação que pudessem vir a ser consideradas (na opinião do CAB) úteis por todas as organizações autocaravanistas e que, até, pudessem vir a ser o “motor” de reuniões informais entre as organizações e líderes de opinião com o objectivo de concertar acções comuns. Assim, pelo que atrás digo, sem prejuízo de, repito, defender o direito que tem de apresentar e defender pessoalmente na reunião de Aderentes do CAB, integrada no IV Encontro, a proposta que divulga, não posso, em consciência, vir a assumir outra postura que não seja a de votar contra. Admito, porém, que outra possa vir a ser a posição da maioria dos aderentes do CAB presentes na reunião, pelo que, se a proposta vier a ser democraticamente aprovada, coerentemente com o que exponho não aceitarei fazer parte de nenhum grupo de trabalho, inclusive por não ser sócio do Clube Português de Autocaravanas pelas razões que já tornei públicas e que podem ser lidas em http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/02/porque-ainda-nao-sou-socio-do-cpa.html Aceite, companheiro, a expressão da minha mais elevada simpatia que não é prejudicada pela afirmação das convicções que certamente continuará a defender no decorrer do IV Encontro do CAB. Papa Léguas” Fonte: http://papaleguaspt.blogspot.com/2009/11/carta-aberta-ao-companheiro-errante.html Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 25 Jan 2010, 00:32 O Companheiro DeCarvalho,
A quem interessar, Disse: Os debates sobre Autocaravanismo O autocaravanismo, os autocaravanistas e as autocaravanas, No blogue: Autocaravanismo Newsletter, de DeCarvalho, que nos remete para o CCP. No seu blogue interroga-se sobre: “O Autocaravanismo, estaria… em discussão e em debate… se não fosse as eleições do CPA”… e seguem-se considerações muito pertinentes e faz conselhos para que o tema tratado no outro blogue seja acompanhado. O que tratei de fazer. Ali diz: o autocaravanista típico, como sinónimo de automobilista em autocaravana a praticar turismo ou lazer itinerante, ou seja o touring dos manuais de turismo tanto pode: - utilizar parques de campismo como - utilizar parques adequados ao uso de autocaravanas, com ou sem serviços de apoio, mas com acessos e dimensões adequados ao gabarito dos seus veículos, e localizados, quer no interior dos centros urbanos, quer em zonas rurais, costeiras, de montanha, etc. etc. Afirmando ainda: A questão está na liberdade da opção da escolha, o que pressupõe que exista oferta por onde escolher, parques de campismo adequados ao seu uso por autocaravanas, e parques e estacionamentos adequados a autocaravanas. Fiquei com a sensação de que naquele texto falta o mais importante. Porque, há mais razões a defender para o autocaravanismo itinerante. Autocaravanista itinerante é aquele que, cioso da sua liberdade – responsavelmente – estaciona onde lhe aprouver, com escrupuloso respeito pelos demais cidadãos; portanto, sem ocupar mais espaço do que o do gabarito do seu veículo, e em local que não interfira com a vida dos demais; sem usar grelhadores, mesas e cadeiras, sem estender roupa ao sol, etc., etc. Porquê não defende este ponto de vista na sua tão minuciosa e qualificada prosa? Tenho ideia de ler nas suas crónicas a prática do estacionamento de conveniência e não a vejo ali defendida. E tenho a vaga ideia - porque nunca me inteirei deste assunto antes de entrar nestas lides -, que os diplomas que andam para aí, a ser falados com a FCMP, e outras entidades, estão a passar por cima desta realidade. Começo a questionar-me sobre o desinteresse que mantive pelo associativismo, até aqui, que me deixou fora de um assunto tão importante. Será isso? Quererá pronunciar-se? Este assunto é da maior importância. Mais do que a eleição, que essa terá de ser feita em conformidade com a convocatória. ----o---- Acabo de ler na intervenção do candidato adiado, às 22,21, e não à meia-noite, referências a uma citação de Errante que me deixa abnóxio. Primeiro a citação, e depois o despropósito do candidato adiado de trazer para este tópico assunto todo gabarolas e exibicionista tipo: olha-pr’a-mim que sou muito interessado pelo CPA. Com inclusão de intervenções no fórum pessoal, portanto, fora do CPA… Mais um nonsense. Espero me dê elementos para orientação. Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 25 Jan 2010, 02:10 Peço desculpa pela inopinada pergunta: Alguém sabe se ele tomou os comprimidos? Não vale a pena responderem. Em qualquer circunstância agradeço. Já constatei que ele continua sem tomar os comprimidos Título: automobilismo de AC Enviado por: Decarvalho em 25 Jan 2010, 10:17 Meu caro Ulisses,
Bem gostaria de não fazer parte deste filme relativo a AG do CPA, que em meu entendimento deveria estar (apenas) no tópico interior e fechado a quem não é sócio, ou seja na VIDA ASSOCIATIVA. Mas manda quem pode...direccção do CPA, info CPA, moderador etc que assim consideram certamente representativo dos autocaravanistas e da sua desejada imagem junto da opinião pública em geral, o conteúdo deste tópico. Permita pois que desta vez responda o mais sucintamente que me é possivel e como não sócio do CPA, exercendo o dever de resposta por ter sido interpelado. Escrevi sem pretensões de cátedra: o autocaravanista típico, como sinónimo de automobilista em autocaravana a praticar turismo ou lazer itinerante, ou seja o touring dos manuais de turismo . Com isto queria sublinhar a ideia, que eu defendo, que o autocaravanista é acima de tudo um automobilista, e como este sujeito ao Código da Estrada e demais regulamentos sobre velocidade, equipamentos tecnicos, regras de condução, licenças de habilitaçao para condução, impostos etc etc. Para além disto, tal como qualquer outro automobilista de outro tipo de viaturas...deverá ter o seu estatuto especifico, dentro e fora do código das estrada....por exemplo quem usa uma "camionete" de entregas...está sujeito a regras especificas de velocidade...de acondicionamente de carga...de lotação do veículo...de restrições de circulaçao a certas horas, enfim,...ate de horarios espcificos de cargas e descargas...e de obediencia a locais proprios de estacionamento. Com as devidas adaptações, assim deveria também ser o autocaravanismo: sujeição ao Códogo da Estrada,e mais legislação, regulamentação, estatutos (que ainda não existem) obviamente, para em condições de iguldade e proprocionalidade, não ser discriminado, ou seja, ver-se tratado desigualmente por ( discriminação activa e positiva). O que inclui aquilo que chamou de estacionamento de conveniência. Mas isto esta fora do âmbito deste tópico, quiçá deste forum, quiçá ainda das motivações do CPA. Ora boas voltas e reviravoltas! Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 25 Jan 2010, 12:44 Clarificação
Sobre a independência e autonomia do CPA Citando-me: “Também, não entendo que as Leis, em si mesmo, sejam de direita ou de esquerda, como dá a entender. Algumas Leis, na Assembleia da República, são apresentadas pelo CDS/PP e votadas pelo PCP ou vice-versa. Porque as coisas não são pretas e brancas. Pelo meio há outras cores. ” Tendo relido a frase acima constatei que a mesma não exprime de forma clara o meu pensamento, podendo prestar-se a dúvidas. O que pretendo transmitir é que as Leis, pelo facto de serem propostas por deputados de Partidos políticos considerados de esquerda ou de direita, não são, por isso, de direita ou de esquerda. É o seu respectivo conteúdo que as pode assim clarificar. Concluindo: Há Leis consideradas de direita ou de esquerda, não em função de quem as apresenta, mas em função do seu conteúdo. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: teresa paiva em 25 Jan 2010, 14:05 Companheiros
Como esclarecimento da mensagem 93 do companheiro Papa Léguas e para que não haja dúvidas quanto ao sócio do CPA com responsabilidades a quem foi dada a resposta transcrita, transcrevo a minha mensagem que deu origem á resposta, assim como a possibilidade de consulta do texto do blog que lhe deu origem. É de forma aberta que estou no CPA e no relacionamento com quem também o faz da mesma forma. Caro companheiro É cada vez com mais concordância que leio os seus comentários e hoje não posso concordar ainda mais consigo. Principalmente no TODOS. Mas a esta altura de protagonismos já quase não acredito que seja possível. Não nos conhecemos pessoalmente, por isso tenho que o advertir que as minhas considerações podem estar inquinadas pelo facto de eu se uma mulher CPA cujo percurso acompanho de perto há muitos anos. Mas que o meu desejo é exactamente igual ao seu, tendo no entanto hoje perdido alguma parte do meu coração aberto e lamentavelmente já ponho em causa muitos porquês. Sem tirar a legitimidade de cada um se organizar e agrupar da forma como entende, a proliferação de movimentos e novos pequenos clubes não veio ajudar em nada a luta pelo autocaravanismo, pois anda cada um pelo seu lado a levar a cabo acções duplicadas que só vem mesmo, perante as autoridades, tirar credibilidade ao movimento. Penso que não é sócio do CPA (sei que houve uma tentativa falhada), mas penso ser o CPA o verdadeiro legitimo representante dos autocaravanistas portugueses. Dir-me-á que não o está a fazer, tem toda a razão. Mas poderia se quem optou por enveredar por caminhos solitários tivesse aproveitado a estrutura já montada e compreendendo que a quantidade de sócios inscritos no Clube lhes daria outra autoridade para falar em nome do autocaravanismo. A oportunidade estava lá, pois nem havia direcção e a que está foi tirada a ferros. Mas eu compreendo que é muito mais fácil fazer-se as coisas com um pequeno grupo de amigos do que dar satisfação a 1700 sócios. E então se temos alguma ascendencia intelectual e de conhecimentos é muito mais fácil. Aqui entra o associativismo que está, quanto a mim a morrer, porque quando alguma coisa se faz não é o nosso nome que aparece mas o de um todo. E nos dias de hoje o individualismo impera. Por isso para mim que gosto de trabalhar para um todo, começo a perder as forças, até porque sou uma autocaravanista de meia tigela, neste momento. Faço autocaravanismo há 30 anos, numa altura em que nem sequer tinha que me preocupar onde ficar, pois éramos tão poucos que não incomodávamos ninguém. Hoje devido aos afazeres profissionais do meu marido, saio pouco, a maior parte das vezes em encontros do CPA e do grupo a que pertenço e as minhas férias faço-as calmamente num parque de campismo pois a minha autocaravana com 29 anos (hoje elegantemente uma vintage) não me dá grande confiança para o "touring". Para viajar hoje á mais hotel. Mas o meu "amor" ao CPA é incontornável e é com muita apreensão que vejo novas eleições a aproximarem-se e não vislumbrar nada de novo e poder mesmo o CPA acabar. O que para mim será uma grande perda para o movimento pois a estrutura está lá só precisa de ser reorganizada de outra forma. Eu tenho a minha ideia de como o CPA devia estar organizado, a começar pela assessoria jurídica, e pela envolvência de sócios com saberes especificos em cada área mas vivo no Porto e o clube deve ser dirigido de Lisboa. Mais lá para diante irei começar a intervir no fórum de forma a sensibilizar os sócios para a continuidade do Clube que não pode de forma alguma continuar a funcionar como está. Mas derivei do assunto do TODOS. Quem conseguiria aglutinar este TODO? Neste momento e apesar de não estar na sua melhor forma, a meu ver só o CPA. E a seguir ou FCMP ganha juízo ou pode-se seguir para uma plataforma sectorial, mas que não pode, a meu ver ser dirigida por movimentos que nem sequer entidade jurídica têm. Um abraço Teresa Paiva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 25 Jan 2010, 14:43 Para que conste:
No Blogue do Papa Léguas um "qualquer coisa" anónimo que se intitula "Observador de Aves raras" escreveu nos comentários o que transcrevemos sem comentário: A pedido de um sócio interveniente neste Fórum, considerando que as ofensas devem ficar com quem as comete, retiro a transcrição que aqui se encontrava. Título: suicidio do Forum do CPA Enviado por: Decarvalho em 25 Jan 2010, 15:44 ???
é para "isto" que serve o Forum do CPA? só recordo: Mas manda quem pode...direccção do CPA, info CPA, moderador etc que assim consideram certamente representativo dos autocaravanistas e da sua desejada imagem junto da opinião pública em geral, o conteúdo deste tópico. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: infoCPA em 25 Jan 2010, 16:32 Companheiros
Congratulamo-nos que o companheiro Papa Léguas tenha retirado a mensagem anónima recebida. Iria de qualquer forma ser retirada por nós por não querermos alimentar neste fórum a onda de ofensas, difamações e ameaças do mais baixo nível. Não se entende a quem serve este tipo de actuação que tem deixado feridas nas relações entre autocaravanistas, mas publicitá-las é servir os interesses de quem mais argumentos não tem que o insulto. Qualquer ocorrência deste tipo de actuação que tememos vá continuar será apagada sem aviso. Têm também ultimamente algumas mensagens colocadas no fórum um tom mais ofensivo que pedimos seja refreado. Saudações Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: JRFIRMINO em 25 Jan 2010, 21:13 Caríssimos Companheiros
Infelizmente Teresas Paiva só há uma dentro do CPA. Já é tempo de deixarmos de nos "arranhar" uns aos outros - principalmente em público, como é o caso deste forum - e lutarmos por um CPA forte e coeso, pois a situação actual é grave E aproveitem para dar uma olhadela ao Blogue da Bruxinha, para verem como lutam pelos seu direitos os nuestros hermanos autocaravanistas. Aprendamos com eles... http://acdabruxinha.blogspot.com/2010/01/defender-o-direito-ao-autocaravanismo.html Bom caminho até Fátima Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 26 Jan 2010, 22:34 Terminou o tempo dos argumentos. Vamos aos actos: vamos à Assembleia.
Com esta intervenção, fundamentada no que foi a prestação dos principais intervenientes de quem formei opinião, pela análise das alegações e intenções detectáveis, dou por encerrada a minha colaboração para o esclarecimento do colectivo, dos interesses conhecidos ou pressentidos em jogo, não como um justiceiro mas como interessado na causa. Companheiros: Este Clube é de gente! Gente que se sente, que se empenha se for preciso, de forma sensata, sem sujeição burocrática; porque é gente livre. O bom senso é nossa prática. O respeito mútuo o nosso modo de estar. ACREDITO QUE É ASSIM! Mas, vamos ao que aqui me trás, sem condescendências ou falsa comiseração. ACUSO. Fomos perturbados por um arrivista, com muita bazófia e algumas letras, que julgou estar a tratar com distraídos ou ignorantes. Perpetrava um assalto ao poder. As propostas que apresentou não têm ponto por onde se lhes pegue e estavam desajustadas da realidade: 1) “consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”. 2) “estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar”. Propostas que, a serem implementadas, implodiriam o Clube, porque a realidade é que, no Clube, há sócios que se caracterizam por ser autocaravanistas itinerantes e sócios autocaravanistas campistas, e não tem que se excluir ninguém. Autocaravanismo é a utilização de autocaravana. Querer diferenciar é querer dividir é querer reinar. Estas questões poderão ser discutidas, porque tudo pode ser discutido. Mas, no lugar próprio e depois de os sócios serem desafiados para cogitarem sobre o assunto. (A minha opinião já aí fica). Felizmente estas propostas não podem ser, sequer, discutidas na Assembleia Geral, por não estarem contempladas na Ordem de Trabalhos. Com base nestas ideias, que considero idiotas, atreveu-se a propor a anulação do ponto 4.º da Ordem de Trabalhos – a Eleição – para ter tempo de arranjar correligionários que corroborassem o seu desplante. (Apenas 3 sócios estiveram na confraternização dos 25 anos do Clube. Quererá isto dizer que está sozinho?). Acresce que de substantivo, na “proposta”, não aportou nada. Nem uma ideia. O que fez foi arengar sobre organização, regras, regulamentos; sobre “Regionalizar” o poder… Nem uma ideia. - Ficou demonstrado que é de baixíssimo nível quanto a personalidade: até desprezou discutir as ideias que foram aduzidas em contraponto à sua “proposta”, de forma ostensiva, indelicada e inqualificável! - Ficou demonstrado que o labéu de descentralizar para que os “sócios se façam ouvir e respeitar” não era mais do que uma treta para enganar tolos. Nem contraditou ninguém antes de ser presidente, o que iria fazer se chegasse a ser? - Ficou demonstrado que a mentira é coisa que usa se lhe der jeito: na sua intervenção de 19/1/2010, às 2,18h, manipulou os textos dos Estatutos, infamemente. Não pode dizer que não os leu ou não sabe ler. Todos percebemos que sabe ler e sabe bem. - Ficou demonstrado que não tem qualidades para dirigir o CPA. Portanto, vamos à Assembleia. Entre os mais de mil e quinhentos sócios há-de haver um que se disponha a sacrificar-se pelo relançamento do Clube. O CPA não pode deixar o campo aberto ao proliferar de grupos e grupinhos que foram surgindo a protagonizar o ideário do Autocaravanismo só porque o CPA deixou cair os braços, remetendo-se a uma vil e apagada existência. Pior não é possível. Temo que já tenha conseguido os seus fins: implodir o Clube para aproveitar os restos, por culpa de todos nós. Peço que se interroguem: Este Clube é de gente. Gente que se sente. Não é? Todos à Assembleia a eleger uma direcção. Armindo Santos Título: Só incoerência? Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 27 Jan 2010, 02:40 Só incoerência?
Os trechos abaixo foram escritos pela mesma pessoa, nas datas referidas, e abordam a mesma temática: consulta referendária e estrutura organizativa. No primeiro trecho admite-se a “bondade destas questões” que parecem “pertinentes”. No segundo trecho diz-se que são judiciosas as opiniões e que já se apoia “a implementação destas medidas” e quer-se que “Haja condições”. No terceiro trecho afirma-se que as propostas não têm “ponta por onde se lhes pegue” e que as propostas a serem implementadas “implodiriam o Clube”. Vale a pena comentar? Ora leiam: Escrito em 05 de Janeiro de 2010 “O sr. Papa Léguas não faz a coisa por menos: Há que assumir duas decisões, já: "consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo"; e, "Impõe-se, assim, a existência de uma estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar". Isto é dito no corpo da sua proposta, que, entretanto, o que faz é debitar um arrazoado sobre como deve ser e não deve ser o acto eleitoral. A bondade destas questões parecem-me pertinentes, sendo postas à discussão no local apropriado, mas não são as que o sr. Papa Léguas quer que sejam discutidas. ” Escrito em 19 de Janeiro de 2010 “São judiciosas as opiniões de PapaLéguas em referendarmos os objectivos do Clube. Ponto. Também são judiciosas as opiniões relativas a uma organização estruturada no sentido de prestar melhor serviço ao AUTOCARAVANISMO. Ponto. Apoio a implementação destas medidas. Haja condições. Precisamos de uma Direcção que seja constituida por sócios que queiram empenhar-se nestas tarefas e noutras que venham a ser por eles propostas ” Escrito em 26 de Janeiro de 2010 “As propostas que apresentou não têm ponto por onde se lhes pegue e estavam desajustadas da realidade: 1) “consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma política preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo”. 2) “estrutura organizativa em que a vontade dos associados, em todo o país, se faça ouvir e respeitar”. Propostas que, a serem implementadas, implodiriam o Clube, porque a realidade é que, no Clube, há sócios que se caracterizam por ser autocaravanistas itinerantes e sócios autocaravanistas campistas, e não tem que se excluir ninguém. ” Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 28 Jan 2010, 01:32 Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA
Programa de Acção Esta é a última vez que me dirijo aos leitores deste Fórum e neste tópico (Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA) antes da Assembleia-geral de 30 de Janeiro próximo. Anteriormente à criação deste tópico as referências à Assembleia-geral eram superficiais e resumiam-se essencialmente a apelos para que surgisse uma Lista de Candidatos aos Corpos Gerentes. O aparecimento de uma proposta global e concreta contribuiu para que alguns associados se sentissem motivados para a questão. Sentirem-se motivados para a substância do assunto que, eventualmente pela primeira vez, queria fazer depender a eleição de uma Lista Candidata, dos compromissos que publicamente assumiam. Uma Candidatura com um Programa de Acção – Esta ideia produziu um impacto que fez tremer alguns “velhos do Restelo”. Delegações Distritais O conhecimento que se tem das presenças dos associados em anteriores Assembleias-gerais do CPA é elucidativo da falta de associativismo agora existente. Na realidade e segundo o relato de alguns sócios dos primórdios da existência do CPA, a velhinha sede da Rua dos Lagares ficava repleta sempre que os sócios eram convidados/convocados para reuniões. Existia, segundo essas testemunhas, um forte empenho, clubismo e amizade. Uma realidade diferente devido ao menor número de sócios que possibilitava que quase todos se conhecessem. Recordo a tristeza com que alguns associados mais novos afirmaram não ter sentido a desejável inclusão no “grupo” quando pela primeira vez compareceram num evento do CPA e se sentiram, digo eu, marginalizados. Outras mágoas proliferam a vários níveis, não sendo nem o local, nem o momento, para os escalpelizar. As alterações verificadas, relativamente aos primórdios do CPA, têm a ver com a expansão numérica do Clube. Os sócios estão dispersos. Já se não conhecem ente si e, até, muitos, nem conhecem os seus dirigentes. Voltar ao espírito inicial do CPA, à época em que a velhinha sede da Rua dos Lagares ficava repleta, é possível através da criação de Delegações, onde os sócios se conhecerão melhor uns aos outros, empenhando-se, mobilizando-se, fazendo renascer o clubismo e a amizade de então. Criar Delegações Distritais como parte integrante do CPA – Esta concepção criou o terror em alguns adeptos da centralização do poder e não admitem que se delegue poderes para que os sócios mais afastados da sede possam ser melhores servidos. Voto por correspondência A eleição de uma Direcção, uma Coordenação, uma equipa, num universo de umas 200 pessoas que se conhecem, não justifica que o processo eleitoral obedeça a regras muito bem definidas, e o bom senso e uma boa concepção do que é a democracia, são suficientes. Quando, porém, estamos a falar de um potencial de 1700 eleitores e, simultaneamente, candidatos, não podemos estar convencidos que se conheçam entre si ao ponto de dispensar regras claras e democráticas que definam a forma como se podem candidatar e votar. Para que os Candidatos, enquanto equipa, se dêem a conhecer, a divulgação de um Programa do que se propõem a fazer é imprescindível. Mas, também é imprescindível que todos os sócios tenham as mesmas oportunidades de votar. De novo os sócios dos primórdios do CPA recordarão que nessa época a dispersão geográfica dos sócios era diminuta o que permitia que todos se pudessem deslocar à Assembleia de Voto. Nos tempos actuais existem sócios dispersos por todo o território nacional que não estão disponíveis para se deslocar a uma Mesa de Voto, inclusive pelos custos que consideram não justificar a deslocação. Ou por quaisquer outros motivos. Uma solução, actualmente impraticável, seria colocar Mesas de Voto em todos os Concelhos ou Distritos. A solução óbvia é criar condições para o exercício do voto por correspondência. Voto por correspondência para a participação de todos os sócios – Uma medida que pôs em pânico alguns dos que pensam e querem controlar as Assembleias-gerais Eleitorais. Regulamentação eleitoral Reportando-me de novo às memórias dos associados verificou-se, pelo menos na última Assembleia Geral, que a não existência de Listas Candidatas até ao momento do acto eleitoral, não criou condições mínimas de dignidade para um acto do que se quer o mais nobre da vida de uma Associação como o CPA. Não é digno para o CPA que seja eleita uma Direcção que não quis ser Direcção e só o foi porque… não havia mais ninguém. Não há dignidade num acto eleitoral destes. E, tenham calma, porque não estou a falar de pessoas. Estou a falar do sistema. É absolutamente necessário haver regras claras e democráticas que dignifiquem o acto eleitoral e permitam que sejam desenvolvidos esforços para que pelo menos uma Lista seja Candidata. Esforços que se desenvolvam a montante do acto eleitoral. Prazos e regras claras pré-definidas – Esta alteração do sistema eleitoral terá assustado os que fazem da indefinição uma forma de estar na vida e disso procuram tirar proveito. Referendo CPA surgiu em Janeiro de 1990 por iniciativa de um reduzido grupo de amantes do campismo a quem é justo agradecer. O CPA levou a efeito 8 acampamentos até ao ano de 2005 e em 2003 a vertente campista do CPA culminou com a responsabilidade de organizar o 23º Acampamento Nacional da FCMP (Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal). Os autocaravanistas, entendidos como turistas itinerantes, não estão contra o direito de quem o desejar utilizar Parques de Campismo e querem que esse direito se mantenha. Não estou, coerentemente, a defender a exclusão de ninguém. O que quero é que o meu Clube se oponha, isso sim, à minha exclusão e que defenda o que é também um direito, o meu direito de não ser obrigado a pernoitar num Parque de Campismo. Representantes da FCMP têm vindo a afirmar e a querer que os autocaravanistas sejam proibidos de pernoitar fora de Parques de Campismo. O CPA, por omissão, não se opõe. Os autocaravanistas, entendidos como turistas itinerantes, estão a ser acossados, nomeadamente pela FCMP e, os que são sócios do CPA, não vêem que o seu Clube os esteja a defender. O aumento de sócios do CPA foi naturalmente criando contradições e dificuldades que impedem um assumir de posições claras pelo que se justifica, presentemente, uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial, para que se não continue a excluir o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante. Os autocaravanistas, que são campistas, têm o dever ético de defender o direito de todos os Autocaravanistas não serem obrigados a pernoitar em Parques de Campismo, pois que o direito de pernoitar em Parques de Campismo, esse, já está assegurado. Referendo para a não exclusão do Autocaravanismo, entendido como turismo itinerante – Um referendo, clarificador, que não é desejado pelos que não querem que o CPA impeça a exclusão dos autocaravanistas de não serem obrigados a dormir em Parques de Campismo. Suspender o acto eleitoral As medidas preconizadas que devem e podem ser progressivamente implementadas passam pela eleição de uma Direcção, num acto eleitoral digno, com a apresentação de um Programa de Acção e com a instituição do voto por correspondência, para permitir a todos os sócios votar. A construção de uma casa inicia-se pelas fundações para se obter as melhores condições de habitabilidade para os seus ocupantes actuais e futuros. A construção de um projecto inicia-se pela definição dos seus objectivos para permitir as melhores vivências aos presentes e futuros destinatários. Os construtores desse projecto (a Direcção) têm que ter uma opção clara e pública e ser, assim, apoiados (eleitos) por aqueles a quem o projecto se destina (os sócios). Não vejo, salvo melhor e fundamentada opinião, outra forma de promover democraticamente as mudanças que se justificam, senão, tendo como principio da mudança, a suspensão do processo eleitoral a que se refere o ponto 4 da Ordem de Trabalhos da Assembleia Geral para a mesma Assembleia Geral continuar em 17 de Abril de 2010. Suspender o acto eleitoral – A suspensão do acto eleitoral para dignificação do mesmo e para permitir a participação de todos os sócios, é contestada, pelos que não querem que todos os sócios possam poder votar e apenas com uma argumentação pseudo legalista. Uma candidatura responsável Consultadas as estatísticas do Fórum do CPA constatei que desde que me registei já tive umas 16 horas de protagonismo e que os meus escritos foram visualizados mais de 2700 vezes, o que talvez me possa permitir afirmar que acederam diariamente a este tópico mais de 100 pessoas. Como não estamos em teleconferência e o meu rosto não é visível sou obrigado a referir que estas palavras são ditas com um sorriso irónico. O meu passado associativo de mais de 40 anos, que não vou aqui descriminar, permitiu-me já exercer funções das mais diversas nas mais diversas organizações. É talvez por isso que, não sendo mais inteligente que o comum dos mortais e não tendo formação superior, tenho o conhecimento, também de experiência feito, que me permite “ver” para além do imediato. Permite-me “ver”, no caso do CPA, com as convicções e com as dúvidas de quem tem plena consciência de que não há verdades nem certezas absolutas. Ao longo de 23 dias e desde o início, fui assediado por quem só tinha uma única preocupação: Será ele (eu) candidato numa Lista para os Corpos Gerentes do CPA? Esta estupidificante pergunta, face ao teor das propostas em apreço e perante uma pessoa que se não conhece, só podem ter uma interpretação racional. O medo irracional de que essa pessoa (eu) possa vir a ser Candidata e conseguir, se eleita, levar à prática com êxito as mudanças que se propõe. Quais são as razões apresentadas por quem repudia propostas que só beneficiam o futuro do CPA? Para além das muitas incoerências, só próprias de quem não tem um projecto para o Clube, para além de uma argumentação recheada de impropérios e falsa, o que ou quem está por detrás desta animosidade? Que movimentos e interesses se escondem para manter a situação (status quo) em que o CPA está, impedindo as mudanças que a modernidade dos tempos justificam? Assumir uma Candidatura com um Programa de Acção – Mudar o CPA, tornando-o moderno, eficiente, interventivo, aberto ao futuro passa pelo compromisso público de uma candidatura com um Programa de Acção, eleita por todos os sócios através, também, de voto secreto e directo e num processo eleitoral com regras claras e pré definidas. A suspensão do acto eleitoral permitirá a sustentação democrática da mudança Na Assembleia-geral de 30 de Janeiro os sócios, como é normal em democracia, terão a palavra final, se a Mesa da Assembleia-geral os não impedir alegando motivos anti-estatutários que não existem. Se os sócios na Assembleia-geral se pronunciarem contra a suspensão da reunião e do acto eleitoral o autor do Papa Léguas submeter-se-á à deliberação soberana, o que não pode ser considerado uma concordância com a decisão. E a vida continuará. Porque, para mim, há mais vida para além do CPA e o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante, não se esgota neste Clube. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 28 Jan 2010, 16:15 Companheiros
Vamos à Assembleia Intervim na questão da Assembleia Geral por achar que estava em causa a dignidade do CPA. Não tenho nenhum conhecimento dos interesses em jogo. Não conheço, sequer, nenhum dos sócios do CPA. Para mim são todos respeitáveis, desde que se portem dentro dos cânones civilizacionais. Dou-me conta que pode resultar desta disputa um vazio de poder, o que me deixaria penalizado. Incentivo a todos: Vamos à Assembleia Geral, que todos queremos democrática - no cumprimento dos Estatutos -, pelo bem do CPA. Porque: Este Clube é de Gente! Gente que se sente! Gente digna! Gente livre! Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: errante em 28 Jan 2010, 17:18 A Quem Interessar:
1. Diz agora Rui Narciso, extremando argumentos que : "E a vida continuará. Porque, para mim, há mais vida para além do CPA e o autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante, não se esgota neste Clube." Isto no meu entender só agrava a credibilidade da sua propositura! Entrou ontem e sái amanhã, se as coisas não forem feitas como quer!? Disse eu, no meu primeiro post, sobre este tema , que me parecia que o grande problema que se lhe opunha, seria o da credibilidade da sua postura e pensamento! O companheiro parece não ter ainda entendido isto! Seguramente a totalidade dos sócios, estarão de acordo, com melhores formas de eleição dos corpos gerentes.Tudo isso, todos sabemos, é seguramente pacifico. Os problemas com a sua propositura não são esses!Todos sabemos. Não adianta fugir ou disfarçar o problema. 2. No penúltimo numero da revista do CPA, o Presidente Ruy Figueireido,enderessáva-nos mais uma mensagem , e quase em jeito de desabafo, deixou escapar...a haver uma Lei para o autocaravanismo, é preciso que os autocaravanistas sejam ouvidos. Ruy Figueiredo, expressava dessa forma, (num acto de humildade e quase contricção em relação ao que se tinha passado), a sua consciência sobre o sucedido e a sua vontade de reconciliação com o Clube. Com essa expressão, devolveu a dignidade aos sócios e com isso a reconquistou como Presidente. 3. Rui Narciso,também membro da delegação á Assembleia da República (em representação de quem,(?) até hoje ainda não percebi) nesse período anunciava publicamente as suas reservas sobre o projecto-lei. Mas,em boa verdade, as reservas que publicamente anunciou só serviram para ...dar a ideia de que havia uma dinâmica de discussão democrática por detrás do Projecto-Lei. Todos sabemos que não foi esse o caso. Rui Narciso, acredito que sem consciência disso, deu cobertura a uma estratégia bem montada. E é pena! É pena que não tenha tido até hoje consciência disso. Infelizmente, essa não consciência de Rui Narciso , de que me apercebi nestes últimos dias, faz dele, um não presidente, para os desafios dos tempos que se avizinham. Dirá, Rui Narciso, em sua defesa, que as alegações dele, até foram atendidas, pela sub-comissão de turismo e anexas ao processo.... Pergunto: Sabe o companheiro, o que são Reclamações de Estilo? Estão assim mesmo previstas em filosofia legislativa, como: Reclamações de Estilo! Pois bem, devem as reclamações de estilo, quando existam, acompanhar em anexo todos os processos de criação legislativa, porque assim se prova que o sector foi ouvido. Mas nunca uma reclamação de estilo é atendida, isso seria pôr em causa o aturado trabalho feito pelo(s) legislador, articulista(s) da Lei. Uma reclamação nesses fóruns só é atendível, se, se fundamentar na disciplina do direito e fôr subscrita por especialista(s).Tipo Parecer Juridico! Não acha Rui Narciso, estranho que num universo (segundo estimativas do ACP) de 5000 autocaravanistas em Portugal, só a sua reclamação encontrou os canais certos e abertos para chegar ao processo? Ainda bem que o projecto não foi votado favorávelmente! Porque, como sabemos um projecto-lei é votado na AR na forma que regularmente se designa por votação na generalidade. Depois baixa à comissão da especialidade que atende ou não às reclamações anexas. O que acham que ia acontecer, meus amigos, se o projecto passásse na generalidade? 4. Companheiros, eu não sou candidato a nada, não tenho tempo, não tenho interesses no autocaravanismo,..vivo a 4 horas de viagem de Vila Real de St. António e a 4 horas de Valença,...para mim, sinceramente, uma vez lá chegado, a melhor AS ainda é um parque de campismo.Não faço touring em Portugal,se sentisse falta de AS´s e pudesse lutar por elas, não seria certamente em portugal. 5. Tenho acompanhado e estado mais ou menos envolvido nesta polémica por dever de consciência. Sim! Dever de consciência... e só! Eu explico. Vão por aí dois anos, pensei comprar a minha AC, andava eu a espreitar o blogue da companheira Odete, o "On The Road Again",quando recebo um email dela própria, num desabafo, que dizia mais ou menos, que o Autocaravanismo estava definitivamente perdido ,...porque, imagine-se os homens tinham perdido a vergonha e tinham virado Falcões! Nessa altura fiz a minha primeira incursão de curiosidade no fórum do CPA, pouco dias depois o fórum, estava a fechar! Quando da reabertura, a minha curiosidade estava lá, há porta. Então dou-me conta de um senhor com um discurso lúcido e escorreito sobre o autocaravanismo, mas algo desprezado e algo mal-tratado por outros. Apressei-me então, na ingenuidade tipica de um recém-chegado, a aplaudi-lo e a corroborar a maioria das suas opiniões, estimulando e desafiando os demais sócios a fazerem o mesmo. O que sinceramente penso teve alguma consequência no que se viria a passar depois. Hoje penitencio-me disso! Penintencio-me por ter contribuido e ter ajudado a enganar concidadãos meus, Portugueses! Ainda que involuntáriamente,... devo essa reparação há consciência. Tenho estado por aqui por dever de consciência e só! Acreditem , para mim, não tem sido sequer um problema de ser autocaravanista,... de ser ou não ser autocarvanista itinerante. Para mim tem sido um problema de ser, ou não ser Português. Tantas vezes este povo se lamúria da sua classe política, dos seus desmandos, desgovernos e corrupção,...que perante um caso concreto de autêntico Lobby de interesses coorporativos, tipico dos muitos processos legislativos que infelizmente têm pautado a vida politica nacional nos últimos anos,..digo eu, perante o desfilar de um caso concreto, como este, imaginem a profunda tristeza que não devem sentir, os filhos deste povo, homens que tentaram dar o seu melhor à comunidade, como o Doutor Raul Lopes, o Doutor Nuno Ribeiro, o Doutor Laurentino Correia, o Presidente Ruy Figueiredo e outros,... serão afinal estes homens os ignorantes e estúpidos ? Párem para pensar um bocadinho, em nome do vosso país e de ser português!!! 6. E por dever de consciência digo aos sócios ,que sois livres de fazerdes as vossas escolhas mas se escolherem para dirigentes do CPA, uma lista de personagens de marionete, também a minha contribuição para o autocaravanismo nacional acaba e morre aqui. Assumam as vossas responsabilidades!Sabemos que a nossa consciência sobre o mundo que nos rodeia, melhora a cada dia que passa e todos os sócios são necessários. Do pouco que conheço, quero acreditar que, individuos como Rui Narciso, são sócios, pelos quais vale a pena lutar e trazer para a luta. Apesar das divergências é essa a opinião que sinceramnete tenho sobre o seu possível contributo. Acredito que também ele quer o melhor e o mais correcto para o autocaravanismo itinerante. Na minha opinião tem-lhe faltado uma clara consciência da gravidade da situação. Se não houver sábado, uma direcção eleita, a actual terá que convocar nova assembleia geral para discutir os destinos do Clube. E, nessa altura, concordo inteiramente que a actual Direcção em gestão, tenha como boa a proposta de regulamento eleitoral que Rui Narciso propõe. Já quanto ao referendo,partilho de algumas das reservas antes expressas por Armindo Santos! Antes de um referendo (ou em vez de ), é minha opinião, que deveria lançar-se por via postal um questionário sobre esse e outros assuntos a todos os sócios, e que em resultado permitiria orientar à reflexão e aos caminhos da nova direcção. E até lá, sinceramente espero que haja uma maior conscienlização de todos os autocaravanistas, da gravidade dos desafios que se pôem ao CPA e ao autocaravanismo em Portugal. Nessa altura, Todos somos poucos, para em trabalho que será sempre associativo e gracioso, nos opôrmos à investida continuada e séria de profissionais do lobby. A bem do Clube Cardoso da Silva Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 28 Jan 2010, 17:38 Boa Tarde.
Muito bem Companheiro errante. Concordo inteiramente com a sua análise. Ameneses Autocaravanista Itenerante Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: RCruz em 28 Jan 2010, 18:45 Olá a todos os Companheiros
Olá Companheiro errante Bem haja Companheiro por me provar que ainda existem autocaravanistas que pensam pela sua cabeça e que se não deixam influenciar por falinhas mansas, propostas obscuras e melhor ainda, não se deixam influênciar nem tão pouco amedrontar por lobis de interesse que nos últimos anos se apoderaram dos destinos do CPA. Prezo-lhe acima de tudo a corajem de ver o que está mal e o que poderia estar melhor. Quanto ao enganar os sócios pelas opiniões favoráveis sobre determinadas figuras que por aqui apareceram, descanse que já são todos adultos e sabem julgar por si próprios. Tais figuras a mim nunca me enganaram tal como não me enganam estas soluções milagrosas que nos são apresentadas agora. Prezo-o ainda por se lembrar dos nomes de homens que fizeram deste Clube aquilo que nós sonhavamos como foram os casos do Raul Lopes do Nuno do Lauro Correia e muitos outros que por aqui passaram. Dai o meu desafio lançado á dias; Demonstrem o que foram capazes de fazer após a Assembleia Geral de Abrantes. Onde andaram os que deveriam assumir as rédeas do CPA para não o deixarem cair nas sombras de determinadas personagens que por aqui passaram. Costuma-se dizer que..."quem não tem cão caça com gato". Pois não me sai da cabeça que toda esta estratégia do proposto mandante dos destinos do CPA não passa de uma forma diferente para atingir os objectivos a que alguns se propuseram à dois anos e que entretanto não conseguiram. Sábado há Assembleia Geral. À semelhança do que aconteceu à dois anos, todos estão avisados e agora com conhecimento de causa para julgar os que se apresentam na corrida, direi assalto à Direcção do CPA. Alguns já se começaram a vitimizar como mudança de estratégia uma vez que algumas vozes se levantaram contra o que lhes era serviço em bandeja de prata e desconfiaram. Para terminar uma palavra ao Sr. Moderador. É perfeitamente lamentável que assuntos do foro interno deste Clube estejam a ser debatidos aqui em forum aberto e na presença de quem quer. Sr. Moderador. Os sócios do CPA merecem-lhe uma melhor consideração. Obrigado e como dizia o saudoso Raul Solnado "Façam o favor de serem felizes" Rcruz Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 29 Jan 2010, 18:20 Companheiros Vamos à Assembleia! Porque: Este Clube é de Gente! Gente que se sente! Gente digna! Gente livre! Título: A historia repete-se. Enviado por: Decarvalho em 30 Jan 2010, 20:56 Ora vivam leitores deste Forum do CPA.
A AG de Fátima terminou sem a aparição de uma lista candidata aos corpos sociais do CPA. Por isso terá de em reunião de Abril verificar-se se há condições para ultrapassar o problema. Tal como em 2008 em Abrantes, em que o assunto só se resolveu depois em Lisboa. Como apenas membro do forum, e actualmente não sócio do CPA, procurei evitar pronunciar-me sobre o momento eleitoral do clube e ate defendi com pouco apoio dos socios, que o debate deste tópico devia ser exclusivamente reservado à leitura e colaboraçao dos socios, por se tratar de materia interna, e para isso existir o topico VIDA ASSOCIATIVA. Na realidade apesar do meu nome ter sido a despropósito mencionado, e objecto de diatribes mal intencionadas, infundamentadas, e odiosas, não deixei de acompanhar o folhetim pré-eleitoral. Perante a actual situação, que lamento e considero negativa para o Movimento Autocaravanista, e até atentória da represenatividade do CPA com os seus 700 sócios em situação social regular, tambem nao me pronuncio, nem tenho que me pronunciar sobre o futuro, senão para desejar uma reunião da assembleia geral conclusiva em Abril. Mas não posso deixar de me interrogar se a Historia se repete? De facto, na altura (2008) como socio do CPA, e aqui neste forum e em multiplas mensagens pessoais para a direccção, desenvolvi o tema do post, que aqui fica reproduzido neste topico, com a interrogaçao: - Se as sugestões feitas e se os apoios na altura disponibilizados ao CPA tivessem tido seguimento, se o forum dispuzesse de um moderador atento e activo, haveria hoje o impasse público de que todos são espectadores? .................................................. Decarvalho Convidado do CPA Hero Member Sexo: Mensagens: 1,055 Sugestões à Direcção para 2008-2009 « em: 16 Fev 2008, 18:56 » -------------------------------------------------------------------------------- Vivam Acs e companheiros Na assembleia geral eleitoral de dia 16 de Fevereiro, que renovou os corpos sociais do CPA, tive ocasião em escasso tempo de apresentar publicamente tres sugestoes a Direcção. Repito-as aqui, e acrescento outras, na expectativa que abertura deste tópico concentre os animos e energias construtivas dos membros deste forum, e as canalize para quem vai ter a função dificil de gerir interesses colectivos de um sector emergente e pujante do turismo autotransportado e itinerante. Ora as sugestoes apresentadas foram: 1) criação de um gabinete de estudos de apoio à direcção, 2) criação de um observatorio nao governamental do autocaravanismo, aberto a todas as entidades, interlocutores e autoridades de relevo para este sector,3) realizaçao de mesas redondas curtas (1h) por ocasiao das concentrações ou passeios do CPA A estas sugestõe acrescentam-se ainda e agora: 4) divulgaçao de um codigo de etiqueta para este forum, e do moderador, 5) mudança do logotipo do clube, para um mais moderno e institucional, 6) realizaçao de jornadas de portas abertas nas delegações regionais, 7) preparaçao e realizaçao do I Congresso Nacional do Autocaravanismo. Ora agora, venham lá as primeiras pedras! Atenção, convem explicar que está escrito pedras, e não pedradas. Isto quer dizer, que se espera que a este meu caminho das pedras, se juntem outras, devidamente polidas, de modo a continuarmos todos a construir as fundaçoes e alicerces de um movimento autocaravanista, sério, responsável e respeitado. Bem Hajam os que assim me entendem! Título: CPA: sem crise e com Corpos Sociais Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 31 Jan 2010, 23:50 CPA: sem crise e com Corpos Sociais
Mais do que fazer o historial dos factos da Assembleia Geral do Clube Português de Autocaravanas (CPA) de 30 de Janeiro, importa fazer uma interpretação do acontecido, não só face às diversas intervenções que foram feitas por diversos oradores, como também às reacções da Assembleia Geral. A não apresentação de uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes e o firme propósito de os membros da Direcção em exercício se não candidatarem, não contribuiu, em nenhum momento, para que se sentisse estar em causa a continuidade da existência do Clube. Após a intervenção de alguns sócios a Assembleia Geral terá eventualmente compreendido que a eleição de uma Lista Candidata deveria ter presente as linhas programáticas com que se apresentava e que a constituição de uma Comissão com o propósito formar uma Lista seria importante para que os novos Corpos Gerentes se conhecessem previamente e pudessem acordar o respectivo Programa de Acção. Registe-se que já tinham sido entregues na Mesa da Assembleia-geral propostas no sentido do que acima se diz. Não existe, pois, qualquer crise no CPA que, aliás, continua com os seus respectivos Corpos Gerentes em pleno exercício de funções. Não só a suspensão do acto eleitoral permite no futuro a sustentação democrática da mudança, como o assumir de uma Candidatura com um Programa de Acção tornará a candidatura ainda mais responsável. NOTA: Fotos no Blogue do Papa Léguas Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: infoCPA em 01 Fev 2010, 02:56 Companheiros
Decorreu a AG tendo a não existência de candidatos levado à constituição de uma comissão encarregue de concentrar esforços para a formação de uma lista que esperamos se apresente a votação na próxima Assembleia a realizar no mês de Abril e que será a continuação da realizada em 30 de Janeiro interrompida no ponto 4 da sua ordem de trabalhos. Até lá todos os Corpos Gerentes do Clube se manterão em exercício bem como a Direcção do Boletim. Pela importância do CPA e dos seus destinos, para o movimento autocaravanista, vários têm sido os blogues públicos que se têm debruçado sobre o momento que se vive no Clube. Razão para que a discussão no fórum não estivesse apenas acessível a sócios porque, a partir do momento que um assunto se torna público, é em nossa opinião mais equilibrado que as várias posições possam ser conhecidas, dando origem um melhor esclarecimento da opinião pública. Esta Direcção considera que o CPA nada tem a esconder, apenas lamenta que alguns intervenientes no fórum nem sempre se pronunciem de forma respeitosa, mas essa é a outra face da moeda da liberdade de expressão que nem todos sabem utilizar e que não é, de maneira alguma, a forma de estar da maioria dos sócios do CPA como ficou bem demonstrado na AG do último Sábado. Saudações Título: sucesso para a comissão! Enviado por: Decarvalho em 01 Fev 2010, 10:40 Bons Dias
Como leitor do Forum agradeço a nota da InfoCPA que vem objectivamente fazer o ponto à situação da sequencia da AG de Fatima, do ponto de vista oficial. Assim enquanto a direccção se mantem em funções, a revista,e espera-se também amoderação do Forum, há que aguardar os trabalhos da qualificada comissão a quem a AG delegou poderes para preparar a nova reunião de 10 de Abril, e ultrapassar o impasse criado. Trata-se de uma boa notícia agora confirmada por quem de direito, pois as crises são incontornáveis em todas as actividades associativas, mas por isso mesmo, depois de reconhecidas só há que as ultrapassar em serenidade e tranqulidade. Por esse motivo compreendo perfeitamente que se verifique neste forum um black out de informaçao interna ate dia 10 de Abril, e até, o encerramento deste tópico. Se assim acontecer, não havera motivo para no exterior do CPA haver comentários sobre a situação, se esta não for tornada publica, ao contrário do que aconteceu na preparaçao da AG. Os melhores votos deste autocaravanista para o sucesso da Comissão! Decarvalho, simplesmente. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: errante em 01 Fev 2010, 17:03 Ovalhamedeus,....um BLACK-OUT! ;D ??? ::)
Título: black out Enviado por: Decarvalho em 01 Fev 2010, 17:15 dos dicionários
black out {substantivo} [viag.] período de embargo {m.} ou . (Communication Arts / Broadcasting) (tr, adverb) to stop (news, a television programme) from being released or broadcast Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: PAPA LÉGUAS PORTUGAL em 02 Fev 2010, 01:41 É preciso ter paciência…
(...) referendar a opção autocaravanista itinerante-autocaravanista campista é discriminatório; quem cá está está, não pode ser posto na rua.(...) Na sessão da Assembleia Geral de 30 de Janeiro, em Fátima, pretendeu ensaiar-se a continuação de uma politica destrutiva, sem a apresentação de ideias concretas e na senda de uma propagação de publicidade enganosa que visa procurar apoios através da divisão do Clube em Campistas e não Campistas. Neste vale tudo, em busca não sei de quê, pretende-se agora atribuir-me a intenção de expulsar do CPA os campistas, inclusive os que fundaram o Clube. Curiosamente fazem parte da “Comissão de Constituição de uma Lista Candidata”, pelo menos, 4 sócios fundadores do CPA num total de nove, nos quais me incluo por deliberação da Assembleia Geral. Pelo facto de eu ter dito, repetidas vezes, que “Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária” eu procuraria, de má fé, o ensejo de convencer sócios menos atentos a promover uma purga no seio do CPA. A frase acima faz parte de um parágrafo que lido na totalidade diz o seguinte: “Vinte anos depois verifica-se estarmos perante uma associação que, não obstante esforçar-se por acompanhar uma politica autocaravanista, entendida como uma modalidade de turismo itinerante, está enquadrada por normas estatutárias que a ligam ao campismo. Justifica-se uma consulta referendária a todos os associados para que seja definida uma politica preferencial pelo autocaravanismo ou pelo campismo, após que se deve actuar em conformidade com a decisão maioritária” A leitura destes dois períodos é indissociável para uma boa e consequente e única interpretação da ideia que divulguei. Só de má fé se pode fazer outro juízo. Admito e respeito quem não concorde com as ideias que defendo para o CPA e que exponha as suas razões. Mas é inadmissível que para tentar destruir uma ideia se utilizem processos nada éticos. Não fora a minha convicção que uma mentira múltiplas vezes repetida corre o risco de se tornar uma verdade e deixaria quem a propaga a falar sozinho. Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: jose_goncalves em 02 Fev 2010, 09:25 Bom dia Companheiros,
Em especial,Companheiro ULISSES, Será que vamos continuar numa luta destrutiva que não conduz a lugar nenhum? Será que não é chegada a hora de aceitar debater "ideias" e não apenas "pessoas"? Tanto quanto me foi dado a conhecer na Assembleia Geral, ninguém, em momento nenhum, colocou a questão de dividir o "Movimento" Autocaravanista em "campistas" e "não campistas"! Não são essas as ideias que estão em cima da mesa. Não defendo A nem B porque estou fora de qualquer lista ou comissão. Defendo apenas o bom nome do Clube Português de Autocaravanas e creio que este tipo de "guerrilhas" não entribui em nada para a CAUSA em questão! Quem não está de acordo com determinada orientação deve apenas, e democraticamente, formalizar listas ou candidaturas alternativas, com ideias e projectos de futuro para serem submetidos à votação. Agora destruir apenas por destruir sem apresentar qualquer ideia ou projecto válido, acho que não! Acho que não é esse o Caminho a seguir! Não volto a intervir sobre este "Tema" porque entendo que em nada dignifica o Clube Portugês de Autocaravanas! Um abraço e até sempre, José Gonçalves (Guimarães) Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: ULISSES em 02 Fev 2010, 10:24 A quem interessar
Neste Fórum, e no tempo próprio, manifestei a minha posição, civilizadamente, por entender que estava a assistir a um embuste. Isso já pertence ao passado. Concomitantemente com a resolução da AG, em que foi encontrada uma solução para a continuidade, fiz um apelo às consciências e boas vontades, civilizadamente, desafiando a que alguém com disponibilidade e disposto a mudar o paradigma em que o Clube está enredado surgisse, a que daria o meu apoio e estava convencido que outros o fariam. Enganei-me. A minha intervenção, portanto, terminou com a denúncia de que, para mim, foi a demissão da direcção em ligar os sócios que falhou rotundamente. É essa a razão por não haver sócios envolvidos nos problemas do Clube. Posto isto não me disponibilizo para dar ou tirar notoriedade a quem quer que seja, pois já não é próprio. Vou hibernar até que apareça uma direcção que tenha por preocupação principal os sócios. Até sempre Armindo Santos Título: Re: Definir e Assumir Responsabilidades na AG do CPA Enviado por: Ameneses em 19 Fev 2010, 00:35 Companheiro:
Decidiu, está decidido. Mas.... Ameneses Autocaravanista |